Alison
Alison pode ser improvisado na lateral-direita (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)

Meus amigos e amigas, vamos esquecer por um momento que o novo ministro da justiça, Eugênio Aragão (por que não chamaram o Renato Aragão?, seria mais sério), foi colocado no cargo, pelo Governo, para atrapalhar as investigações da Polícia Federal e impedir a prisão de membros desse mesmo Governo, e voltemos nossas atenções ao Santos, que neste domingo, às 19h30, sem Victor Ferraz, vai a Rio Claro enfrentar o Rio Claro, time que vem fazendo campanha ruim no Campeonato Paulista.

Sem Victor Ferraz, suspenso por um esdrúxulo cartão amarelo, pois o árbitro julgou que ele estivesse “fazendo cera” (?!) para cobrar um lateral diante do XV de Piracicaba, o Santos deve jogar com Alison na lateral-direita, ou com Zeca pela direita e Caju pela esquerda.

De qualquer forma, mesmo que eu entrasse na lateral-direita, o Santos continuaria franco favorito contra o Rio Claro. Mesmo longe da familiar Vila Belmiro, o time deve se impor e mostrar porque tem sido o melhor dos últimos Campeonatos Paulistas. Nenhum resultado será aceitável, a não ser a vitória.

Com apenas oito pontos ganhos, o Rio Claro, treinado por nosso conhecido Sérgio Guedes, goleiro que ficou na história do Santos, vem de uma derrota, fora de casa, para o São Bento, por 3 a 0. Até o pessoal da cidade não acredita mais no time, fadado ao rebaixamento. Espero que os santistas, principalmente da defesa, não acreditem.

A briga do Santos é pelo primeiro lugar na classificação geral, o que lhe dará a vantagem de jogar sempre os jogos decisivos em casa a partir da fase eliminatória. E a tabela é favorável.

Após o Rio Claro, o Santos terá apenas um jogo como visitante: diante do Capivariano, outra equipe na iminência de ser rebaixada, em 3 de abril. No mais, enfrentará São Paulo, Ferroviária e Audax diante de seus torcedores.

Aliás, a partida diante do São Paulo, domingo, 27 de março, bem que poderia ser realizada no Pacaembu, já que não haverá partidas na Capital no próximo fim de semana. Imagine a renda que não se perderá pela decisão dessa diretoria de fazer o jogo na Vila, onde não atrairá mais do que nove mil espectadores. É um jogo para 30 mil. Alô diretor de marketing Eduardo Rezende; alô presidente Modesto Roma: Pensem grande! Mudem o clássico para o Pacaembu!

E você, o que pensa disso?