Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Month: janeiro 2015 (page 1 of 4)

Tratar o sócio mal não é só crime. É burrice!

consumidor lesado

Por tudo que temos discutido aqui, é evidente que o Santos só pode contar com o santista e que este só apoiará o clube se confiar nesta diretoria e for bem tratado – o que ainda não está ocorrendo. Além dos comentários aqui no blog, tenho recebido e-mails no meu endereço pessoal com sérias críticas ao departamento do clube que lida com o associado.

Não sei o que anda passando pela cabeça do pessoal que assumiu o Santos, mas me preocupo por pressentir que o quesito associado não está sendo tratado com a atenção e a urgência que merece. Perdoar a inadimplência só de proprietários de cadeiras cativa é de um elitismo atroz. O Santos tem de se abrir para o seu sócio comum, mesmo distante, e tem de abrir a Vila Belmiro para o torcedor fiel, apaixonado, e não para o que compra uma cadeira para deixa-la vazia.

Temos de dar um desconto para esta gestão porque assumiu outro dia, mas como o sócio deve ser prioridade para o Santos, acho que já está demorando demais para organizar o departamento, que necessariamente precisa ser o mais eficiente do clube, sob risco de o Glorioso Alvinegro Praiano permanecer indefinidamente em uma posição secundária no futebol brasileiro.

O tempo entre o torcedor mostrar vontade de se associar e se tornar efetivamente sócio do clube deve ser o mais curto possível, assim como o recebimento de sua carteirinha, a facilidade para pagar (cartão, boleto) e para comprar ingresso para os jogos. Enquanto o Santos sair para este contra-ataque vital para sua existência como um cágado de muletas, ficaremos marcando passo e vendo os adversários saltarem à frente.

Neste momento deve, ou deveria, ter muita gente boa pensando no que oferecer aos sócios do clube, como conquista-los e mantê-los. Há um universo de no mínimo quatro milhões de pessoas que podem ser sensibilizadas. Como faze-lo é função dos profissionais do marketing e do pessoal de captação e atendimento ao sócio. Não há mesmo tempo a perder. Mãos à obra!

Acompanhe agora o sócio do Santos tentando passar pelas catracas da Vila Belmiro, em um vídeo produzido pelo Rachid em 2012:

Palpites do Odir

Nesta edição do blog inauguro os ‘Palpites do Odir”, que darei a cada rodada. Há muito do conhecimento que tenho do futebol aí, mas também há o que se pode chamar de “a voz do coração”. Seguem meus palpites para a rodada. Se quiser, mande os seus. No final, podemos ver quem marcou mais pontos. Resultado certo: 5 pontos. Empate: 3 pontos. Vitórias: 2 pontos. Vamos lá?

Palpites do Odir

Sábado
Bragantino 2 X 0 São Bernardo – 17 horas
Audax-SP 0 X 0 Palmeiras – 17 horas
Rio Claro 0 X 0 Botafogo – 17 horas
Capivariano 0 X 0 Red Bull Brasil – 19h30
XV de Piracicaba 1 X 0 Mogi Mirim – 21 horas

Domingo
Penapolense 2 X 1 São Paulo – 17 horas
Corinthians 0 X 0 Marília – 17 horas
Santos 3 X 1 Ituano – 19h30
São Bento 1 X 1 Linense – 19h30
Ponte Preta 2 X 0 Portuguesa – 19h30

E você, o que acha disso? Quer palpitar também?


Precisa-se de centenas de milhares de sonhadores

Clique aqui para ler minha coluna no jornal Metro: “Só os santistas salvam o Santos”

sonhadores
James Lane Allen, escritor norte-americano que viveu de 1849 a 1925 e reproduziu nos livros a cultura e os dialetos de sua terra natal, o Kentucky.

Aumentar o faturamento é o grande dilema do Santos. Um patrocínio máster depende de contatos, fatos, argumentos e propostas bem feitas, mas segue variáveis que às vezes fogem à lógica. A cota de tevê obedece às idiossincrasias da Globo, uma emissora sedenta por Ibope em um país regido pelo populismo. Sabe quando o Santos ganhará o mesmo que os queridinhos? Então, o que nos resta? Ora, nos resta o essencial: o sagrado torcedor, em forma de público no estádio e de sócio pagante.

De público no estádio temos falado nos últimos dias e, se não esgotamos o assunto, ao menos abrimos várias perspectivas de discussão. Um dirigente atento tem a obrigação de perscrutar o que sente o torcedor, e esperamos que o façam. Mas agora vamos falar de sócios, ou melhor, da possibilidade de o Santos aumentar sobremaneira o seu quadro associativo, a ponto de se tornar independente e próspero apenas com o montante arrecadado com essas contribuições.

O amigo Adriano Riesemberg, suplente do Conselho do Santos, me avisa que o clube está anunciando em seu site oficial que os sócios inadimplentes podem renegociar sua dívida. Adriano diz que é uma boa medida, mas é necessário que os sócios recebam esta mensagem por e-mail ou carta, pois nem todos acessam o portal. Lembra também que o cadastro dos sócios está muito desatualizado e por isso muitos podem ficar sem saber da promoção. Concordo e por isso estou divulgando esta informação com destaque.

Porém, perdoar os inadimplentes é uma medida apenas paliativa. Vemos as pesquisas de torcida e constatamos que o Santos deve ter, no mínimo, quatro milhões de torcedores no Brasil. Estou sendo realista. Se formos nos basear em certo clube que anuncia ter 30 milhões, então teríamos 20. Mas eles estão mentindo. A realidade é bem outra.

Agora mesmo acabei de ver a lista dos times mais votados na Timemania neste ano e o Santos está em terceiro, com 3,29%, à frente de São Paulo (3,24%), Palmeiras (3,09%), Grêmio (2,86%), Internacional (2,6%), Vasco (2,6%), Cruzeiro (2,59%) e Botafogo (2,35).

Pois é. Entra ano, sai ano e desde 2010 o Santos se reveza entre o terceiro e o quarto lugares em uma loteria que consulta milhões de brasileiros adultos, que gostam de futebol, de cerca de 70% das cidades brasileiras. Se esta enquete não é significativa, então não sei qual é.

Bem, mas voltando ao universo de torcedores do Santos, digamos que sejam quatro milhões espalhados pelo Brasil inteiro – sim, porque o Santos é um time nacional, com torcedores em todas as regiões do País, e por isso se sai tão bem em uma enquete abrangente como a Timemania, na qual supera com ampla margem as equipes mais regionais.

Sabendo-se que a questão principal relacionada às torcidas de futebol não é a quantidade, mas a capacidade de mobilização, eu afirmo, com plena convicção, que se os santistas se mobilizarem suficientemente poderão elevar o time e o clube a patamares jamais alcançados antes. O que quer dizer isso? Vamos lá…

20% de 4 milhões x 20 = 192 milhões reais/ano

Pode dizer que sou um sonhador. Gosto de sonhar. E nesse devaneio imagino que se 20% dos torcedores do Santos estivessem dispostos a pagar 20 reais por mês para serem sócios do clube, teríamos 800 mil pessoas gerando uma renda de 16 milhões mensais, ou 192 milhões de reais por ano aos cofres do Glorioso Alvinegro Praiano.

Claro que isso não representaria uma renda líquida. A logística para manter esses torcedores seria dispendiosa, pois um batalhão de funcionários teria de atuar nessa área e não poderiam faltar brindes e promoções aos sócios. Sim, porque não se pode apenas conquistar o sócio e depois abandoná-lo à própria sorte. O associado do Santos jamais poderia ter motivo para se desassociar. Pois bem. Digamos, então, que fosse preciso subtrair 20% deste valor para as despesas do departamento, ou 38,4 milhões de reais. Nesse caso, ainda sobrariam 153,6 milhões.

Com este valor por ano as dívidas seriam logo sanadas. Haveria consequências lógicas. O time teria de jogar em estádios enormes, que viveriam cheios, pois só os sócios poderiam tomá-lo inteiro. E onde há público, há o interesse de patrocinadores. Com mais dinheiro, a equipe teria astros de nível internacional e, obviamente, seria uma atração dificilmente recusada pela tevê. Estaria fechado o círculo virtuoso.

É impossível? É um sonho maluco de um cara que não desiste de seus sonhos? Não acho. Prefiro defini-lo como o único caminho para os grandes clubes brasileiros que não são bafejados pela proteção do status quo. Olhe para o lado e veja o Palmeiras, que está conseguindo com o seu plano de sócio-torcedor arrecadar o mesmo valor que poderia obter com um patrocínio máster. Perceba, ainda, que outros clubes, como Cruzeiro, Atlético, Grêmio e Internacional estão indo na mesma direção.

Mente aberta é essencial

Por que este plano parece impraticável? Por que 800 mil santistas jamais pagariam 20 reais por mês para serem sócios do clube, mesmo que recebessem benefícios em troca e tivessem a satisfação de ver seu time no topo? Não creio. Desde que sejam bem informados sobre o projeto e confiem na direção santista, dezenas, centenas de milhares de santistas estariam dispostos a participar dessa arrancada história e definitiva. Então, o que pode pegar?

O maior obstáculo que pode existir é a intenção de Modesto Roma e sua equipe de governo. Se tiverem medo de aumentar desmesuradamente o quadro associativo, a ponto de perder o controle que a cidade de Santos tem sobre o clube, então pouco ou nada farão para que este salto seja dado.

Porém, se amarem o Santos e o quiserem realmente gigante, então não permitirão que nenhuma barreira se interponha entre a atual dura realidade do clube e o que ele ainda pode vir a ser. E agindo assim, com visão e grandeza, sem preconceitos ou regionalismos, quem sabe não consigam manter-se mais tempo à frente dos destinos do clube?

Este é o Vanderlei. Alto e magro. Os pessimistas dirão que não tem corpo para pular com atacantes troncudos. Os otimistas dirão que é um novo Gylmar dos Santos Neves. Força garoto!

E pra você, o Santos pode chegar a quantos sócios?


8 passos que podem tornar a Vila Belmiro viável

Tudo indica que sob a direção de Modesto Roma o Santos vai mandar a maioria de seus jogos na Vila Belmiro. Okay, é o seu estádio. Mas o problema é que se a diretoria não fizer nada para aumentar sua média de público, mandar no Urbano Caldeira quase todos os seus jogos só vai reduzir a visibilidade do time e diminuir tanto a possibilidade de conseguir boas rendas, como a de atrair um bom patrocinador máster.

Em 1978/79, quando Juary, Pita, João Paulo, Nilton Batata, Ailton Lira, Clodoaldo, Joãozinho & Cia formavam o time que era uma das sensações no futebol brasileiro, a Vila chegou a receber públicos totais de 30 mil pessoas. Se hoje conseguisse ao menos manter uma média de 15 mil pagantes, isso já representaria um grande passo.

O que é necessário para que isso ocorra? Além de motivar o torcedor santista da Baixada, é preciso também mexer na estrutura do Urbano Caldeira? Pois se é isso que tem de ser feito, o que se está esperando?

Listo agora oito providências que podem ser tomadas pelo Santos caso queira voltar a ter um bom público em seus jogos na Vila Belmiro:

1 – Ingressos mais baratos
Até o torcedor voltar a pegar o hábito de ir aos jogos na Vila Belmiro, os ingressos precisariam ter uma boa redução de preço.

2 – Facilidade e promoções para os sócios
Para quem é sócio do Santos, ir à Vila tem de ser a coisa mais simples do mundo. Algo que poderá ser resolvido rapidamente pela Internet. Para isso, o clube deve reservar um bom espaço no estádio para os associados e pensar sempre em agrada-lo com promoções.

3 – Facilidade de transporte
Falta transporte público até a Vila Belmiro. O clube deveria negociar para conseguir ônibus saindo de vários pontos da Baixada Santista, do ABC e da Capital em direção ao Urbano Caldeira. Isso traria ao estádio torcedores que hoje até querem ir, mas não vão pela dificuldade de transporte.

4 – Acabar com os camarotes térreos
Eles reduziram a capacidade do estádio e diminuíram a pressão sobre os adversários. Está na hora de cederem espaço para os torcedores que gostam de ver o jogo ao lado do alambrado.

5 – Lotar as cadeiras cativas vazias
Não sei o que se vai fazer, mas é preciso dar um jeito nas cadeiras cativas sempre vazias. Um ideia: os donos das cadeiras teriam uma semana para informar se iriam aos jogos ou não. Se não fossem, seus assentos seriam comercializados normalmente.

6 – Criar atrações antes dos jogos e nos intervalos
Programar jogos oficiais ou amistosos dos times de base nas preliminares dos jogos principais. Homenagear jogadores e personalidades santistas. Instituir o camarote dos bicampeões mundiais, apenas para os jogadores do time campeão em 1962/63. Enfim, o torcedor terá sempre algo mais para ver além do jogo.

7 – Fazer sorteios entre o público
Camisas autografadas, DVDs, produtos fornecidos pelo patrocinador – que assim também terá a sua divulgação –, bolas, ingressos, etc.

8 – Distribuir brindes para o torcedor
O torcedor tem de ir pra casa com uma lembrancinha do jogo, nem que seja um pequeno impresso com a apresentação da partida. Outra ideia: depois de 10 ingressos comprados, o torcedor teria direito a um brinde especial.

E pra você, o que fazer para ter mais público na Vila?


8 motivos para o Santos assumir o Pacaembu

Santos e Pacaembu, tudo a ver – Clique aqui para ler e comentar minha coluna no jornal Metro

Veja a última grande conquista do Santos no Pacaembu:

O prefeito Fernando Haddad, o secretário de esportes Celso Jatene e o empresário Walter Torre, dono da construtora W Torre, que ergueu o novo Parque Antártica, já conversaram sobre o assunto e chegaram à conclusão de que o caminho lógico e natural para o Pacaembu é se tornar o estádio do Santos na Capital Paulista. A decisão agora é do presidente Modesto Roma e sua diretoria. Para ajudar na análise, este blog lembra 8 motivos para o Santos assumir o Pacaembu:

Onde foi mais vezes campeão
Nada menos do que oito títulos importantes foram conquistados com o Santos fazendo a partida decisiva no Pacaembu, sendo 1 Libertadores, 1 Recopa Sul-americana, 4 Estaduais e 2 Rio-São Paulo. Além disso, fez o primeiro jogo da final de outras seis conquistas: 4 Brasileiros (1962 a 1965) e 1 Libertadores (1962). Enfim, é o estádio em que mais vezes foi campeão.

Onde costuma atrair grandes públicos
O Pacaembu costuma receber tantos santistas, que o seu recorde de público pertence a um jogo Palmeiras 1 x 1 Santos, em 11 de dezembro de 1977, em que o mando de campo era do Palmeiras, mas os santistas foram maioria dentro de fora do estádio. Dez mil pessoas não puderam entrar (eu era uma delas). O público pagante foi de 68.327 torcedores. A Federação Paulista de Futebol divulga, erradamente, que o recorde é de Corinthians 3 x 3 São Paulo, em 25 de maio de 1942, com 71.280 pagantes, mas ocorre que, conforme uma ampla matéria da revista Placar já demonstrou, e o livro “Time dos Sonhos” repercutiu, que naquele jogo contaram, aleatoriamente, 5 mil sócios para cada clube, o que não correspondia à verdade. Portanto, o recorde de público do Pacaembu teve como principais protagonistas os torcedores do Santos.

Localização privilegiada
Próximo à avenida Paulista, a principal da cidade; servido por linhas de ônibus e metrô; encravado em um bairro nobre, o Pacaembu é o estádio mais bem localizado e valorizado do Brasil. Outro detalhe importante é que em um raio de 80 quilômetros, partindo da Praça Charles Miller, vivem dois milhões de torcedores do Santos.

Tradição no futebol brasileiro
Só mesmo o Maracanã pode se comparar ao Pacaembu como guardião da história do futebol brasileiro. Maior estádio do País por uma década, palco de exibições primorosas dos tempos do futebol-arte, de belíssima arquitetura, ainda bonito e aconchegante, o Pacaembu acrescentaria valor e tradição à marca Santos.

Maior visibilidade
Os jogos no Pacaembu têm uma cobertura maior da imprensa, o que, naturalmente, aumentaria a visibilidade do Santos.

Maior valor de patrocínio
Com maior média de público e mais espaço na mídia, o Santos teria também maior facilidade para conseguir patrocinadores e, conseqüentemente, poderia elevar o preço de seu patrocínio.

Dá pra pagar sem susto
O secretário Celso Jatene diz que a Prefeitura de São Paulo gasta R$ 9 milhões por ano, ou R$ 750 mil por mês, com o Pacaembu. Esse valor é plenamente acessível para um clube de grande apelo popular, como o Santos. Só com patrocínio do estádio já se conseguiria pagá-lo. Ainda haverá as arrecadações, merchandisings

Revezamento com a Vila Belmiro
Mesmo que assuma o Pacaembu, o Santos não será obrigado a fazer todos os jogos no estádio. Poderá designar, por exemplo, 70% de suas partidas para o Pacaembu e 30% para a Vila Belmiro.

E você, acha que o Santos deve assumir o Pacaembu?


Vende-se. Tratar no Santos

Santos e Pacaembu, tudo a ver – Clique aqui para ler e comentar minha coluna no jornal Metro

Leandro Damiãoaroucathiago ribeiro -1aranha - 1

Amigos, quando o cristal trinca, não há mais conserto. Três jogadores que entraram na Justiça contra o Santos não terão mais ambiente para continuar na Vila Belmiro. E, aproveitando a semana de ofertas, que tal incluir um atacante querido, simpático e de grande potencial nesse pacote?

Leandro Damião: Atacante sempre cogitado para a Seleção Brasileira. Excelente estado atlético, tem apenas 25 anos 1,87m de altura. Medalha de prata nos Jogos Olímpícos de 2012, titular da Seleção Brasileira em 2011, só não jogou a Copa de 2014 porque se machucou na fase de preparação. Ídolo do Internacional, onde jogou de 2010 e 2013 e marcou 89 gols em 181 jogos, média de 0,5 por partida. Contratado por empréstimo para ser o titular do Cruzeiro, melhor time do Brasil no momento. Um dos únicos atacantes do mundo que se sente à vontade dando bicicletas. Um dia vai explodir. É caro, mas vale cada centavo.

Arouca: Considerado pela imprensa esportiva brasileira como um dos melhores volantes surgidos no Brasil nos últimos anos. Aplicado, valente, disciplinado, é o tipo de jogador que se firma como titular e tem um desempenho constante. Forte e de grande resistência física, tem 1,72m e 28 anos. Como se cuida, tem futebol para mais oito anos, no mínimo. Ídolo no Santos, defendeu o time em 267 partidas. Em 11 anos de profissionalismo, já atuou em 488 partidas. É um investimento que não dá chabu, tipo: “Satisfação garantida, ou seu dinheiro de volta.”

Aranha (Mário Lúcio Duarte Costa): Goleiro de grande experiência e muita personalidade. Não se assusta com torcida contrária e foi responsável por várias vitórias do Santos, entre elas aquela emblemática em que, mesmo ofendido por racistas, e manteve o sangue-frio e segurou o triunfo de 2 a 0 sobre o Grêmio, no Sul. Com 1,93m e corpo avantajado, tem grande presença em bolas altas e sabe passar tranquilidade para a defesa. Como se cuida, poderá estender sua carreira para muito além dos 40 anos (tem 34 e fará 35 apenas em novembro). Titular absoluto no Santos desde a saída de Rafael, fez 125 partidas pelo Alvinegro Praiano. Investimento garantido.

Thiago Ribeiro: Atacante rápido, insinuante e de chute forte, tem 28 anos e bom porte, de 1,83m de altura. Surgiu como grande revelação do futebol brasileiro em 2005, no São Paulo, que defendeu até 2007, marcando 23 gols em 68 jogos. Teve outra grande passagem pelo Cruzeiro, de 2008 a 2011, em que fez 140 partidas e marcou 46 gols. No Santos, mesmo atrapalhado por algumas contusões (todas já superadas), fez 18 gols desde 2013. É outro jogador que pode atingir o seu auge a qualquer momento. Ideal para mercados nascentes do futebol, como China, Oriente Médio, índia, Oceania e América do Norte.

Os interessados devem ligar para o Santos Futebol Clube, telefone (13) 3257-4000, e pedir para falar com o CEO Dagoberto Fernando dos Santos.

Você não acha que o Santos deve vender os quatro?


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