Estádio cheio = + sócios + visibilidade + patrocínio + verba de tevê +...

Falamos sobre isso no encontro de terça-feira no Bar Murymarelo. Creio que concordamos que um círculo virtuoso começa para um clube de futebol quando ele consegue aumentar substancialmente sua média de público e a quantidade de seus associados. Leiam a notícia que recebi hoje, enviada pelo Lance Expresso:

A força de sua torcida gerou ao Palmeiras, em 2016, mais receitas do que os badalados patrocínios da Crefisa e da Faculdade das Américas. É o que mostrou o balanço divulgado ontem. Somando bilheteria e a arrecadação do programa Avanti, de sócio-torcedor, o Verdão faturou R$ 103,8 milhões, contra R$ 90,6 milhões dos contratos com patrocinadores. Os direitos de TV ainda são a maior receita do clube, com R$ 128,2 milhões. A arrecadação total do Verdão chegou a R$ 468 milhões com um superávit de R$ 89,6 milhões nas contas do clube.

Pois é. Essa gestão do Santos está escondendo a torcida do time e nada fez de concreto para elevar o número de associados do clube – já que o interesse das pessoas que a compõem é apenas político, visa a sua perpetuação no poder e jamais o crescimento real do clube. Pense nisso.

Bom empate. Exibição horrível
Para a classificação foi bom empatar com o Santa Fé em Bogotá e terminar o primeiro turno do grupo da Copa Libertadores em primeiro lugar, pois no segundo fará dois jogos em casa – o primeiro deles contra o próprio Santa Fé, no Pacaembu. Os zagueiros, principalmente Lucas Veríssimo, se sairam bem, perfeitos nas bolas altas. Renato e Thiago Maia se destacaram. Victor Ferraz marcou melhor. Lucas Lima sofreu muitas faltas e passou a maior parte do tempo reclamando. Ricardo Oliveira foi um peso morto, mais uma vez, e ao ser substituído cometeu ato de indisciplina ao chutar um copo d’água e molhar quem estava no banco de reservas. Esse realmente precisa falar menos e jogar mais futebol, a profissão com a qual sustenta a sua família. Jean Mota foi expulso por não perceber que Libertadores não é Campeonato Paulista. Tecnicamente o jogo foi horrível, sem que o Santos criasse uma única chance real de gol. Nem dá para colocar um vídeo com os melhores lances da partida.

É preciso ter fé

Escrevo este artigo poucos minutos antes de o Santos entrar em campo para enfrentar o Santa Fé, na Colômbia. Nem preciso dizer que do nosso time esperamos garra do começo ao fim, esperamos honra à nossa camisa, coragem, ousadia e uma vitória, pois somos melhores que o time colombiano. Se algum santista fizer corpo mole, pode crer que será cobrado, e muito. Não queremos torcer para santos, mas para homens, com suas fraquezas e forças humanas, mas destemidos. Não é preciso ser santo para ser guerreiro. Lutem e não nos venham com desculpas caso fracassem. Não queremos ouvir mais desculpas. Queremos ouvir histórias de vitórias e heroísmos.

Mas escrevo, principalmente, para agradecer a todos que foram ao encontro no Bar Murymarelo, na noite de terça-feira, que, além de se expressarem livremente e darem suas ideias para um Santos Maior, provaram que o clube tem, sim, uma forte e organizada oposição, e ela não assistirá passivamente à tentativa de uma minoria incompetente e temerária de se perpetuar no poder usando o dinheiro do clube para comprar consciências e continuar a se servir do clube, ao invés de servi-lo.

Agradeço, particularmente, a Francisco Hidalgo, santista de Santos, que compareceu ao Murymarelo com seus familiares Tamara, Cipriano, Murilo e Matheus. Mesmo proprietários de cadeiras cativas na Vila Belmiro, os Hidalgo apoiam mais jogos em São Paulo e apoiam a minha candidatura. Não tenho palavras para agradecê-los pela confiança.

Agradeço também aos amigos e conselheiros influentes Marcello Pagliuso, Clóvis Cimino, Rachid Bourdokan (tão conhecido pelos santistas pelos filmes que faz em defesa da torcida alvinegra), Nelson Jafet, Alex Bessa, Luiz Louzada, Oscar Leite, Carlos Eduardo Cunha e Rafael Fidelis.

Envio um agradecimento especial aos amigos Norberto de Jesus Marques e Daniel da Graça Griggio, representantes do mais importante e independente fórum de torcedores do Santos, o Santos Total, independente e ético.
Não posso esquecer do amigo Adalberto Matiusso de Camargo e seus filhos Gustavo e Leonardo. Muito menos da amiga de infância Suely del Costo Lopes, que verei em breve no lançamento do livro “Lições de Jornalismo”, em Cidade Dutra.

Mais agradecimentos ao sempre brilhante santista Nivaldo Saraiva, que nos brindou com um brilhante discurso. Ao amigo Edwin Perez, sempre com ótimas ideias. Um fortíssimo abraço a Paulo Cabral, que compareceu e ainda trouxe sua esposa, Vera, e sua cunhada, Lúcia.

Um agradecimento especial aos amigos deste blog, o ponderado Ian Rocha, o afável Adauto Gudin e meu irmão Marcos Magno. Um agradecimento super especial à minha mulher, Suzana Silva Gonzaga Cunha.

Abraços fortes a Ana Maria de Souza Nascimento, Mario Francisco Moreira Gonçalves Dias, Leonardo Maklouf, Gean Marcelo, Antonio Carlos Nascimento, Daniel Caldeira Brant, Guilherme Kastner, João Batista do Nascimento, Marcos Maldonado, Silmar Batista, André Ferreira, Rodrigo Neves, Tawan Victor de Oliveira, José Francisco e Victor Augusto Ferreira.

O mais importante é que todos vieram para dar e discutir ideias, não para receberem brindes ou terem a despesa paga. Vieram porque estão fartos de ver essa presidência empurrar o clube para o apequenamento. Foram discutidas ideias para transformar Santos na Cidade do Futebol, para se incrementar o turismo de Santos voltado ao futebol, para se construir um CT amplo e moderno para a base e a possibilidade de se dividir os jogos com o Pacaembu. Nem precisei proibir as palavras “provincianos” e “forasteiros”, pois ninguém as usou. Todos estão compreendendo que o momento é de união dos santistas, pois nessa junção de forças está o nosso futuro.

Nova reunião será marcada para São Paulo, a fim de consolidar os pontos de um plano estratégico, e depois nos reuniremos em Santos. Contamos, desde já, com o comparecimento dos santistas livres de preconceitos, que pensem um Santos de todos, sem fronteiras.

As ideias sugeridas na reunião estão sendo catalogadas e serão divulgadas nos próximos posts. Peço desculpas por não ter postado sobre o encontro apenas hoje. Estou trabalhando em ritmo acelerado para a próxima exposição no Museu Pelé, um museu que honra o maior jogador de todos os tempos, de todos os santistas, e o grande catalisador na cidade de Santos.

E você, o que pensa disso?

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