set 02

Não sei se dá pra dizer que o Santos mereceu vencer o Avaí. Creio que não. O resultado mais justo seria o empate. Se alguma coisa fez a diferença em favor do Santos foi a garra. Além da sorte.

Sim, sorte também influi no futebol, e não fosse ela o time de Santa Catarina teria ao menos obtido o empate na Vila Belmiro. Aquela bola que bateu no pé da trave e não entrou é típica de goleiro sortudo, como este Rafael.

Mas, como eu já disse, os deuses do futebol costumam compensar alguns azares. Perder o Ganso, machucado, por seis meses, dá ao Santos um duradouro bilhete da fortuna.

Fazer um gol logo aos 50 segundos, através de Neymar, deu a impressão de que o time poderia vencer com facilidade, mas, como se previa, este Avaí é atrevido e também buscou o ataque, mesmo fora de casa. Time jovem, parece ter uma energia inesgotável.

Como havia muita juventude em campo e pouca maturidade, o jogo foi um corre-corre terrível. Marquinhos não conseguiu controlar a partida no meio-campo e só mesmo a habilidade de Neymar e a versatilidade de Zé Eduardo seguraram o Avaí um pouco mais atrás no primeiro tempo. Keirrison, mais uma vez, ajudou pouco.

Na segunda etapa, o gol dos visitantes parecia favas contadas, até que as entradas de Alan Patrick e Zezinho deram um pouco mais de precisão nas trocas de bola e tornaram o Santos novamente perigoso.

Por sorte o gol de Marcel saiu justamente no curto período de tempo que o Santos voltou a dominar, aos 38 minutos. Depois, o Avaí assumiu o controle do jogo novamente, diminuiu com Válber, aos 42, e manteve o torcedor santista com o coração na mão até o fim.

Lições do jogo

A determinação, a disposição de marcar o adversário foi um aspecto positivo desta vitória que coloca o Santos na terceira posição do campeonato. Mas a partida mostrou também aspectos preocupantes, que merecem melhor análise.

É notório que o poder ofensivo do time caiu muito devido aos desfalques da janela de transferências. Marquinhos não está conseguindo substituir Ganso à altura no meio-campo e Zé Eduardo e Keirrison estão longe de preencherem as lacunas deixadas por Robinho e André.

O Santos passou a ser um time cuja única reserva de arte está nos pés de Neymar e, em menor proporção, nos de Alan Patrick e Zezinho quando estes entram no segundo tempo. Parece pouco para chegar ao título, mas o espírito de luta tem compensado a falta de beleza.

Esta garra será decisiva domingo, no Maracanã, na última rodada do primeiro turno (sem contar o jogo adiado, com o Internacional). Contra o campeão Flamengo, os Meninos da Vila terão de ter o mesmo espírito guerreiro que tiveram contra o humilde Avaí.

O que você achou do jogo com o Avaí? O que viu de positivo e negativo no Santos?

Escrito por Odir Cunha \\ tags: , , , , , , ,

ago 22

Reveja os gols de Santos 3, Atlético/MG 1, última partida entre ambos na Vila Belmiro.

O jogo de logo mais, às 16 horas, na Vila Belmiro, entre Santos e Atlético Mineiro – que comentarei pela Rádio Globo – não é de prognóstico tão simples como parece.

O Santos, que tenta se reequilibrar após as saídas de Robinho, André e Wesley, não poderá contar com os titulares Edu Dracena e Marquinhos e nem com os primeiros reservas Rodriguinho e Zé Eduardo, todos suspensos.

O Atlético Mineiro, que no papel não deveria estar tão mal no campeonato, pois tem jogadores de categoria, como Diego Souza, Ricardinho e Diego Tardelli, terá a estréia de Réver, compondo uma linha de três zagueiros com Lima e Werley.

O goleiro Fábio Costa, emprestado pelo Santos ao time mineiro, não poderá jogar hoje, assim como o meia Daniel Carvalho, machucado.

Para o Santos, que ainda sonha correr atrás de mais um título brasileiro, a vitória é importante, mas esse resultado também é o pretendido pelo time de Minas, que, se perder ou mesmo empatar, continuará na zona de rebaixamento.

Times prováveis para hoje: SANTOS – Rafael; Pará, Bruno Aguiar, Durval e Léo; Arouca, Danilo e Paulo Henrique Ganso; Madson, Neymar e Keirrison. Técnico: Dorival Jr.

ATLÉTICO-MG – Aranha; Réver, Werley, Lima; Diego Macedo, Rafael Jataí, Serginho, Diego Souza e Ricardinho; Neto Berola e Diego Tardelli. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

A arbitragem será de Héber Roberto Lopes (Fifa-PR), auxiliado pelo correto e sisudo Roberto Braatz e por Gilson Bento Coutinho (ambos PR).

Fator campo poderá ser decisivo

Bem, vamos ao primeiro passo para se analisar o potencial de cada time, a partir de um time-padrão, ao qual é dado 100 pontos. No caso, o Método Científico OC estabelece como time-padrão o São Paulo, que tem nível acima da média e é capaz de brigar por todos os títulos que disputa.

Comparado ao São Paulo, este Santos de hoje, que antes de perder alguns titulares na janela de transferências, chegava a 140 pontos, agora alcança apenas 110 pontos. Por outro lado, o Atlético Mineiro, mesmo considerando-se o fato de ter alguns ótimos jogadores, além do experiente técnico Vanderlei Luxemburgo, não passa de 80 pontos, no máximo 90.

Os dois times estão se reestruturando, mas o Santos ao menos tem uma base que deu muito certo no primeiro semestre. No quesito motivação pode-se considerar que haja um empate, pois ao mesmo tempo em que o Santos precisa da vitória para buscar mais um título este ano, o Atlético necessita urgentemente de três pontos para sair da zona de rebaixamento.

Os dois times têm desfalques e estreias, fatores que dificultam as previsões, aumentando o grau de imponderabilidade. Um estreante, como Keirrison, tanto pode acabar com o jogo, marcando gols, como pode se apagar. A mesma dúvida acompanhará o desempenho do zagueiro Rever, do Atlético.

As duas defesas não são nenhum primor, mas a do Atlético tem falhado mais. A do Santos sofreu 20 gols, a do time mineiro, 26. O Alvinegro Praiano marcou 21 vezes e o de Minas, 17.

O Atlético tem jogadores que podem definir o jogo, como Diego Souza e Diego Tardelli, além de Ricardinho; o Santos tem a dupla de ouro Paulo Hemrique Ganso e Neymar, além de Keirrison.

Porém, o elemento definitivo nesta análise é o fator campo. Na Vila Belmiro o Santos joga melhor, vai pra cima, encurrala o adversário e vence cerca de 80% de seus jogos. O Atlético Mineiro, por sua vez, cai muito quando atua distante do carinho de sua torcida.

Neste Brasileiro o time de Minas não ganhou uma única vez jogando fora. O máximo que conseguiu foi empatar em 0 a 0 com o Avaí. Nos outros cinco jogos, perdeu todos, sofrendo uma média aproximada de três gols por partida.

Santos deverá ganhar por um gol de diferença

Mesmo com as dificuldades de entrosamento e os desfalques, é bem plausível que o Santos consiga jogar 80% do seu futebol atuando em casa. Isso lhe daria 88 pontos de um total máximo de 110.

Quanto ao Atlético, mesmo que atinja 90% de seu potencial, chegará a 72, no máximo 75 pontos. E esta diferença, de 88 para 75 pontos, é suficiente para uma vitória por um gol de diferença, se bem que o empate não estaria descartado.

Está não é a minha opinião, mas a do Método Científico OC, que explanarei também nos comentários pela Rádio Globo, para onde já estou me dirigindo.

E você, acha que a previsão do Método Científico OC é correta, a vitória do Santos deverá ser folgada, ou o Atlético surpreenderá os Meninos?

Escrito por Odir Cunha \\ tags: , , , , , , , , , , , , , ,

ago 21

Gols de Léo pelo Santos

O melhor de Keirrison, quando ainda estava no Coritiba.

Titio Luís Álvaro já disse que agora o Santos não deve contratar mais ninguém. Bem, já foi ótimo manter o Neymar, o Ganso, o Arouca… Mas a verdade é que o time se enfraqueceu comparado ao do primeiro semestre, pois Robinho, André e Wesley se foram. Como, então, deve ser o Santos que começa amanhã, contra o Atlético Mineiro – jogo que comento pela Rádio Globo – uma nova etapa em sua vida? Que tal dar umas idéias para Dorival Junior?

Depois do que aconteceu com Wesley – que em um ano mudou de perna de pau para quase craque –, passei a, humildemente, reconhecer que alguns jogadores podem render muito mais em outras posições além daquela em que costuma jogar.

Não é o caso de Pará, por exemplo, que só se sai bem na lateral-direita, mas por que não experimentar outros jogadores em funções diferentes das quais vêm sendo utilizados?

Que tal tentar o Léo pelo meio?

Um lateral é alguém acostumado a trabalhar em um espaço limitado do campo. Isso pode lhe tornar, ao longo dos anos, mais hábil e rápido de raciocínio do que a maior parte dos jogadores. Júnior, do Flamengo e da Seleção de Telê, foi um exemplo de lateral-direito que se deu bem deslocado para o meio.

Está certo que Júnior era um craque, tinha uma visão de jogo excepcional e batia na bola como ninguém, mas é um precedente que pode justificar a tentativa de se escalar Léo pelo meio, ao lado de Arouca, marcando, mas também saindo para o jogo.

Veterano, o Léo de tantas batalhas gloriosas não tem mais o mesmo pique de outrora, mas, aos 35 anos, o Leão da Vila ainda dá um bom caldo. Tem personalidade, experiência e uma habilidade acima da média. É capaz de penetrar pelo meio e também tem experiência na marcação. Seria uma boa tentativa colocá-lo ao lado de Arouca, na posição que antes era de Wesley.

Talvez o jogador de meio-campo se movimente até mais do que o lateral, mas não é obrigado a tantos piques, que acabam com a resistência do jogador. No meio é possível administrar melhor o gasto de energias e é a região do campo que exige cérebro e onde um jogador mais velho ainda pode se dar bem.

Como ficaria o time…

Na defesa, não há o que mexer. Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Alex Sandro podem dar conta do recado, principalmente quando têm uma proteção maior do meio-campo, que teria Arouca e Léo (ou Rodriguinho), Paulo Henrique Ganso e Marquinhos.

No ataque, não há o que pensar: Neymar e Keirrison (ou Zé Eduardo), ou mesmo os três, com a saída de Marquinhos. Quando precisar aproveitar melhor o contra-ataque, creio que a entrada de Madson no lugar de Marquinhos pode ser uma boa, se bem que Marquinhos segura bem a bola e também é preciso nos passes.

E os novos Meninos?

Confesso que ainda não me convenci da qualidade excepcional de nenhum dos novos Meninos: Breitner, Zezinho, Alan Patrick… Torço muito por eles, porque se apenas um vingar, a meia ofensiva do Santos voltará a ser muito poderosa.

Com as saídas de Robinho, Wesley e André o Santos perdeu justamente no setor que é a alma de seu time: a faixa de campo que começa na intermediária e vai até a pequena área do adversário.

Keirrison pode ocupar bem o lugar que era de André, talvez Léo componha bem o meio-campo, como fazia Wesley (o que é menos provável, reconheço) e Zé Eduardo possa fazer com alguma eficiência a função polivalente que era de Robinho, mas aí muita coisa terá de dar certo para que o time mantenha o mesmo nível do primeiro semestre.

Chegou um momento em que para manter o mesmo rendimento que lhe dava 140 pontos na escala do Método Científico OC, o Santos teria de ter ao menos mais um jogador de peso entre seu meio-campo e ataque. Pode ser um dos novatos? Tomara. Pode ser um improvisado Léo? Quem sabe. Podem Rodriguinho e Marquinhos melhorarem um pouco mais suas performances? É possível.

Porém, para não depender de tantas felizes coincidências, o melhor seria que se buscasse um jogador que venha para ser titular nesse meio-campo. Bem, está chegando aí o garoto Rodrigo Possebon, meia brasileiro que estava treinando no Manchester United, depois de passar pelo Braga. Pode ser ele? Bem, não se pode esperar muito do rapaz, mas não custa nada acreditar que ao pisar no gramado sagrado da Vila Belmiro, a genialidade dos craques imortais que já atuaram ali invada seu corpo e sua alma e o torne mais um Menino da Vila.

E você, acha que Léo deve ser testado no meio-campo? Tem mais sugestões para fazer a Dorival Junior? Como ele deve montar o time, mesmo sem Robinho, André e Wesley, para conseguir o mesmo rendimento do primeiro semestre?

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ago 19

Enfim o Santos perdeu uma competição este ano. Felizmente a Copa Sul-americana é a competição menos importante da temporada santista, se bem que a única internacional.

Quem acompanha este blog sabe que logo depois da Copa do Brasil, quando ouvi dizer que o Santos passaria alguns dias comemorando o título, escrevi que muita festa seria ruim. Não deu outra. O time voltou estranho contra o Avai, quarta-feira passada, e foi surpreendido em pleno Pacaembu, ao perder por 3 a 1.

Hoje, em Florianópolis, só uma grande surpresa faria o Santos continuar na Copa Sul-americana, que valia só pelo título e pelo prêmio em dinheiro, já que a vaga para a Libertadores já estava garantida.

E a surpresa pareceu possível no primeiro tempo, em que o Santos jogou bem, Zé Eduardo foi um leão e marcou um belo gol. Com sorte o time poderia ter ido para o intervalo com uma vantagem de 2 a 0.

No segundo tempo o Avai marcou em cima, o árbitro marcou alguns perigos de gol, e com tanta marcação Paulo Henrique ganso e Neymar não brilharam como se esperava. Marquinhos também voltou a jogar abaixo do que pode, repetindo a fraca atuação da primeira partida contra seu ex-time. E assim, sem maiores opções ofensivas, o Santos ficou no 1 a 0, insuficiente para seguir em frente na Copa.

Quem jogou bem e quem ficou devendo

A defesa até que se segurou um pouco mais desta vez. Rafael prova a cada jogo que é um goleiro excelente, e Edu Dracena e Durval se entenderam melhor. Dracena chegou a salvar um gol certo no primeiro tempo, dando um pique fantástico para um jogador veterano, a tempo de tirar a bola que já ia entrando no gol.

Pará ficou preso na defesa, com receio de levar bolas nas costas, e apareceu pouco. Parecia tímido, escondido. Léo saiu um pouco mais, porém os anos já começam a pesar para o ídolo.

Arouca e Rodriguinho seguraram bem as coisas pelo meio, apesar da rapidez dos jogadores do Avai. Rodriguinho voltou a fazer uma boa partida, repetindo a atuação contra o Grêmio, na Vila, pela Copa do Brasil.

No ataque, por incrível que pareça, Zé Eduardo foi mais eficiente do que Neymar. Lutou bastante, deslocou-se e foi premiado com um belo gol, após um passe de calcanhar de Marquinhos.

O Santos não merecia vencer por mais de um gol e, portanto, a vaga ficou em boas mãos. Mas ficou a impressão de que a bobeada no Pacaembu custou muito caro. Se jogasse em São Paulo como em Florianópolis, o Alvinegro teria seguido na Copa sem maiores problemas.

De qualquer forma, vencer o Avai em seu campo não é fácil. Tanto assim, que Palmeiras e Corinthians já foram derrotados este ano no mesmo estádio. Que esta eliminação mostre ao Santos que é preciso encarar cada partida com a mesma motivação e entusiasmo. Quanto a Dorival Junior, hoje não há nada a reclamar. Fez o que podia.

Creio que a dor da derrota na Sul-americana fará a equipe ter uma postura diferente no Campeonato Brasileiro. Com ou sem Neymar, o time deverá entrar mais determinado contra o Atlético Mineiro, domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro, em jogo que comentarei pela Rádio Globo. Muitos jogadores santistas devem ter aprendido que todo jogo, por menos motivador que possa parecer, faz parte de uma decisão.

E você, o que achou da partida e da atuação dos santistas? Que lições ficaram desta eliminação na Copa Sul-americana?

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ago 01

Apesar do técnico Dorival Junior, que tirou os poucos jogadores mais experientes e encheu a equipe de garotos no final da partida, os reservas do Santos conseguiram uma vitória heróica sobre o Grêmio Prudente, em Presidente Prudente, por 2 a 1, e devolveram ao time a possibilidade de sonhar com a luta pelo título brasileiro.

O Santos, que só tinha três titulares em campo – o goleiro Rafael, o lateral-esquerdo Léo e o meia Marquinhos – chegou a estar vencendo por 2 a 0 a 15 minutos para o final, e parecia ter o jogo sob controle quando o técnico Dorival Junior iniciou as lambanças.

Primeiro tirou Marquinhos, o único que conseguia segurar a bola no meio-campo, e colocou o garoto Alan Patrick, que não sabe marcar e ainda não tem jogado bem nas vezes em que é escalado. Não satisfeito, Dorival substituiu Madson, que preocupava a defesa do Grêmio Prudente, pelo estreante Dimba, cuja maior qualidade, por enquanto, é ser parente do veterano artilheiro.

Sem jogadores que conseguissem marcar bem o experiente meio-campo do Prudente ou ao menos segurar a bola, o Santos passou a ser bombardeado pelo adversário, que fez um gol e ainda teve dois pênaltis para empatar e até virar o jogo. Por obra divina o goleiro Rafael defendeu um e o outro se chocou contra a trave.

Pelo andamento do jogo, o Santos mereceu a vitória. Mas, pelo últimos 15 minutos, o Prudente poderia ter saído ao menos com o empate. A partida mostrou como um técnico que não sabe substituir pode estragar um time e colocar uma vitória em risco. É uma temeridade deixar Dorival Junior decidir as substituições no Santos. Deveria ser criada uma junta técnica para fazer isso no Santos.

Destaques: Rafael e o 500º gol

O time todo do Santos tinha méritos antes do final desastroso. Até o novato Zezinho desta vez jogava bem. O limitado Rodriguinho havia marcado um gol belíssimo em um sem-pulo de forsa da área, o 500º do Santos na fase de pontos corridos do Campeonato Brasileiro, igualando-se ao Cruzeiro, que hoje atingiu também a marca.

No final, quem salvou o time foi o jovem goleiro Rafael. Pegou um pênalti e no outro, em cima da hora, pressionou tanto o atacante Róbson que este chutou na trave. Depois desta atuação, não ficou nenhuma dúvida de que o Santos não precisa mais procurar goleiro. Rafael é o cara!

Outros que se destacaram foram os zagueiros Bruno Aguiar e Vinícius; Luciano – autor de outro belo gol, o primeiro do jogo –, além dos experientes Zé Eduardo e Madson, que atormentaram a defesa do Prudente com velocidade e muitas deslocações.

Com a vitória, que representou também a primeira derrota do Grêmio Prudente em seu estádio, o Santos termina a rodada na sétima posição, com 18 pontos ganhos, apenas dois abaixo do terceiro lugar (Internacional) e oito atrás do líder Fluminense.

Como não precisará mais poupar jogadores no Brasileiro, pois joga a final da Copa do Brasil no meio da semana, o time – se Dorival Junior não inventar – terá boas possibilidades de ainda lutar pelo título.

O que você achou da partida e das mexidas do professor Dorival Junior? E de Rafael, o que podemos dizer? Está surgindo mais um grande goleiro santista?

Escrito por Odir Cunha \\ tags: , , , , , ,