Torcedores da Portuguesa, engrossados por aficionados de outros clubes, fizeram manifestação, hoje, na Avenida Paulista, contra a virada de mesa prometida pelo STJD na segunda-feira. Torcedores de todo o Brasil estão insatisfeitos com os rumos que o futebol brasileiro está tomando, novamente dominado pela política e pela corrupção, como nos tempos em que era manipulado pela ditadura militar.

O jornalista formado Fábio Rocco Sormani, da Rádio Jovem Pan, escreveu claríssimo artigo sobre o caso do anunciado tapetão contra a Portuguesa. Depois de lê-lo, os juízes do STJD só cometem o odioso tapetão se não se importarem de preservar o mínimo de credibilidade que ainda existe no nosso futebol. Leia com atenção e tire suas conclusões:

Contradição de ex-presidente do STJD e artigo do CBJD são aliados da Portuguesa

Por Fábio Rocco Sormani

No Esporte em Discussão desta quarta-feira, na Rádio Jovem Pan, debati com o ex-presidente do STJD Rubens Aprobatto Machado a questão Lusa/Héverton. Disse a Aprobatto que ninguém pode ser condenado por boca, como ele garantiu que acontece no STJD.

Segundo Aprobatto, ficou acordado no órgão que o fato de um clube ser representado por seu advogado ou pelo atleta, ele já está automaticamente ciente da punição. Eu discordei; e argumentei: ser condenado por boca pode gerar confusão, pois se o juiz diz que Fulano de Tal foi suspenso por “mais” um jogo, o advogado pode entender por “apenas” um jogo. E aí, como fica?

Por isso, disse a ele: tem que ser por escrito, tem que estar no papel, mostrando a decisão tomada pelo órgão, sob pena de equívocos na interpretação do resultado.

Foi então que Aprobatto, ao discordar, caiu em profunda contradição. Disse ele: “Por que tem que estar no papel? Onde está escrito isso?”

Viram a contradição? O próprio ex-presidente do STJD admite que se não está escrito, se não está no papel, não tem validade.

Quando digo papel, entenda-se também e-mail, internet ou o raio que o parta, como disse. O que quero dizer é que tem que estar documentado. E o resultado do julgamento de Héverton só foi documentado na segunda-feira. Portanto, Héverton tinha condições de jogo no domingo diante do Grêmio. A Lusa, portanto, tem que se apegar nisso.

E para corroborar ainda mais com o que digo, o artigo 43 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva) em seu artigo 2º diz com todas as letras: “Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o início ou vencimento cair em sábado, domingo, feriado ou em dia em que não houver expediente normal na sede do órgão judicante”.

E foi o que aconteceu: o julgamento foi na sexta-feira e o dia seguinte era um sábado. Portanto, a punição começaria na segunda-feira.

Essa também é a opinião do advogado especialista em Direito Desportivo Gustavo Lopes Pires Souza Pires. Disse ele ao site “Última Instância”: “Muitos argumentarão que todos os clubes costumam cumprir (a pena) logo no jogo seguinte e não no primeiro dia útil após a decisão. Mas isso não quer dizer que a Portuguesa errou. De acordo com o próprio código (CBJD), o jogador poderia sim estar em campo no domingo”.

Portanto, minhas senhoras e meus senhores, se não houver marmelada, ou, se você preferir, se o julgamento não for de cartas marcadas, a Lusa não perde os pontos e consequentemente, não cai. A lei está do lado dela. No papel e no entendimento de juristas e até mesmo do ex-presidente do STJD.

Agora é o Corinthians que pode cair

Artigo publicado no Radar On Line, da revista Veja

Parece inacreditável, mas o Corinthians poderá ser rebaixado para a Série B na reta final do Brasileirão-tapetão 2013.

A queda pode ocorrer se o STJD confirmar o argumento da Portuguesa de que a comunicação da decisão do julgamento do atleta Héverton só contaria a partir da segunda-feira, 9, primeiro dia útil depois do julgamento.

E como o Corinthians entra nessa história? Simples: no jogo do clube contra a Portuguesa, em 29 de setembro, Emerson Sheik foi flagrado por câmeras dando uma cotovelada em Ferdinando, da Lusa. O jogador não foi expulso – portanto não cumpriu suspensão na partida seguinte, mas acabou denunciado no STJD.

No dia 18 de outubro, uma sexta feira, Sheik foi condenado com um jogo de suspensão, e não entrou em campo no dia 19, na partida contra o Criciúma. Na rodada seguinte, contra o Santos, Sheik participou do jogo, que terminou em empate.

Ora, se a tese da Lusa vencer, o Corinthians deveria perder quatro pontos porque Sheik não poderia ter disputado a partida contra o Santos. Ou seja, não jogar contra o Criciúma não valeu em nada. Assim, com 46 pontos e menos vitórias que Fluminense e Criciúma, o Timão estaria rebaixado para a série B.

Além do caso de Emerson Sheik, a aceitação da tese defendida pela Portuguesa poderá revelar outras irregularidades e movimentar ainda mais o tapetão neste final de ano.

Coluna Radar On-Line, da Veja, por Lauro Jardim, com Gabriel Mascarenhas e Thiago Prado

Um tribunal de dois pesos e duas medidas

Em 2010 a mesma infração foi ignorada, pois tiraria o título brasileiro do Fluminense. Ouça Paulo Schmidt, procurador do STJD, dizendo que não seria “moral” tirar o título do tricolor carioca. E agora, é moral rebaixar a Portuguesa para privilegiar o Fluminense?

Hábito popularizado durante o governo militar, a bem brasileira virada de mesa estava meio esquecida, mas parece ter voltado com força nesse final de Campeonato Brasileiro, véspera de Copa do Mundo no Brasil. Desavergonhados, Fluminense e Vasco tentam no tribunal aquilo que tiveram um campeonato inteiro para fazer e não conseguiram: manter-se na Série A.

O Flu parece que conseguiu um bom motivo: a Portuguesa teria usado o jogador Heverton durante menos de 15 minutos do jogo que não valeu nada contra o Grêmio. O meia teria sido suspenso por dois jogos e não por um, como entenderam os dirigentes da Lusa.

O caso será julgado na segunda-feira, dia 16, as 17 horas, e se depender do tribunal carioquíssimo do STJD, presidido pelo garotão Flávio Zveiter, filho de Luiz Zveiter, aquele do vergonhoso Zveitão de 2005, e que tem como procurador o tal de Paulo Schmitt, o time paulista está ferrado.

É óbvio que não há a minima ética, a minima moralidade, a minima justiça por trás dessa denúncia, pois a Portuguesa já estava livre do rebaixamento quando jogou contra o Grêmio, mas o Fluminense, famoso por ter subido uma vez sem jogar a Série B, já tem know how nesse negócio de virar mesa e sabe que os homens do STJD são simpáticos a toda causa que favoreça clubes do Rio de Janeiro.

O Vasco, mais cara de pau ainda, também quer ganhar os pontos do jogo contra o Atlético Paranaense. Em campo o time tomou uma lavada de 5 a 1, mas como nas arquibanacadas os bandidos das duas torcidas se enfrentaram, a decisão vai para os artilheiros do STJD, e lá tudo pode acontecer a favor dos cariocas. Em se pensar, repito, que estamos entrando no ano de Copa do Mundo no Brasil.

Já ouvi de amigos que cancelarão o pay per view e deixarão de assistir futebol se esta virada de mesa se concretizar. Acho que muitos apaixonados por futebol realmente terão uma reação mais radical, pois um crime desses significará a volta do futebol brasileiro aos tempos da ditadura, do coronelismo, da subversão do mérito esportivo e, consequentemente, da total falta de credibilidade.

A seguir, outra bela pesquisa de José Renato Santiago sobre os times que já se beneficiaram das tradicionais viradas de mesa no pobre e podre futebol brasileiro. Um detalhe, o José Renato não inclui o tapetão de 2005, popularmente conhecido como “Zveitão”. Particularmente considero aquela a maior virada de mesa do futebol brasileiro, pois em uma só tacada virou a tabela do Campeonato Brasileiro de ponta-cabeça. Veja a matéria do José Renato:

Os times Beneficiados pelas “Viradas de Mesa”

Por José Renato Santiago

Ao longo das edições do Campeonato Brasileiro, muitas vezes o regulamento foi mudado durante a competição, quando não foi simplesmente ignorado. Segundo o levantamento que fiz, 45 equipes já foram beneficiadas, direta ou indiretamente, por estas modificações.
São as tristes e famosas “Viradas de Mesa”.

América MG
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)
Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

América RJ
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

América RN
Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Americano
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Anapolina
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Bahia
Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde estava em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

Bandeirante DF
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Bangu
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Botafogo RJ
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Botafogo SP
Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Bragantino
Ao se classificar em último lugar, entre os 24 participantes do Campeonato Brasileiro de 1996, deveria ter sido rebaixado, no entanto, a CBF alegou a existência de problemas relacionados à arbitragem e cancelou o rebaixamento.

Brasil RS
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Caxias
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Ceará
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Central PE
Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Comercial MS
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Coritiba
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Criciúma
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)
Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

CSA
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Desportiva
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)
Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Figueirense
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Fluminense
Ao ficar em penúltimo lugar entre os 24 participantes do Campeonato Brasileiro de 1996, deveria ter sido rebaixado, no entanto, a CBF alegou a existência de problemas relacionados à arbitragem e cancelou o rebaixamento.
Foi resgatado diretamente da Segunda Divisão, onde tinha conseguido acesso ao ser campeão da Terceira Divisão em 1999, para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2000 ( a Copa João Havelange)

Fortaleza
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Goiás
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Goiatuba
Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Grêmio
O Regulamento do Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 1992 previa o acesso de apenas duas equipes, no entanto, com uma fraca campanha durante a Primeira Fase, o Grêmio foi beneficiado pela mudança do regulamento que passou a classificar 12 equipes para a Primeira Divisão de 1993.

Joinville
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

Juventude
De acordo com o regulamento do Campeonato Brasileiro de 1999, que considerava a média de pontos, o Juventude teria sido rebaixado, no entanto, a confusão provocada pelos problemas que envolveram a falsificação de documentos do jogador Sandro Hiroshi, permitiu que seu rebaixamento fosse cancelado.

Marcílio Dias
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Nacional AM
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Náutico
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Paraná
Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Paysandu
Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Ponte Preta
Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1996 foi cancelado.

Remo
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Ríver PI
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Santa Cruz
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)

Santos
Em 1982, o Santos ficou apenas em décimo no campeonato paulista que era classificatório para o campeonato brasileiro. Deveria disputar a Taça de Prata em 1983, no entanto, o critério para definição dos participantes foi deixado de lado, e o Santos foi convidado a disputar a Taça de Ouro de 1983, quando chegou a um surpreendente vice-campeonato.

São Caetano
Foi resgatado do Módulo Amarelo, equivalente a Segunda Divisão de 2000, diretamente para a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro de 2001.

Sergipe
Rebaixamento para a Terceira Divisão de 1997 foi cancelado.

Serra ES
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Sobradinho
Beneficiado pela mudança de regra durante a Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o que resultou em sua classificação para a Segunda Fase. (mais detalhes no texto sobre o Vasco da Gama)

União São João
Acesso conseguido para a Primeira Divisão de 1993 graças à mudança de regulamento que aconteceu durante a Primeira Fase da Segunda Divisão de 1992. (vide texto do Grêmio)
Foi salvo do rebaixamento em 1999 para a Terceira Divisão e resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.

Vasco da Gama
O regulamento do Campeonato Brasileiro de 1974 previa que a final do campeonato teria como mandante a equipe com melhor campanha ao longo de todo o campeonato. No caso o jogo seria no Mineirão, uma vez que o Cruzeiro tinha a melhor campanha, no entanto a equipe mineira foi punida, devido problemas ocorridos em um jogo anterior realizado no Mineirão frente o próprio Vasco da Gama. A CBD (atual CBF) não apenas tirou a partida final do Mineirão como colocou no Maracanã, isto é, o regulamento foi ignorado.
O mesmo fato ocorrido com o Santos aconteceu com o Vasco em 1983, quando ficou em nono no estadual daquele ano e foi “levado” para a Taca de Ouro de 1984, quando também conquistou o vice-campeonato.
Na Primeira Fase do Campeonato Brasileiro de 1986, o regulamento previa a classificação de 6 equipes em cada um dos grupos que contava com 11 participantes. A equipe carioca fazia má campanha e inúmeras manobras foram feitas tendo em vista punir outras equipes, com perda de pontos, entre elas o Joinville e a Portuguesa. A solução foi aumentar o número de equipes classificadas, o que significou a classificação do Vasco para a Segunda Fase.

Villa Nova MG
Foi resgatado para o Módulo Amarelo, Segunda Divisão, da Copa João Havelange em 2000.Tomara que seja apenas um equívoco.

Gol anulado do Cruzeiro na final do Campeonato Nacional de 1974. O jogo deveria ter sido no Mineirão, pois o Cruzeiro fez melhor campanha, mas sob a absurda alegação que o Mineirão não oferecia segurança, passaram o jogo para o Maracanã, onde o time mineiro foi operado pelo conhecido árbitro Armando Marques. Este gol anulado levaria o jogo, que estava no final, para a prorrogação. Veja:

A partir dos quatro minutos desta entrevista, dada a uma emissora de Minas Gerais, Nelinho declara que os jogadores do Cruzeiro já sabiam que seriam roubados no Maracanã:

E você, acha que Fluminense e Vasco vão conseguir virar a mesa de novo?