Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Month: junho 2012 (page 1 of 6)

Sesc Santos abre hoje exposição em homenagem à torcida santista

Como parte das comemorações do Centenário do Santos, o Sesc Santos abre hoje, às 20 horas, a exposição fotográfica “Imagens de uma paixão: 100 anos da Torcida do Santos”, que retrata a paixão do torcedor a uma das mais importantes instituições futebolísticas do mundo. O conteúdo fotográfico foi selecionado através de concurso e oficinas.

Estão previstas as presenças do artilheiro Serginho Chulapa, ídolo do Santos na época em que o time lotava estádios e batia recordes de público, e o presidente Luis Álvaro. Estarei lá, como mediador, relembrando com eles e com o público boas histórias da torcida santista.

O Sesc Santos fica na Rua Conselheiro Ribas, 136, bairro Aparecida, perto do Canal 6, em Santos. Telefone: (13) 3278 9800. e-mail:n email@santos.sescsp.org.br

Fico muito feliz com a união dessas duas grandes instituições – o Sesc e o Santos Futebol Clube – para uma exposição que mostra o talento fotográfico dos santistas e homenageia aquele que é o motivo da existência de um time de futebol, que é o seu torcedor. Espero ve-los lá.

Encerram-se hoje as inscrições para o Curta Santos

Se você tem um belo curta-metragem sobre o Sabntos e ainda não o inscereveu no Festival Curta Santos, um dos maiores festivais de curta-metragens do Brasil, o dia é hoje. Encerramp´se nesta sexta-feira as inscrições para a 10ª edição do Curta Santos, que neste ano está homenageando o Centenário do Santos Futebol Clube. Mais de 600 produções já foram enviadas à organização do Festival.

Os interessados devem ler o regulamento e preencher a ficha de inscrição no site oficial www.curtasantos.com.br. Dúvidas podem ser enviadas para o endereço eletrônico contato@curtasantos.com.br ou então esclarecidas diretamente pelo telefone (13) 3018-9020.

Segundo a diretora de mostras do Festival, Tássia Albino, a qualidade das produções recebidas até o momento evidencia uma grande disputa pela frente. “Será muito acirrada. Nota-se uma grande melhora em comparação ao ano passado”, explica. No primeiro balanço, realizado há um mês, o Nordeste liderava o número de envios. Agora o Sul e Sudeste estão lado a lado, no topo da lista.

As mostras especiais dedicadas ao Santos Futebol Clube, abertas para filmes de amadores ou profissionais, são duas: Curta Santos F.C., para filmes com até 10 minutos de duração, e Curta Minuto, filmes de apenas 60 segundos. Você tem um, mesmo feito em celular? Ficou bom? Então o inscreva. Mas tem de ser hoje!

O 10º Curta Santos – Festival de Cinema de Santos será realizado em setembro e contará com sete dias de programação totalmente gratuita. O Festival tem como objetivo fundamental oferecer ao público sessões de curtas, médias e longas-metragens com produções de qualidade, que estão fora do circuito comercial. Mesas redondas, oficinas e debates com profissionais da área sustentam a proposta. Será mais uma oportunidade de falarmos do nosso querido Santos Futebol Clube.

Dogão Calabresa, um clássico

Por falar em curtas-metragens, aproveito para lembrar um filme que considero um dos melhores já produzidos. Trata-se de “Dogão Calabresa”, de 2003, dirigido e editado por Pedro Asbeg, com fotografia de Andrea Cassola, Felipe Nepomuceno, Jorge Manrique e Pedro Asbeg e still de João Paulo.

Os caras foram ao segundo jogo da final do Campeonato Brasileiro de 2002 mas não entraram no estádio. Ficaram do lado de fora, ao lado das barraquinhas, captando a reação dos ambulantes – quase todos torcedores do alvinegro da capital – ao que acontecia em campo. Vale a pena rever:

Segunda-feira será lançado o livro do genial Coutinho. Prestigie!


Coutinho conta a sua história, em parceria com Cacá Fernando

O livro “Coutinho, o gênio da área”, escrito pelo jornalista Carlos Fernando Schinner, narrador da Band News, e editado pela Realejo Livros, de Santos, será lançado na próxima segunda-feira em São Paulo e no dia seguinte em Santos. Na segunda o evento será às 19 horas na livraria Saraiva do Shopping Eldorado, e na terça o reencontro com o artilheiro será às 18 horas, no Memorial das Conquistas da Vila Belmiro.

Nascido em Piracicaba e descoberto pelo técnico Lula quando atuava por um time chamado Palmeirinha, Wilson Honório – que a mãe chamava de “Coto” – veio para o Santos com apenas 14 anos e aos 16 já tinha ganhado a posição do craque Pagão.

Com 370 gols, Coutinho é o terceiro maior artilheiro da história do Santos. Seria titular da Copa de 1962 não fosse uma contusão de última hora. Todas essas histórias são contadas em um livro de 304 páginas, vendido por 48 reais.

É muito importante que estejam saindo tantos livros sobre o Santos e seus ricos personagens. Só mesmo assim se mantém a história e se consolida todas as conquistas de um clube de futebol. O que é esquecido acaba sendo apagado também da história. Parabenizo Coutinho e ao jornalista e amigo Cacá Fernando pela obra e lhes digo que, como todo livro, ele já é um sucesso pelo simples fato de existir e de significar o fim de um trabalho que certamente foi árduo e paciente.

Posso contar com você nesses eventos do Centenário do Santos?


Bill não!!!


Bill, de terceiro reserva do Corinthians a “reforço” do Santos.

Sabe quando você não quer acreditar? Achei que era boato, que não se concretizaria. Porém, resolvi pesquisar melhor. Não é que o Bill, terceiro reserva do alvinegro da capital, é mesmo dado como novo “reforço” do Santos para o Campeonato Brasileiro?! Não sei, mas acho que a diretoria do Santos está querendo brincar com o torcedor. Será que eles acham que estão administrando uma companhia de balé, uma orquesta ou um circo, cujas contratações não dependem da opinião do público?

Por que acreditar que um jogador de terceira categoria, que não ser viu para o rival, servirá para o Santos? Se o torcedor já estava de saco cheio do Rentería e não via a hora de ele se mandar, como explicar a contratação de Bill para o lugar do colombiano?

E o pior é que o presidente do Bragantino, Marcos Chedid, dava ao Santos a prioridade na contratação de Romarinho, por 600 mil reais. Mas a diretoria do Santos preferiu o Bill, do mesmo Bragantino.

Leio que o diretor Nei Pandolfo, o presidente Luis Álvaro e o vice Odilio Rodrugues anunciaram as negociações com o Bill como se o Santos estivesse trazendo o Fred ou o Luís Fabiano. Bill é o ó doborogodó. É uma contratação errada, que já vem com rejeição total da torcida. É outro Marcel ou Rentería. Dinheiro jogado fora. Mais um péssimo negócio de um time que agora tem 37 jogadores no elenco.

O maior problema que vejo no caso é não ouvir a voz que vem das arquibancadas, não consultar o coração do torcedor. E o santista não queria e não quer o Bill. Lembro-me que nos tempos do site Santista Roxo, da Resgate, uma contratação foi abortada depois que o Arnaldo Hase descobriu que o jogador tinha antecedentes criminais. A crítica de um site de oposição foi ouvida e o negócio não se concretizou.

O Bill me parece um bom moço. Até tem cara de padre. Mas jogar bola, meu nego, não joga. Faz um golzinho de vez em quando, e olhe lá. É um Totonho piorado, para quem pegou aqueles tempos difíceis…

Por que, cargas d´água, essa diretoria não tem a humildade de ouvir o torcedor? Trazer o Bill é pedir para sofrer, é ouvir e ler críticas o tempo todo, é se desgastar inutilmente.

Deixo aqui um sincero pedido aos mandatários santistas: voltem atrás no negócio e devolvam o Bill. O desgaste dessa contratação será sentido por muito tempo. A cada gol do Romarinho e a cada canelada do Bill – se é que ele vai jogar -, os torcedores se lembrarão do grande negócio que vocês fizeram. Quem avisa, amigo é…

E você, o que achou da contratação do Bill?


Coisas que eu nunca tinha visto no futebol

Nunca tinha visto – ou ouvido – a cidade de São Paulo comemorar tanto um gol de time argentino. Nunca imaginei que o Boca Juniors pudesse ser tão amado pelos brasileiros.

No lance do gol do Boca, o zagueiro Chicão impede que a bola entre tocando-a propositalmente com a mão. É caso claríssimo de expulsão. Nunca tinha visto um lance assim em que o jogador não tivesse sido expulso – o que faria Chicão desfalcar o alvinegro da capital no jogo do Pacaembu.

Sempre muito ajudado quando joga em La Bombonera, nunca tinha visto o Boca ser prejudicado pela arbitragem em seu próprio campo. Além de fazer vistas grossas à expulsão de Chicão, foi marcado impedimento em um lance em que o próprio zagueiro corintiano cabeceou a bola para um atacante do Boca; não se interrompeu a partida quando torcedores do Corinthians jogaram sinalizadores na direção do goleiro do Boca, permitiu-se a cera do goleiro Cássio a outras coisinhas.

Nunca tinha visto o sempre ponderado Riquelme reclamar tanto da arbitragem. No caso, a do chileno Enrique Osses. Disse o ídolo do Boca: “O árbitro se comportou como um idiota. Nunca me queixo dos árbitros, mas desta vez não teve como. Espero que ele nunca mais apite nossos jogos. Ele já tinha tornado a nossa vida impossível no Rio de Janeiro (no empate por 1 a 1 com o Fluminense, no retorno pelas oitavas de final da Libertadores). A Copa também se ganha com os árbitros. Eles (Corinthians) foram inteligentes. Colocaram um árbitro que os ajudou”.

Nunca tinha visto uma emissora de tevê puxar tanto o saco de um time, como a Fox fez com o alvinegro paulistano. Nem a TV Corinthians seria tão parcial.

Também nunca tinha visto um jogador estreante entrar com tanta tranqüilidade e ser tão afortunado em um jogo de Libertadores como Romarinho. Em pensar que, como Sócrates, é mais um santista de nascimento e coração que tem tudo para brilhar no alvinegro paulistano. Só pelas atuações contra Palmeiras e Boca Juniors o rapaz já pagou os 600 mil reais que custou o seu passe.

Nunca tinha visto um time brasileiro armar uma retranca tão eficiente. Lembrou-me quando a gente jogava pelada na rua com um golzinho sem goleiro. Quando um jogador ficava em cima da linha, era quase impossível marcar. Tite armou um esquema parecido.

Apesar de todo o esquema extra-campo planejado para trazer o título para o Corinthians, a verdade é que eu nunca tinha visto esse time jogar tão tranqüilo em jogos decisivos da Libertadores. Estou com um forte pressentimento de que na próxima quarta-feira nós veremos algo que nunca tínhamos visto, que é o alvinegro da capital perder a sua centenária virgindade. Já estava na hora.

Ainda não cataloguei todas opiniões sobre quem deve ficar ou sair do Santos, mas prometo que na segunda-feira publicarei texto sobre o assunto.

E o que você tem visto no futebol que nunca viu antes?


A importância da enquete e o direito do torcedor santista

Depois de analisar todas as opiniões, farei um texto sobre o resultado da enquete, que termina hoje. Um leitor já escreveu que uma pesquisa como esta, para saber dos torcedores quem deve ficar ou sair do Santos, deveria ser feita ao final da temporada. Talvez ele esteja certo. Mas o futebol é dinâmico, emocional e depende de uma sintonia completa entre o time e os torcedores. Se ela não existe, não há alegria, nem vitórias, nem títulos. Portanto, o momento é agora.

Percebe-se que o Santos inicia a competição mais longa do calendário nacional – o Campeonato Brasileiro – com o mesmo desânimo das temporadas anteriores, nas quais terminou no meio da tabela, alterando exibições medíocres com outras razoáveis. Isso é muito pouco para um time que quer se consolidar como o melhor do País. Ou se dá um chacoalhão agora, ou mais um semestre estará perdido.

O torcedor percebe, certamente bem antes dos diretores de futebol, quando o jogador é laranja que não dá mais caldo. O problema é que quem faz o contrato com esses jogadores são os diretores, que estendem por anos um vínculo que já deveria ter sido interrompido bem antes.

Pode parecer demagogia, mas acho que no caso de um time de futebol, toda renovação de contrato com jogadores deveria ser levada a voto popular. Agora, por exemplo, o venerável capitão Edu Dracena, aos 31 anos, quer renovar com o Santos por mais três. Ora, isso seria uma temeridade que, por exemplo, nenhum clube europeu faria. Por que ele não assina por mais um ano e mostra serviço para continuar no clube?

Ouvi que o clube também quer renovar com o Léo. O veterano merece todo o respeito, uma estátua e tudo o mais, mas continuar pagando salário para um jogador que fica mais tempo no departamento médico e não tem mais fôlego para correr os 90 minutos, positivamente não dá. Assim como não dá manter o valente Durval como titular, ou insistir com o garoto Felipe Anderson. Eu sempre tive esperanças no Felipe, mas apavorado como tem entrado no time é melhor ser emprestado, pegar mais experiência, e voltar amadurecido, como aconteceu com Wesley.

Elano não dá mais. Com todo o respeito e carinho que temos por ele, não dá para pagar uma fortuna para um jogador passear em campo com a mão na cintura, esperando uma bola parada para centrar na área ou chutar (para fora) a gol. Isso até eu faço. Se um jogador rápido, atlético, participativo, custa no máximo a metade do salário de Elano, por que mantê-lo no Santos se o seu futebol estagnou há um ano?

No mesmo caso está o centroavante Borges, que, como em outros clubes pelos quais passou, fez uma boa primeira temporada e depois sumiu. E o pior é que, como Elano, depois fica pelos cantos com o nhém-nhém-nhém dos descontentes. Ora, não está jogando nada, reclamar do quê? O Santos e o técnico Muricy Ramalho são bonzinhos até demais. Há jogadores neste elenco que já venceram o prazo de validade.

Bem, Elano e Borges são apenas dois exemplos de jogadores que a maioria dos santistas não quer mais ver no time. Quem sabe em outras equipes reencontrem o entusiasmo pela profissão. No momento estão empurrando com a barriga, se arrastando em campo, e isso o Alvinegro Praiano não merece.

Como já demonStrei aqui em um post anterior, o elenco do Santos é numerosíssimo. Segundo o site oficial do clube, tem 35 jogadores, 11 a mais do que o Barcelona! E olhe que ainda está faltando Émerson Palmieri, Fábio Costa… Não quero nem imaginar quanto se está gastando para manter tanta gente. Esse desperdício é um sinal indesmentível de incompetência.

Se o Santos de hoje tivesse algum profissional com a visão precisa de um Luis Alonso Peres, o grande Lula, certamente teria um plantel mais enxuto e mais eficiente. Com o dinheiro que se paga para três jogadores meia-boca, é possível ter um realmente bom, o chamado titular absoluto.

Porém, como disse, primeiro farei o balanço de todos os comentários e depois elaborarei a conclusão final do blog sobre os jogadores que devem permanecer e os que devem sair, oportunamente, do Santos. Se a diretoria fica em cima do muro e demora para tomar decisões, isso é problema dela. O torcedor tem o direito de avaliar os jogadores do time que ama e este blog respeita esse direito.

Já deu sobre opinião sobre quem deve ficar e quem deve sair do Santos?


Quem deve sair e quem deve permanecer no Santos?

Essa é uma enquete que deve ser antipática aos jogadores, mas é extremamente útil ao Santos, que tem uma comissão técnica e uma diretoria de futebol indecisas, ou pouco competentes, e por isso demora demais para tomar decisões sobre o elenco, onerando os cofres do clube e dificultando a busca por um time mais eficaz.

Uma equipe de futebol existe para satisfazer uma única pessoa: o seu torcedor. Se este não está satisfeito com os jogadores, o técnico, ou mesmo com a direção de futebol, não há empatia nem confiança, quebra-se o encanto e os resultados costumam espelhar isso.

Fizemos essa mesma pesquisa há um ano e meio e ela detectou que os santistas não suportavam mais alguns jogadores, como Marquinhos, Roberto Brum e Marcel. A opinião do torcedor foi ouvida pela diretoria de futebol e os atletas deixaram de fazer parte do plantel do Santos, com claras vantagens para o clube.

Sim, porque o atleta indesejado também recebe salários, sangra as finanças e impede que o clube invista em outros que realmente podem solucionar o problema. De que adianta ter um elenco numeroso, se ainda há muitas posições carentes?

Esperamos que a direção do clube entenda que uma enquete como esta, que capta a opinião do torcedor do Santos, é uma ajuda relevante ao clube, pois pode ajudar a racionalizar o investimento no futebol e otimizar as contratações, hoje dispersas e mal planejadas.

Alguns leitores do blog querem que a enquete inclua também a permanência ou não do técnico Muricy Ramalho, considerado pouco ofensivo pela maioria dos santistas. Acho que esta poderia tratar exclusivamente dos jogadores. Em seguida poderemos fazer outra sobre o comando técnico do time.

Elenco santista tem 11 jogadores a mais do que o Barcelona!

Essa falta de planejamento faz com que o Santos tenha, hoje, 35 jogadores profissionais no seu elenco, 11 a mais do que o Barcelona, considerado o melhor time do mundo, e oito a mais do que o Santos que foi campeão brasileiro de 2002.

O plantel que se sagrou campeão nacional há 10 anos tinha três goleiros, seis zagueiros, quatro laterais, apenas três volantes (entre eles Renato, que era quase um meia), quatro meias e sete atacantes. O elenco atual quatro goleiros, oito laterais, cinco zagueiros, sete volantes, cinco meias e seis atacantes.

Perceba que mesmo com oito jogadores a menos, o time de 2002 tinha um zagueiro e um atacante a mais. Hoje o Santos tem o absurdo de oito laterais e Muricy ainda improvisa o volante Henrique na lateral-direita.

O excessivo número de jogadores acaba provocando um inchaço também na comissão técnica, que atualmente tem quatro auxiliares técnicos, três preparadores físicos, três médicos, três fisioterapeutas, três massagistas, dois preparadores de goleiros, três roupeiros…

Caso Romarinho mostra indefinição da diretoria

Pelas informações que eu tive, Romarinho e seu pai são santistas e o desejo de ambos era de que o garoto viesse jogar no Santos. Parecia que estava tudo certo, mas de repente, talvez por falta de dinheiro ou de interesse, o rapaz foi para o alvinegro da capital, no qual estreou ontem de forma magnífica, marcando os dois belos gols da vitória, de virada, sobre o Palmeiras.

É óbvio que maior prioridade do Santos é conseguir um companheiro de ataque inteligente e habilidoso à altura de Neymar, com quem o Menino de Ouro possa tabelar, criar jogadas, deixar de ser o responsável pelos gols do time. Pelé teve Pagão, Coutinho, Toninho Guerreiro; Robinho teve Diego, mas Neymar, que teve André, agora não tem ninguém. É precipitado dizer que Romarinho seria a solução, mas ao menos representaria uma aposta bem mais confiável do que o do limitado Bill, um nome que tem sido muito comentado na Vila Belmiro.

De qualquer forma, esta enquete não tem a intenção de sugerir contratações, mas apenas de definir, na opinião do torcedor, os jogadores que devem permanecer ou sair do Santos. Com um elenco mais enxuto e equilibrado, sobrará dinheiro para investir em atletas que venham para solucionar os problemas e não para fazer parte deles.

Nem é preciso dizer que este blog não tem qualquer interesse político e seu único objetivo é informar sobre as coisas do Santos, divulgar sua história e contribuir para que o Alvinegro Praiano continue firme e forte. Comentários com insinuações políticas serão deletados.

Elenco do Santos

Para facilitar sua análise, este é o elenco atual do Santos:

4 goleiros: Aranha, Gabriel Gasparotto, Rafael e Vladimir.

8 laterais: Crystian, Fucile, Gérson Magrão, Juan, Léo, Maranhão, Paulo Henrique e Galhardo.

5 zagueiros: Bruno Rodrigo, David Braz, Durval, Edu Dracena e Gustavo Henrique.

7 volantes: Adriano, Alan Santos, Alison, Anderson Carvalho, Arouca, Ewerton Páscoa e Henrique.

5 meias: Bernardo, Elano, Felipe Anderson, Pedro Castro e Paulo Henrique Ganso.

6 atacantes: Alan Kardec, Borges, Dimba, Geuvânia, Neymar Jr, e Victor Andrade.

Detalhe: Geuvânio é mais um lateral que está deslocado como atacante, e Alan Kardec é um atacante que está de saída.

E para você, quem deve sair e quem deve permanecer no Santos?


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