Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Author: Odir Cunha (page 1 of 479)

Santos está chegando…


Três pontos preciosos no Barradão

O Vitória atacou mais, porém os contra-ataques do Santos decidiram a partida. Bruno Henrique e Copete, com o auxílio de Kayke e Vitor Bueno, aproveitaram os buracos deixados pelos avanços do time baiano e construíram os dois gols de Copete, um em cada tempo, que firmam o Alvinegro Praiano no G4 e o permitem sonhar com a briga pelo título.

Deu para perceber uma diferença clara entre o estilo de Dorival Junior e o de Levir Culpi: agora os laterais não avançam tanto, o que atravanca as avenidas antes escancaradas pelos flancos da defesa santista. Com Victor Ferraz e Jean Motta mais preocupados com a marcação, os especialistas Kayke, Copete, Bruno Henrique e Vitor Bueno ficaram com a incumbência de atacar e o fizeram com muito mais perigo e objetividade do que nos tempos do tic-tic do técnico anterior.

O elenco ainda é limitado e algumas falhas podem ser observadas em todos os setores, porém o time está mais seguro, pois confia mais em seu sistema defensivo. Vanderlei tem mantido o nível de suas ótimas atuações e, ao menos como rebatedores, Lucas Veríssimo e David Braz estão muito bem tanto nas bolas altas, como baixas. O que não impediu, entretanto, que o Santos voltasse a sofrer um sufoco no final, com mais um pênalti perdido pelo adversário, dessa vez chutado no travessão.

Como sempre, foi difícil ouvir um comentarista torcendo contra o Santos e vendo pênaltis e mais pênaltis a favor do adversário. Infelizmente isso tem sido comum no Sportv, que tem uma boa quantidade de “especialistas” que jamais chutaram uma bola na vida. Mas a verdade é que o Santos foi mais inteligente, mais objetivo e mereceu a vitória.

Agora o Alvinegro Praiano volta a jogar domingo, às 19 horas, na Vila
Belmiro, contra o Sport, e na rodada seguinte vai a Goiânia enfrentar o Atlético local. Sao jogos que podem colocar o time na briga direta pela liderança. Mesmo sem alguns titulares, a vitória é bem possível e deve ser perseguida a todo custo.

Melhores e piores

Esse trio Kayke, Bruno Henrique e Copete pode não ser um primor de técnica, mas tem força, vontade e velocidade suficientes para incomodar qualquer defesa. Atrás, Vanderlei, Lucas Veríssimo e David Braz também estão se entendendo bem. O meio de campo, porém, está com problemas. Alison, fora de forma, cometeu dois erros crassos na mesma jogada e ainda saiu com cãibras, sobrecarregado por Renato, que só tocou de lado. As entradas de Léo Cittadini e Rafael Longuine pouco ajudaram.

Os que querem ir embora

Descontente com a reserva, Leandro Donizete alegou problemas particulares para não viajar para Salvador. Outros que não atuaram foram Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Thiago Maia e Zeca. Não sei ao certo os motivos que afastaram esses quatro da partida, mas percebe-se que se tratam de jogadores que não estão mais fazendo questão de vestir a camisa do Santos. Com a difícil situação financeira do clube, é previsível que sejam trocados por boletos quitados.

Santos FC, o maior espetáculo da Terra

Fiz alguns vídeos em Buenos Aires lembrando passagens importantes da apaixonante história internacional do Santos. Publico o primeiro abaixo, o de La Bombonera, e o convido para participar da campanha que fará o Santos ser o único time de futebol do mundo a ter um grande e belo livro apenas com suas viagens internacionais.


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Castilho de Andrade e eu: ganhadores do Prêmio Esso de 1979

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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois Prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Curso aberto a jornalistas, estudantes de Jornalismo e interessados

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clinica de tenis do castelo - 2017


Eleições no Santos

Tana Blaze é um executivo brasileiro que vive na Alemanha. Ele já escreveu outras vezes aqui no blog e seus artigos estão repletos de reflexões importantes sobre o nosso Santos. Nem sempre concordo plenamente com o que ele escreve, mas o admiro como pessoa e respeito seu direito de expressão. Ele acaba de me enviar o artigo abaixo sobre as eleições presidenciais do Santos, em dezembro. Estou certo de que vale a pena ser lido.

PELO VOTO À DISTÂNCIA E UM SEGUNDO TURNO NAS ELEIÇÕES

Por Tana Blaze, direto da Alemanha

1- A reforma do Estatuto do Santos em banho-maria

Não há dúvidas que a maioria dos santistas deseja que seja introduzido o VOTO À DISTÂNCIA e um SEGUNDO TURNO nas eleições de 2017 a fim de impedir um desfecho igual ao de dezembro de 2014 e um presidente eleito com apenas 26% dos votos.

Quando foi fixado o dia 10 de junho de 2016 como data limite para a coleta de proposições, mandei minhas sob forma do post “A reforma do Estatuto: uma encruzilhada despercebida” publicado no Blog do Odir em 7 de junho de 2016.

Dias após, 16 conselheiros do Santos enviaram o texto do post como proposição deles ao CD, sendo claro que a Comissão de Estatuto poderia a seu bel prazer ou acatar estas sugestões, passando-as em seu próprio nome ao CD ou simplesmente jogá-las no cesto de lixo.

Teria sido diferente se ao invés de apenas 16, um número mínimo de 30 conselheiros tivesse assinado esta proposta, que passaria a ter peso jurídico com base nos Artigos 45 (h) e 58 da carta magna do Santos. Neste caso a Comissão de Estatuto seria obrigada a dar andamento à proposta nos termos do Estatuto.

Ninguém sabe quais foram as outras propostas feitas para melhorar o Estatuto e os seus respectivos teores. Fato é que o Santos continua cozinhando a reforma em banho-maria, com a intenção cada vez mais delineada de não a implementar antes das eleições de dezembro de 2017, visando obviamente facilitar a reeleição do grupo situacionista.

Estariam querendo impedir o VOTO À DISTÂNCIA, resultando que torcedores do interior sejam menos motivados a se tornarem sócios e não podendo participar dos pleitos em igualdade de condições com os das cidades de Santos e São Paulo. Imagino que a direção argumentaria com o álibi de que uma votação à distância não ofereceria segurança. Alegação que seria tão falsa, como é verdadeiro o fato que o GRÊMIO e o INTERNACIONAL votarem a distância há alguns anos, sem que qualquer problema os tenha demovido do sistema.

Pretenderiam evitar que haja a obrigatoriedade de maioria absoluta na eleição presidencial através de um SEGUNDO TURNO nas eleições, para guardar a possibilidade de reeditar a tomada de poder com uma maioria apenas relativa de votos, como a de 26% nas eleições de dezembro de 2014.

Sem um artigo que possibilite a REMUNERAÇÃO DO PRESIDENTE pelo clube, certos candidatos qualificados ao cargo, mas que não disponham de recursos pessoais, desistirão de uma candidatura ou caso eleitos se tornarão financeiramente dependentes. Aliás o SÃO PAULO e o BAHIA já introduziram no seu Estatuto a possibilidade de pagar um salário ao presidente.

2 – O poder no Santos após o resultado eleitoral de dezembro de 2014

Conviria resumir em quatro pontos como seria exercido o poder no Santos:

1) Pela presidência do clube conjugada à circunstancia do presidente do Santos não ter que conviver com membros do Comitê de Gestão incômodos, que não sendo eleitos com a chapa, mas apenas nomeados por ele, podem ser exonerados, tal como o Laor e o Modesto exoneraram. O poder do CD em aprovar ou vetar a destituição de membros segundo Art. 45 (b) tem se mostrado apenas teórico ou formal.

2) Pelo poder quase absolutista conferido ao presidente do Santos nas decisões operacionais individuais por meio do seu Comitê de Gestão, moldado por suas nomeações e exonerações.

Ficando o poder de controle do Conselho Deliberativo limitado a algumas funções institucionais, como deliberar sobre as Demonstrações Financeiras, mas sem qualquer competência para aprovar de forma prévia as ações operacionais individuais do presidente, como por exemplo, investimentos em estádios a quaisquer condições, compra dos direitos a
quaisquer valores, como os de um Damião, para a qual, segundo o Artigo 90, só poderia dar pareceres posteriores e somente quanto aos aspectos formais do contrato. Chamou atenção que por ocasião da disputa entre o Esporte Interativo e Globo para a venda de direitos televisivos, a grande maioria dos clubes submeteu a aprovação dos seus contratos a seus Conselhos Deliberativos, ao passo que no Santos o CD foi apenas informado.

3) Através da função legislativa do Conselho Deliberativo que na base dos Artigos 45(h) e 58, permite a maioria dos seus membros orientar e cercear os planos do presidente através de mudança do Estatuto a qualquer hora, sem que as mudanças possam ser impedidas pela administração. Para tanto basta que 30 conselheiros façam proposição de mudança, que dependendo do parecer do Conselho do Estatuto, seja aprovada ou por uma maioria de conselheiros com 50 %
presentes, ou por uma maioria no plenário, pressupondo-se sempre que seja posteriormente aprovada por ¾ na Assembleia Geral dos sócios.

4) Através da presidência da Mesa do Conselho Deliberativo, que sobretudo tem o poder de tomar ou deixar de tomar uma série de inciativas importantes e que deveria ser competente, neutra e transmitir confiança, o que algumas vezes não vem sendo o caso.

As eleições de dezembro de 2014 as chapas do Peres e do Fernando Silva elegeram ao todo entre 130 e 120 conselheiros, contra apenas 77 do Modesto Roma, resultando no papel uma maioria de cerca de 50 conselheiros eleitos a favor da oposição para se impor no Conselho Deliberativo.Supremacia que estabeleceria algum de equilíbrio contra o poder quase absoluto de um presidente eleito com 26% dos votos apenas.

Com esta maioria no CD, uma oposição unida em torno do José Carlos Peres e do Fernando Silva poderia ter por conta própria apresentado à Assembleia Geral as mudanças do Estatuto desejadas, sem que a direção tivesse a possibilidade de impedir a iniciativa. E teria em poucos meses conseguido integrar no Estatuto artigos que, por exemplo, determinassem a aprovação pelo Conselho Deliberativo investimentos imobiliários, como em estádios, a obrigatoriedade do voto a distância, de um segundo turno nas eleições presidenciais e a remuneração do presidente eleitos e outras.

Sobretudo a oposição unida deveria ter eleito um candidato próprio à presidente da mesa, como praticado universalmente em todas as associações e parlamentos do mundo, para controlar o executivo de forma independente.

A guinada inicial do Peres que fragmentou a oposição

Mas após a eleição de dezembro de 2014 o líder de chapa José Carlos Peres nem pensou em eleger o candidato escolhido por sua própria chapa e a do Fernando Silva para a presidência da Mesa do CD, logo apoiando o candidato da direção do clube, Fernando Bonavides.

Na eleição que se seguiu para a presidência da Mesa, no mínimo 15 conselheiros da chapa do Peres votaram no Bonavides e no mínimo 29 conselheiros votaram para o Pfeifer e os demais, se abstiveram ou nem compareceram à reunião, alguns constrangidos pela ação do Peres.

Os 15, incluindo o próprio Peres, que votaram a favor do Bonavides, causaram um declive de 30 votos, sendo assim inteiramente responsáveis pela sua vitória sobre o Alberto Pfeifer por 112 a 85, ou seja, por 27 votos. Se tivessem votado a favor do candidato da sua chapa, Pfeifer teria vencido a eleição com 3 votos de vantagem.

Muitos eleitores que elegeram o Peres, na esperança deles a antítese da gestão do Marcelo Teixeira encerrada em 2009 da do Resgate encerrada em 2014, devem ter-se sentido traídos quando ele entregou o ouro justamente ao Marcelo Teixeira.

Entrementes as queixas sobre o Bonavides quanto ao que se passa no CD se acumulam. Outro dano foi causado pelo vácuo de liderança na oposição no CD, decorrente da perda de credibilidade do Peres com fragmentação da oposição em subgrupos, enfraquecendo-a pelo resto do triênio.

Em suma, das quatro alavancas de poder do Santos lembradas no capítulo anterior, o Modesto Roma conquistou duas com 26% dos votos e as outras duas lhe foram facilitadas pelo Peres depois da eleição.

Foi emblemático que o Peres e o Fernando Silva, dispondo de uma maioria de conselheiros, não tomarem qualquer iniciativa para melhorar o Estatuto nos quesitos que mais os prejudicaram pessoalmente em 2014, quando perderam as eleições justamente por não ter havido votação a distância e segundo turno, assumindo-se que o Modesto não teria ganho votos no interior, pois na cidade de São Paulo obteve apenas 35.

A trajetória do pressuposto líder da oposição José Carlos Peres

Para entender a falta de liderança e iniciativa da oposição no triênio 2015-2017 é preciso considerar também a trajetória do Peres no G4 Aliança Paulista, do qual foi presidente executivo.

No capital social do G4 participam com 25% cada os 4 grandes paulistas, e o Artigo n° 17 do Estatuto desta Associação estipula que cada decisão do Conselho de Presidentes (composto pelos presidentes dos quatro grandes paulistas) tem que ser unanime, incluindo também o voto de um presidente que porventura esteja ausente numa reunião. Decorre deste “artigo de unanimidade”, que não existe nas sociedades anônimas e na maioria das limitadas, o óbvio que cada um dos presidentes dos 4 clubes tem o direito de vetar, nomear ou demitir o Diretor Executivo. Cada clube controla apenas 25% do capital, mas 100% das operações da associação. Ou seja, para se nomear um diretor executivo não basta uma maioria de 3×1, tem que ser 4×0. Por outro lado, basta que um presidente de clube queira
exonerá-lo, para que este tenha que ser demitido. De forma inversa o diretor executivo tem que convencer e agradar aos quatro e não apenas a três presidentes para permanecer no seu posto.

Neste contexto foi precisa a definição do Modesto Roma em sua entrevista de campanha eleitoral em novembro de 2014, explicando a permanência do Peres como diretor executivo do G4 durante a gestão do Laor e do Odílio: “…tem outro (o Peres) que durante a eleição de 2009 já trocou de lado e afinou com a atual diretoria (Laor-Odílio) pretendendo ficar em seu cargo no G4 Paulista, ou seja, ele é pelo poder travestido de novo“.

No primeiro semestre de 2016 inesperadamente um dos quatro grandes paulistas teria se retirado do G4, pelo que a associação teria deixado de ser atuante. Com o fim do seu cargo no G4, que até então teria sido remunerado, o Peres foi falar com o Marcelo Teixeira, que o teria recomendado ao Modesto para que fosse empregado. Se esta história não for correta, que o Peres explique porque abandonou o emprego pleno do G4 para ser empregado pelo do Santos.

Caso tenha sido remunerado como diretor executivo do G4 de janeiro de 2015 até junho de 2016, a sua atuação como conselheiro poderia ser considerada como ferimento do Artigo 41 (g) do Estatuto do Santos, que impede que um membro do Conselho Deliberativo seja remunerado pelo clube.

Poder-se-ia contrapor que o G4 Aliança Paulista não é o Santos e consequentemente uma remuneração do Peres no G4 não pode ter ferido o Estatuto. Se não tiver sido ferido do ponto de vista formal, feriu no mínimo o espírito do artigo, porque não se pode fazer de conta que direitos ou obrigações de associações plenamente regidas pelo clube sejam coisa alheia. O que pode ser ilustrado pelo fato de que em vários países, como possivelmente também pelos US-GAAP Generally Accepted Accounting Principles e dependendo da significância dos valores, o G4 Aliança Paulista teria que ser consolidado proporcionalmente (25%) no balanço do Santos, porque é plenamente controlado pelo clube através do seu Artigo 17.

Mas pouco interessa uma eventual violação do Estatuto do Santos sob o ponto de vista formal e jurídico, deixo para outros. O que interessa é o conflito de interesses que decorria da dependência do Peres da graça do Presidente do Santos, ou do mentor deste, Marcelo Teixeira, que poderia sacá-lo da sua função de Diretor Executivo do G4 Aliança Paulista a qualquer momento, caso se tornasse inoportuno como líder da oposição no CD. Conflito que existiria mesmo se a função do Peres no G4 não fosse remunerada. É justamente este tipo de conflito de interesses que o Artigo 41 (g) tenta impedir.

Não cabe a mim, mas aos conselheiros do Santos que testemunharam as ações do Peres no dia a dia, opinar se este conflito de interesses influenciou ou não as suas ações ou omissões.

Não há maioria que dure, deve ser possível alterar o Estatuto antes das eleições

A “maioria da situação” que vem agora sendo cantada, se não for a maioria geográfica dos conselheiros residentes em Santos, devida a maior facilidade de comparecer às reuniões, poderia até servir de álibi para certos conselheiros justificarem omissões em desafiar a direção, sem que isto seja perceptível ou possa ser provado. Para mim não cola tanto assim.

Hillary e Theresa exemplificam que jamais existiu qualquer tipo de maioria que dure. Além disso a prova cabal de que muitos conselheiros não agem como marionetes da direção foi dada no caso de grande importância para o Modesto, da reprovação das contas pelo plenário do CD por 83 x 81 votos e o sucesso da lista “O Santos merece respeito”, que obteve 116 assinaturas, provando a independência e do bom senso de vários conselheiros.

Quanto à falta de TEMPO para fazer mudanças estatutárias, acho que é escasso, mas não insuficiente. Não há necessidade de se reformar todo o Estatuto de uma vez só, algumas mudanças podem ser antecipadas desde que sejam importantes.

O VOTO À DISTÂNCIA já está previsto no Estatuto, sem ser obrigatório, sendo que o Conselho Deliberativo (e não o Comitê de Gestão) tem o poder de decidir soberanamente se vai haver votação a distância ou não em dezembro de 2017. Se o CD decidir, a direção do clube terá que cumprir. Pois diz textualmente o Artigo 30: “Por decisão do Conselho Deliberativo, a eleição poderá também ser realizada por meio de canais diferenciados (correio ou internet), desde que sejam garantidas a segurança e a confidencialidade das votações.

Então a boa notícia para implantar o voto à distância para as eleições de 2017, é que não há necessidade de Assembleia Geral Extraordinária, precedida de um período de convocação de 30 dias a partir da data da Reunião Extraordinária do CD. Portanto desde agora o tempo disponível até as eleições poderia ser empregado inteiramente na campanha de cooptação dos conselheiros para a aprovação no CD e a para a implantação técnica do sistema. Em 2014 a Reunião do CD, que na sombra da fraude das carteirinhas rejeitou o voto a distância, foi realizada no dia 24 de julho.

Portanto neste momento se constata ainda uma vantagem temporal de cinco semanas em relação a 2014.

Para o SEGUNDO TURNO e a REMUNERAÇÃO DO PRESIDENTE será necessária mudança do Estatuto, mas a boa notícia é que a implantação de um segundo turno não consumiria tempo adicional para a implantação técnica, pois iria a reboque do sistema do voto em vigor, seja presencial ou à distância.

Deveria ser fácil angariar conselheiros para introduzir a obrigatoriedade de um segundo turno nas eleições, considerando o óbvio de que no sistema atual os dados são jogados apenas uma vez, e vence quem obter a maioria relativa, ou seja, provavelmente o candidato do Marcelo Teixeira, com base de votos de sócios residentes na cidade de Santos. Mas que jogando os dados uma segunda vez num segundo turno, cada um dos outros candidatos terá duas chances; vantagem que deveria propulsionar todos os candidatos, fora o do Marcelo Teixeira, a movimentar mundos e fundos para introduzir a alteração estatutária.

Implementar a introdução do voto à distância e uma alteração estatutária para a introdução de um segundo turno e a remuneração do presidente, ainda antes das eleições, requereria um planejamento profissional por parte da oposição. Seria talvez necessário criar uma central fora do clube, com assessoria técnica e jurídica a fim de preparar as seguintes medidas para os conselheiros:

1) Entrar em contato individual com cada conselheiro, inclusive os efetivos, para convencê-los a votar pelo voto à distância, segundo turno e remuneração do presidente e testar com cada conselheiro cada um dos três pontos, para ver para os quais há maioria.

2) Elaborar proposta apara alterar o Estatuto em apenas dois quesitos para as eleições, segundo turno e remuneração do presidente eleito. Uma proposta simples e clara, sem arestas que possibilitem a situação protelar o andamento. Uma desta arestas poderia ser o voto preferencial, referido no meu post de 7/6/2016, sendo por esta razão conveniente limitar a presente proposta unicamente ao sistema de dois turnos. Proposta deveria ser assinada por 30 conselheiros e remetida ao CD antes do final de junho.

3) Prospectar a nível de projeto, a técnica TI, os custos e o calendário da implantação das diversas etapas do voto a distância para contrapor quaisquer falsas alegações da direção a respeito. Informar os torcedores e sócios, divulgando na mídia os dados com as diversas etapas técnicas e o calendário.

Mesmo se esta operação falhar por qualquer imprevisto ou ação da situação, serviria para demonstrar à grande torcida do Santos, aos sócios eleitores e ao público quem é quem, pelo menos um pouco de transparência para as eleições vindouras.

Espera-se que os conselheiros finalmente correspondam à expectativa dos que os elegeram.


Reencontro com a glória

Em um bom jogo, no qual criou mais chances de gol, o Santos empatou com a Ponte Preta em 0 a 0, no Pacaembu, diante de 20 mil pessoas. Uma pena, pois com um triunfo teria saltado na tabela do Brasileiro e aumentaria para 21 partidas sua série de vitórias consecutivas no estádio. Mas a equipe dirigida por Levir Culpi mostrou uma estrutura tática melhor e dá esperanças ao torcedor de que passe a jogar com mais eficiência e vontade do que estava fazendo sob o comando de Dorival Junior.

Ao visitarmos, na Argentina, algumas das grandes instituições do futebol, como os estádios La Bombonera e Monumental de Nuñez, sentimos, novamente, o quanto o Santos impactou o futebol. Em pensar que essa cidade magnífica, que é a elegante e orgulhosa Buenos Aires, parou para comentar, ver e depois repercutir as exibições do Santos por aqui, percebemos o imenso poder exercido pelo talento, a arte e a personalidade do futebol santista. E como tudo é cíclico, saboreamos a esperança de que esse reinado volte. Quem sabe já tenhamos um indício desse reencontro com a glória no jogo desta noite, contra a Ponte Preta, às 21 horas, no Pacaembu.

A estreia do técnico Levir Culpi foi boa, pelo resultado, pois sempre é muito agradável vencer um clássico, mas o time se mostrou sem forças no final, só não sofrendo o empate por obra e graça de Vanderlei. Tecnicamente a Ponte não fica muito atrás do Palmeiras, o que faz prever outro jogo equilibrado esta noite. Vejamos como Levir maneja o time e os reservas. Creio que nesse início de trabalho o novo técnico deva estar se valendo das opiniões de Elano, que se saiu muito bem como interino. Daqui de longe tenho uma boa expectativa para esta noite.

Só não gostei de saber que Thiago Maia pode ir para a Internazionale de Milão, mas isso já era previsível. Pela maneira como o Santos vem sendo administrado, com muito mais despesas do que receitas, com a intenção de torná-lo regional, era evidente que teria de se desfazer de seus jogadores para saldar a folha de pagamentos e quitar dívidas. Pelo que se fala, o Santos receberá 35 milhões de reais pela venda do passe do volante, o que deverá permitir a essa gestão se arrastar até às próximas eleições, em dezembro. Bem, mas voltemos a falar do jogão deste sábado.

Como nos lembra o amigo Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo departamento de memória do Santos, se vencer hoje, o Santos chegará à sua 21ª vitória consecutiva no Pacaembu, igualando a marca que obteve na Vila Belmiro de 16 de julho a 30 de dezembro de 1958. Recordes, primazias, façanhas… A história do Santos está repleta de fatos assim. E além dos já conhecidos, há muitos mais. Por isso o colecionador Marcelo Fernandes e eu resolvemos produzir o livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, que será lançado em outubro, com uma bela festa e muita divulgação pela mídia.

Ontem à noite, no jantar com um amigo argentino, bem mais jovem, fiquei surpreso de saber que ele não conhecia a história dos conflitos paralisados pelo Santos na África. Poupei-o de outras histórias similares, pois percebi que, torcedor do Boca Juniors, poderia se sentir incomodado ao descobrir que um time brasileiro havia, mais do que qualquer outro das Américas, abalado as estruturas do futebol. Por outro lado, a sua reação me mostrou que essas proezas do Santos de Pelé, que começaram no final da década de 50 e prosseguiram até os primeiros anos da década de 70, precisam ser contadas em grandes estilo, definitivamente, como só um livro como “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” poderia fazer.

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E para você, o que falta para o Santos reencontrar a glória?


Uma semana de esperança

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No ano passado foi assim. Acho que quarta vai sair mais gol.

UMA SEMANA DE ESPERANÇA

O santista espera os dois jogos desta semana, pelo Campeonato Brasileiro, com uma expectativa muito boa. Quarta-feira, na Vila Belmiro, contra o Palmeiras, e sábado, no Pacaembu, diante da Ponte Preta, a equipe enfrentará adversários de respeito, mas algo nos diz que a postura, o time e o futebol serão outros. Professor Levir Culpi já deu o recado: quem não quer dar o máximo, quem se queixa de ter de disputar três competições ao mesmo tempo, tem de procurar outra coisa para fazer. Futebol é assim e o Santos sempre foi assim.

Amanhã viajo com a Suzana para Buenos Aires. Vou visitar minha filha e rever alguns estádios onde o nosso Santos fez história: o Monumental de Nuñez, no qual o Glorioso Alvinegro Praiano meteu 3 a 0 no Peñarol e conquistou sua primeira Copa Libertadores, e La Bombonera, onde veio o bicampeonato sul-americano, de virada, sobre o Boca Juniors. Assim como meu amigo e parceiro Marcelo Fernandes, que tem falado de vários lugares do mundo pelos quais o Santos passou, para a campanha da Kickante que recebe os financiamentos para o livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, quero gravar uns vídeos na Argentina.

Este blog continuará 24 horas no ar, como sempre. Prosseguirei participando dele de onde estiver e sei que os amigos frequentadores e comentaristas tocarão a bola com a maestria, a inteligência, o humor e a acidez de sempre. Continuemos discutindo ideias, não pessoas. Ideias boas para o Santos e, por que não, para o país e para a vida.

A Livraria do Blog terá o seu estoque zerado para balanço. As vendas só voltarão a ser feitas dia 20 de junho, quando volto. Destaco novamente a campanha para o financiamento coletivo do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Sei que ele será um divisor de águas na história dos livros de futebol no Brasil e mostrará, como nenhum outro, a real e universal dimensão do Santos. Os tempos estão duros, mas o investimento é pequeno pelo resultado que o livro trará. Participe!

Continuemos ligados. Estarei ali do lado, na terra dos hermanos, antenado com as coisas do Santos, do blog e do Brasil. Abraços a todos!

image La Bombonera, onde o Santos foi bi da Copa Libertadores (foto: Blog do Odir)

SANTOS FC, O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

Confesso que já tinha dado por encerrado o meu ciclo de livros sobre a história do Santos. Ainda queria escrever sobre alguns ídolos, mas a respeito apenas do time só um livro me apeteceria: queria contar como foram as viagens por todos os continentes, por dezenas de países, mas não me contentaria com nomes e números. Seria preciso sentir o ambiente local, conhecer as opiniões da imprensa estrangeira, conseguir fotos inéditas, ingressos dos jogos, descobrir detalhes, histórias curiosas…

Não via, porém, como conseguir tempo e recursos para empreender essa pesquisa longa e universal. Até que me surgiu um anjo que há muitos anos já fazia esse trabalho meticuloso de garimpagem dos rastros do Santos pelo mundo afora. Morador em Luxemburgo, na Europa, o santista Marcelo Fernandes há muito tempo se dedicava a essa garimpagem. Como o seu trabalho, em uma companhia aérea, lhe permite viajar pelo mundo, Marcelo visitou os lugares pelos quais o Santos passou e neles pesquisou em museus, bibliotecas, exposições, estádios e participou de leilões para adquirir peças importantes da memorabilia das viagens santistas.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Começamos os planos para o livro há sete anos, temos falado e completado nossas informações desde então, entramos na reta final no ano passado e agora, finalmente, podemos anunciar, com muito orgulho e enorme prazer, o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, próximo lançamento da Editora Onze, de Marco Piovan, outro apaixonado pela história do futebol.

Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

Trata-se, portanto, de obra única, inigualável, tão valiosa para a história do nosso Santos como mais um título mundial. E outra notícia sensacional é que você poderá ter o seu nome impresso no livro, garantir presença no evento de lançamento, ao lado de grandes craques daquele Santos formidável e ainda obter outras recompensas por preços promocionais de pré-lançamento.

Se esperarmos que os outros reconheçam os méritos inigualáveis do nosso Santos, morreremos sentados. Portanto, nos unamos para que “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” seja lançado com o esmero e a divulgação que merece e espalhe essa história singular do time de uma pequena cidade brasileira que colocou o mundo aos seus pés.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva

Sou suspeito para falar, mas se eu tivesse filhos pequenos, eles já estariam inscritos no Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva. As crianças passarão quatro dias aprendendo e aprimorando seu jogo de tênis, fazendo novas amizades e convivendo com professores especializados no ensino e no treinamento de crianças.

O lugar é paradisíaco, nem parece que você está em São Paulo. Considero as quadras de saibro do Clube de Campo Castelo as mais bonitas da cidade. As crianças e seus pais adoraram as clínicas anteriores. Um dia todo de tênis, com refeições, transfer direto do Shopping Morumbi. Abaixo segue o cartaz do evento com o telefone e o e-mail para informações e a inscrição.

clinica de tenis do castelo - 1008

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Participe dessa obra histórica e poderá dizer, para sempre: eu sou um dos responsáveis por um dos livros mais importantes do Santos e do futebol mundial, o livro das viagens do time que ficou conhecido como “O maior espetáculo da Terra”.


Um Santos com atitude

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

UM SANTOS COM ALTITUDE

Era só isso que o torcedor queria: um Santos vibrante, que se entregasse ao jogo com vontade. Em Curitiba, mesmo sem quatro jogadores que vinham sendo titulares, o time dirigido pelo interino Elano venceu por 2 a 0, gols de Kayke no primeiro tempo, após ótimos contra-ataques, e acabou com um tabu de 10 anos sem superar o Atlético Paranaense na Arena da Baixada.

Dos 18 mil pagantes, calculo que cinco mil eram santistas, muitos pertencentes à Embaixada do Santos em Curitiba. Dessa vez, os torcedores saíram felizes, pois o time não se contentou em tocar a bola de lado. Sofreu um sufoco no segundo tempo, é verdade, mas garantiu uma importante vitória fora de casa.

O Santos jogou com Vanderlei, novamente com grande atuação; Daniel Guedes, de regular para bom, mas expulso aos 40 minutos do segundo tempo; Lucas Veríssimo e David Braz, que ganharam todas as bolas pelo alto, e Jean Mota, que não comprometeu. Thiago Maia, muito bem, substituído por Alison aos 17 minutos do segundo tempo; Renato, discreto, e Vitor Bueno, fraco, substituído por Cléber aos 36 minutos do segundo tempo; Bruno Henrique, se mexeu bem e deu um excelente passe no segundo gol; Copete, idem, e Kayke, o artilheiro do jogo, substituído por Leandro Donizete aos 42 minutos da segunda etapa.

A próxima partida do Alvinegro Praiano no Campeonato Brasileiro será o clássico contra o Palmeiras, na quarta-feira, às 21h45, na Vila Belmiro. As duas vitórias consecutivas devem fazer o torcedor lotar o Urbano Caldeira na expectativa de mais três pontos que podem deixar o Santos, atualmente em décimo lugar, próximo da zona da Libertadores.

E você, o que achou do Santos do Elano?

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MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

O técnico Levir Culpi, que ainda não comandará o Santos neste domingo, em Curitiba, contra o Atlético Paranaense, é um personagem especial do futebol, pois tem no mínimo dois neurônios que se conectam. Como hoje está com a vida mansa e não tem o rabo preso com a CBF ou alguma rede de tevê, falou o que todo mundo já sabe: que o Santos dispensa apresentações, pois é daqueles times que têm um lugar cativo entre os grandes da história. Agora sou eu que digo: que se curtam mais os rappers ou os pagodeiros do momento é compreensível, mas isso não quer dizer que se deva esquecer Tom Jobim e a bossa nova.

Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

Confesso que já tinha dado por encerrado o meu ciclo de livros sobre a história do Santos. Ainda queria escrever sobre alguns ídolos, mas a respeito apenas do time só um livro me apeteceria: queria contar como foram as viagens por todos os continentes, por dezenas de países, mas não me contentaria com nomes e números. Seria preciso sentir o ambiente local, conhecer as opiniões da imprensa estrangeira, conseguir fotos inéditas, ingressos dos jogos, descobrir detalhes, histórias curiosas…

Não via, porém, como conseguir tempo e recursos para empreender essa pesquisa longa e universal. Até que me surgiu um anjo que há muitos anos já fazia esse trabalho meticuloso de garimpagem dos rastros do Santos pelo mundo afora. Morador em Luxemburgo, na Europa, o santista Marcelo Fernandes já fazia essa garimpagem há muitos anos. Como o seu trabalho, em uma companhia aérea, lhe permite viajar pelo mundo, Marcelo visitou os lugares pelos quais o Santos passou e pesquisou em museus, bibliotecas, exposições, estádios e participou de leilões para adquirir peças importantes da memorabilia das viagens santistas.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Começamos os planos para o livro há sete anos, temos falado e completado nossas informações desde então, entramos na reta final no ano passado e agora, finalmente, podemos anunciar, com muito orgulho e enorme prazer, o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, próximo lançamento da Editora Onze, de Marco Piovan, outro apaixonado pela história do futebol.

Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

Trata-se, portanto, de obra única, inigualável, tão valiosa para a história do nosso Santos como mais um título mundial. E outra notícia sensacional é que você poderá ter o seu nome impresso no livro, garantir presença no evento de lançamento, ao lado de grandes craques daquele Santos formidável e ainda obter outras recompensas por preços promocionais de pré-lançamento.

Se esperarmos que os outros reconheçam os méritos inigualáveis do nosso Santos, morreremos sentados. Portanto, nos unamos para que “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” seja lançado com o esmero e a divulgação que merece e espalhe essa história singular do time de uma pequena cidade brasileira que colocou o mundo aos seus pés.

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Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva

Sou suspeito para falar, mas se eu tivesse filhos pequenos, eles já estariam inscritos no Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva. As crianças passarão quatro dias aprendendo e aprimorando seu jogo de tênis, fazendo novas amizades e convivendo com professores especializados no ensino e no treinamento de crianças.

O lugar é paradisíaco, nem parece que você está em São Paulo. Considero as quadras de saibro do Clube de Campo Castelo as mais bonitas da cidade. As crianças e seus pais adoraram as clínicas anteriores. Um dia todo de tênis, com refeições, transfer direto do Shopping Morumbi. Abaixo segue o cartaz do evento com o telefone e o e-mail para informações e a inscrição.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Participe dessa obra histórica e poderá dizer, para sempre: eu sou um dos responsáveis por um dos livros mais importantes do Santos e do futebol mundial, o livro das viagens do time que ficou conhecido como “O maior espetáculo da Terra”.


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