Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Month: outubro 2012 (page 1 of 7)

Santos precisa fazer um exame de DNA

Por João Pedro

É evidente o descontentamento da grande maioria dos Santistas com o atual elenco do time, principalmente com quem está a frente da equipe e os responsáveis por tomar decisões importantes no clube. Desde sua fundação o peixe tem um estilo no qual seus torcedores sempre prezaram ao longo de sua história centenária, o dos garotos em campo, da alegria em cada toque de bola, de comemorar um drible tanto quanto um gol, enfim fazer o torcedor suspirar e regozijar ao mesmo tempo.

Infelizmente por motivos que todos sabemos e que é tão debatido neste e outros blogs, isso não vem ocorrendo há pelo menos uns dois anos. Porque aquele elenco de 2010 com muito menos “estrelas”, que os dos últimos meses, deram muito mais alegrias que o atual? A média de títulos é a mesma, o craque principal idem, mais há alguns fatores que foram mudados ao passar dos tempos. O Santos começou 2010 após ter feito um campeonato brasileiro no ano anterior desastroso, se livrando do rebaixamento no apagar das luzes, com diretoria, filosofia e jogadores novos.

Primeiro foi estipulado um teto salarial, sendo assim não existia nenhuma diferença exorbitante entre o Adriano Pagode e o Neymar, somente Robinho merecidamente quebrou este teto. Com isso não existia nenhum tipo de vaidade entre os jogadores, não tinha uma estrela, aliás tinha era Giovanni, o que mais tarde não se confirmou ser. Lembro-me muito bem, de matérias onde mostravam os jogadores sempre unidos fora de campo – hoje em dia, há algumas ou raras aparições nas redes sociais de alguns do elenco -, teve uma matéria em que mostrava os ex-jogadores do time Wesley e Zé Love fazendo compras juntos, havia churrasco no CT com todos do elenco e coisas do tipo.

O técnico do time – o qual faço questão de mencionar – Dorival Júnior, foi um dos melhores dos últimos tempos justamente porque não interferia na equipe, muito pelo contrário, em TODAS as entrevistas e aparições em programas de rádio e TV, o então técnico sempre passava os elogios ao grupo e nunca atribuía a si mesmo os méritos, nunca lhe ouvi dizer que merecia tal título, ou que o time jogava de tal forma porque era sua tática ou por motivo de seu trabalho.

Nunca houve tanta exposição de um time na TV brasileira com o Àquele Santos, o time tinha espaço desde programas infantis até o Jornal Nacional. Uma exposição absurdamente grande que o clube não sobe aproveitar, houve horários em que o Neymar por exemplo aparecia em 3 programas diferentes ao mesmo tempo, isso é algo raro até então, aliás Neymar é o único que continua com o apelo midiático forte. Muitos Santistas reclamam que na maioria das vezes em que Neymar aparece na mídia, ele não está com algum artefato ou algo relacionado ao Santos, ora mais como? Se ele é o único que merece destaque, não que o nosso Santos não mereça, pois como acima citado tivemos exposição mais que grandiosa que nossos dirigentes não sei porquê conseguiram acabar.

Tudo começou a mudar quando ainda no fim de 2010 com o começo da Taça Libertadores batendo à porta, o peixe foi buscar na Turquia um de seus então ídolos da atual geração. Depois de sua chegada e partida, a meu ver houve mais ônus do que bônus na contratação do ovelhinha da vila, teve alguns bons jogos no início do ano é verdade, chegou “voando” no paulista, fez alguns bons jogos na libertadores e só. Junto com a vinda de Elano vieram o aumento de salários de muitos dos jogadores do elenco, engraçado como alguns ganham hoje muito mais do que André e Wesley pediam na época em que saíram. Os torcedores criticam os dois meninos até hoje, mais não entendem que se tivessem ficado estariam hoje com salário do Adriano Pagode, enquanto jogadores como Gérson Magrão e seus semelhantes ganham salários exorbitantes.

A teimosia de muitos dos dirigentes da atual gestão, e principalmente o ego deles por terem conseguido conquistas seguidas e inéditas. Os títulos camuflaram muitos erros que haviam e há no clube atualmente, os dirigentes profissionais tomadores de decisões no time, são muito mais ineficientes que os antigos amadores – dá até saudade do Jamelli -, o gerente de futebol da equipe demonstra não ter o mínimo de conhecimento futebolístico necessário para tal função. O departamento de marketing do clube faz com que nós torcedores “esqueçamos” que estamos vivenciando o centenário do clube, sim outro dia só lembrei de tal coisa porque um amigo torcedor postou um comentário neste blog, o que mais criativo foi feito neste período, foi um vídeo patético de divulgação de uma cantora pop que nada tem a ver com o Santos, nada contra a senhorita Carly Rae Jepsen, muito linda por sinal, acabamos reverenciando e tietando ao invés de sermos reverenciados.

Deixo bem claro que não tenho nenhuma posição ou lado político, mais deixo uma pergunta no ar para os caros amigos santistas, será que se Marcelo Teixeira e seu grupo tivessem continuado no comando do clube, haveria muita diferença quanto ao início do time em 2010? ao meu ver, na pior das hipóteses o time seria o mesmo, o técnico pode ser que não. Começo a rever o que disse o ex-presidente, quando o mesmo afirmou que as conquistas recentes, tem uma grande contribuição dele, talvez Neymar não estivesse mais conosco, talvez não tivéssemos ganho a libertadores. Também assim como muitos, também acho que a mudança de comando fez bem ao clube, mais está faltando a este novo grupo o que tinha outro, COBRANÇA, sim caros leitores, muita cobrança algo que fazíamos com a antiga gestão e não fazemos com esta, só dizemos amém e só.

Por fim, que nosso comandante maior aproveite este fim de ano, reflita, pesquise, consulte nós torcedores, telespectadores de um circo atualmente sem graça, para que a queda livre do glorioso alvinegro praiano não venha a ter mais catástrofes e tristeza para o torcedor, que muitos deixem seu orgulho de lado, pois tenho certeza que serão vaiados quando necessário e aplaudidos se possível. Nós torcedores não merecemos a situação atual, Neymar não merece, e ele e Léo são os únicos em campo representantes da grande e exigente torcida alvinegra. Que o Santos seja de Meninos Para Sempre, nós e a história centenária do clube agradecem.


Como o torcedor é tratado nos estádios – O Documentário

Muitos aqui já devem conhecer o trabalho do Rachid, que acompanha o time do Santos em diversas partidas e registra imagens dos problemas enfrentados pelos torcedores nos estádios. Ele realizou uma coletânea dos vídeos entre 2007 – 2012 e editou este filme abaixo. Confira abaixo o vídeo que mostra como o país que sediará a próxima Copa do Mundo trata seus torcedores:


Democracia ou Democradura?

Por Sérgio Bertoldi

Peço licença aos Amigos do blog, mas hoje resolvi utilizar este espaço, para através do futebol fazer um alerta!

Após a partida entre Santos e Atlético Mineiro, partida realizada na Vila Belmiro, eis que para minha surpresa me deparo com o relato, que o árbitro principal, fez constar na súmula da partida: “Ao retornar para o 2º tempo da partida, a equipe de arbitragem visualizou uma faixa com os dizeres “ O futebol brasileiro é uma vergonha”, estendida pela torcida do Clube Atlético Mineiro.

Imediatamente foi solicitado ao comando do policiamento a retirada da mesma, no que foi prontamente atendido.

Pouco tempo depois, um episódio parecido, ocorreu nas dependências do Estádio Moisés Lucarelli, desta vez era o torcedor da Ponte Preta, que indignado com as péssimas arbitragens fazia seu protesto exibindo faixas! Mais uma vez como já houvera acontecido, o protesto ainda que pacífico foi abafado pela polícia com a retirada das faixas!

Não satisfeitas, as autoridades parecem querer nos surpreender a cada dia! Leio aqui neste mesmo Blog, o relato tão surpreso e indignado quanto eu, do amigo Rachid, que nos trouxe a seguinte informação: Justiça acolhe recurso do Santos. Google e Net terão que expor usuários que criticaram LAOR.

Numa decisão absolutamente lamentável da Justiça brasileira, a 3ª Câmara do TJSP acolheu pedido do Santos, negado em 1ª instância, para que as empresas NET e Google, sejam obrigadas a enviar ao clube, os dados de usuários de internet que fizeram críticas a gestão LAOR nos últimos meses. Números de IP, incluindo telefone de origem de conexão e seus dados cadastrais, estão incluídos no pacote.

O relator desembargador Jesus Lofrano disse ainda em sua decisão: “Fixo o prazo de dez dias para o cumprimento da decisão e multa diária no valor de R$ 1.000,00 para a hipótese de descumprimento.” Juro que se não fosse pela credibilidade que tem o Amigo Rachid, não acreditaria no que acabara de ler! Cheguei a pensar por um momento, se eu estava realmente no Brasil ou se em um pesadelo muito louco, tinha acordado em Cuba!.

Será que nossas queridas professoras, foram enganadas como nós, ou eram obrigadas a nos ensinar que o regime oficial no Brasil é a DEMOCRACIA!

Outro dia, não faz muito tempo, assisti um relato emocionante de uma senhora já em idade avançada, infelizmente não recordo seu nome, mas para resumir, tratava-se de uma senhora judia sobrevivente do nazismo, a tal senhora foi companheira e amiga de Anne Frank uma adolescente Alemã de origem Judaica, vítima do holocausto, que morreu aos quinze anos de idade num campo de concentração! Em seu relato a senhora fazia um alerta emocionado, para que as pessoas que não tem ideia do que foi aquilo, nunca deixem que aquela monstruosidade se repita novamente!

Guardadas as devidas proporções, nosso holocausto foi a Ditadura, que se abateu sobre nosso País durante as décadas de 60, 70 e 80, um período de repressão onde muitos também perderam suas vidas! Assim como essa senhora Judia, que viveu os horrores do nazismo, e hoje dedica seus últimos anos de vida, a conscientizar o mundo para não esquecer jamais de evitar a todo custo que aquele horror se repita, temos que lutar para que a DITADURA não volte a se instalar no nosso País!

E o mais triste para nós santistas, seria ver justamente, a repressão voltando pelas mãos do presidente LAOR! Infelizmente é o que parece estar acontecendo, caso essa caça ao nosso direito de liberdade de expressão se concretize!

Presidente, os elogios, assim como as críticas, são inerentes a todo cargo ou profissão pública! Quem esta na chuva é para se molhar! Se o senhor não queria ficar sujeito a elogios ou críticas, não se candidatasse a um dos cargos mais importantes desse País, que é presidir a nação Santista!

Para finalizar Presidente, também sou contra a ofensas pessoais, xingamentos ou coisas que não levam a nada! Mas se realmente a partir de agora, o senhor vai começar a passar um pente fino nos Blogs, preste atenção nas criticas construtivas feitas aqui mesmo! Tenho certeza que encontrara excelentes opiniões e sugestões, que muito podem lhe ajudar nesta difícil tarefa de comandar o clube mais famoso do Mundo! Faça sempre o que for necessário mas nunca abra a mão da DEMOCRACIA, pois até os Reis mais sábios, tinham a humildade para ouvir seus súditos!


A cachaça e o tombo

Por Francisco Carvalho

Não vi o jogo contra o Náutico e não assisti às entrevistas. Tudo o que sei li neste espaço. Surpresa, apenas a verborragia do Neymar:“Eles não podem ficar só olhando pra minha cara, esperando que eu resolva”. Por mais revoltado que estivesse e ainda que tenha motivos para revoltar-se, Neymar não tem o direito de justificar vexame, botando a culpa nos demais jogadores.

Nós, que condenamos declarações deste tipo quando provenientes do Muricy Ramalho, não podemos aceitá-las vindas do Neymar, até porque, por mais paradoxal que pareça, verborragia inconsequente pode ter consequências, sendo uma delas a represália dos ofendidos. E quem sairia prejudicado, caso os companheiros, publicamente rotulados como omissos, resolvessem boicotar o Neymar? O Santos Futebol Clube.

Nenhum de nós torcedores duvida de que Neymar é o maior jogador surgido no Santos, depois da era Pelé. Nenhum de nós torcedores duvida da frase quase-jargão entre santistas: “O Santos com Neymar seria candidato ao título, enquanto o Santos sem Neymar luta contra o rebaixamento”. Por isso há quem acuse a CBF, o Mano Menezes, o Andrés Sanches e até o ex-presidente Lula de conspiração contra o Santos, cada vez que o Neymar é convocado para a seleção. Isto significa que é nele – e não no treinador ou em qualquer outro jogador – que a esperançado torcedor é depositada.

Não seria normal que os companheiros tecnicamente limitados, mas conscientes de suas limitações, também depositassem suas esperanças no único grande craque do time?

Neymar é o maior salário de todo o elenco do Santos. Recebe, mensalmente, uma quantia de prêmio de Mega-Sena acumulada, não por sua estranha cabeleira;mas por ser umjogador capaz de façanhas hercúleas. O provento é real, a esperança é real, a expectativa é real. Neymar tem que aprender a conviver com estas realidades. E, assim como, há três anos, aprendeu princípios de hierarquia, deve, agora, aprender princípios de convivência em grupo.

Se é aceitável que trabalhadores tenham diferentes remunerações, é igualmente aceitável que se espere mais, de quem ganha mais – e que se espere desempenho magnífico de quem tem salário magnífico. O preço que Neymar deve pagar por ser o grande diferencial do time do Peixe é a aceitação das responsabilidades decorrentes. É assumir: “Eu sou o bom. Sou eu que resolvo, mesmo.” E resolver. Mais ou menos como faz a Marta, na seleção feminina do Brasil. E eu nunca vi a Marta criticando as companheiras por esperarem que ela resolva.

É a velha história da cachaça e do tombo.

Não está pronto para tomar a cachaça; Quem não está preparado para levar os tombos.

Você concorda que as declarações de Neymar podem ser prejudiciais a ele mesmo e consequentemente ao Santos?


Aviso aos amigos e leitores que o Odir estará de volta no dia 1º de Novembro, quinta-feira. Agradeço a todos que enviaram colaborações e mantiveram o espaço vivo e respirando Santos FC nesse período!


O que faz um time ser vencedor?

Por Athos Pomerode

O que faz um time ser um falso vencedor é o mesmo que o torna um perdedor de verdade. O Palmeiras é o exemplo mais recente. O Santos, o exemplo mais gritante. Sim, meus prezados torcedores santistas, o Santos é um time vencedor de fato e o índice de dois títulos por ano, ao longo dos últimos três anos, não apenas ratifica isso, mas é trombeteado aos quatro cantos como o apogeu de uma geração de vencedores. Vencedor, mas um falso vencedor.

Um time vencedor não apenas ganha títulos com absoluta autoridade, como perde títulos por detalhes e porque o futebol, esporte dos esportes, nem sempre premia o melhor dos melhores, mas eventualmente torna vencedor um outro desse grupo de melhores. Um time vencedor é moldado pela unidade e pelo equilíbrio, pelo arranjo otimizado de todas as suas peças, pela harmonia singular do seu conjunto, pelo imperativo do coletivo. Não significa, de forma alguma, que individualidades não possam brilhar e brilhar muito, que um ataque ofensivo não possa compensar com louvor uma defesa exposta, que uma substituição bem articulada não possa alterar substancialmente o ritmo de um jogo, que uma estratégia tática não possa superar habilidades técnicas maiores de um adversário. Isso tudo faz parte do mundo do futebol, mas vale para uma, duas, três ou dez partidas, mas não para um campeonato inteiro. Neste caso, o triunfo final depende essencialmente da unidade, do conjunto, do coletivo e são estas as prerrogativas que fazem o sucesso ou o fracasso na forja de um time campeão.

Um time que é falso vencedor é moldado pelo gatilho das aparências, pela convergência estreita de tempos e/ou feitos individuais, condimentados por sorte, muita sorte. Mas é sempre uma gangorra desnivelada, um farol que sofre apagões inacreditáveis. Num dado momento, escala o cume do grupo dos melhores; para, em seguida, misturar-se anonimamente ao grupo dos coadjuvantes. Um time falso-vencedor vive de surtos de vitórias, mas é um time sem alma. E a regra geral, a mais comum de todas, é que o falso-vencedor é um time que se projeta num repente, como uma explosão de talentos ou circunstâncias, e não pela história de uma formação delineada e planejada ao longo do tempo.

O Santos é um time falso-vencedor, de diversas maneiras e por diversas razões. O Santos não se fez, foi feito em 2010, por uma singular conjugação de craques, tendo à frente uma dupla de talentos geniais como Neymar e Ganso. A Copa do Brasil foi a conquista mais óbvia de um time com veia de campeão. E veio mais, a conquista culminante da Libertadores. Ali, escancarada, já se postava a versão definitiva do time falso-vencedor, porque, na história da Libertadores, provavelmente nunca se teve e jamais se terá uma conquista tão amparada no talento individual de um grande craque como foi o Santos de Neymar em 2011. No paulista do mesmo ano, já tinha sido assim e voltou a ser na fase decisiva e final do campeonato paulista deste ano. É claro que, nestes títulos, o Santos ganhou partidas com Neymar não jogando bem ou mesmo sem Neymar, mas a exceção não exclui a regra geral e contundente: o Santos foi campeão porque tinha Neymar.

O Santos de Neymar é um falso-vencedor porque é um time comum sem Neymar. E a maior prova disso são os campeonatos brasileiros de 2010 a 2012, em que o Santos não passou (e continua não passando) de mero figurante, sem projeção alguma. Mas a maior exposição dessa cultura de aparências veio na fragorosa derrota para o Barcelona no Mundial, em que os conceitos de ‘time campeão’ e ‘falso campeão’ foram expostos em carne viva e a cores para todos os santistas. A pífia campanha no Brasileirão 2012 é a cereja sem gosto desta receita mal engendrada numa culinária sem classe e sem sal.

O Santos vai minguando aos poucos porque este é o destino incontestável dos times falsos-vencedores. Primeiro, porque nunca foi planejado, nem refeito quando perdeu peças importantes; segundo, porque premia o passado (é impressionante como o Santos se agarra à aposta de reviver a volta de jogadores do passado ao clube, como se os tempos fossem os mesmos, e como se cultuar ex-ídolos forjassem histórias de vencedores) e não aposta no futuro (uma base desprovida de atenção, avaliação e de comissões técnicas qualificadas); terceiro, porque aposta em técnicos caseiros ou em falastrões ultrapassados (Muricy é ocioso, e ociosamente bronco); quarto, porque não existe sincronismo de atividades, mas principalmente de atitudes, entre uma diretoria imatura e completamente passiva ante uma comissão técnica dormente, que devolve com cascalho o peso que recebe em ouro; quinto, porque não é um time completo e pronto, por não ter elenco e por contratar absurdamente mal, vivendo incondicionalmente a livre dependência das genialidades de Neymar.

Mas Neymar cansou. Muricy não engana mais ninguém. Bills e assemelhados não forjam times campeões. Robinho já não é mais a moeda fácil de troca para ludibriar os mais ingênuos e os mais incautos. Expirou a validade da orquestra e da claque do circo. O sonho acabou. E a saída é a mesma de sempre, desde que o futebol se impôs como atividade profissional: recomeçar. E recomeçar exige paradas e mudanças, análises e principalmente atitudes. Seria muito, muito bom, que hoje mesmo, tivesse início na Vila, o recomeço de uma longa história que voltasse a fazer do Santos, de Neymar e cia, um time vencedor, de corpo e alma. De corpo e alma, porque é assim, e somente assim, que se forjam os grandes campeões.

Você concorda com a análise do Athos? Como você classificaria a equipe do Santos atualmente?


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