Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Month: outubro 2015 (page 1 of 3)

Hora de ganhar fora de campo

No Sub-20, Santos elimina Palmeiras
Com dois gols de Rafael Oller e com o goleiro John defendendo um pênalti quando o jogo estava 1 a 1, o Santos venceu o Palmeiras por 4 a 1, na tarde desse sábado, no CT Rei Pelé, e se classificou para a semifinal do Campeonato Paulista Sub-20. O jogo foi dramático, pois o Santos havia perdido a primeira partida por 1 a 0 e precisava da vitória. Entretanto, no CT Rei Pelé, foi o Palmeiras que saiu na frente. O Santos empatou, o Palmeiras teve um pênalti que John defendeu e nos últimos sete minutos de partida, incluindo os acréscimos, os garotos santistas marcaram três gols, definindo a classificação. Agora, na semifinal, o Santos enfrentará o Red Bull.

Santos e Palmeiras têm sido os grandes protagonistas do futebol brasileiro em 2015. Este ano já decidiram o Estadual mais conceituado do País, disputam uma vaga no G4 do morno Campeonato Brasileiro e farão o grande duelo pelo título da efervescente Copa do Brasil. Para completar, o Santos tem o artilheiro Ricardo Oliveira e o meia Lucas Lima, dois titulares na Seleção que disputa vaga para a Copa do Mundo, e o Palmeiras tem a melhor e mais rentável arena do nosso futebol. Com tudo isso, porém, são marginalizados pelo status quo do futebol nacional, formado pela dinheirista e imediatista Rede Globo, os políticos populistas e os dirigentes incompetentes e interesseiros que comandam o esporte.

Estão à margem porque a Rede Globo cismou que tem de dividir sua cota de tevê, a maior verba que os clubes recebem, pela quantidade de torcedores de cada time e não pela qualidade, importância histórica e, principalmente, pelo desempenho desses times, adotando uma fórmula estática, retrógrada e protecionista que há muito caiu em desuso nos principais mercados do futebol e está sendo modificada até mesmo na Espanha, exemplo dos prejuízos que as desigualdades por decreto podem provocar no esporte.

Um país que se atreve a sediar uma Olimpíada deveria saber que o espírito do esporte competitivo é a disputa limpa, justa, e que o espírito dessa competição é o mérito. Um sistema que não se baseia no mérito esportivo tende a naufragar – como tem naufragado o futebol brasileiro desde que a Rede Globo intensificou a sua odiosa política de privilégios a dois clubes e decretou aos demais uma eterna coadjuvância. Nem as muitas arenas modernas e, em alguns casos, desnecessárias, deram jeito. O público médio nos estádios é pequeno e o torcedor já não se interessa tanto por um futebol de cartas marcadas, em que só dois clubes têm certeza de que estarão cada vez mais ricos, perdendo ou ganhando no único lugar que deveria importar, que é o campo de jogo.

O Campeonato Brasileiro pode ser mais importante, no papel, mas são os dois jogos finais da Copa do Brasil, entre Santos e Palmeiras, que colocarão em campo todo o mundo de emoções, agonias e arrebatamentos do futebol – momentos que farão o brasileiro se sentir novamente no país que domina esse esporte. Mesmo assim, porém, santistas e palmeirenses, repito, protagonistas do futebol nacional em 2015, continuarão sendo tratados com desdém pela Rede Globo.

Na Europa, o Barcelona já está negociando transmissões exclusivas de seus jogos pelo Youtube, em um passo revolucionário que colocará a tevê em segundo plano. Aqui, salvaguardada pelo protecionismo oficial, a Globo quer assinar um contrato mais barato com os clubes até 2020, mas não abre mão de continuar privilegiando seus dois queridinhos, insistindo em desequilibrar, pelo dinheiro, um jogo que deveria ser resolvido no campo.

Chega! Se querem continuar sendo tratados com privilégios, como se não dependessem de seus concorrentes, que o alvinegro da capital e o rubro-negro carioca joguem um campeonato apenas entre eles, em um infindável desafio no qual o futebol será o menos importante. Todos os outros clubes grandes, e médios, deveriam se unir e seguir em direção a um futebol brasileiro mais limpo, mais justo, baseado na meritocracia. Que as vantagens econômicas advenham do trabalho de cada clube, mas não dos desígnios da tevê ou dos governantes.

Leio que para o clássico de amanhã, às 17 horas, na Vila Belmiro, na disputa com o Palmeiras por uma vaga no G4 do Brasileiro, o Santos terá o patrocínio da empresa de bebidas Guaraviton. Muito bem. É o que se pode conseguir, enquanto os clubes privilegiados, apesar da situação insolvente do Brasil, são agraciados com patrocínios milionários de estatais.

Espero que, além de mostrar em campo um futebol de encher os olhos, Santos e Palmeiras se unam fora dele para, ao lado de São Paulo, Cruzeiro, Fluminense, Internacional, Botafogo, Bahia e outros grandes clubes brasileiros, comandarem um movimento que devolva ao nosso futebol a credibilidade e a alegria, agindo para que, antes de tudo, a distribuição das cotas de tevê sejam mais equilibradas e levem em conta a sagrada meritocracia. Só quem joga melhor deveria ganhar mais.

Agora, veja a entrevista de Thiago Maia – que começa meio sem graça, bem repetitiva, mas fica muito boa do meio para a frente:

E você, não acha que chegou a hora da virada?


Santos só precisou de 25 min

Clique aqui para assistir, a partir das 15 horas desta quinta-feira, direto da CBF, ao sorteio dos mandos de campo da final da Copa do Brasil, entre Santos e Palmeiras. Os jogos serão realizados em duas quartas-feiras à noite, dias 25 de novembro e 2 de dezembro.


Ricardo Oliveira marcando mais um na cadern… no gol de Ceni (Ricardo Saibun/ Santos FC)

Eu quase fiz o título “Santos teve pena”, mas respeitei a dor alheia. A verdade, porém, é que o Alvinegro Praiano fez três gols em 25 minutos e terminaria o primeiro tempo com cinco ou seis gols se quisesse. O professor Doriva começou a partida com três atacantes e serviu o tricolor de bandeja para os contra-ataques de Lucas Lima, Gabriel, Marquinhos Gabriel e Ricardo Oliveira. O resultado disso foi “25 minutos de sonho” para os santistas – aliás, outro título que pensei fazer.

O artilheiro Ricardo Oliveira marcou o primeiro e o terceiro, com oportunismo espantoso, e Marquinhos Gabriel fez o segundo, em um chute de fora da área no ângulo. Vendo jogadas tão eficientes terminarem em gols assim, não dá para deixar de associar o Santos ao futebol artístico e ofensivo. Muita coisa pode ir mal na Vila Belmiro, o clube tem problemas financeiros, administrativos, de marketing, mas quando a bola rola, toda a grandeza do Glorioso Alvinegro Praiano refulge maravilhosamente.

Como Dorival Junior disse ao final do primeiro tempo, o time se acomodou a partir dos 30 minutos de jogo, e deu mais espaço ao São Paulo. Na segunda etapa, como podia sofrer quatro gols e ainda se classificaria, o Santos só tocou a bola e deixou o tempo passar. Dorival aproveitou para poupar Lucas Lima, Gabriel e Daniel Guedes, fazendo entrar Geuvânio, Alison e Chiquinho.

Com o jogo arrastado, o São Paulo fez o seu golzinho, em um chute de longe de Michel Bastos. Em nenhum momento, porém, a classificação do Santos foi ameaçada. Agora, é esperar o sorteio, hoje, na CBF, para saber onde o Santos fará o primeiro jogo da decisão, contra o Palmeiras – que ontem venceu o Fluminense por 2 a 1 e se classificou na disputa de pênaltis.

Perdi a conta de quantas semifinais consecutivas o Santos acumulou contra o São Paulo somando esta de ontem. De qualquer forma, para evitar brigas, sugiro aos santistas que não entrem na provocação dos são-paulinos nesses próximos dias. Concordem com tudo o que eles disserem. Afinal, como diz o português da padaria, o freguês tem sempre razão.

O público de 13.932 pessoas, que proporcionou renda de 840 mil reais, foi bom para a Vila Belmiro, mas menos da metade do que seria no Pacaembu. Se o presidente Modesto Roma disse que a situação financeira do Santos é “péssima”, então era um jogo para faturar. Ou alguém imagina que o Santos não venceria a partida de ontem em qualquer estádio do mundo?

Eu tinha esquecido, desculpem. Então, lá vai. Ah, uma dica para o goleiro são-paulino: dizem que três xícaras de chocolate por dia são um santo remédio contra entorses:

E você, o que achou de mais este chocolate sobre o tricolor?


Para tudo pra ver o Santos

Na última vez que jogaram na Vila foi assim:

Hoje o futebol brasileiro vai parar para ver o Santos na Vila Belmiro. Tudo bem que há ainda o São Paulo, forte adversário, e na capital paulista haverá outra semifinal da Copa do Brasil, entre Palmeiras e Fluminense, mas o certo é que o Santos, na Vila Belmiro, tem sido o time brasileiro das melhores exibições este ano. E o melhor disso tudo, como sempre ocorre na vida do Santos, é que essa enorme visibilidade foi conquistada exclusivamente com méritos esportivos, dentro do campo, sem a ajuda ou interferência dos políticos do futebol e da televisão.

De um elenco montado às pressas, em meio à debandada dos que antes juravam amor à camisa, o Santos transformou, mais uma vez, um Exército Brancaleone em um time ofensivo e atrevido que transformou dois jogadores desacreditados – Lucas Lima e Ricardo Oliveira – em titulares da Seleção Brasileira, fez do garoto Gabriel a maior revelação do futebol brasileiro em 2015, viu o renascimento de Renato, a consolidação de Vanderley, David Braz, Marquinhos Gabriel e Victor Ferraz, além do crescimento de jovens como Gustavo Henrique, Thiago Maia, Daniel Guedes, Zeca, Geuvânio. Enfim, o Santos se transformou em um time, e um time forte e vencedor.

Esta noite, se jogar da forma envolvente e dedicada como costuma fazer em seu campo e diante de sua torcida, o Santos será favorito para nova vitória. Creio que não é sensato temer ou pensar no regulamento. Claro que pode até perder por um gol, talvez por dois, mas isso só ocorrerá se pensar pequeno. O ideal é entrar solto e jogar o que sabe, mostrar novamente o seu futebol, que tem sido superior ao dos tricolores durante todo o ano. Não é dia de sentir receio de nada. É dia de sentir o prazer de jogar futebol, marcar gols e sair de campo com a vitória e a vaga na final.

Santos x São Paulo

Hoje, 22 horas, Vila Belmiro, com transmissão da tevê aberta.

Jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil

Santos: Vanderlei, Daniel Guedes, David Braz, Werley (Gustavo Henrique), Zeca; Thiago Maia (Paulo Ricardo), Renato, Lucas Lima; Marquinhos Gabriel (Geuvânio), Ricardo Oliveira e Gabigol. Técnico: Dorival Júnior.

São Paulo: Rogério Ceni, Bruno, Lucão, Luiz Eduardo e Matheus Reis; Hudson (Wesley) e Rodrigo Caio; Michel Bastos, Ganso e Alexandre Pato; Alan Kardec (Luis Fabiano). Técnico: Doriva.

Arbitragem: Luiz Flávio de Oliveira, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Carvalho Van Gasse, todos de São Paulo e da Fifa.

E pra você, como o Santos deve jogar hoje?


Faltou talento e coração

Relançamento do livro Time dos Sonhos foi adiado

Antes de mais nada, peço desculpas aos que adquiriram o livro “Time dos Sonhos” na pré-venda, mas não conseguiremos lançá-lo em outubro, como queríamos. O livro está na fase final de revisão, seleção e edição de fotos. Pretendemos que entre em gráfica até o final de outubro para que seja lançado até o final de novembro.

Logo que tivermos a data e o local precisos, anunciaremos.

Abraços!

Odir Cunha

Derrota do Palmeiras mantém o Santos no G4

O Palmeiras, que podia ultrapassar o Santos com uma vitória, perdeu para o Sport, no Pacaembu, por 2 a 0, neste sábado á noite, e com isso deixou passar a oportunidade de ganhar a posição do Santos no G4 do Campeonato Brasileiro. O detalhe é que foi a primeira vitória do Sport fora de casa na competição. Agora, só uma catástrofe tira o Santos do G4 nesta rodada, pois para isso acontecer o São Paulo teria de conseguir uma goleada absurda contra o Coritiba, em Curitiba, pois está uma vitória e 11 gols de saldo atrás do Santos.

A Ponte Preta, que pode empatar com o Santos em pontos ganhos, mas mesmo assim ficará atrás no número de vitórias, enfrentará o Atlético Mineiro, no Mineirão, e o Flamengo, que está a seis pontos do Santos, jogará contra o Corinthians em São Paulo.

Na próxima rodada o Santos receberá o Palmeiras, enquanto o Internacional, que só está atrás do Alvinegro Praiano no saldo de gols (16 gols atrás), irá à Goiânia jogar contra o Goiás. O São Paulo enfrentará o Sport, no Morumbi; a Ponte Preta receberá o Joinville e o Flamengo visitará o Grêmio, em Porto Alegre.

Faltou talento e coração

Veja o que fizeram e falaram os santistas antes e depois do jogo:

Tudo bem que o Figueirense marcou como nunca e bateu à vontade sem que fosse coibido pela arbitragem desleixada de Leandro Pedro Vuaden, que é arbitro da Fifa, mas hoje foi péssimo, deixando de marcar três pênaltis (dois a favor do Santos) e inúmeras faltas contra o time da casa. A torcida local, os jogadores e o técnico do Figueirense combinaram chamar Lucas Lima e os santistas de cai-cai, Vuaden entrou ou quis entrar nessa onda. Porém, apesar dessas circunstâncias hostis, um time que já venceu Corinthians e São Paulo fora de casa, não poderia mostrar um futebol tão indigente contra o rebaixável Figueira.

Numa partida em que os mais eficientes jogadores do Santos foram o goleiro Vanderlei e, apesar de algumas atitudes temerárias, o zagueiro Gustavo Henrique, é fácil perceber que o ataque santista pouco funcionou. Apenas pela quantidade de chances de gol, se tivesse de haver um vencedor em Florianópolis, seria o time da casa.

O lateral Daniel Guedes voltou a errar cruzamentos; Zeca marcou muito mal, foi entortado por quem caiu pelo seu setor, a ponto de tomar dribles em espaço de centímetros; Werley foi um perigo constante, principalmente quando tinha a bola; Ledesma e Renato foram mais ou menos com a bola, mas sem ela não tiveram fôlego para fazer uma marcação eficiente; Lucas Lima jogou bem, mas cansou de levar pancada e a partir da metade do segundo tempo parecia de saco cheio; Geuvânio, desnorteado, fez muito pouco, e Nilson só deu trombada e perdeu quase todas as divididas.

Dos que entraram, Neto Berola foi o melhor. Ao menos foi pra cima e criou algumas oportunidades. Ricardo Oliveira e Léo Cittadini pouco fizeram. Este último ainda parece um juvenil no meio de profissionais. Dorival Junior fez o que pôde. Não creio que ele tenha ficado contente com o rendimento da equipe. Porém, em uma outra oportunidade, será melhor colocar o Rafael Longuine ou mesmo o Neto Berola em vez de Nilson. Aliás, os meninos Diego
Cardoso e Stefano Yuri bem que mereciam uma chance nesse ataque.

Bem, mas estas são apenas as opiniões do blogueiro, uma entre milhões. Creio que alguns comentários que este blog recebeu durante o jogo mostram bem como o santista recebeu mais essa atuação medíocre do time fora da Vila Belmiro. Antes de reproduzir esses comentários, reforço que talvez o hipnotismo seja a solução para o Santos. Esses jogadores precisam acreditar que é possível jogar em qualquer campo como jogam no Urbano Caldeira.

Vamos agora a alguns comentários de leitores deste blog que resumem o que foi Figueirense 0 x 0 Santos:

O Santos jogando fora de casa parece menino, e todo mundo já foi, no primeiro dia de aula… pede socorro, se mija, chora, grita, agarra no vestido da mãe e não consegue fazer nada além de viver esse pavor de ser obrigado a jogar fora da Vila, “que é a nossa Casa”.Concordo com J Nassim, é caso pra psicologia, psiquiatria, seja lá o que for, mas que deve haver algum jeito de fazer esses caras entenderem que futebol joga quem sabe, e em qualquer campo (Luiz Tomaz).

Tsc, tsc, o Garfield voltou, rides again. Culpa de quem? Atribuo primeiro ao técnico, que constantemente fala que o SFC é valente na vila, que é por consequência a sua casa. Só falta dizer que fora, normalmente é um gatinho, mormente no Brasileiro. Segundo, atribuo aos jogadores, que também já entram acomodados em qualquer local, para digamos empatar . E quem vai para empatar normalmente perde. E terceiro e não menos importante os dirigentes santistas, todos dando o maior respaldo para que o clube fique do tamanho do bairro da Vila Belmiro. Aos amigos, digo quer não estou diminuindo o SFC, e sim as pessoas que hoje o dirigem são os que o fazem pequeno, portanto aos reclamões, digo que a culpa disso tudo é dos dirigentes, comissão técnica e dos próprios jogadores. Sem mais (Dr. Alvinegro).

O time do Santos hoje não jogou nada, mas a arbitragem também foi uma porcaria! 1 pênalti para o Figueirense e 2 pro Santos não marcados, rodízio de faltas no Lucas Lima com várias faltas não marcadas em cima dele e um monte de faltas nos jogadores do Santos não marcados. Arbitragem péssima, mas o time tinha que tentar superar isso mas não demonstrou nada hoje (Fernando Tomazini).

Tem coisas que não dá pra entender, ou é melhor nem querer entender. Esta falta de ousadia para ganhar um jogo fácil.Era para dormir tranquilo no G-4 e consolidar esta posição, mas… (J.Nassim)

Péssimo resultado,não entendo porque muda tanto a forma de jogar quando joga na Vila e fora da Vila .. estão confiantes que vão ganhar a Copa do Brasil..O Milton Leite acaba de comentar dizendo que foi péssimo resultado pro santos e eu concordo (Marcos Antonio Rosetti).

Esse time do Figueirense é uma lástima.E mesmo assim o peixe tomou sufoco.Quando atua fora de casa o Santos é uma merda (SDJ56).

O Garfield fora do seu estado não consegue ganhar uma. Por isso que eu falo o resultado contra os bambis é meio que enganoso (Silvio Campos).

Falta ambição e explosão pra esse time fora de casa… Como gostam de trocar bolas com zagueiros. .. odeio esse tipo de jogo (Alaudio Souza).

VUADEM não marcando NENHUMA falta para o SANTOS! Foram várias próximas da área do Figueira que ele não marcou e poderia até expulsar jogador do Figueira! (Junior SFC).

Putz! Que lerdeza desse time do SANTOS fora de casa! Hoje era jogo para 3 pontos. Meeeu Deus! (Herbert Castro).

Que presente deram pro Pelé ! Um jogo melancólico , segundo o narrador . Minha opinião tb . Pereba “NIRSON” , que coisa ridícula meu Deus ! (José Augusto Chaves).

Com Geovânio fora de ritmo e Nilson, nosso ataque está inoperante. O Dorival tem que trocar pelo menos o Nilson (Affonso Ata).

Perto do Nirsu o Yuri é craque e não custa R$50 mil! (Fabiano Reis).

E você, o que achou do Santos contra o Figueirense?


Vida longa ao Rei!

Logo mais, outra batalha, em Florianópolis.

Relembre essa vitória do Santos sobre o Figueirense em 2012:

Neste sábado, às 18h30, o Santos tenta defender sua posição no G4 diante do Figueirense, em Florianópolis. O jogo é importante para os dois times, pois o Figueira tenta escapar da zona de rebaixamento. Nos últimos sete jogos que fez contra o time catarinense, o Santos ganhou todos. Dorival Junior fez um treino fechado, ontem, porque suspeita que há um espião vendo os treinos do Santos e passando as dicas para os treinadores adversários. Acha que isso ocorreu antes do jogo contra o Grêmio.

O Santos não está escalado, mas deve ser Vanderlei; Daniel Guedes, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Leandrinho (ou Alison ou Lucas Otávio) e Lucas Lima; Geuvânio, Ricardo Oliveira e Marquinhos Gabriel. Se quiser poupar alguém, Neto Berola, Werley e Rafael Longuine podem ser escalados. O técnico Hudson Coutinho, do Figueirense, não tem muito a esconder. Sua equipe deve jogar com Alex Muralha; Sueliton, Thiago Heleno, Bruno Alves, Juninho; Fabinho, João Vitor, Yago, Rafael Bastos; Carlos Alberto e Dudu. Estes dois últimos merecem cuidado. Mas é bom saber que Thiago Heleno está na zaga.

Este é o tipo de jogo que parece valer menos do que um clássico, ou do que o confronto do meio da semana, contra o São Paulo, no Morumbi, mas tem quase a mesma importância. Os três pontos podem ser decisivos para manter o time na luta pelo G4 até o fim do campeonato. Claro que o título da Copa do Brasil é preferível e ainda dará uma vaga para a Libertadores, mas entre o certo e o duvidoso, é bom o Santos não desistir do Brasileiro. É difícil, mas dá para ganhar, sim.

A arbitragem será de Leandro Pedro Vuaden (RS), auxiliado por Alessandro A. Rocha de Matos (BA) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE). Trata-se de um trio da Fifa, portanto entre os mais gabaritados da arbitragem brasileira. Esperamos que atuem bem e não se confundam. Depois do jogo voltamos para nossas análises.

Vida longa ao Rei!





O amigo Vítor Queiroz, o gênio técnico-científico do blog, produziu estes vídeos em outubro de 2010, quando Pelé fez 70 anos. Vale a pena revê-los.

Hoje, 23 de outubro, Pelé comemora, com a família, 75 anos de vida. Em Londres, a Galeria Halcyon está com uma exposição dedicada a ele, com fotos, pinturas e esculturas. Boa parte das fotos é de José Dias Herrera, aquele que mais retratou Pelé em sua fase de ouro, autor de todas as fotografias do livro “Segundo Tempo, de ídolo a mito”, nas livrarias.

Quem ousa comparar Pelé com qualquer outro jogador, vivo ou morto, desculpe, mas não entende e não sente o futebol, além de jamais ter chutado uma bola. Pelé teve mais físico, mais inteligência, mais habilidade e mais coragem do que qualquer outro. Reverenciá-lo nunca é demais. Brasileiros e, particularmente, santistas, devem orar todas as manhãs e agradecer o fato de ele ter vestido essas camisas.

O amigo José Maria Rodrigues, leitor deste blog, esteve na exposição de Pelé em Londres e me enviou muitas fotos dela. Agradeço e tinha a intenção de publicar a foto em que José Maria aparece ao lado de uma série de quadros produzidos de uma foto de José Dias Herrera, fotógrafo paulistano que viveu a maior parte de sua vida em Santos, cidade que amava profundamente. Porém, meu caro José Maria, problemas técnicos impediram a publicação. Fico devendo essa. Abaixo, links para a exposição:

Clique aqui para ler matéria sobre a exposição sobre Pelé em Londres

Leia a matéria publicada na BBC

E você, que mensagem envia para Pelé hoje?


Older posts

© 2017 Blog do Odir Cunha

Theme by Anders NorenUp ↑