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Vá ver o trio olímpico!

Se já fazemos a nossa parte, que é estimular o torcedor santista a ver os jogos do time, onde quer que sejam, a obrigação é maior com relação ao jogo deste sábado, às 18h30, na Vila Belmiro, contra a Ponte Preta. É que será a última partida que Zeca, Thiago Maia e Gabriel farão pelo time antes da Olimpíada, além de provavelmente marcar a volta do artilheiro Ricardo Oliveira ao comando do ataque.

Isso sem contar a importância da partida, pois a Ponte Preta tem os mesmos 23 pontos do Santos, do qual só perde no saldo de gols, e luta para entrar no G4. Espera-se um grande jogo, para o qual o Alvinegro Praiano terá a chamada força máxima: Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Gabriel e Ricardo Oliveira.

A Ponte, do técnico Eduardo Baptista, que faz ótima campanha mas não poderá contar com os titulares Renê Júnior, Galhardo, Felipe Azevedo e João Vitor, deverá entrar em campo com João Carlos, Jeferson, Fábio Ferreira, Grolli e Reinaldo; Matheus Jesus, Wendel e Ravanelli (ou Cristian); Giva (ou Rhayner), Clayson e Pottker.

Era jogo para o Pacaembu

Como já dissemos antes, e como qualquer garotinho santista sabe, não há nenhum motivo, a não ser o amadorismo da atual gestão que dirige o Santos, de não marcar este jogo para o Pacaembu, já que neste sábado não haverá partida na Capital. Aos que dizem que na Vila Belmiro o Santos tem uma renda líquida maior, apesar de menos público, comparo os dois últimos jogos nos dois estádios para uma melhor avaliação:

No Pacaembu, contra o São Paulo, um público de 24.647 pagantes gerou uma renda líquida de R$ 391.654,00, enquanto na Vila, diante da Chapecoense. 10.322 pagantes proporcionaram renda líquida de R$ 135.397,28.

Perceba que o público do Pacaembu foi pouco maior do que o dobro do da Vila, porém a renda líquida chegou a três vezes mais. Isso, fora a visibilidade, o grande número de crianças, a maior cobertura da imprensa e as várias aberturas para merchandising e marketing… Enfim, perder dinheiro e remar contra a grandeza do Santos parecem fazer parte da plataforma desta gestão, infelizmente.

Boas perspectivas, mesmo sem os três

De qualquer, no campo o Santos vai bem e isso é muito importante. Creio que, como disse o Victor Ferraz, os três olímpicos terão substitutos à altura no tempo em que ficarem fora do time. A posição mais complicada será a lateral-esquerda, mas Caju tem qualidades e foi bem na última partida que fez.

No meio, acredito que Yuri, e mesmo Emiliano Vecchio, cobrirão bem a ausência de Thiago Maia, que é valente, mas não chega a ser um primor do ponto de vista técnico. E, na frente, Copete, menos rápido, mas mais experiente e completo, poderá compensar a ausência de Gabriel.

Um time com meio campo e ataque com Renato (Emiliano Vecchio), Yuri, Lucas Lima, Copete, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira poderá dar muito trabalho. Torçamos.

Em 2012 foi assim, em Barueri:

E você, o que acha disso?