Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: amadorismo no futebol

Chega de amadorismo

Sereias da Vila vencem a primeira da semifinal

Mesmo jogando na Arena da Amazônia, em Manaus, as Sereias da Vila derrotaram o Iranduba por 2 a 1, de virada, na primeira partida da semifinal do Campeonato Brasileiro. Mayara abriu o marcador para o forte time local aos 12 minutos, Maria empatou aos 32 e aos três minutos do segundo tempo Ketlen fez o gol da vitória santista. Mais de 25 mil pessoas assistiram à partida, ou seja, 10 mil pessoas a mais do que público de Flamengo e Santos na Ilha do Urubu. O jogo de volta das Sereias será dia 8 de julho, sábado, às 21 horas, na Vila Belmiro. O Santos jogará pelo empate para passar à decisão do título brasileiro. Na outra semifinal, em São José do Rio Preto, o Rio Preto derrotou o Corinthians por 2 a 1. O jogo de volta será dia 9, na Arena Barueni..

CHEGA DE AMADORISMO

Ao final do jogo contra o Flamengo, o que mais doeu no santista não foi a derrota por 2 a 0, quase definitiva em se tratando de Copa do Brasil, mas a entrevista de Diego, falando, com alegria, do apoio de “sua torcida”.

Sim, a torcida de Diego, lendário Menino da Vila do título brasileiro de 2002, é a do time carioca, assim como será a de Geuvânio e como a de Robinho é a do Atlético Mineiro. Clubes mais organizados e profissionais podem pagar para levar os ídolos santistas e nos deixar na saudade. É a triste realidade que vivemos.

Não se contrata nem se segura um grande jogador com sentimentalismo barato, mas com boas condições de trabalho e um salário digno de sua qualidade e valor de mercado.

Sei muito bem que o Santos tem o dom de revelar jogadores de tempos em tempos e com isso tapar os enormes buracos deixados por seus dirigentes. Um dia, porém, a fonte seca e, infelizmente, esse dia parece mais próximo.

Garotos já são assediados antes de subirem para a equipe profissional, as chamadas joias do sub-15 e sub-17 já estão sendo tentadas a começar a carreira bem longe da Vila Belmiro.

Os únicos valores que podem salvar o Santos de um destino parecido ao do Guarani e da Portuguesa é a transparência, a competência, o trabalho e a ousadia. Como sabem, sou pré-candidato à presidência do Santos e, além desses valores, na prática defendo o revezamento de jogos entre Vila Belmiro e Pacaembu, uma campanha permanente para se chegar a 200 mil sócios e a construção de um amplo e moderno CT para a base em Santos.

Esse é o meu compromisso caso seja eleito. Porém, sei que a multiplicação de chapas poderá eleger o pior, como ocorreu em 2014, e não faço questão e nem tenho a vaidade de ter o meu retrato entre os presidentes do Santos. Se nesse processo eleitoral surgir um candidato mais capaz do que eu, que tenha maior probabilidade de colocar em prática tudo isso que queremos para o clube, não terei o mínimo constrangimento de, em nome do futuro do Santos, apoiá-lo com determinação.

Chega de amadorismo, chega de misticismo, chega de compadrio e de obscuridade no nosso Santos. Queremos um clube íntegro, próspero, transparente, ousado e, em uma palavra que talvez resuma tudo isso, profissional. Um clube que trate o seu torcedor e o seu sócio com dignidade e não permita que ele viva momentos tão constrangedores como ele tem vivido.

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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois Prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

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Datas e horários: dias 4, 6, 11, 13, 18, 20, 25 e 17 de julho, das 19h30 às 21h30.
Local: Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo (Aceesp).
Endereço: Av. Paulista, 807, 9º andar, conjunto 904, São Paulo. Fones: (11) 3251-2420 e 3289-8409.
Investimento: R$ 300, 00 (trezentos reais – 50% na matricula, 50% até o dia 15 de julho.
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Informações e inscrição: blogdoodir@blogdoodir.com.br

Santos FC, o maior espetáculo da Terra

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou o livro que traz as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial.

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou a esperada obra que conta as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial e está sendo oferecido por um preço super acessível e ainda dá ao comprador a honra de ter o seu nome impresso em suas páginas. Não perca essa oportunidade de ter o seu nome em um dos livros mais importantes da literatura futebolística mundial!

Prossegue a campanha de financiamento coletivo para o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, uma obra única, que nos encherá de orgulho e consolidará o Santos em outro nível na história do futebol mundial. Os autores são Marcelo Fernandes e eu. Prestigie. Garanto que não vai se arrepender. Há muitas recompensas para quem adquirir o livro nesta fase de pré-lançamento.

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Você não acha que o Santos tem de ser mais profissional?


Pra que dinheiro?

O confronto com o Corinthians é o que mais mexe com o santista. Se o clube já tivesse montado uma óbvia equipe para organizar os seus jogos e se escolhesse fazer o confronto, pela Copa do Brasil, em um grande estádio de São Paulo, a lotação seria completa e os problemas financeiros, ao menos os emergenciais, estariam resolvidos. Mas o duelo, na próxima quarta-feira, será na Vila Belmiro, para a alegria dos jogadores, da comissão técnica e da direção do clube, inexplicavelmente alheios à questão monetária que preocupa até o mais desligado dos torcedores do Santos.

Na verdade, como constatamos recentemente, os mesmos jogadores que fazem lobby para jogar na Vila serão os primeiros a entrar na justiça trabalhista caso seus rendimentos não sejam pagos em dia. Por isso, eu já disse no Conselho Deliberativo e repito: a responsabilidade por escolher os locais dos jogos é da diretoria, e não dos jogadores, pois essa decisão está diretamente relacionada ao equilíbrio financeiro do clube. Jogadores passam, o clube fica.

Se preciso, o Santos precisa mergulhar todo mundo em um tratamento psicológico para acabar com esse complexo de inferioridade de achar que só pode vencer grandes adversários se jogar no velho alçapão. Se as dimensões do campo são as mesmas e a torcida não entra em campo, o que pode explicar esse temor santista de jogar em estádios maiores, o que daria mais oxigênio às finanças do clube?

O correto seria fazer um esforço para marcar o grande duelo alvinegro para a próxima terça-feira, dia em que não haverá outro jogo na Capital. Estou certo de que o rival aceitaria. O Pacaembu seria a primeira opção, mas eu não descartaria jogar no belo e imenso estádio palmeirense. A novidade de atuar pela primeira vez, com seu mando de campo, em um estádio de primeiro mundo, confortável e espaçoso, seria mais um atrativo para o torcedor, em um confronto de muito público e muito dinheiro para os combalidos cofres do Alvinegro Praiano.

É evidente, porém, que haveria muita chiadeira na Baixada Santista se o Santos resolvesse mandar o seu jogo na Capital e perdesse a partida. A confraria que acompanha o presidente Modesto Roma trataria de alardear aos quatro ventos, como fez após a na final do Campeonato Paulista de 2013, que se o jogo fosse na Vila o time não teria perdido. Essa crendice bairrista é um tabu do qual o Santos precisará se libertar caso queira voltar a ser tão grande como já foi.

O Estádio das Laranjeiras, construído para o Campeonato Sul-americano de 1919, já foi o maior e mais importante do Brasil. Nele havia, e ainda há, uma tribuna especialmente preparada para receber o presidente da República. Chegou a receber 22 mil pessoas em 1922, mas hoje, com capacidade de oito mil pessoas, é usado apenas para os treinos do Fluminense. Imagine, caro leitor e amiga leitora, se os tricolores vivessem apegados à ideia de que só poderiam vencer os seus clássicos no velho estádio, de que as despesas seriam menores se jogassem em casa…

Imagine, ainda, se o Corinthians ainda resolvesse mandar seus jogos no Alfredo Shurig, o velho Parque São Jorge onde o Santos conquistou o seu primeiro título paulista, em 1935, oito anos depois da construção do estádio. Afinal de contas, a “Fazendinha” comporta 18.500 pessoas, mais até do que a Vila Belmiro. Mudar para Itaquera, que se saiba, não causou nenhuma revolução entre os corintianos mais tradicionais. E o Itaquerão fica a 14 quilômetros do Parque São Jorge e a 25,8 quilômetros do Pacaembu. No Rio, o ônibus do Botafogo pega 20 quilômetros de trânsito pesado, o que equivale à média de 40 minutos de viagem, para ir da sede do clube ao estádio do Engenhão.

É claro que o ideal seria a Vila Belmiro ser um estádio grande e moderno, com um público médio de 30 mil pessoas. Há cidades com menos habitantes do que Santos em que isso é possível. Porto, por exemplo, é uma delas. Com menos de 400 mil habitantes, a bela e organizada cidade portuguesa mantém um dos grandes times da Europa, que conta com uma torcida apaixonada e fiel que costuma lotar o belíssimo Estádio do Dragão. Infelizmente, porém, entre o sonho e a realidade há uma grande diferença.

E a realidade é que é um drama para lotar até mesmo os 16 mil lugares da Vila Belmiro, e isso ainda depende do comparecimento maciço de santistas de outras cidades. A realidade, ainda, é que o decantado Pré-sal furou. As esperanças de riqueza com a perfuração de petróleo na Bacia de Santos foram definitivamente sepultadas. A Petrobras está à deriva, Eike Batista faliu, o preço dos imóveis de Santos está caindo. O maior mercado consumidor, com mais de um milhão de torcedores santistas, é a Grande São Paulo. Não é preciso ser um gênio do marketing para perceber que o produto tem de ir aonde o seu público está.

Que não tenhamos de aprender da forma mais dura

Nesta quarta-feira vimos o River Plate se tornar campeão da Copa Libertadores pela terceira vez, apenas quatro anos depois de ser rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Argentino. Não consegui assistir ao jogo até o final. Muito ruim. Perdi a conta das matadas de canela, dos chutões e encontrões. Creio ter sido uma das piores finais de Libertadores de todos os tempos. De qualquer forma, marca a ressurreição de um clube que parecia caminhar para a falência. Espero que o Santos não tenha de ir ao fundo do poço para aprender o que é essencial no futebol.

Por sua sorte, o centenário River tem um estádio como o Monumental de Núñez, em Buenos Aires, com capacidade para 61 mil pessoas, um símbolo do futebol argentino – onde o nosso Santos ganhou o seu primeiro título da Libertadores, em 1962, ao bater o uruguaio Peñarol por 3 a 0. O River não vive essa dicotomia santista, com seus adeptos divididos entre duas cidades. Ele não precisa jogar fora de Buenos Aires para atrair multidões e grande visibilidade aos seus jogos. Mas o Santos precisa.

E enquanto o Santos não for dirigido por pessoas que admitam isso e enfrentem essa questão de frente, seguirá patinando, empurrando o problema com a barriga e torcendo para que o imponderável do futebol resolva questões que deveriam ser solucionadas com planejamento e trabalho. Enquanto depender da opinião dos jogadores para saber onde deve jogar, seu futuro no futebol profissional será incerto.

E pra você, o Santos fez bem de jogar na Vila?

O poder da história

Mesmo depois de duas boas oportunidades que o Tigres teve contra o River Plate, comentei com a Suzana que o River seria o campeão. Mesmo com um time limitado, o representante argentino seria o campeão por sua história, pelo peso de sua camisa, pela necessidade maior que tinha de ser campeão. Desculpem-me os torcedores do Tigres, mas não é possível imaginar um grande argentino perder uma Libertadores em casa diante de uma equipe mexicana. Há momentos em que a história entra em campo.

Escrevo isso porque acredito piamente nessas palavras. Acredito que hoje, apesar de todos os seus problemas, o Santos é grande porque se sente grande e sabe que já fez muitas coisas grandes. Mesmo inferiorizado em todos os quesitos extra-campo, sabemos que ele não enfrentará o Corinthians apenas por enfrentar. Sabemos que ele entrará em campo para tentar vencer mais uma vez o seu tradicional adversário.

Para se entender essa força que a história empresta ao nosso Santos, não há outra maneira a não ser conhecer a trajetória do clube desde o longínquo 14 de abril de 1912. Por isso, atendendo aos pedidos de muitos santistas que não puderam adquirir o livro Time dos Sonhos, já esgotado, e cedendo ao interesse da Kickante, empresa especializada em crowdfunding, lancei a campanha pela reimpressão da obra que ficou conhecida como “A Bíblia do Santista”. Tenho trabalhado na recomposição do texto desde então.

Falta apenas uma semana para se encerrar o prazo dado pela Kickante. A meta estipulada não será alcançada, mas garanto que o livro será impresso mesmo assim e todas as recompensas serão dadas. Mais do que qualquer retorno financeiro, o que importa é divulgar a rica história santista, e divulgá-la da maneira como realmente ocorreu, e não como a imprensa esportiva contou.

Mesmo amigos jornalistas que julgavam já saber tudo sobre a história do Santos, ficaram impressionados com muitas das informações que leram em Time dos Sonhos. Por isso, sinto-me confortável para sugerir que, se você ainda não leu e não tem o livro, entre nessa campanha de pré-venda e garanta o seu exemplar e o seu nome no último capítulo da obra. Garanto que não se arrependerá.

História – isso ninguém vai tirar do Santos

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Santos escolhe ser amador

Ao voltar atrás e se decidir pela Vila Belmiro como o estádio do jogo de volta contra o Cruzeiro, pela semifinal da Copa do Brasil, o comitê de gestão do Santos escolheu para o clube o caminho do amadorismo.

Mas ser amador é ruim? Talvez não. Depende do ponto de vista. Um lado muito positivo é que atletas amadores competem com mais paixão, pois praticam o esporte unicamente por amor.

O uniforme do time amador também é mais bonito, pois não é poluído por propaganda na camisa, no calção, na meia, em lugar nenhum. Lindo!

O dirigente do clube amador pode fazer qualquer besteira que não dá nenhum prejuízo ao clube, já que os jogadores, em vez de contratados, eles é que escolhem os times onde querem jogar.

Para o torcedor, acompanhar uma equipe amadora é mais fácil, pois não se paga ingresso para entrar no campo. Não é preciso tevê por assinatura, muito menos pay per view. Já pensou que legal?

Que se saiba, o Santos tinha decidido enfrentar o Cruzeiro no Pacaembu porque lá cabe mais pessoas e a renda ajudaria a aliviar o déficit contínuo que assola os cofres da Vila.

Com mais lugares no estádio, finalmente o clube poderia oferecer ingressos de um jogo importante a seus 50 mil sócios, que pagam religiosamente e pouco ou nada recebem em troca. E também porque o clube teria mais visibilidade e com ela condições melhores para tentar vender o decantado patrocínio máster, além de atrair mais torcedores.

Porém, se o comitê decidiu que o Glorioso Alvinegro Praiano será amador, os problemas estão todos resolvidos. Para que ser mais conhecido ou aumentar sua torcida? Bobagem.

Até porque, se os próprios jogadores insistiram para jogar na Vila Belmiro, é porque já devem ter aberto mão de seus salários, assumindo de vez o belo e puro amadorismo que virá não só salvar o Santos, como o futebol brasileiro. Palmas!

Só me resta tirar o chapéu para tão sábia decisão. Ao escolher o amadorismo, o comitê gestor solucionou, de uma tacada só, a falta de patrocínio, de arrecadações e de transmissões pela tevê.

Eu sabia que antes de entregarem os bonés para os eleitos nas eleições de 6 de dezembro, esses homens que hoje dirigem o Santos dariam uma tacada de mestre. Amadorismo!!! Genial!!! Como eu não tinha pensado nisso!

E você, gostou do Santos ter optado pelo futebol amador?


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