Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Month: janeiro 2017 (page 1 of 3)

Uma lenda chamada Santos

Outro dia o novo presidente da Fifa, um tal de Gianni Infantino, soltou um documento dizendo que a Fifa só considera campeões mundiais oficiais os clubes que ganharam a competição organizada por ela a partir de 2000 (?). O homem perdeu uma grande oportunidade de prestar um importante serviço à história do futebol, pois com sua nota ele apenas admite que na época mais competitiva desse esporte, em que grandes esquadrões se espalhavam pela Europa e América do Sul, por incompetência ou falta de estrutura a Fifa não conseguiu produzir uma competição mundial entre os clubes, deixando esse encargo para a Uefa e Conmebol.

Seria bem mais digno a Fifa soltar uma nota tipo: “Como se sabe, não organizamos as disputas mundiais de clubes desde 1960, só o fazendo a partir de 40 anos depois. Entretanto, validamos as competições anteriores por julgarmos que elas atenderam ao objetivo de definir o melhor clube de cada ano.” Pronto, a federação, humildemente, reconheceria que não inventou o futebol e que se valeu dos esforços das entidades europeia e sul-americana para manter o interesse pelo esporte que ela tem a obrigação de cuidar.

Amigos me pediram para fazer um dossiê para oficializar os títulos mundiais desde 1960. Há vários motivos para isso. Um deles é que África, Ásia e Oceania nem tinham uma competição oficial para definir seu representante. Portanto, o duelo pelo título mundial teria de ser, mesmo, entre o campeão da Europa e o da América do Sul, como ocorreu.

Ocorre que a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa foram criados pela mesma entidade que em 1971 criou também o Campeonato Nacional. No caso, revelou-se decisivo o testemunho de João Havelange, presidente da CBD e depois da CBF, o homem que lançou todas essas competições com o claro intuito de definir o campeão brasileiro. Mas com a Fifa é diferente. Ela pode alegar, como alega, que só pode oficializar as competições que realizou.

Já teve presidente da Fifa que considerou válidas todas as disputas mundiais de clubes, outros que ficaram em cima do muro e agora temos mais esse que, sem apresentar nenhum estudo ou justificativa, diz uma bobagem dessas. Qual a culpa que o futebol tem se uma entidade fundada em 1904, 56 anos depois ainda não conseguia organizar uma simples melhor de três entre o campeão europeu e o sul-americano, a ponto de abrir mão desse encargo para as bravas Uefa e Conmebol, que se incumbiram da tarefa com um sucesso absoluto? Agora, a história do futebol deve ser punida pela incompetência da entidade que deveria preservá-la?

Não creio que deva ser assim, mas admito que tudo é uma questão de caráter das pessoas que dirigem a Fifa. Burocraticamente podem, mesmo, reconhecer como oficiais apenas as competições que organizaram, legislando em benefício próprio e validando até um torneio mambembe, como o de 2000, no qual faltou o campeão sul-americano e ficou mais quatro anos sem ser realizado novamente. Sim, se quiser a Fifa pode fazer isso. Como eu disse, é uma questão de caráter.

Agora, como todos poderão ver no documentário acima, produzido pela tevê italiana, há um time que pairou acima de currículos e burocracias, até se tornar uma lenda. Assista e não se emocione se for capaz. Será difícil, pois o próprio locutor diz que “Santos era la squadra più emozionanti del pianeta”. Isso não é apenas deixar um nome na lista dos campeões da história, mas construir essa história de um jeito único. E eterno.

Agora ouçam um santista inteligente, corajoso e irreverente:

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Marcas no Pacaembu

bandeirao 28-01-2017 Vista do bandeirão desde a arquibancada verde do Pacaembu

Mais um filme sensacional do Rachid:

Comentário de Gustavo Roman, imparcial e excelente:

Com a goleada de 5 a 1 sobre o Kenitra, do Marrocos, o Santos estabeleceu uma marca no Pacaembu que dificilmente será superada, pois alcançou a 16ª vitória consecutiva no estádio municipal de São Paulo. Nessa sequência, teve adversários difíceis, pois derrotou duas vezes o São Paulo (3 a 0 e 1 a 0) e uma o Palmeiras (3 a 1). A série se inicia com a vitória sobre o Ituano por 1 a 0, na final do Campeonato Paulista de 2014.

Confira as 16 vitórias consecutivas do Santos no Pacaembu

Santos 1 x 0 Ituano – 13/4/2014
Santos 3 x 1 Vitória – 6/9/2014
Santos 2 x 0 Goiás – 28/9/2014
Palmeiras 1 x 3 Santos – 19/10/2014
Santos 5 x 0 Botafogo – 16/10/2014
Portuguesa 1 x 3 Santos – 22/02/2015
Santos 4 x 2 Linense – 1/3/2015
Santos 1 x 0 Audax – 21/3/2015
Santos 3 x 2 Figueirense – 1/10/2015
Santos 4 x 1 Mogi Mirim – 25/2/2016
Santos 1 x 0 Água Santa – 12/3/2016
Santos 3 x 0 Botafogo – 5/6/2016
Santos 3 x 0 São Paulo – 26/6/2016
Santos 3 x 2 Santa Cruz – 18/09/2016
São Paulo 0 x 1 Santos – 13/10/2016
Santos 5 x 1 Kenitra – 28/01/2017

Não foi a primeira marca importante do Santos no Pacaembu. Lembro algumas delas:

Maior público na história do Pacaembu

Com 68.327 pagantes, Palmeiras 1 x 1 Santos, com grande maioria de santistas, em 11 de dezembro de 1977, é o recorde de público do Pacaembu. A revista Placar provou que os números foram superfaturados no jogo São Paulo 3 x 3 Palmeiras, em 24 de maio de 1942. Na verdade, naquela partida o borderô somava apenas 63.281 pessoas.

Maior artilheiro do Pacaembu

Pelé, com 115 gols em 116 jogos, é o jogador que fez mais gols no estádio santista da capital.

O grande jogo da história do estádio

Com viradas espetaculares e 13 gols, o clássico Santos 7 x 6 Palmeiras, pelo Torneio Rio-São Paulo de 1958, jogado em 6 de março daquele ano, é apontado como o grande jogo do estádio e um dos grandes jogos da história do futebol mundial.

A virada mais importante dos Brasileiros

Após perder no Rio por 4 a 1, o Santos precisava vencer o Fluminense por três gols de diferença, na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1995, em 10 de dezembro daquele ano. A meta foi alcançada com uma vitória por 5 a 2, na virada mais importante e empolgante entre grandes times brasileiros.

Primeiro título brasileiro da Libertadores

A primeira vez que um time brasileiro comemorou um título da Copa Libertadores no Pacaembu ocorreu em 22 de junho de 2011, quando o Santos bateu o Peñarol, do Uruguai, por 2 a 1.

15 títulos comemorados no estádio

Sem contar as decisões em que fez o primeiro jogo no Pacaembu e garantiu o título no campo do adversário, como nas finais dos Campeonatos Brasileiros de 1962, 63, 64 e 65, o Santos comemorou 15 conquistas na sua casa paulistana. São elas:

1. Taça das Taças 1948 – Santos 2 x 1 Corinthians – Jogo único
2. Taça Cidade de São Paulo de 1949 – Santos 2 x 0 São Paulo – Final
3. Torneio Início 1952 – 04 partidas
4. Paulista 1956 – Santos 4 x 2 São Paulo – Jogo Desempate
5. Torneio Internacional da FPF 1956 – Santos 5 x 2 Newll’s Old Boys – Final
6. Rio-São Paulo de 1959 – Santos 3 x 0 Vasco – Pontos Corridos
7. Paulista de 1962 – Santos 5 x 2 São Paulo – Pontos Corridos
8. Rio-São Paulo de 1966 – Santos 0 x 0 Corinthians – Pontos Corridos
9. Paulista de 1967 – Santos 2 x 1 São Paulo – Jogo Desempate
10. Torneio Laudo Natel de 1975 – Santos 2 x 2 Palmeiras – Final
11. Paulista de 2010 – Santos 2 x 3 Santo André – Final
12. Taça Libertadores de 2011 – Santos 2 x 1 Peñarol – Final
13. Recopa Sul-Americana de 2012 – Santos 2 x 0 Universidad de Chile – Final
14. Copa São Paulo de Futebol Júnior/2013 – Santos 3 x 1 Goiás – Final
15. Copa São Paulo de Futebol Júnior/2014 – Santos 2 x 1 Corinthians – Final

Goleada no Kenitra

Com direito a gol de bicicleta do estreante Vladimir Hernández, o Santos não teve dificuldade para golear o Kenitra, de Marrocos, por 5 a 1, no sábado, em jogo de apresentação de alguns dos novos contratados do time e também de se conhecer o novo uniforme produzido pela parceria com a Kappa.

O primeiro tempo terminou com a vantagem santista por 2 a 0, gols de Rodrigão e Vitor Bueno. No segundo tempo, Vitor Bueno, Vladimir Hernández e Thiago Ribeiro completaram o marcador. Hamza, de cabeça, marcou o único gol dos marroquinhos quando o Santos vencia por 3 a 0. O rapaz comemorou tanto que foi aplaudido pela torcida santista. Um pouco mais de 15.300 pessoas compareceram à partida.

Quem tem mais contato com essa diretoria dizia, ainda no Pacaembu, que o Santos voltará a jogar no estádio dia 18 de fevereiro, um sábado, às 19h30, contra a Ferroviária, pelo Campeonato Paulista. Como se sabe, é o tipo de jogo que na Vila Belmiro atrairia, no máximo cinco mil pessoas.

Maior bandeira do mundo

No intervalo o Santos estendeu no gramado a maior bandeira já confeccionada de um time de futebol. O bandeirão mede 105 x 68 metros e tomou todo o gramado do Pacaembu.

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O futuro leva ao Pacaembu

Apresentação de quatro jogadores contratados, estreia do novo uniforme, exposição da maior bandeira do mundo e a grande possibilidade de estabelecer um invejável recorde de 16 vitórias consecutivas no Pacaembu: todas essas atrações esperam o torcedor santista que for ao estádio paulistano neste sábado assistir a Santos e Kenitra, de Marrocos, a partir das 18h30.

Será uma ótima oportunidade de apreciar, em seu primeiro jogo oficial, os atacantes Kayke e Vladimir Hernández, o lateral-direito Matheus Ribeiro e o volante Leandro Donizete. Outro contratado, o zagueiro Cleber, está machucado, e Bruno Henrique, o mais recentemente contratado, viajará para a Alemanha a fim de resolver problemas pessoais. Ele deve ser apresentado na segunda-feira.

Quem quiser comprar a nova camisa poderá fazê-lo em uma loja móvel instalada em um caminhão, resultado de uma parceria entre a Santos Store e a Truckvan.

Tratar um jogo de futebol como um evento é um dos planos do gerente de marketing Eduardo Rezende para este ano. Tomara que ele consiga.

A voz do torcedor

Já cansei de dizer que o torcedor do Santos, muitas vezes, tem uma visão ainda mais aguçada até do que muitos jornalistas que falam do Santos. É o caso de Sérgio Castro Junior, que acaba de me enviar um e-mail que dispensa apresentações. Ele diz tudo sobre essa desculpa usada pela atual direção do clube para impedir o Santos de jogar mais vezes no Pacaembu.

Bom dia caro Odir!

Ontem à noite fiquei por horas debatendo com amigos do blog Santos Total a importância, inclusive por você ressaltada, do Santos FC jogar no Pacaembu.

Muito dos amigos, assim como Modesto e seus pares, justificam o veto da Policia Militar como fator principal da ausência de jogos na Capital.

Meu caro, gostaria muito que fizesse as seguintes perguntas para aqueles que defendem essa tese furada:

– Há quatro anos e por muito tempo, a Capital também abrigava a Portuguesa, e não me recordo da PM vetar jogos do time do Canindé. E que não venham com a desculpa de que a Lusa tem uma torcida pequena, pois mesmo com a média de três mil por jogo requer ação do efetivo da PM.

– No Rio de Janeiro, cidade com problemas de violência mais acentuados do que a Capital paulista, se abriga quatro grandes torcidas. Quando dois grandes jogam no Rio na mesma rodada, um joga no sábado, outro no domingo, e outros dois jogam fora do Rio. Sempre foi assim, sendo de quarta e quinta também.

– Recordo o período em que o Santos ficou um ano ou mais longe da falida Vila Belmiro. Nos anos de 1996 e 1997 mandou seus jogos no estádio do Ibirapuera, na Capital, e sempre com ótimos públicos. E nesses anos a Portuguesa também jogava na Capital e tinha um belo time e disputava títulos.

– Ano passado, tivemos o Flamengo mandando jogos no Pacaembu, um inclusive no mesmo dia do jogo do Santos e Santa Cruz, e com grandes públicos, sendo Flamengo um grande rival dos clubes de São Paulo.
Portanto, caro Odir, penso que a tese de veto da PM é pregada por Modesto e seus pares para manterem distância do Pacaembu.

Sinceramente isso nunca me convenceu e se um representante da PM me dissesse que veta o Santos na Capital, eu lembraria os quatro tópicos acima e ainda citaria o exemplo de Buenos Aires, que abriga seis grandes torcidas (Boca, River, San Lorenzo, Velez e pertinho dali, em Avellaneda, Racing e Independiente), todas dentro de um raio de 30 quilômetros.

Gostaria muito que respondesse sobre isso, caro Odir, e que fizesse esses mesmos questionamentos no conselho e na imprensa.

Saudações alvinegras!

Sérgio Castro Junior


E você, o que acha disso?

Clique sobre estas duas linhas para ver como a coisa funciona no primeiro mundo do futebol, no texto do mestre Amir Somoggi.

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Novo estádio em Santos?

O presidente Modesto Roma continua insistindo na ideia de o Santos ter um novo estádio em sua cidade. Como o projeto da arena no terreno do Portuários foi barrado, unanimemente, pelos conselheiros da Portuguesa Santista, Roma agora quer fazer uma parceria com o Jabaquara para erguer o estádio santista onde fica o tradicional Caneleira, do Jabuca.

Toda ideia empresarial, em princípio, é válida, e pode ser concretizada desde que estudos prévios e um bom planejamento comprovem que ela tem possibilidades reais de sucesso. Do contrário, o empreendimento terá grande possibilidade de se transformar em uma fonte de grande prejuízo. No caso de um novo estádio de futebol na cidade de Santos, nada indica que o mercado local comporte mais um, ou que atenda aos interesses do Santos.

A primeira informação que se tem hoje, de concreto, é a frequência da Vila Belmiro, que em 2016 não chegou a 10 mil pessoas por partida. Em 34 jogos com seu mando de campo o Santos alcançou a média de 10.469 pagantes, mas nesse total estão incluídos os jogos no Pacaembu, que atraem um público bem maior do que no Urbano Caldeira.

Porém, como a Vila Belmiro reduziu sua capacidade, pesquisei o ano de 1962, considerado o melhor em toda a história do clube, pois nele o Santos ganhou todos os títulos oficiais que disputou. Nele o time jogou uma final de Copa Libertadores no Urbano Caldeira, além de jogos importantes do Campeonato Paulista, que lhe deram o tricampeonato estadual.

Em 1962, ano do seu cinquentenário, o Alvinegro Praiano realizou 26 jogos no Urbano Caldeira, entre oficiais e amistosos. Seu recorde de público ocorreu no dia 2 de agosto, pela final da Libertadores, em que perdeu para o Peñarol por 3 a 2. Naquele dia, 23 mil pessoas se apertaram para testemunhar o título sul-americano, que viria com um empate, mas não veio e só foi conseguido na terceira partida, em Buenos Aires, quando o Santos venceu por 3 a 0.

Pois bem. Naquele ano mágico de 1962, em que era considerado o melhor time do mundo e tinha o lendário ataque Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, o Santos teve a média de público, em jogos na Vila Belmiro, de 11.923 pessoas. Uma curiosidade: no primeiro jogo no estádio, após a conquista do título mundial, com todas as feras em campo, o público foi de 7.600 pessoas.

A conclusão que se chega, ao estudar a média histórica de público dos jogos do Santos em Santos, é que esperar uma média superior a 18 mil pessoas, como seria o necessário para se pagar, em décadas, a arena no Portuários, seria uma grande temeridade, quase um loucura. E ainda haverá o agravante do preço médio dos ingressos.

Infelizmente o País passa por um crise de empregos e salários, e a Baixada Santista não é exceção. Ao contrário. O cancelamento das operações do pré-sal frustrou a economia da região. No final de 2016 a a crise econômica atingiu em cheio o Porto de Santos, que demitiu 10 por cento, ou 1.500 dos seus 15 mil empregados. Outra empresa que gera muitos empregos na cidade, a Cosipa, também está em má situação. O sucesso de um estádio na cidade teria de se basear em uma grande frequência dos santistas de fora da Santos, mormente de São Paulo. Porém, os custos da viagem, somados aos dos ingressos, mais caros do que o normal, não permitem boas perspectivas.

Sem os mais elementares estudos prévios, o negócio seria fechado unicamente pelo feeling e pela vontade do presidente Modesto Roma, que, entretanto, não tem se mostrado um empresário bem sucedido em suas ações individuais.

Como já foi dito inúmeras vezes, a solução do problema “média de público” do Santos passa, obrigatoriamente, por mais jogos no Pacaembu – alternativa que tem sido descartada pelo presidente Roma simplesmente por motivos políticos, pois sabe que os santistas da capital nutrem grande rejeição pelo seu nome. Parece que ao menos nesse ano eleitoral de 2017 esse quadro mudará. Porém, ao anunciar um novo estádio, agora no terreno onde fica o Caneleira, do Jabaquara, Roma mostra que não desistiu de sua onerosa fantasia.

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Quanto menor, melhor


Agora Modesto Roma fala em erguer a areninha no Estádio do Jabaquara.

A cada vez que Modesto Roma visita o Conselho Deliberativo, os conselheiros saem com a impressão de estarem sendo enrolados. Na quinta-feira à noite, misturando esquecimentos importantes com discursos batidos, ele deixou claro que não fará nenhum acordo com a Prefeitura de São Paulo para o uso do Pacaembu, reafirmou seu desejo de construir uma areninha em Santos – nem que tenha de fazer uma parceria com o Jabaquara –, justificou o aumento do quadro de funcionários e de sua elevada despesa, tentou explicar, ainda, sua parceria com o empresário Taveira, assim como a fabricação do próprio uniforme, anunciou que hoje iria para Brasília assinar um patrocínio com a Caixa, confirmou que é candidato à reeleição e disse que pretende terminar o ano como campeão mundial.

Digo esquecimentos importantes porque ele não se lembrou da comissão paga a Taveira pela venda de Geuvânio. Falou em sete, depois cinco por cento, e por fim, como faz sempre que esquece os números corretos, convidou quem quisesse para, em outro dia qualquer, ir à sua sala para ver os documentos.

Sempre muito despreparado, Roma dá a impressão de que vai ao Conselho confiante na sua morosa oratória e no fato de ter maioria de conselheiros ao seu lado. Assim, por mais direta e incisiva que seja a pergunta, ele sabe que poderá tergiversar à vontade e no final sempre será aplaudido pelos seus fieis correligionários.

O caso das contas de 2015 reprovadas é tratada pelo presidente do Conselho, o senhor Fernando Bonavides, como sub judice, o que significa o mesmo que seguir em frente, sem nenhuma consequência imediata. Conselheiros advogados têm alertado que não é assim, que o caso deve voltar para a decisão do órgão, mas Bonavides faz ouvidos de mercador.

O acordo do Santos com a Kappa para o clube produzir o seu próprio material esportivo, que, conforme o prometido, deveria gerar produtos bem mais baratos e uma grande lucratividade para o clube, tem sido um enorme fracasso em todos os sentidos, mas o presidente disse que continuará do mesmo modo em 2017.

Sobre o Pacaembu, disse que o Santos só alugará o estádio, e de vez em quando, mas não tem interesse de fazer uma parceria com a prefeitura de São Paulo. Prometeu alguns jogos na capital, “se a PM deixar”, mas não falou mais em 15 partidas neste ano, como se chegou a anunciar.

Um representante da comissão formada para estudar o caso da areninha no terreno do Portuários disse que ainda não sabia nem o nome do pretenso investidor e não tinha elementos sequer para analisar a viabilidade do negócio. Mesmo diante da recusa, por unanimidade, dos conselheiros da Portuguesa Santista, Roma alegou que o clube vizinho ainda está indeciso e que ainda pode fechar o negócio (na verdade, só o presidente da Portuguesa Santista parece indeciso, pois todos os 41 conselheiros da Briosa são radicalmente contrários a essa parceira com o Santos).

Obviamente não se falou em planos de aumentar o número de associados, nem de melhorar as arrecadações, pois isso, inevitavelmente, incluiria jogar mais em São Paulo, o que atrairia mais sócios de fora da cidade e colocaria em risco o plano de poder em curso. Assim, a marca Santos, tão forte e universal, é amputada para caber no tamanho dos medíocres anseios regionais do atual presidente e sua trupe.

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