Logo mais, a partir das 19 horas desta sexta-feira, estarei na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista (aquele do lado da Avenida Paulista), para prestigiar o lançamento do livro 20 jogos eternos do Santos, dos jornalistas Bruno Freitas e Renan Prates. Convido os amigos para o evento!


Ser ou não ser candidato

Muitos que me apoiam para presidente do Santos têm cobrado informações sobre o processo eleitoral e pedido uma posição sobre a eleição marcada para o início de dezembro. Com a franqueza de sempre venho dizer que, com exceção de Modesto Roma e seu grupo, que considero nocivos para o equilíbrio e o crescimento do clube, tenho feito contato com líderes da comunidade e prováveis candidatos à presidência do Santos. Sinto que todos partilham das ideias essenciais de crescimento e universalidade do clube.

Nada tenho de pessoal contra o atual presidente e seus assessores, mas como gestores têm sido os piores possíveis, e os números comprovam isso. Em quantidade de sócios, o Santos, que já foi o primeiro do Brasil, está em décimo terceiro; em média de público, beira a décima posição, e isso graças aos poucos jogos no Pacaembu, pois do contrário, se apenas mandasse jogos na Vila Belmiro, como prefere a gestão atual, figuraria entre os últimos. Em venda de material esportivo, vai muito mal; em visibilidade na tevê, pior ainda… Só aumentam mesmo o cabide de empregos e as dívidas, que só crescem desde que Roma assumiu o cargo.

É evidente que lançar a pedra fundamental de uma arena cara e pequena em Santos faria muito bem apenas aos envolvidos no negócio, pois seria o fim do clube, obrigado a uma dívida enorme por décadas a fio. Só essa possibilidade tira o sono de muitos de nós… Enfim, creio que, como eu, a maioria dos santistas conta os dias para o fim dessa gestão extrativista, que só tira do clube e quase nada oferece em troca.

Para se transformar naquilo que a maioria dos torcedores quer, o Santos precisa romper seus limites geográficos e voltar a trilhar o seu destino universal, além, é claro, de se tornar um clube regido pela transparência, competência e ousadia, atributos que hoje passam longe das pessoas que o dirigem.

Enfim, para o bem do Santos, a oposição precisa vencer a eleição de dezembro. Porém, há um detalhe que pode impedir isso: o excessivo número de opositores concorrentes à presidência. Analisei com calma tudo o que já me disseram sobre a eleição e concordo que o lançamento de muitas chapas, como ocorreu em 2014, jogará novamente o poder no colo de Modesto Roma, decretando mais três anos tenebrosos para o clube que amamos.

Pelo bem coletivo

Tenho contatado os grupos de opositores para discutir propostas e tentar uma união de todos. No entanto, creio que, no mínimo, deles sairão dois grupos distintos a concorrer pela presidência: um que tem como líderes José Renato Quaresma, Andrés Rueda e Walter Schalka, e outro que já conta com Orlando Rollo e José Carlos Peres. A possibilidade de que se unam em um apoio a mim parece impossível, assim como é improvável que se harmonizem entre si.

Creio que eu tenha simpatizantes suficientes para lançar a chapa do “Movimento por um Santos Melhor”. Até patrocinadores, um da capital, um de Santos e um de outra cidade já se ofereceram para me apoiar nessa empreitada. A presidência me daria a oportunidade de fazer tudo aquilo, ou quase tudo, que discutimos aqui. Entretanto, sei que ao colocar minha vaidade de presidir o Santos acima dos interesses do clube, poderei apenas contribuir para que as correntes progressistas sejam derrotadas mais uma vez pela inércia e pelo obscurantismo. Com três chapas de oposição, fatalmente a situação venceria novamente.

Assim, após conversar com meus mais próximos incentivadores, decidi abrir mão de minha candidatura e apoiar um dos dois grupos de oposição que se lançarão ao pleito de dezembro. Em conversas preliminares comigo, ambos se comprometeram a implementar os cinco pontos que considero essenciais de tudo o que já discutimos aqui, das propostas que recebi por e-mail e do que falamos no encontro no Bar Murymarello:

1 – Mando de jogos no mínimo meio a meio entre Vila e Pacaembu; 2 – Campanha permanente de sócios, usando telemarketing e um programa de recompensas para se atingir 100 mil associados em três anos; 3 – Construção de um novo CT da base em Santos, com no mínimo 80% do passe dos garotos para o clube; 4 – Programa de endomarketing no clube e de ensino da história do Santos para alunos da rede pública da Baixada Santista; 5 – Estudos e discussões com a finalidade de implantar o voto à distância.

Há muitas outras ideias nossas aprovadas quase por unanimidade pelos grupos de oposição, como aquelas que envolvem a transparência; a maior participação da marca Santos no exterior; a parceria com a Secretaria de Turismo de Santos para se criar um roteiro turístico baseado no time e em Pelé; a reforma da Vila Belmiro para tornar o estádio maior e com mais lugares populares; a instituição de uma equipe de olheiros pelo Brasil, e outras.

Creio que se José Carlos Peres ou Walter Schalka forem eleitos (me parece que ambos são os mais cotados para serem os cabeças de seus grupos), a maior parte das ações que queremos para o Santos serão cumpridas. Ambos têm qualidades.

José Carlos Peres é meu amigo há 15 anos. Investiu muito do próprio bolso no Santos. Criou a Ong Santos Vivo, o prêmio anual Santos Vivo, patrocinou o programa da Rádio Trianon, ofereceu seu imóvel para subsede do Santos ao lado do Pacaembu, idealizou e investiu no Dossiê que fizemos juntos e unificou os títulos brasileiros, teve nas mãos o passe de Gabigol e o entregou ao Santos sem ganhar nada, foi executivo do G4 Paulista, conhece os dirigentes da Federação Paulista, da CBF, os empresários, os executivos das tevês, os jornalistas esportivos. Já levou centenas de projetos ao Santos. Já conversamos horas e horas sobre ideias para o clube. Nesses sete meses que tentou trabalhar para a administração atual teve quase todos os seus projetos rejeitados pelo presidente. Agora decidiu que chegou a sua vez.

Walter Schalka é um dos grandes gestores do Brasil. Atualmente está na Suzano Papel e Celulose. Antes, já tinha feito um grande trabalho na Votorantim. Não o conheço tão bem quanto ao Peres, mas, quando conversamos, olho no olho, senti sinceridade e honestidade em suas palavras. É um homem simples, direto. Está muito preocupado com a dívida do Santos e, creio, trabalhará muito para reduzi-la ao máximo. Ele esteve na gestão de Luis Álvaro Ribeiro e saiu do clube em agosto de 2011. Supervisionou o futebol enquanto serviu ao Santos. Seu grupo de apoiadores é grande e heterogêneo, e este será um de seus desafios para montar sua equipe de trabalho.

Ambos, Schalka e Peres, têm mais experiência do que eu na gestão de empresas e pessoas. Qualquer um dos dois pode gerir o Santos com eficiência e transparência. Provavelmente terei de apoiar um dos dois e recomendarei aos meus seguidores que façam o mesmo. Entretanto, como sempre, respeitarei a opção de cada um e abrirei o espaço do blog para discussões construtivas a respeito. Coloquemos o Santos em primeiro. Sempre.

Bem, agora gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre essa minha decisão


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