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Meus amigos, um dirigente de futebol precisa pensar grande, utilizar todo o potencial de seu clube e ainda ambicionar mais e mais. E o que é pensar grande para uma Portuguesa Santista pode ser pensar pequeno para um Santos. As dimensões desses dois clubes, hoje, são bem diferentes. Porém, como estão sendo citados como pretensos parceiros em um negócio nebuloso de arena, liguei para o afável senhor Lupércio S. Conde, que desde outubro de 2015 preside a Briosa.

Quando Lupércio assumiu o cargo, a Portuguesa tinha apenas 1.000 sócios, sendo 700 remidos e apenas 300 pagantes. Hoje, são 700 pagantes. Parece pouco em números absolutos, mas isso representa um aumento de 130% em apenas um ano, tarefa a ser comemorada.


Vitória que levou a Briosa à Série A3

Cumprimentei-o pela ascensão de sua equipe à Série A3, vencendo o Campeonato da Segunda Divisão de São Paulo e conquistando, finalmente, um título estadual, algo que não ocorria em sua história há 52 anos.

Perguntei ao senhor Lupércio, obviamente, sobre os dois projetos de estádios que sua diretoria e seu conselho deliberativo têm analisado. Ele confirmou que há o projeto de uma arena para a Portuguesa, bancada pelo grupo Mendes, com capacidade para até 11 mil pessoas, e o da arena Santos, para 28 mil pessoas.

Admitiu que alguns conselheiros, mais tradicionais, que definiu como “bairristas”, não querem essa parceria com um rival antigo, mas revelou que o grande obstáculo é uma área que pertence à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), sem a qual é impossível pensar em erguer qualquer uma das arenas.

“Estávamos iniciando as negociações para a compra da área, mas com a mudança do presidente da República e dos ministros, vamos ver como fica”, disse o presidente.

A área, a ser adquirida pelo Grupo Mendes, ou pelo parceiro misterioso apresentado pelo Santos, custaria, no mínimo, 50 milhões de reais. No caso da parceria com o Santos, o presidente da Portuguesa disse que o clube da Vila Belmiro “só entraria com o nome” e que “está esperando que o Santos também ofereça alguma coisa”.

Pelo que entendi, a Portuguesa não está tão preocupada em ter um estádio moderno, já que o velho Ulrico Mursa comporta bem os torcedores do time, que alcançam 6.500 em jogos importantes, mas proporcionam a média de apenas 1.000 pessoas por jogo. A participação em uma arena para shows, que será a única na região, provavelmente dará bons rendimentos ao clube e permitirá planos mais ousados para a Briosa.

Apenas por suposição, perguntei-lhe se o seu time tivesse muito mais torcedores na capital paulista do que em Santos e se pudesse jogar em São Paulo para um público bem superior aos mil pagantes que frequentam o Ulrico Mursa, – o que talvez venha a acontecer se a Portuguesa de Desportos fechar suas portas e parte de seus aficionados escolher a Briosa para torcer –; onde ele decidiria erguer um novo estádio para a Portuguesa?

“Faria o estádio em São Paulo, não resta dúvida alguma”, foi a resposta.

Percebi, naquele frase simples e direta, que estava falando com um homem inteligente, um profissional, um empresário, que coloca os interesses de seu clube acima das paixões “bairristas”. Somente um presidente assim poderá fazer da Briosa, um dia, um dos grandes do futebol.

Como é vizinho do prefeito de São Paulo, em um condomínio fechado de uma cidade do interior paulista, Lupércio Conde já tem conversado com João Dória sobre a possibilidade de uns jogos da Briosa no Pacaembu. Em princípio, em jogos-treino, depois, quem sabe, em partidas oficiais da Série C.

Assim, não me surpreenderei se daqui a alguns anos o grande representante da colônia portuguesa em São Paulo seja a Portuguesa… Santista. Ao menos o seu presidente pensa grande, o que é o início de tudo.

Programa dirigido

Alguns comentaristas deste blog chamam a TV Bandeirantes de Bandeirinthians, devido, principalmente, ao programa ancorado pelo ex-jogador Neto. Hoje, depois do almoço, antes de voltar ao trabalho, resolvi assistir um pouco, coisa que, felizmente, não fazia há meses. O tema era se o time preferido do Neto se classificaria ou não para a pré-Libertadores. Falaram e fizeram contas por 25 minutos, com imagens ao fundo de gols do referido time. Insisti mais um pouco para ver se citavam a disputa do título brasileiro. Em vez disso, Neto chamou um rapaz inteiramente tatuado com símbolos do alvinegro de Itaquera. Fiquei me perguntando como permitimos que o jornalismo chegasse a esse nível…

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