Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Month: setembro 2015 (page 1 of 5)

Hora da virada!

Visita dos Refugiados da Síria
Cem refugiados sírios assistiram à vitória do Santos sobre o Internacional, convidados pela diretoria do Alvinegro Praiano (Pedro E. G. Azevedo/Santos FC).

Com personalidade e sem afobação, o Santos de Dorival Júnior soube valorizar suas qualidades, camuflar seus problemas e obter uma vitória de virada sobre o Internacional que o coloca definitivamente na luta por uma vaga na Copa Libertadores de 2016.

Mesmo sem os titulares Ricardo Oliveira e David Braz, e mesmo saindo atrás no marcador devido a um pênalti bobo praticado pelo reserva Paulo Ricardo, o time soube se recompor, manter a posse de bola, criar chances e empatar ainda no primeiro tempo, com belo chute cruzado de Marquinhos Gabriel, após receber ótimo passe de Nilson.

Na segunda etapa, cada vez mais dominante, o Santos virou o marcador com gol de pênalti em Lucas Lima, cobrado com força por Gabriel, e fechou a tampa do caixão aos 45 minutos, com chute seco e colocado de Leandro, que tinha entrado no lugar de Nilson.

Dessa vez, o público e a renda foram bons, para a Vila Belmiro. Pena que desses 452 mil reais de renda bruta, não deve sobrar nem metade como lucro líquido, devido às inexplicáveis “despesas diversas”, mas esse é um assunto para outra hora. O importante é que, mais do que fazer o chamado dever de casa, o Santos, mesmo desfalcado, ganhou bem de um dos times mais fortes do País e ainda de virada.

Agora, seria ideal que esse mesmo espírito do time para virar um jogo difícil seja incorporado pelo clube para inverter a complicada situação financeira e administrativa que vive. O fato de se ter um público de 11 mil pessoas nesse domingo, na Vila Belmiro, e de ter condições de aglutinar mais de 20 mil pessoas na próxima quinta-feira, no Pacaembu, mostra que o Santos é um time atrativo e de múltiplas possibilidades de faturamento.

Dos jogadores, destaco a atuação de dois que eu vinha criticando: Zeca, muito útil nas jogadas ofensivas, e Gabriel, que parece mais maduro a cada partida. Nilson pegou pouco na bola, mas deu um passe perfeito para o gol de empate de Marquinhos Gabriel. Este, não só pode jogar ao lado de Lucas Lima, como deu maiores opções ao time, que com eles toca melhor a bola.

Tenho uma ressalva, porém, ao garoto Paulo Ricardo. Tem um enorme potencial, mas precisa prestar atenção para evitar cometer pênaltis. Na última vez que tinha jogado como zagueiro, contra o Palmeiras, nas finais do Campeonato Paulista, já tinha feito um pênalti decisivo. Nesse domingo, fez outro muito bobo, pois o jogador do Inter se atirou sobre ele, que, ingenuamente, o abraçou. Duas oportunidades na zaga e dois pênaltis seguidos é um índice assustador. Se continuar assim, dificilmente será escalado novamente como zagueiro.

Mas veja só como Dorival Junior pensa pequeno
Depois dessa boa vitória na Vila Belmiro e antes de uma partida que o time fará no Pacaembu, se Dorival Junior fosse um técnico inteligente, o que diria? Que o Santos se sente em casa em qualquer estádio em que tenha uma boa torcida, certo? Até porque, para realmente conseguir uma vaga no G4, não bastará ganhar os jogos em casa. Mas não. Ao final da partida, ele creditou a vitória de virada sobre o Inter à mística da Vila Belmiro e disse que não deixaria de jogar lá, com um público de 10 mil ou de apenas uma pessoa. Ou seja: Dorival não se importa se o Santos falir, desde que jogue na Vila. Será que ele abre mão de seu salário para o Santos jogar só na Vila? Isso é muita falta de inteligência e falta de confiança na sua capacidade e no time. Se o Santos conseguir o milagre de ser eliminado pelo Figueirense, no Pacaembu, diante de mais de 20 mil santistas, a responsabilidade será, em grande parte, desse pensamento limitante do técnico santista – que está em grande fase, pode atingir um outro padrão profissional, mas ainda continua pensando como treineiro de time de várzea.
Clique aqui para ver como Dorival Jr. pensa pequeno

Santos 3 x 1 Internacional
Vila Belmiro, 11 horas, 27/09/2015
Público: 11.043 pagantes. Renda: R$ 452.145,00.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Paulo Ricardo e Zeca; Renato, Thiago Maia (Léo Citadini) e Lucas Lima (Serginho); Gabriel, Marquinhos Gabriel e Nílson (Leandro). Técnico: Dorival Júnior.
Internacional: Alisson; Léo (Silva), Paulão, Juan e Ernando; Nilton, Willian, Wellington (Alex Santana) e Anderson (Taiberson); Valdívia e Vitinho. Técnico: Argel Fucks.
Gols: Valdívia (pênalti) aos 26 e Marquinhos Gabriel aos 36 minutos do primeiro tempo; Gabriel (pênalti) aos 15 e Leandro aos 45 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Heber Roberto Lopes (SC-FIFA), auxiliado por Fabricio Vilarinho da Silva (GO-FIFA) e Bruno Raphael Pires (GO-ASP-FIFA).
Cartões amarelos: Paulo Ricardo (Santos); Willian, Wellington, Juan e Silva (Inter).

Santos FC x Internacional
Gabriel, mais maduro, cobrou o pênalti com força para desempatar. Vitória justa do time que procurou mais o gol (Ricardo Saibun/ Santos FC).

E você, acha que o Santos vai virar o jogo?


Vai que é sua, Nilson!

Treino Santos FC

Algo me diz que Nilson, que na manhã deste domingo terá sua oportunidade de iniciar a partida contra o Internacional, não decepcionará. O rapaz, que nas poucas vezes em que entrou no lugar de Ricardo Oliveira mostrou que é inteligente e define bem, nem reclamou do horário das 11 horas. Bom sinal. Centroavante que se preze não pode ter mimimi.

Outro que terá nova oportunidade é Paulo Ricardo, dessa vez na zaga, no lugar de David Braz. Se fizer uma boa dupla com Gustavo Henrique, quem sabe PR não permaneça no time, já que o titular tem muitos altos e baixos.

O santista não deve se preocupar com as ausências de Ricardo Oliveira e David Braz, suspensos, porque o Internacional jogará bem mais desfalcado. O técnico Argel já não poderá escalar D’Alessandro, Lisandro López, Rafael Moura, Eduardo Sasha e Nico Freitas. Também Alex e Rodrigo Dourado deverão ficar fora da partida.

Assim, os times mais prováveis são:

Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Paulo Ricardo, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Gabriel, Nilson e Marquinhos Gabriel.
Internacional: Alisson, Leo, Paulão, Juan e Ernando; Nilton, William, Wellington e Anderson, Valdivia e Vitinho.

Como o time gaúcho está apenas um ponto na frente do Santos, é óbvio que a vitória é imprescindível para manter as esperanças do Alvinegro Praiano de se aproximar do G4.

Arrecadações: o exemplo do Avaí

Quinta-feira, às 21 horas, o Santos enfrenta o Figueirense, no Pacaembu, pelo jogo de volta que definirá uma vaga na semifinal da Copa do Brasil. É aconselhável os santistas, além de comparecerem em massa, divulgarem o dia e o local exatos da partida, porque tem muito canal de tevê especializado em esporte que está anunciando o jogo para quarta-feira, na Vila Belmiro.

Recentemente o Palmeiras jogou no Pacaembu, contra o Grêmio, e gerou uma arrecadação bruta de 971 mil reais e um lucro líquido de 529 mil reais, com uma lista de “despesas diversas” de 137 mil reais. Vamos ver como o Santos se sairá na quinta-feira.

Uma curiosidade é que na partida do Santos contra o São Paulo, na Vila Belmiro – portanto, seu estádio, pelo qual não paga aluguel, ao contrário do Palmeiras quando atua no Pacaembu –, o Santos teve 115 mil de despesas diversas de uma renda bruta de 342 mil reais. Ou seja, teve apenas um terço da renda do Palmeiras, mas chegou a 80% das despesas diversas do alviverde. Como se explica isso?

Outra curiosidade é que o Avaí, quando também recebeu o São Paulo, no fim de semana passado, de uma renda bruta de apenas 214 mil reais, conseguiu extrair uma renda líquida de 163 mil reais; enquanto o Santos, também jogando em casa e contra o mesmo adversário, de uma renda bruta de 342 mil reais só obteve a renda líquida de 91 mil reais. O detalhe final é que no borderô do jogo de Florianópolis não há nenhuma “despesa diversa” – todas estão, transparentemente, discriminadas.

E pra você, como o Santos deve jogar para vencer o Inter?


Um mundo sem fronteiras

Clique aqui e passe o cursor sobre o mapa do Brasil para ver a porcentagem de santistas em cada cidade do País, segundo o Facebook.

Neste mesmo momento há barcos lotados à deriva no Mar Mediterrâneo, multidões famintas vagando pelas estradas que os afastam da guerra e os aproximam da esperança.

Pessoas estão morrendo em busca da paz, do trabalho, de um lugar para viver e criar seus filhos. Como cantou John Lennon, na agonia do sofrimento mais profundo essas pessoas percebem que os homens não deveriam ser divididos por fronteiras, ideologias ou religiões.

A Hungria pertence à Hungria, a Alemanha pertence à Alemanha, ou cada pedaço da Terra pode ser habitado pelo homem?

Vejo estas cenas e não posso deixar de pensar no nosso Santos: tão pequeno e desimportante – se comparado a esse profundo drama da humanidade que se desenrola embaixo de nossos narizes e longe de nossos corações – e mesmo assim tão dividido, como se tivesse, entre o litoral e o planalto, fronteiras guardadas por arame farpado e soldados armados.

E olhe que de todos os times de futebol do mundo, um dos poucos que jamais deveriam deixar-se dividir por limites geográficos é o nosso Santos, pois jogou em todos os continentes, contribuiu como nenhum outro para unir o homem pela estética universal do futebol.

Que mundo e que Santos você quer?


Se não foi leão, foi leopardo

Aqui no blog há quem defenda que o Santos tem sido um leão na Vila Belmiro e um gatinho fora dela. Eu era obrigado a concordar. Porém, contra o Figueirense, o time jogou como se estivesse no Urbano Caldeira: teve mais posse de bola, marcou em cima e criou mais oportunidades. A vitória, por 1 a 0 – gol de Gabriel, cobrando pênalti sofrido por ele mesmo, no segundo tempo – foi plenamente justa. Agora, na próxima quinta-feira, às 21 horas, no PACAEMBU, o Santos tem tudo para passar para a se semifinal das Copa do Brasil, contra o vencedor do duelo entre São Paulo e Vasco.

Pena não ter chutado mais a gol, ou o Alvinegro Praiano já sairia de Florianópolis com o confronto decidido. De qualquer forma, o time mostrou uma boa postura. Não fugiu das divididas, empenhou-se fisicamente, teve garra e mereceu até uma vantagem maior. Na verdade, Gabriel fez mais um gol, no primeiro tempo, mas este foi anulado quase um minuto depois de marcado, pois o bandeirinha não sabia quem tinha jogado a bola para dentro da meta do Figueirense.

Parece mentira, mas o mesmo problema ocorrido domingo, no Clássico Alvinegro, aconteceu novamente, com a arbitragem voltando atrás para punir o Santos. Depois de o árbitro confirmar o gol, o bandeirinha o chamou para dizer que o jogador estava impedido. O auxiliar não sabia quem era o santista em posição irregular e, segundo o repórter da Fox, até perguntou ao árbitro se ele tinha visto um jogador de branco tocar na bola. Diante da confirmação, disse que o santista estava impedido. Ora, Gabriel era o único jogador de branco impedido. E se o toque na bola fosse de Ricardo Oliveira, por exemplo? O gol seria invalidado, mesmo sendo legal?

Bem, como já disse Vanderlei Luxemburgo em 2004, “a gente sabe que o Santos tem de marcar dois para valer um”, e o gol veio a 15 minutos para o final do jogo, após uma boa arrancada de Gabriel, parado apenas com falta. O mesmo Gabriel cobrou o pênalti e deu essa importante vitória ao Santos. Meio caminho para a semifinal da Copa do Brasil já se foi. Agora, cabe ao torcedor do Santos lotar o PACAEMBU na próxima quinta-feira, fazer o time jogar como um leão, e passar para a semifinal da Copa do Brasil.

Atuações dos santistas

Vanderlei – Firme, não foi muito exigido, bobeou apenas em uma saída de gol. 6,5.
Victor Ferraz – Muito bom. Técnico, inteligente, apoiou bem e teve pouco trabalho na defesa. 6,5.
David Braz – Regular. 6.
Gustavo Henrique – Firme por baixo e por cima. 7.
Zeca – O ponto fraco da defesa santista. Com a bola, não é ruim, mas marca muito mal. Toma drible de corpo em cima da linha, leva bola nas costas, apavora-se com o atacante. 5.
Thiago Maia – Tem potencial, luta, mas tecnicamente é apenas regular. 6.
Renato – Sabe se colocar, organiza a marcação no meio-campo. 7.
Lucas Lima – Caiu muito na segunda etapa. Não tem repetido suas melhores atuações. 6.
Gabriel – Mesmo com altos e baixos, foi decisivo. Fez dois gols. Um valeu. 8.
Ricardo Oliveira – Sua presença de área incomoda os zagueiros, mas produziu pouco. 6.
Marquinhos Gabriel – Teve mais mobilidade e foi mais útil do que Lucas Lima na armação do jogo. 7,5.
Dorival Junior – Fez o time correr mais e marcar melhor. Quis a vitória e a conseguiu. 7.
Dos jogadores que entraram, Serginho, Marquinhos e Nilson, nenhum teve tempo de mostrar muita coisa, a não ser Marquinhos, que até criou alguma coisa. Mas não têm nota.

Figueirense 0 x 1 Santos
Estádio Orlando Scarpelli, 23/09/2015, 21 horas
Quartas-de-final da Copa do Brasil – jogo de ida
Público Pagante: 9.212 pessoas. Renda: R$ 172.590,00.
Figueirense: Alex Muralha, Leandro Silva, Bruno Alves, Thiago Heleno e Marquinhos Pedroso; Dener (Jeferson/Rafael Bastos), Fabinho, João Vitor e Yago; Clayton e Marcão (Thiago Santana). Técnico: Hudson Coutinho.
Santos: Vanderlei, Vitor Ferraz, Gustavo, David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato, Marquinhos Gabriel e Lucas Lima (Serginho); Ricardo Oliveira (Nilson) e Gabriel (Marquinhos). Técnico: Dorival Júnior.
Gol: Gabriel (pênalti), aos 33 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Anderson Daronco, auxiliado por Alessandro A Rocha de Matos e Rafael da Silva Alves.
Cartões amarelos: Gabriel, Victor Ferraz e Leandro Silva.

Nada de novo no marketing

O novo gerente de marketing do Santos, Eduardo Rezende, destacou a palavra “novo”, como se tivesse alguma novidade para este setor do clube. Então, fiquei ouvindo seu pronunciamento completo. Porém, não citou uma única vez a palavra mágica – associado -, o único que pode salvar as finanças do clube e por isso precisa ser perseguido, conquistado e priorizado, em uma campanha nacional e em um trabalho de hospitalidade nos jogos do time.

O rapaz só faltou pedir desculpas por um dia ter tido que a saída do Santos era jogar mais no Pacaembu, apesar de ter admitido que começou a torcer para o Santos nos jogos em que o time dividia os estádios da capital com os outros grandes do Estado. O tempo todo ele parecia pedir a aprovação do presidente Modesto Roma para suas palavras, quando a relação deveria ser contrária. Se quem entende de marketing é ele, quem deve dizer o que tem de ser feito para o Santos se tornar do tamanho que a gente quer, é ele, não o presidente, que não sabe nada de marketing e usa o cargo para fazer política. Se Eduardo Rezende não pretende fazer campanha de associados e nem criar uma estrutura para o time jogar mais vezes na Capital, com lucro, então ele foi contratado apenas como um contato de publicidade de luxo, que espirrará logo que fizer algo que descontente o grupo que dirige o clube.

E você, achou que o Santos foi leão, gatinho ou leopardo em Floripa?


Sem garra não vai dar


Este foi o último jogo de Robinho na Vila Belmiro antes de ir para o Real Madrid, em agosto de 2005. Mas o interessante é perceber a garra do time catarinense, que estava perdendo por 4 a 0 no primeiro tempo, diminuiu para 4 a 3 no segundo e quase empata no fim. Esse espírito de luta é que o Santos deve levar para Florianópolis se quiser conseguir um bom resultado hoje. Mesmo sem jogadores famosos e na zona de rebaixamento, o Figueira vem de um bom empate com o Internmacional, em Porto Alegre.

Se o Santos jogar 70% do que costuma render na Vila Belmiro, ele deve vencer o Figueirense hoje, às 19h30, em Florianópolis, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, em jogo que está sendo anunciado pela Fox Sports. Como manterá o mesmo time que vem de ótimos resultados, e enfrentará uma equipe mediana, que está mais preocupada em não ser rebaixada para Série B do Campeonato Brasileiro, é natural que o Alvinegro Praiano seja considerado favorito. Sabemos, porém, que não é só o nome, a história ou o elenco que definem uma partida. A determinação do time que joga em casa, diante de sua torcida, costuma ser decisiva em boa parte dos jogos.

O alvinegro de Santa Catarina, chamado por seus seguidores de “Furacão”, começou bem, mas está caindo no Brasileiro, a ponto de ocupar a 18ª posição, apenas uma à frente do Vasco. Por isso, para a direção do clube e para o técnico novato Hudson Coutinho, o ideal seria priorizar o Campeonato Brasileiro. Porém, logo que souberam dessa intenção, os torcedores do Figueira usaram as redes sociais para protestar, pois não querem abrir mão de lutar pelo título da Copa do Brasil.

Oriundo das categorias de base do clube, o professor de Educação Física Hudson Coutinho está muito motivado para esse início de carreira como técnico de uma equipe profissional. Para tentar vencer o Santos, ele promete “uma equipe muito determinada e aguerrida, como é a identidade do clube e dos atletas que estão conosco. A tendência é manter o modo de jogar, com marcação intensa e imposição física”.

Percebam que ele fala em “imposição física”, o que quer dizer, popularmente, “chegar junto”, marcar em cima, entrar com vontade nas divididas. Essa tem sido a grande diferença entre o Santos que joga na Vila Belmiro e o que joga fora de casa. Se não houver a mesma disposição física, por mais que tecnicamente os santistas sejam, no todo, superiores, acabarão voltando de Floripa com mais uma derrota na bagagem.

Figueirense x Santos
Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis, 19h30
Transmissão de tevê anunciada pela Fox
Arbitragem: Anderson Daronco (Fifa-RS), auxiliado por Alessandro Matos (BA) e Rafael Alves (RS).
Figueirense: Alex Muralha; Leandro Silva, Thiago Heleno, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso. Dener, João Vitor, Fabinho e Yago; Clayton e Thiago Santana (Marcão). Técnico: Hudson Coutinho.
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Gabigol, Marquinhos Gabriel e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.

Conheça o novo gerente de marketing
Apresentação de Eduardo Rezende, novo gerente de marketing do Santos. Ouça o que ele diz e analise o que podemos esperar dele.

O que você acha do jogo de hoje e do novo gerente de marketing?


Older posts

© 2017 Blog do Odir Cunha

Theme by Anders NorenUp ↑