Mais uma pesquisa furada de torcidas. Agora, da Fox

Encontrei mais uma pesquisa furada de torcidas de futebol. Agora, da Fox. Por ela, a soma das torcidas dos dez times brasileiros mais populares já alcança 120,8 milhões de pessoas . E ainda ficaram faltando Fluminense, Botafogo, Bahia, Vitória, Santa Cruz, Náutico, Sport, Remo, Paysandu, Goiás, Avaí, Ponte Preta, Botafogo/RP, Figueirense, Guarani, América/MG, Portuguesa, Vila Nova, Atlético Paranaense, Coritiba, Juventude, Criciúma e outras dezenas de times. Pelo andar da carruagem, a soma de todas as massas torcedoras brasileiras, segundo essa pesquisa da Fox, alcançaria, no mínimo, de 170 a 180 milhões de pessoas.

Ocorre que as pesquisas mais otimistas já mostraram que 25% dos brasileiros não torcem para time algum (algumas pesquisas chegaram a 40% de neutros). Levando-se em conta que crianças até seis anos dificilmente já escolheram um time para torcer, e que elas representam cerca de 20 milhões de brasileiros, e levando-se ainda em conta que o último censo mostrou que o Brasil tem 204 milhões de habitantes, teremos uma população potencialmente torcedora de 184 milhões de pessoas.

Se desse total de 184 milhões extraímos os 25% que não têm preferência por time algum, ou 46 milhões de pessoas, chegamos a 138 milhões. Portanto, a conta não fecha, a pesquisa é furada. Para fechar, a conta tem de dar, no máximo, um total de 138 milhóes de torcedores. Ou seja, tem gente turbinando a quantidade de torcedores do futebol para atrair mais patrocinadores, só pode ser. Por outro lado, como acreditar que um time nacional e vitorioso, como o Santos, de grande apelo popular, tenha menos torcedores que os clubes regionais de Minas Gerais e Rio Grande do Sul?

Clique aqui para ver a pesquisa da Fox.

Clique aqui para saber que 25% dos brasileiros não torcem para time algum.

Clique aqui para constatar as faixas etárias dos brasileiros.

Reveja o grande jogo de 2005

No Campeonato Brasileiro de 2005 houve um jogo histórico, pois reuniu, pela primeira vez, dois ídolos de gerações distintas do Santos: Giovanni e Robinho. Jogada em 30 de julho de 2005, na Vila Belmiro, a partida teve ainda, como adversário, o alvinegro da capital, que nas últimas 10 partidas havia perdido nove para o Glorioso Alvinegro Praiano.

Nesse encontro, Giovanni deu um show e o Santos venceu por 4 a 2, fora o baile. Depois, entretanto, o STJD anularia o resultado e marcaria nova partida, iniciando a série de decisões esdrúxulas que mudariam a sorte do campeonato. O jogo, porém, foi realizado com os times, árbitros, torcedores, imprensa, e é evidente que não pode ser apagado da história do futebol.

Assim, em um oferecimento especial, reveja o grande jogo do Campeonato Brasileiro de 2005:

Agora ouça Giovanni sobre a decisão espúria do STJD de invalidar a vitória do Santos sobre o alvinegro da capital:

Nomes a serem impressos na reedição de Time dos Sonhos

Segue abaixo a lista dos colaboradores que terão o nome impresso no livro Time dos Sonhos, A Bíblia do Santista, de acordo com a campanha de crowdfunding (financiamento coletivo) organizada pela Kickante. Confira se seu nome está na relação. Qualquer dúvida, envie um comentário pelo blog. O livro está na edição final antes de ir para a gráfica.

Conheça quem deixou o nome na história do Santos

Ademir Freitas Dias
Ademir Joaquim Teles
Adriano Riesemberg
Affonso Parisi Junior
Alexandre Soldado
Alfredo Cabral
Altevir Riesemberg Filho
Alvaro Borio
Amilton Loureiro de Carvalho
Ana Clara Gaspar Agostinho
Anderson Guedes
André Luiz Marini
André Oliveira
André Vitor Beraldo
Angelo Antonio Agostinho
Antonio Afonso da Silva
Antonio Carlos Rodrigues
Antonio Carlos Vitor
Antonio de Padua Rodrigues Queiroz
Antonio De Souza Barroso
Antonio José Chinez Neto
Antônio Luciano Ceron
Aristides Makrakis
Arthur Dávila Alvarenga
Augusto Rodrigues Munhoz
Aurelio Schappo
Benedito Leal
Carlo Eugênio Nogueira
Carlos Augusto
Carlos Eduardo Gomes Bezerra
Carlos Eduardo Gonçalves da Cunha
Carlos Eduardo Kobuta
Carlos Francisco Pereira Cardoso
Carlos Soares Cavalcante
Cássio Henrique Mazzer
Celso Luiz Colombini
Cesário Alcantara Rocha
Claudio Brandalise
Claudio Bueno da Silva
Claudio Haruo Okuyama
Daniel Griggio
Daniel Roberto Carpentieri Censi
Danilo Henrique Carvalho
Davi Cesar Mendes Leal
Davi Cláudio Maria
Ed Carlos da Costa Alves
Edgard Franco
Edilson Aparecido Oliveira
Edmilson Almeida de Souza
Edneide Aleixo Farias
Edson Goto
Eduardo Andrade
Eduardo Santana dos Santos
Eduardo Simas
Eduardo Vital Barbosa da Luz
Elienos Pereira do Lago
Eliezer Narciso
Eribaldo Fernandes
Eugênio Nogueira
Eugenio Singer
Fábio Alexandre Barreto da Silva
Fábio Gaia
Fabio Luis Habib Mendes Baptista
Fábio Silvestri
Fabio Souza Lima
Fabricio Ribeiro dos Santos Godoi
Fagner Vinicius Costa Borges
Felipe Gonçalves Simões
Felipe Luis Boschi Rubinger
Fernando Antonio Pinho Ramos
Fernando de Faro Dória
Francisco Passos da Silva Jr
Gabriel Santana
Gilberto Calixto
Gilberto Nunes de Oliveira (GIL2000) Oliveira
Gilberto Sordi
Gilmar Angelo Rufino
Gilson Batista
Glecimar Mól
Graco Fernandes de Ázara Lira
Guilherme Chaud Tizziotti
Guilherme dos Santos Castilho Cunha
Guilherme Guedes
Guilherme Van Holthe Tanaka
Guilherme Vaz de Oliveira Resstom
Hélcio Nogueira Santos
Helton Celso Wanderley
Helton Moraes
Henrique Gabriel Gomes
Hudson Rosemberg Poceschi e Campos
Ítalo Jesus Menezes
Jandir Boeira
João Eduardo da Silva de Faria
João Estevão Fernandes
João Gustavo Lechinieski
João Maria Lechinieski
Joaquim Batista Jr.
Jorge Issamu Makibara
Jorge Santos
José Antonio Fuscaldo
José Carlos Roque Cordeiro
José Carlos Tavares Costa Junior
José Eduardo Battilani
José Fernando da Rocha Brito
José Galvão Fenley
José Martins Rosseto
José Mauro Alvarez Martinez
Júlio César Duarte Nascimento
Kleber Martins
Laércio Possamai
Laerte Cândido de Souza
Leandro Gustavo Sella
Leandro Moralejo
Leandro Moreira Valente Barbas
Leonardo Toshiro Goto
Luca Fuser
Lucas Paly Pereira do Lago
Lucas Savassa
Luciano de Oliveira Freitas Fre
Luís Carlos Carranza
Luiz Carlos Padoin
Luiz Fernando de Palma
Luiz Louzada de Castro
Maicon da Silva Rodrigues
Marcel de Souza Rocha
Marcello Giacomo
Marcelo Augusto Marcondes de Carvalho
Marcelo Covas
Marcelo Lucio Fernandes
Marcelo Guilhermino Petersen
Marcelo José Bernardes Pereira
Marcelo Tecelão
Marcio Camilo
Marcio Luiz Gama Campos
Marcio Mendes e Silva Santos
Marcio Rodrigues Ferreira
Marco Aurélio Piovan
Marcus Eduardo Siqueira
Marcos Queiroz
Maria Vanusia da Costa
Mario Roberto Pierry
Mario Rodrigues de Souza
Mauricio Bevilacqua Santos Rosa
Mauro Simi
Mauro Teixeira
Miguel Felisberto Souza Almeida e Silva
Murilo Fidalgo
Neli Aparecida de Faria
Nelson Jafet
Nereuly José Lisbôa
Nilson Roberto de Barros Carneiro Barros Carneiro
Nilton Ramalho
Nivaldo da Graça Saraiva
Noliwo Tokunaga
Onofre Barros Carvalho
Orlando Borges Neto Borges
Oscar Cesar Leite Junior
Pablo Nostre Simões
Paulo Amorim
Paulo César Gobis
Paulo Fernando Farripas Condurú
Paulo Roberto Riesemberg
Paulo Rodrigo Caruso
Pedro Atilio Boareto
Philipe Santalla de Sousa
Rachid Bourdoukan
Rafael Ramos
Raphael Goes Batista
Renato Katchadur Telles
Ricardo de Ramos Penha
Ricardo Narche Cheida
Ricardo Rangel
Rildo Demarqui Pereira
Rinaldo Cantoni
Roberto Ramirez dos Santos
Rodrigo Rolim Prudente dos Santos
Rogério de Moraes
Rogério Eduardo Betetto Sciamana
Romualdo Henrique Soares
Ronaldo Goll
Ronaldo Liberato de Souza
Rony Uemura
Samuel Lopes Faria
Sérgio Aguiar Pacheco Chagas
Sérgio Maracajá Junior
Sergio Teixeira Nusa
Sidnei José Pereira
Tahiana D’Egmont
Thiago Otto Kruszielski Bredow
Thomas Masiero
Valcir Tome
Valtenes Pio da Silva
Valter Luis Golo
Vilma Lima
Vitor Pereira
Vladimir Ribeiro da Silva
Willian Henrique Barbosa Rocha
Willy Nishizawa
Wilson Lizza
Wilson Mendes Libutti
Zeferino Cunha Mendes Neto

Os perigos em Joinville

Desde que o técnico Paulo César Gusmão assumiu, o Joinville não perde em seu estádio. Com três volantes, o time marca forte no meio-campo e, quando joga em casa, aperta também a saída de bola do adversário. O chute forte do veterano Marcelinho Paraíba, que entre os seus 19 e 20 anos também foi um Menino da Vila, é uma das armas do Joinville.

Para se salvar do rebaixamento, o Joinville precisará vencer quatro dos cinco jogos que lhes faltam. Portanto, terá de tomar a iniciativa contra o Santos. Um detalhe é que o campo estará bem pesada, pois chove há 40 dias na cidade catarinense.

Time por time, o Santos é bem melhor, mas estamos carecas de saber que ao jogar fora de casa o time não costuma fazer valer sua técnica. Pois está na hora de mudar isso e buscar a vitória em Joinville, domingo, às 18 horas, ou a vaga no G4 ficará mais distante.

E você, o que acha disso?