Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Hoje o Santos pode fazer o seu gol 5000 em Paulistas

Ricardo Oliveira
Tenho um palpite que Oliveira entrará no jogo e na história (Ivan Storti/ Santos FC).

Se o gol é a grande alegria do futebol, o Santos é o time que, ao longo de sua história, tem proporcionado mais momentos felizes a quem o assiste. Nesta quarta-feira, contra o Rio Claro, na Vila Belmiro, o time deve alcançar outra marca invejável, pois falta apenas mais um para chegar a 5.000 gols em Campeonatos Paulistas. Como o Alvinegro Praiano está na sua centésima participação no certame, isso já representaria a média de 50 gols por campeonato, o que é uma soma extremamente respeitável.

É um feito importante porque o Paulista é a competição mais tradicional do futebol brasileiro. Primeiro campeonato oficial disputado no País, concentrou as paixões e rivalidades dos mais importantes clubes brasileiros durante décadas e ainda hoje, apesar do desdém de alguns, é muito comemorado por quem o vence e pode provocar demissões de técnicos e dispensas de jogadores famosos nas equipes perdedoras.

Fundado em 14 de abril de 1912, o Santos participou do Paulista de 1913, mas, por falta de verba para subir a serra a cada compromisso, fez apenas quatro partidas e desistiu da competição. Dos quatro jogos, ganhou apenas um, e de goleada: sapecou 6 a 3 no Corinthians, naquele que hoje é considerado o primeiro clássico do futebol paulista.

Ausente das competições de 1914 e 1915, o Santos voltou em 1916, e já disputou a liga mais forte, a Apea, ficando em quinto lugar. A partir daí, não mais deixou de participação da competição, a não ser em 2002, quando os times grandes ficaram de fora.

Mesmo vivendo um período excepcional entre 1927 e 1931, quando obteve quatro vice-campeonatos em cinco anos, e mesmo campeão em 1935, o Santos só se firmou mesmo entre os grandes do Estado a partir da década de 1950. Entretanto, mesmo nos períodos de relativo ostracismo, foi respeitado pelo poderio de seus atacantes.

Goool do Santos!

Por seis vezes o Santos atingiu a marca de 100 gols ou mais em Campeonatos Paulistas: 1927 (100 gols), 1958 (143), 1959 (151), 1960 (100 gols), 1961 (113) e 1962 (102). O Palmeiras conseguiu duas, o Corinthians uma e o São Paulo nenhuma.

O Santos também teve o artilheiro do Campeonato Paulista por 22 vezes. O Corinthians também teve 22, o São Paulo 15 e o Palmeiras 12.

O maior artilheiro da competição foi Pelé, por 11 anos, nove deles consecutivos. O recorde de gols em uma mesma competição também é do Rei, com 58 gols em 1958. Em outras edições Pelé marcou 49, 47, 44… Em segundo aparece Feitiço, também do Santos, que marcou 37 gols em 1931, e em terceiro Araken, outro santista, que fez 31 gols em 1927.

Hoje o Santos pode viver mais um dia histórico, com a marcação de seu gol 5000, e a expectativa é a de quem deverá fazê-lo. Robinho? Ricardo Oliveira? Gabriel? A verdade é que Marcelo Fernandes pensa em poupar muitos jogadores e esses dois estão entre aqueles que não deverão entrar em campo. Mas se você já tem um palpite, participe da enquete aí do lado.

Uma vitória garante as quarta e semifinal em casa

O jogo de hoje é importante também para a classificação do Santos, pois uma vitória sobre o Rio Claro garante o Santos no segundo lugar, o que lhe dará a vantagem de jogar a quarta-de-final e, se passar, a semifinal, em casa. O presidente Modesto Roma já adiantou que os jogos serão na Vila Belmiro, então não se fala mais nisso.

O técnico Marcelo Fernandes parece que quer poupar muitos jogadores da partida de hoje, como Renato, Lucas Lima, Robinho e Ricardo Oliveira. O time primeiramente anunciado para a partida foi Vladimir, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz (Werley) e Chiquinho; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim e Gabriel. Porém, as últimas informações confirmam que Marcelo Fernandes não quererá dar milho pra bode e deverá iniciar a partida com os titulares Renato, Lucas Lima, Robinho e Ricardo Oliveira. Espero que sim, pois o jogo é importante.

Acho interessante a intenção de poupar os jogadores mais importantes para os jogos decisivos, mas se eu fosse o técnico deixaria os titulares no banco, pois se o primeiro tempo terminar empatado, o jeito será reforçar a equipe na segunda etapa. Um empate seria desastroso, pois faria o Santos perder o segundo lugar e, provavelmente, o direito de jogar uma provável semifinal diante de sua torcida.

O Rio Claro não está morto. Com a vitória sobre o Bragantino, na última rodada, o time do Interior praticamente se livrou do rebaixamento, mas só estará matematicamente livre com um empate. Portanto, é bom tomar cuidado.

Santos x Rio Claro, Vila Belmiro, hoje, 22 horas (só no pay per view)
Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Carlos Augusto Nogueira Junior.
Santos: Vladimir; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz (Werley) e Chiquinho; Lucas Otávio, Leandrinho, Elano e Marquinhos Gabriel; Lucas Crispim e Gabriel. Técnico: Marcelo Fernandes.
Rio Claro: Richard; Vinícius Bovi, Pitty, Gilberto e Renan Diniz; Alê, Renan Luis, Matheus Galdezani e Guaru; Paulinho e Bruno Catanhede. Técnico: Estevam Soares.

Reveja este Santos x Rio Claro de 2010, com Pacaembu cheio:

E você, acha certo o Santos poupar tantos jogadores hoje?


O espírito correto do Centenário e o jogo contra o Linense

Percebi nos comentários que há muito santista desanimado para participar das festas do Centenário do clube. Descontentes com o momento atual do Santos – em que o técnico não consegue fazer o time jogar bonito e pra frente, e alguns jogadores, mesmo decepcionando, recebem salários altíssimos – um bom número de leitores do blog não quer nem ouvir falar de participar do Cruzeiro do Centenário.

Respeito e considero legítimas todas as manifestações dos santistas. Mas gostaria apenas de lembrar que as festividades de 100 anos do Santos não comemoram os feitos desta época ou desta administração, mas de toda a rica história do Santos, que começou no longinquo 14 de abril de 1912 e vem até os nossos dias. De Adolfo Millon Jr. a Neymar, todos os ídolos merecem esse reconhecimento.

Mesmo que o Santos estivesse na terceira divisão, brigando com Jabaquara e Portuguesa Santista para ser o time mais importante da cidade, ainda assim mereceria o nosso carinho e respeito. Recusar-se a ir ao Cruzeiro do Centenário porque prefere ver o time tricampeão paulista, desculpem-me, mas soa como desculpa. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. E é possível ter as duas.

Não acho justo que tudo que os antepassados fizeram de importante para o Santos seja esquecido caso o time não venha a ser campeão em 2012. Que responsabilidade Urbano Caldeira, Araken, Feitiço, Antoninho, Pepe, Del Vecchio, Pelé e tantos outros podem ter pelo momento presente? Eles já fizeram a sua parte, e o fizeram com extremo brilhantismo. A hora de demonstrar nossa gratidão é agora.

Muricy volta a escalar reservas

Com o argumento de que já tem o time para estrear na Copa Libertadores, quinta-feira, contra o Strongest, na Bolívia, o técnico Muricy Ramalho escalará uma equipe de reservas para enfrentar o Linense, hoje, às 19h30m, em São Bernardo do Campo.

O lado ruim dessa decisão é que um jogo que geralmente daria três pontos, passará a ser muito difícil. O lado bom é que poderemos ver jovens como Anderson Carvalho, Felipe Anderson e Paulo Henrique, que dificilmente teriam chance no time se o técnico resolvesse manter os “titulares”.

Dizem que o técnico optará por uma formação com três zagueiros. Acho isso tão absurdo que me nego a admitir a hipótese. Assim, meu time para o jogo de hoje seria Aranha; Fucile, Bruno Aguiar, Vinícius Simon e Paulo Henrique; Anderson Carvalho, Íbson e Felipe Anderson; Dimba, Rentería e Alan Kardec (Dimba foi bem jogando pela meia-direita, porque não lhe dar uma chance desde o começo?)

Os duelos entre Santos e Linense

Por Wesley Miranda

Santos e Linense se enfrentaram 11 vezes ao longo da história, com 8 vitórias santistas e 3 vitórias do Linense. O Peixe marcou 44 gols e o Elefante 19.

Em Campeonato Paulistas foram 7 jogos, excluindo a fase de classificação de 1956 e 1957. O Santos venceu 5 jogos e perdeu 2. Marcou 24 gols e sofreu 12.

O primeiro confronto
O primeiro confronto foi em um amistoso valendo taça, no dia 26/08/1945. E o Santos venceu por 2 a 0 com gols de Jorginho e o magistral Antoninho Fernandes. Com a vitória, o Santos conquistou a taça Ulysses Guimarães. Sim, ele mesmo, em 1943 era dirigente santista.

Uma virada espetacular
Pelo Paulista de 1954, jogando na Vila Belmiro, o Linense terminou o primeiro tempo vencendo por 3 a 2. Na volta do intervalo, o eterno Zito empatou aos 5 minutos, iniciando a reação, completada por Feijó aos 13, Tite aos 14 e Del Vecchio aos 16 minutos. Quatro gols em 11 minutos!! O Santos ainda venceu por 8 a 4

“Pré Paulistão”
Nos anos de 1956 e 1957 a cartolagem inventou uma fase classificatória em turno único. Os 10 melhores se qualificavam para o Campeonato Paulista e os 10 piores definiriam quem caía. Nesse
“Pré Paulistão” o Santos jogou nos dois anos contra o Linense. Em 1956 quando venceu o torneio classificatório e conquistou o Troféu Dr. Jorge dos Santos Caldeira, goleou o Linense por 9 a 1 no dia 29/09 em partida realizada na Vila Belmiro. Em 1957 também na Vila Belmiro, outra goleada, 7 a 1 no dia 23/06.

O artilheiro do confronto
O artilheiro do confronto com 9 gols é o vicentino Del Vecchio. O menino da Vila que foi artilheiro do Paulista de 1955 (23 gols) que quebrou o jejum do Santos, ficou no Peixe apenas até 1957 quando foi brilhar no Milan e Boca Juniors. Voltou para a Vila Belmiro em 1965. Marcou 105 gols com a camisa alvinegra (17º que mais fez gols pelo Santos).

Em seguida vem o ponta Tite com 6 gols. Tio do lateral Léo, Tite veio do Fluminense em 1951, e disputou 475 partidas (8º que mais jogou) e marcou 151 gols com a camisa do Santos (10º que mais marcou).

E você, só comemorará o Centenário se o Santos for campeão em 2012?


Hoje à tarde a Fifa escolherá o gol de Neymar como o mais bonito de 2011

Os adversários são de respeito – o argentino Lionel Messi, do Barcelona, que hoje deverá ser escolhido novamente como o melhor jogador do mundo, e o inglês Wayne Rooney, do Manchester United -, mas o brasileiro Neymar dos Santos, do Santos, deverá receber o prêmio Puskas, entregue pela Fifa ao autor do gol mais bonito de 2011. A cerimônia ocorrerá em Zurique e será transmitida para o Brasil, pelo Sportv, a partir das 16 horas.

Não tenho nenhuma dúvida de que o gol de Neymar foi o de mais bela feitura de 2011. Não que os de Messi e Ronney sejam feios, mas tiveram um grau bem menor de dificuldade. O argentino e o inglês se valeram de um toque só na bola para construir seus gols. Neymar arquitetou a jogada desde o início, superando um número muito maior de obstáculos.

Primeiro, o santista se livrou de dois adversários em um espaço exíguo, com dribles surpreendentes; depois enfiou um belo passe para Borges, entre dois flameguistas; ao receber a bola de volta, Neymar correu acossado por Renato e, diante de Ronaldo Angelim, encontrou a genial solução de aplicar-lhe uma meia-lua usando o pé esquerdo. Depois, ainda teve de ser rápido e corajoso para chegar na bola antes do goleiro e de dois adversários. Por fim, tocou com calma e precisão para marcar. Uma obra-prima de difícil execução, sem dúvida o gol mais bonito do ano passado.

Acho que o apresentador não vai se lembrar, mas nada mais natural que um atacante do Santos, um Menino da Vila, ser eleito como o autor do gol mais bonito, já que o Santos é o time que mais gols marcou no mundo, muitos deles de extraordinária beleza, confecionados por craques como Araken, Feitiço, Antoninho, Pagão, Coutinho, Pepe, Edu, Giovanni, Robinho, Diego e o Rei de todos, o incomparável Pelé.

Confira agora, de novo, o lendário gol de Neymar contra o Flamengo:

http://youtu.be/z4NBFRFciv8

Você acha que este foi o gol mais bonito que Neymar fez na carreira?


Veja como o Santos ganhou seu primeiro título paulista, há 75 anos

Há exatos 75 anos, em 17 de novembro de 1935, o Santos conquistava seu primeiro título estadual. E conquistava batendo o Corinthians em pleno Parque São Jorge, por 2 a 0. Vale a pena relembrar essa façanha…

Nos dois primeiros amistosos que fez em 1935, o Santos sofreu duas derrotas: 3 a 2 para o São Paulo e 1 a 0 para a Portuguesa de Desportos, ambos na Vila Belmiro. Como o Campeonato Paulista demorava a começar, deu tempo para se redimir, com vitórias sobre Corinthians (3 a 2), São Cristóvão (2 a 1), Espanha (10 a 1)… Deu até para aceitar um convite para uma excursão ao Rio Grande do Sul, de 12 a 26 de maio, onde venceu Novo Hamburgo (4 a 2) e Riograndense (4 a 3), empatou com o Internacional (1 a 1) e perdeu para Grêmio (3 a 2) e Seleção Gaúcha (3 a 2).

Uma excursão como essa, naqueles tempos de poucas viagens, era tudo que os jogadores queriam. Só que chegaram a Santos no dia 29 de maio e descobriram que a tabela marcava para o dia 2 a estréia contra o Palestra, atual campeão paulista.

Logo de cara, um jogo decisivo, pois se o time tinha alguma pretensão de brigar pelas primeiras posições, deveria vencer o Palestra na Vila. No segundo turno o jogo seria no Parque Antártica e a dificuldade seria bem maior. Sabendo disso e lutando como nunca, o Santos venceu por 1 a 0, gol do centroavante Raul. Bastante modificado com relação à temporada anterior, o time jogou com Ciro, Neves e Badu; Figueira, Ferreira e Marteleti; Saci, Moran, Raul, Logu e Paulinho.

A vitória sobre um dos favoritos ao título animou os santistas, que em seguida venceram também o Espanha, no campo do Macuco (2 a 0), e o Paulista, da Capital, no Parque Antártica (5 a 1). No quarto jogo veio a derrota para o Corinthians, na Vila Belmiro (2 a 1), mas o time se aprumou de novo e venceu a Portuguesa Santista, na Vila Belmiro (3 a 1) e o Juventus, na Capital (4 a 1). Nesta última partida, a que encerrou o primeiro turno, o time ganhou o reforço de Araken, que voltava ao Santos.

Na estréia do segundo turno, outro confronto com o Palestra, desta vez no Parque Antártica. Jogo tenso, difícil, que terminou sem gols. Depois, uma goleada no Espanha, na Vila (4 a 1) e outra no Paulista (5 a 2), também em casa. Mas a Portuguesa Santista complicou as coisas em Ulrico Mursa (3 a 3) e o time depois teve de vencer o Juventus em nervosos 2 a 1, na Vila, para jogar pelo título e pelo empate a última partida, contra o Corinthians, no Parque São Jorge.

Finalmente, o primeiro título paulista estava bem próximo. Mas Bilu, o técnico santista, temia que a emoção traísse seus jogadores, ou que o árbitro, Heitor Marcelino Domingues, pudesse puxar a sardinha para os times da Capital. O Corinthians não tinha chance de ser campeão, mas sua vitória daria o título ao Palestra Itália, mesmo clube que venceu o Santos na Vila Belmiro, em 1927, quando o empate bastaria para que a taça ficasse em Santos.

Bilu, que jogou a decisão de 1927 como zagueiro, jamais escondeu a mágoa pela forma com que o campeonato lhe tinha sido tirado, com uma atuação parcial e cínica do árbitro Antonio Molinaro. Naquele 17 de novembro, no Parque São Jorge, finalmente Bilu teria a chance de, por linhas tortas, saborear sua vingança.

Por felicidade, Bilu pôde escalar o melhor santista para cada posição: Ciro, Neves e Agostinho; Ferreira, Marteleti e Jango; Saci, Mário Pereira, Raul, Araken e Junqueirinha. A boa torcida que subiu de trem para São Paulo fez o time se sentir à vontade, mesmo no campo do rival.

Um grupo de torcedores do Santos que trabalhava na estiva do Porto, cansados de ver o time ser prejudicado pela arbitragem em jogos decisivos, levou galões de gasolina para o estádio do Corinthians. Se o Santos fosse roubado mais uma vez, prometiam colocar fogo na Fazendinha.

Mas não precisaram chegar a tal extremo. Jogando melhor, o Santos venceu por 2 a 0, com gols de Raul e Araken, um em cada tempo. O
título ficou mesmo com o melhor do campeonato. Tanto, que o Santos teve o ataque mais positivo (32 gols) e a defesa menos vazada (10).

Confira a ficha técnica do jogo que deu o primeiro título estadual ao Santos:

Corinthians 0, Santos 2
(Primeiro tempo: 1 a 0).
Campeonato Paulista (jogo que decidiu primeiro título do Santos).
17 de novembro de 1935, domingo à tarde.
Parque São Jorge
Corinthians: José, Jaú e Carlos; Brito, Brandão e Munhoz; Teixeira, Carlito, Teleco, Alberto e De Maria.
Técnico: José Foquer.
Santos: Cyro, Neves e Agostinho; Ferreira, Martelete e Jango; Sacy, Mário Pereira, Raul, Araken e Junqueira.
Técnico: Bilu.
Gols: Raul aos 36 minutos do primeiro tempo; Araken aos 17 do segundo.
Árbitro: Heitor Marcelino Domingues.
Público: 15.000 pagantes.

Quanto era proibido ao Santos ser campeão

Antes de 1935 o Santos teve um período, mais especificamente de 1927 a 1931, em que foi um dos melhores times do país e poderia, naturalmente, ter sido campeão paulista em mais de uma temporada.

Porém, vários fatores contribuiram para que isso não acontecesse. O Santos não só foi prejudicado pelo poder do futebol paulista, como pela intransigência de seus próprios dirigentes. Leia um longo artigo sobre o assunto clicando nesta página: Quando era proibido ao Santos ser campeão

Você sabia alguma coisa deste jogo e do título de 1935? Qual foi o primeiro título que você viu o Santos ganhar?


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