Na escalação dada à imprensa venezuelana, Zé Eduardo aparece no meio, ao lado de Arouca, Elano e Rodrigo Possebon. Mas a gente sabe que na prática Zé Love jogará mais avançado e deverá formar o ataque com Neymar e Diogo.

A defesa é a mesma de sempre: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval e Léo. Pode não ser a melhor, mas os jogadores já se conhecem e, no ano passado, foram duas vezes campeões.

E assim, como favorito, mesmo no campo do adversário – o estádio Pueblo Nuevo, em San Cristóbal, com capacidade para 40 mil pessoas –, o Santos inicia hoje, às 22h45m, horário de Brasília (20h15m no horário local), sua caminhada no Grupo 5 da Libertadores, que conta ainda com duas equipes tradicionais: o Colo Colo do Chile e o Cerro Porteño.

Pelas entrevistas que deu na Venezuela, Adilson Batista preferirá manter os pré-contratados Maikon Leite (Palmeiras) e Róbson (Avaí) no banco de reservas. O técnico está otimista e chegou a dizer que o Santos entrará em todas as partidas para vencer, o que foi interpretado como um acerta arrogância por alguns jornalistas locais.

Com relação ao Táchira, o técnico Jorge Luis Pinto admite o poderio do Santos, está preocupado com as prováveis ausências dos Julio Gutiérrez e Yonathan Del Valle, ambos machucados, mas mesmo assim diz confiar na vitória. Da mesma forma pensa o volante Pedro Fernández:

“Será muito importante arrancar com pé direito na Copa Libertadores. Estamos trabalhando com muita vontade de superar a um rival (Santos) que é um dos grandes do mundo”.

O Santos jamais foi derrotado por uma equipe venezuelana na Libertadores. Em sete jogos, ganhou seis e empatou um. O último confronto ocorreu em 2007, nas oitavas de final, diante do Caracas. Na capital venezuelana o jogo terminou empatado em 2 a 1 e na Vila Belmiro o Santos ganhou por 3 a 2, depois de estar perdendo por 2 a 0.

Deportivo Táchira x Santos (times prováveis)

Deportivo Táchira: Manuel Sanhouse; Jackson Clavijo, Andrés Rouga, Walter Moreno, Gerzon Chacón; Pedro Fernández, Diego Guerrero, Oswaldo Chaurant, Sebastián Hernández; Edgar Pérez Greco y Sergio Herrera.

Santos: Rafael; Pará, Edu Dracena, Durval y Léo; Arouca, Rodrigo Possebon, Elano, Zé Eduardo; Neymar y Diogo. Entrenador:

Árbitragem: Carlos Vera, do Equador, assistido por seus compatriotas Juan Cedeño e Byron Romero.

Reveja a vitória de virada sobre o Caracas pela Libertadores de 2007:

O que esperar do jogo de hoje? Neymar estará cansado? Adilson fará bem se deixar Maikon Leite e Róbson no banco? A defesa preocupa? Qual o seu palpite?