Robinho pode sair do jogo de hoje consagrado, ou apenas como um "pedalador"

Profissão avacalhada
Não exigir diploma para jornalistas é uma aberrações e um desrespeito aos profissionais, ao público e à língua portuguesa. O comentarista Edmundo “Animal”, teima em não colocar o “s” nos plurais. Repetidamente ele se refere, por exemplo, aos “cartões amarelo” de um time.

CALA A BOCA GLOBO
A Rede Globo entrou com uma liminar impedindo que o twitter informe os temas mais digitados. Agindo assim mostrou sentiu o golpe e levou a sério a brincadeira.

Menos, menos…
O narrador Milton Leite, do Sportv, disse que se ele e os companheiros da emissora fizessem um time, ganharia da Nova Zelândia. O comentarista Maurício Noriega concordou.

Defesa não conta?
Os jornalistas brasileiros continuam focados só em um aspecto do jogo: o ataque. Esquecem-se de que no futebol, como em todos os esportes, defender-se bem também conta e é um mérito.

Sucesso latino-americano
Como em toda Copa realizada fora da Europa, os europeus fracassam e os latino-americanos se sobressaem. As Copas têm a sua escrita.

Perto dos outros…
Diante das exibições sofríveis de Itália, França, Alemanha e Inglaterra devemos aprender a ser mais tolerantes com a Seleção Brasileira.

Não esperemos espetáculos
O Brasil pode ganhar essa Copa, mas vai ser sofrido. Todos os times estão se defendendo bem. Preparemo-nos para achar 1 a 0 goleada.

Ma Che Itália…
Ao ver a Itália, atual campeã do mundo, quase não criar chances de gol contra a Nova Zelândia e só empatar com um pênalti mandrake, percebe-se qual é o tipo de jogo que levará um time ao título nesta Copa.

Voz do povo
Técnicos da Seleção brasileira não gostam de dar o braço a torcer, mas quase sempre erram ao não ouvir o povo. Já pensou se Ganso e Neymar estivessem à disposição do Dunga para o jogo de hoje?

Robinho, entre a cruz e a espada
Mesmo com dois ou três marcadores em seu encalço, Robinho deverá ser o único a tentar o drible para furar o bloqueio adversário. Ele é obrigado a isso, pois ninguém mais neste time sabe driblar. Se der certo, poderá sair do jogo de logo mais como o grande nome da Copa. Se fracassar, as mesmas vozes de sempre se erguerão para dizer que ele “só pedala”.

SeleSantos
A defesa tem de ser esta mesma, com Júlio César, Maicon, Lúcio, Jean e Michel Bastos. Agora, que tal se do meio para a frente o Brasil fosse: Arouca, Elano, Wesley, Paulo Henrique Ganso, Robinho e Neymar? Ao menos veríamos gols.

Costa do Marfim no ataque?
Duvido que a Costa do Marfim se atire pra cima do Brasil hoje. Drogba & Cia sabem que os amarelinhos são mais perigosos no contra-ataque. Aliás, quem menos acredita na Seleção Brasileira é o jornalista brasileiro.