Domingo tem matiné na Vila

Santos e Coritiba jogam às 11 horas do domingo no Urbano Caldeira. O Alvinegro deve voltar a correr, marcar o adversário e marcar gols. Enfim, o Santos voltará a ser o Leão da Vila. Abaixo lembro três jogos nos tempos em que o Santos ganhava do Coritiba dentro ou fora do Alçapão:


Perceba nesse jogo a grande torcida do Santos em Cascavel/PR.

Note a postura do Luxemburgo, chamando o time na chincha.

Clique aqui para lembrar das explicações que o Dorival Junior deu por escalar reservas contra o Coritiba no ano passado.

Associação Santos Vivo reage contra aprovação judicial das contas de 2015

Amigos, recebi este comunicado do Associação Santos Vivo, que apoiou a candidatura de José Carlos Peres na última eleição do Santos e que na última assembleia do Conselho Deliberativo do Santos votou em peso pela reprovação das contas do clube de 2015, seguindo o parecer independente do Conselho Fiscal. Como esta mensagem concorda totalmente com nossa posição aqui no blog, tomo a liberdade de reproduzi-la.

Faço isso também como mais um alerta à administração omissa e irresponsável que vem se abatendo sobre o Santos. Mesmo com uma situação financeira caótica, com credores batendo à porta do clube a todo momento; mesmo com o desfalque dos mais importantes jogadores do time para a Seleção Brasileira, sem que nenhuma ação prática seja tomada para impedir o sequestro desses atletas ou ao menos o pagamento de seus salários; mesmo com suas obscuras contas de 2015 reprovadas, de verdade, pelo Conselho Deliberativo; mesmo com o time com perspectivas sombrias neste Campeonato Brasileiro, o presidente Modesto Roma, como se tocasse o seu violino enquanto o Titanic afunda, já confirmou presença na abertura da Copa América, a convite da CBF. Ora, o time não pode nem subir a serra para jogar em São Paulo, mas o presidente, que precisa estar presente para resolver os problemas que surgem a cada dia, viaja para um evento festivo… Que maravilha! Bem, vamos ao boletim da Santos Vivo:

Associação Santos Vivo – Boletim nº 2

Muito tem sido falado sobre a reunião do Conselho Deliberativo que aprovou o parecer do Conselho Fiscal que, por seu turno, recomendou a rejeição das contas do exercício 2015 (as primeiras da gestão Modesto Roma).

É importante esclarecer o posicionamento dos conselheiros da Santos Vivo, para que não pairem dúvidas sobre a posição adotada por nossos conselheiros.

Vamos contextualizar?

O Conselho Deliberativo desse exercício é o primeiro a abrigar conselheiros vindos de três das cinco chapas concorrentes à direção do clube. Um avanço, um verdadeiro marco na história recente do clube. Sua função legisladora e fiscalizadora constituem a verdadeira voz do associado junto ao SANTOS FC.

Esse Conselho Deliberativo votou na composição do Conselho Fiscal. A chapa única do Conselho Fiscal é composta por integrantes dessas três correntes políticas sufragadas pelos sócios. Seu papel fundamental é debruçar-se sobre as contas e práticas administrativas do clube, com total autonomia de convocação do CD sempre que entender necessário esclarecer aos conselheiros (representantes dos sócios) os assuntos relacionados às finanças do clube.

Nesse contexto, o Conselho Fiscal analisou os demonstrativos financeiros do clube, relativos ao exercício de 2015 e elaborou um parecer contundente sobre o que considerou errado, tanto na apresentação das contas, quanto no tocante às práticas administrativas levadas a cabo pela atual diretoria.

De forma corajosa, independente e mirando a excelência que todos nós queremos para o nosso SANTOS, recomendou a rejeição das contas e remessa desses assuntos à Comissão de Inquérito e Sindicância (outro órgão independente, plural e que tem como objetivo apurar eventuais infrações estatutárias).

Foi esse o parecer que foi votado pelo Conselho Deliberativo, e que resultou na votação de 83 x 81 pela sua aprovação (com consequente rejeição das contas apresentadas).

Os conselheiros Santos Vivo votaram quase unanimemente a favor do parecer do Conselho Fiscal (que rejeitava as contas).

Entendemos que nosso papel fiscalizador nos obrigava a acolher o parecer, à vista das irregularidades apontadas, até para que se abrisse para a Diretoria a oportunidade de defesa, de explicações, de apresentação de novos dados, de comprometer-se com novas práticas administrativas.

Ter contas rejeitadas não é o fim do mundo. O fim do mundo é ter contas irregulares aprovadas.

Isso é atitude golpista? Não. Isso é respeitar o voto que recebemos do associado para fiscalizar a administração do nosso clube.

Ter contas rejeitadas é uma sentença de morte? Não. A direção teria amplo direito para defender suas práticas administrativas junto à Comissão de Inquérito e Sindicância, teria amplo direito de explicar os apontamentos realizados, teria, enfim, direito até a entender corretos os questionamentos e refazer suas demonstrações.


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Essa votação de 83 x 81 a favor do parecer do Conselho Fiscal foi questionada judicialmente e uma liminar sustou os seus efeitos, entendendo incorreta a proclamação do resultado, uma vez que, segundo o conselheiro autor dessa demanda, 3 dos votos computados não poderiam ter sido tomados (já que proferidos por ex-integrantes do CG, que voltaram à condição de conselheiros do clube).

Qual o efeito prático dessa decisão? A diretoria não precisa explicar os atos à Comissão de Inquérito e Sindicância, que, por sua vez, não pode deliberar sobre a matéria para apresentá-la ao Conselho Deliberativo, que, por seu turno, não poderá emitir seu parecer.

Resumindo: os sócios ficarão sem as devidas explicações sobre as contas de 2015!!!!

Entendemos que a ação intentada pelo conselheiro, ao fim e ao cabo, cala o CD e cala os sócios. Ela foi ajuizada com esse propósito: reverter uma legítima votação dos conselheiros que queriam apurar eventuais transgressões estatutárias.

Quem perde com tudo isso? O SANTOS FC, não somente os conselheiros que votaram pela aprovação do parecer. Os sócios perdem também porque, no sistema representativo, ao calar a voz do CD, cala-se a voz de quem os elegeu.

A judicialização era, segundo nosso entendimento, absolutamente desnecessária, arbitrária e denota um claro propósito da diretoria do clube em passar um rolo compressor na voz dos sócios.

Estamos vigilantes, atentos e não transigiremos com nosso papel fiscalizador. Essa é a razão para estarmos lá: honrar o voto que recebemos.

Por isso, somos Santos Vivo!!!

E você, o que acha disso?