Copete, um nome de três sílabas, marcou os três gols no São Paulo, também com três sílabas, que deu três pontos ao Santos e manteve o time razoavelmente bem nas três competições que disputa. Isso no dia 9, que é o múltiplo de três. No sábado, as Sereias da Vila venceram o Iranduba, de Manaus, também por 3 a 2, e garantiram presença na final do Campeonato Brasileiro. Os mais crédulos devem estar fazendo o sinal do Pai, do Filho e do Espírito Santo e se apegando à Santíssima Trindade para que a boa fase continue. Eu, confesso, não sou tão religioso nem supersticioso.

Acredito no planejamento, no trabalho, e noto que a tabela de classificação do campeonato tem refletido isso. Vejo um líder mediano se distanciar dos demais pela disciplina tática e física. Enquanto isso, nosso Santos segue meio desordenado. O herói no clássico cismou de tirar as duas camisetas e por isso ficará fora do próximo jogo, contra o Atlético Mineiro. A vedete Lucas Lima também levou um cartão bobo e ganhou uma folga não merecida. Levir Culpi está percebendo onde veio amarrar o seu burro.

Parece que o jogador escolhe onde quer e onde não quer atuar. Gostam de jogar em casa, torcem o nariz para as viagens. Nas arquibancadas da Vila, apenas 10.300 pessoas, menos da metade do que veríamos no Pacaembu. Levir percebeu e pediu mais apoio aos torcedores. Mas ele deveria saber que esse apoio nunca virá na dimensão que poderia ser e que o Santos merece. Desde que foi inaugurada, a média de público da Vila não chega a oito mil pessoas. No clube atual, o marketing e o planejamento perdem para a superstição e a política. Para voltar a ser o time de massa que já foi, o Santos terá de jogar mais em São Paulo, mas isso atrapalha os planos de quem quer morrer grudado nos testítulos da grande baleia macho.

Mas fazer críticas depois de uma vitória não é aconselhável, eu sei. Dirão que sou pessimista. Pois prefiro apontar as falhas agora do que após uma derrota para o Atlético Mineiro, resultado bem provável já que Lucas Lima e Copete decidiram tomar cartões amarelos e ficar fora do jogo. A extrema tolerância do técnico anterior gerou um time que joga e se esforça de acordo com as circunstâncias, essa é a verdade.

Reconheço que há jogos perdíveis, em que a derrota é normnal, como ocorreu contra o líder e o Fluminense, ambos fora de casa. Mas ser derrotado na Vila por Cruzeiro e Sport, empatar no Pacaembu com a Ponte Preta e em Goiânia com o Atlético local roubaram 10 pontos do Santos que hoje o colocariam a uma rodada da primeira posição. Esses altos e baixos, essas desconcentrações, são um problema a ser resolvido pelo perspicaz Levir.

Como já disse em outras oportunidades, continuo acreditando que os times brasileiros estão nivelados por baixo, sem craques ou mesmo jogadores de categoria. Será campeão o conjunto mais aplicado e determinado, que conquistar a confiança e o apoio de seu torcedor. Por isso Levir pediu estádio cheio nos próximos jogos em casa e conversará com Copete e Lucas Lima. O Santos precisa deles no maior número de jogos possíveis.

Superstições e crendices fazem parte do mundo do futebol, eu sei, mas só conseguem vencer batalhas, jamais as grandes guerras. Se “estádios-alçapões” decidissem títulos, por exemplo, o Rosário Central seria um dos maiores do mundo e não teria perdido o troféu da Conmebol para o Santos em 1998. Levir já percebeu que está lidando com uma espécie de seita, que prefere perder dinheiro a ver o Santos crescer e ser mais amado e incentivado por um público muito maior. Dono de um modo lógico de pensar, ele deve estar confuso. Por que jogamos para 10 mil pessoas na Vila se podíamos jogar para 30 mil no Pacaembu? Bem, só espero que ele tenha paciência. Amém.

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