Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Atlético Paranaense (page 1 of 7)

Boa estreia, Levir!

Sereias da Vila a um passo da final
Neste sábado, às 21 horas, com transmissão do Sportv, o Santos enfrenta o Iranduba, na Vila Belmiro, e com um empate já garantirá vaga na final do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A outra semifinal reúne Rio Preto e Corinthians. Logo mais informo sobre a partida das Sereias, comento os últimos fatos no Santos, como a bela enquadrada de Levir Culpi, e apresento o clássico de amanhã entre Santos e São Paulo, também na Vila. Até mais…

Menos tic, mais taca!


Desta vez os santistas jogaram com coragem

Um Santos mais objetivo e determinado, que não ficou todo encolhido atrás depois de conseguir alguma vantagem, foi o que se viu em Curitiba, ao contrário da equipe que era orientada por Dorival Junior. Os santistas começam a ter mais esperanças nessa Copa Libertadores.

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Hoje à noite o curitibano Levir Culpi terá o seu jogo mais importante desde que foi contratado e, provavelmente, o primeiro em que assumirá de fato o comando da equipe. A Copa Libertadores é a grande motivação do Santos neste ano e o confronto com o Atlético Paranaense, a partir das 19h15, na Vila Capanema, com transmissão da Fox, tem um grande significado para Levir, que em 2004, dirigindo o mesmo Atlético, perdeu o título brasileiro para o Santos nas últimas rodadas. Cada vez que ele enfrenta o seu antigo clube, a história do “piloto automático”, vem à tona.

No momento, os dois times não são os melhores do Brasil, como há 13 anos, mas correm atrás da bola e esperam que o imponderável do futebol os premie com vitórias surpreendentes. Sim, qualquer vitória hoje, assim como algum título para um dos dois em 2017, seria uma surpresa. Para esta noite a lógica indica o empate, e na temporada chegar às finais já seria razoável.

Fiquei triste com a séria contusão do garoto Vitor Bueno, que só voltará aos campos em 2018. Espero que sua recuperação não seja tão complicada como as Luiz Felipe e Gustavo Henrique, também com problemas no joelho, mas os antecedentes dizem que é melhor esquecermos de Bueno por um longo tempo. Ricardo Oliveira, Zeca e Caju também estão machucados.

As notícias dizem que Levir armará um Santos ofensivo, mas a verdade é que a escalação provável é a do mesmo time que vinha jogando e marcando poucos gols: Vanderlei, Lucas Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Bruno Henrique, Kayke e Copete.

Com uma saída rápida para o ataque, se Lucas Lima girar menos sobre o próprio corpo e der andamento às jogadas com precisão e velocidade, o Santos poderá chegar ao gol de Weverton com perigo. Se voltar ao estilo Dorival Junior de rodar para lá e para cá, certamente terá mais pose de bola, mas correrá o risco de voltar para Santos com mais uma derrota fora de casa.

Do lado do Atlético, Eduardo Baptista não tem muitas opções técnicas. A força do seu time está na disciplina tática e em seu bom retrospecto quando joga em casa. Ele deve enfrentar o Santos com Weverton, Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rossetto e Lucho González; Douglas Coutinho, Nikão e Grafite (ou Éderson).

Como disse, acredito mais no empate, se bem que tenha esperanças de uma boa vitória santista, claro. A arbitragem será de Roberto Tobar, auxiliado por Marcelo Barraza e Claudio Rios, todos do Chile. Que não sejam caseiros.

Ticket médio

Domingo fui jantar na casa do Vinicius, meu sobrinho e afilhado, e fiquei sabendo que o ticket médio do supermercado Dia é 25 reais. Sou cliente de uma unidade do Dia perto de casa e comentei sobre uma boa promoção que a loja está fazendo. Especialista em marketing e muito bem informado, Vinicius explicou que o público deste supermercado costuma fazer compras pequenas e por isso o Dia está fazendo essas promoções para estimular as pessoas a gastar mais.

Você, leitor e leitora, deve estar se perguntando o que essa informação tem a ver com o Santos. Eu respondo: tem tudo! Pois lemos novamente que Modesto Roma, mesmo nos estertores de seu mandato, não desistiu de lançar a pedra fundamental de uma arena para 28 mil pessoas em Santos, e para que o negócio dê certo será preciso cobrar um ticket médio superior a 80 reais por 20 anos seguidos.

Ora, o ticket médio suportável em Santos, para jogos de futebol, é bem parecido com o do Dia, e assim tem sido desde que a Vila Belmiro foi fundada, há 101 anos. E olhe que Santos até os anos 50 era a décima cidade brasileira em população, com uma pujança econômica e um poder aquisitivo bem maiores do que hoje, em que se encontra em 48º lugar entre as cidades mais populosas do país. Ou seja, impor ao santista e ao morador das cidades da Baixada um ingresso caro, que vai além de seus hábitos de consumo, será a melhor receita para se criar um elefante branco e, consequentemente, falir o nosso querido Alvinegro Praiano, que mesmo sem o estádio já está quase chegando lá.

“Ah, mas os santistas da capital e do interior descerão a serra para ver o Santos e eles é que garantirão a lotação do estádio…” Ah, é? Quer dizer que trazer o time para jogar no Pacaembu não pode, mas esperar que um santista do planalto gaste 200 reais para ver, da arquibancada, uma partida de futebol, correndo riscos na volta noturna para casa, pode? Sei não, mas essa arena em Santos entrará na turma das arenas do Pantanal, de Manaus e Natal. Elefante, ou melhor, baleia branquíssima.

Minha esperança, assim como a da maioria dos santistas, é a de que Modesto Roma não seja reeleito e não leve adiante essas suas ideias tresloucadas, que podem transformar o Santos, definitivamente, em um time apenas de sua cidade, desperdiçando o incomensurável patrimônio deixado por Pelé & Cia e representado por sua imensa torcida. Esperamos que o Alvinegro que já foi o maior espetáculo da Terra possa ser dirigido por um ser humano racional, que apenas faça o que tem de ser feito, obedecendo às leis da lógica e do marketing.

Participe da campanha de pré-financiamento de “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, um livro único, que vale por um título mundial, e tenha o seu nome impresso nessa edição histórica! Essa oportunidade tem prazo limitado.

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou o livro que traz as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial.

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou a esperada obra que conta as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial e está sendo oferecido por um preço super acessível e ainda dá ao comprador a honra de ter o seu nome impresso em suas páginas. Não perca essa oportunidade de ter o seu nome em um dos livros mais importantes da literatura futebolística mundial!

Prossegue a campanha de financiamento coletivo para o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, uma obra única, que nos encherá de orgulho e consolidará o Santos em outro nível na história do futebol mundial. Os autores são Marcelo Fernandes e eu. Prestigie. Garanto que não vai se arrepender. Há muitas recompensas para quem adquirir o livro nesta fase de pré-lançamento.

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E você, como acha que o Santos de Levir se sairá em Curitiba?


Um Santos com atitude

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UM SANTOS COM ALTITUDE

Era só isso que o torcedor queria: um Santos vibrante, que se entregasse ao jogo com vontade. Em Curitiba, mesmo sem quatro jogadores que vinham sendo titulares, o time dirigido pelo interino Elano venceu por 2 a 0, gols de Kayke no primeiro tempo, após ótimos contra-ataques, e acabou com um tabu de 10 anos sem superar o Atlético Paranaense na Arena da Baixada.

Dos 18 mil pagantes, calculo que cinco mil eram santistas, muitos pertencentes à Embaixada do Santos em Curitiba. Dessa vez, os torcedores saíram felizes, pois o time não se contentou em tocar a bola de lado. Sofreu um sufoco no segundo tempo, é verdade, mas garantiu uma importante vitória fora de casa.

O Santos jogou com Vanderlei, novamente com grande atuação; Daniel Guedes, de regular para bom, mas expulso aos 40 minutos do segundo tempo; Lucas Veríssimo e David Braz, que ganharam todas as bolas pelo alto, e Jean Mota, que não comprometeu. Thiago Maia, muito bem, substituído por Alison aos 17 minutos do segundo tempo; Renato, discreto, e Vitor Bueno, fraco, substituído por Cléber aos 36 minutos do segundo tempo; Bruno Henrique, se mexeu bem e deu um excelente passe no segundo gol; Copete, idem, e Kayke, o artilheiro do jogo, substituído por Leandro Donizete aos 42 minutos da segunda etapa.

A próxima partida do Alvinegro Praiano no Campeonato Brasileiro será o clássico contra o Palmeiras, na quarta-feira, às 21h45, na Vila Belmiro. As duas vitórias consecutivas devem fazer o torcedor lotar o Urbano Caldeira na expectativa de mais três pontos que podem deixar o Santos, atualmente em décimo lugar, próximo da zona da Libertadores.

E você, o que achou do Santos do Elano?

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MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

O técnico Levir Culpi, que ainda não comandará o Santos neste domingo, em Curitiba, contra o Atlético Paranaense, é um personagem especial do futebol, pois tem no mínimo dois neurônios que se conectam. Como hoje está com a vida mansa e não tem o rabo preso com a CBF ou alguma rede de tevê, falou o que todo mundo já sabe: que o Santos dispensa apresentações, pois é daqueles times que têm um lugar cativo entre os grandes da história. Agora sou eu que digo: que se curtam mais os rappers ou os pagodeiros do momento é compreensível, mas isso não quer dizer que se deva esquecer Tom Jobim e a bossa nova.

Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

Confesso que já tinha dado por encerrado o meu ciclo de livros sobre a história do Santos. Ainda queria escrever sobre alguns ídolos, mas a respeito apenas do time só um livro me apeteceria: queria contar como foram as viagens por todos os continentes, por dezenas de países, mas não me contentaria com nomes e números. Seria preciso sentir o ambiente local, conhecer as opiniões da imprensa estrangeira, conseguir fotos inéditas, ingressos dos jogos, descobrir detalhes, histórias curiosas…

Não via, porém, como conseguir tempo e recursos para empreender essa pesquisa longa e universal. Até que me surgiu um anjo que há muitos anos já fazia esse trabalho meticuloso de garimpagem dos rastros do Santos pelo mundo afora. Morador em Luxemburgo, na Europa, o santista Marcelo Fernandes já fazia essa garimpagem há muitos anos. Como o seu trabalho, em uma companhia aérea, lhe permite viajar pelo mundo, Marcelo visitou os lugares pelos quais o Santos passou e pesquisou em museus, bibliotecas, exposições, estádios e participou de leilões para adquirir peças importantes da memorabilia das viagens santistas.

Clique aqui, conheça e participe da campanha de financiamento coletivo para lançar “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”. Os 200 primeiros terão o nome impresso no livro e poderão adquirir um exemplar por apenas 90 reais.

Começamos os planos para o livro há sete anos, temos falado e completado nossas informações desde então, entramos na reta final no ano passado e agora, finalmente, podemos anunciar, com muito orgulho e enorme prazer, o lançamento do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra”, próximo lançamento da Editora Onze, de Marco Piovan, outro apaixonado pela história do futebol.

Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

Trata-se, portanto, de obra única, inigualável, tão valiosa para a história do nosso Santos como mais um título mundial. E outra notícia sensacional é que você poderá ter o seu nome impresso no livro, garantir presença no evento de lançamento, ao lado de grandes craques daquele Santos formidável e ainda obter outras recompensas por preços promocionais de pré-lançamento.

Se esperarmos que os outros reconheçam os méritos inigualáveis do nosso Santos, morreremos sentados. Portanto, nos unamos para que “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” seja lançado com o esmero e a divulgação que merece e espalhe essa história singular do time de uma pequena cidade brasileira que colocou o mundo aos seus pés.

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Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva

Sou suspeito para falar, mas se eu tivesse filhos pequenos, eles já estariam inscritos no Curso de Tênis de Férias da Suzana Silva. As crianças passarão quatro dias aprendendo e aprimorando seu jogo de tênis, fazendo novas amizades e convivendo com professores especializados no ensino e no treinamento de crianças.

O lugar é paradisíaco, nem parece que você está em São Paulo. Considero as quadras de saibro do Clube de Campo Castelo as mais bonitas da cidade. As crianças e seus pais adoraram as clínicas anteriores. Um dia todo de tênis, com refeições, transfer direto do Shopping Morumbi. Abaixo segue o cartaz do evento com o telefone e o e-mail para informações e a inscrição.

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Participe dessa obra histórica e poderá dizer, para sempre: eu sou um dos responsáveis por um dos livros mais importantes do Santos e do futebol mundial, o livro das viagens do time que ficou conhecido como “O maior espetáculo da Terra”.


Maior espetáculo da Terra

Os 200 primeiros compradores terão o nome no livro e ganharão um exemplar com apenas 90 reais. Clique aqui e garanta o seu! Este livro vale como um título mundial!

MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA

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Entre os anos 60 e 70 o Santos chegou a um ponto inalcançável por qualquer outro time no mundo. E suas marcas permanecem. Sempre que entra em campo, com a mesma camisa e o mesmo distintivo, remete o futebol aos seus tempos mais belos e apaixonantes. É como disse Pelé: “Hoje o time joga no quintal de sua casa, coloca o vídeo no Youtube e todo mundo vê; no nosso tempo nós tínhamos de jogar no mundo todo para sermos vistos. Só não jogamos na Lua”.

Engraçado que o Santos demorou 42 anos para jogar fora do Brasil, mas foi só sentir o gostinho da aventura e se libertou de vez do rabo da saia da mamãe Belmiro. Time brasileiro que mais jogou e venceu equipes estrangeiras, o Glorioso Alvinegro Praiano escreveu histórias que parecem lenda. Em alguns países paralisou guerras, em outros provocou conflitos. Em todos, a causa era a mesma: testemunhar aqueles mágicos homens de branco levitando pelo gramado verde como santos que eram.

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Não conheço nenhum outro livro que fale, exclusivamente, das viagens internacionais de um time. Bem, certamente não há uma equipe que tenha tanto assunto, tantas aventuras a contar que envolvam desde as cidades iluminadas da Europa até as povoações modestas na África. Por isso, não é exagero dizer que jamais haverá um time tão impactante como o Santos de Pelé. Por onde ele passou, deixou sua marca.

Trata-se, portanto, de obra única, inigualável, tão valiosa para a história do nosso Santos como mais um título mundial. E outra notícia sensacional é que você poderá ter o seu nome impresso no livro, garantir presença no evento de lançamento, ao lado de grandes craques daquele Santos formidável e ainda obter outras recompensas por preços promocionais de pré-lançamento.

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clinica de tenis do castelo - 2017


Só há uma opção: Vencer!


Vitória feia, mas importante
Com público pequeno, de 5.764 pessoas, e renda de R$ 173.620,00, o Santos começou muito mal, chegou a ser dominado pelo Atlético Paranaense na Vila Belmiro, mas venceu por 2 a 0, gols de Ricardo Oliveira (pênalti) e Paulinho. Ninguém jogou maravilhosamente bem, mas Lucas Lima, Ricardo Oliveira e Renato se destacaram. Os mais inseguros foram David Braz, Victor Ferraz e Copete. Thiago Maia estava mal, mas melhorou no segundo tempo, assim como Zeca. Vecchio começou e se saiu mais ou menos bem, sofrendo o pênalti. Foi substituído por Jean Mota, que correu muito, mas produziu pouco. De qualquer forma, deu pro gasto e o time continua no G4.

Só há uma opção: Vencer!

Minhas caras e meus caros leitores, neste sábado pré-eleitoral o Santos enfrenta o Atlético Paranaense às 16 horas, na Vila Belmiro, e não pode nem cogitar outro resultado que não seja a vitória. Com a derrota para o Sport, a posição no G4 ficou ameaçada, pois o Fluminense está a apenas dois pontos e o próprio Atlético Paranaense pode se igualar ao Alvinegro Praiano se vencer o jogo de logo mais. Porém, com a volta dos titulares Ricardo Oliveira e Jean Mota, o Santos é favorito e, como corre mais e é mais ofensivo quando joga em casa, tem tudo para vencer o bom Atlético do técnico Paulo Autuori.

E se o técnico Dorival Junior já pensa em usar as ausências de Gustavo Henrique e Vitor Bueno como desculpas para um eventual tropeço, vamos avisando que os desfalques do time do Paraná são bem maiores. Autuori não poderá contar com Cleberson (lesões na face e no joelho), Lucas Macanhan (contusão no ligamento cruzado anterior do joelho direito), Deivid e Nikão (em transição), Sidcley (lesão no músculo adutor da coxa direita), Luciano Cabral (entorse no tornozelo direito), André Lima (edema no joelho esquerdo) e Léo (suspenso).

Para buscar essa vitória que o manterá no G4 e ainda com possibilidades matemáticas de chegar ao título, o Santos deverá jogar com Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Jean Mota, Ricardo Oliveira e Copete. Creio que, com exceção dos inseguros Victor Ferraz e David Braz, a escalação está bem equilibrada. E como na Vila o Santos fica mais tempo no ataque, as falhas defensivas não aparecem tanto.

O técnico Dorival Junior completa 150 partidas na direção do Santos, equiparando-se a Muricy Ramalho. Entrevistado por um site, Muricy disse o que Dorival reluta em afirmar: que o Santos deve disputar a Libertadores no ano que vem. Tomara que Dorival tenha a mesma convicção.

A arbitragem será de Péricles Bassols Pegado Cortez, auxiliado por Clovis Amaral da Silva e Cleberson do Nascimento Leite, todos de Pernambuco. Esperemos que atuem bem, com critérios claros, não tentem inventar e não prejudiquem nenhuma das equipes. Santista, ao contrário de outros torcedores, não gosta de ganhar roubado.

E você, o que espera de Santos x Atlético/PR?

CONSELHEIROS PEDEM RECONSIDERAÇÃO DE BONAVIDES

Um ofício com a assinatura de dezenas de conselheiros do Santos, encabeçada pelo conselheiro Clóvis Cimino, eleito pela chapa de José Carlos Peres, enviou um ofício ao presidente do Conselho Deliberativo do Santos, Fernando Galotti Bonavides, para que este dê andamento ao processo de reprovação das contas de 2015 da atual diretoria comandada por Modesto Roma e convoque o presidente e seus assessores diretos para esclarecer as várias fúcidas levantadas pelo Conselho Fiscal.

Como se sabe, o Conselho Fiscal do Santos, órgão independente, que conta com conselheiros de várias correntes políticas do clube, reprovou a prestação de contas de 2015 da gestão Modesto Roma. Isso é grave e só ocorre quando há coisas mal explicadas ou não explicadas. Ou seja, pode significar mau uso do dinheiro do clube, desvio de verbas e problemas afins.

Em eleição democrática, o Conselho Deliberativo aprovou a decisão do Conselho Fiscal, reprovando as contas de 2015, o que daria ao presidente Roma a oportunidade de explicar as várias dúvidas levantadas. Porém, o conselheiro Celso Pires, aliado de Roma, entrou com uma ação na Justiça comum para anular a votação dos conselheiros.

O caso foi julgado na 4ª Vara Cível de Santos e a apelação de Pires não obteve sucesso. Ou seja, o Conselho Deliberativo do Santos deveria dar seguimento ao processo, intimando o presidente Modesto Roma a prestar depoimento aos conselheiros. Entretanto, também ligado à administração Roma, Bonavides decidiu considerar o caso sub judice, o que provavelmente prolongará a demanda até o final da atual gestão que controla o clube. Em outras palavras, significa empurrar com a barriga um caso vital para a transparência e o futuro do clube.

Mesmo eleito por uma chapa que hoje dirige o Santos, Fernando Bonavides, no entender dos conselheiros signatários, não pode esquecer seu papel de guardião dos valores da instituição Santos Futebol Clube e, independentemente de suas preferências e amizades políticas, exercer seu cargo da maneira mais isenta e responsável possível. A seguir, a íntegra do ofício entregue ao presidente do Conselho Deliberativo do Santos:

Ao
Ilmo. Sr
FERNANDO GALOTTI BONAVIDES
DD. Presidente do Conselho Deliberativo
Do Santos Futebol Clube

Prezado Senhor:

Investidos do mandato de conselheiros eleitos para o triênio 2014-2017, os Conselheiros abaixo identificados, na forma estatutária, vêm, respeitosamente à presença de V.Sa. para requerer a reconsideração de decisão tomada na última reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Santos Futebol Clube, ocorrida em / /2016, pelas relevantes razões de fato e de direito a seguir aduzidas:

1. V.Sa. leu, como determinou o MM. Juiz da 4.a Vara Cível da Comarca de Santos, a sentença que julgou improcedente a ação movida pelo Conselheiro Antonio Celso Pires (processo n. 1011424-29.2016.8.26.0562) contra deliberação soberana dessa casa.

2.- Significa dizer que, na cognição completa da lide, o Magistrado revogou sua própria decisão liminar que negava efeitos às deliberações assembleares relativas às contas da administração Modesto Roma Júnior do exercício de 2015, julgando aquela decisão tomada pelo Conselho Deliberativo como válida a produzir seus efeitos.

3.- A circunstância de o Conselheiro Celso Pires ter manejado recurso de apelação, com a devida vênia, não tem o condão de revalidar a decisão inicial, proferida como tutela de urgência, haja vista que tal decisão já não existe mais no mundo jurídico.

4.- O recurso de apelação em questão não tem esse superpoder, de ressuscitar decisão já revogada pela sentença posterior.

5.- Portanto, a bem do respeito à ordem jurídica, a bem da respeitabilidade deste Egrégio Conselho Deliberativo, a bem da preservação de decisões soberanas, a decisão da Mesa, com o devido respeito, não se sustenta, porquanto dá valor exorbitante e inexistente a uma apelação contra o teor de uma decisão judicial válida.

6.- Além da obrigatoriedade legal da imediata tramitação interna, em respeito a soberana decisão do Egrégio Conselho Deliberativo, inexiste prejuízo para a Diretoria Executiva do clube, pois a mesma terá todas as oportunidades de defender-se e esclarecer os pontos nodais constatados pela Conselho Fiscal, ante aos consagrados princípios do contraditório e ampla defesa previstos no Estatuto Social.

7.- Prejuízo haveria a toda a coletividade de sócios se uma decisão soberana de seu conselho pudesse ser barrada somente com um recurso de apelação contra uma sentença que reconheceu a ausência de direito algum a tutelar.

8.- Forte em tais razões, os signatários do presente requerimento, esperam dessa Mesa Diretiva a reconsideração da decisão em tela, franqueando-se o trâmite legal estabelecido no Estatuto Social, que deve ser respeitado por todos e constitui garantia da legalidade de todas as decisões que tomamos em nome dos sócios que, em última análise, representamos.

9.- Por óbvio que o não atendimento do presente requerimento desencadeará imperiosas e severas consequências, isoladas ou conjuntas, alicerçadas não só em nosso ordenamento jurídico pátrio, mas também no Estatuto Social do clube, em uníssono respeito a já tão descabidamente destratada decisão de nosso Egrégio Conselho Delibertativo.

10.- Em razão de todo o exposto, os Conselheiros abaixo identificados aguardam decisão formal da Mesa acerca do presente requerimento/recurso, para que o cumprimento do Estatuto Social seja efetivamente respeitado, sejam respeitadas decisões judiciais e a vontade soberana deste Egrégio Conselho Deliberativo, que decidiu pelo processamento do parecer do Conselho Fiscal.

São esses os termos em que,
P. e E. Deferimento.

Atenciosamente

1. ADEMIR SOARES SILVA
2. ALBERTO PFIFER FILHO
3. ALESSANDRO RODRIGUES PINTO
4. ALEX SANDRO FRANÇA BESSA
5. ALEXANDRE LOPES PERES
6. ALLAN CLAUDIUS MACIEL
7. ÁLVARO VIDIGAL XAVIER DA SILVEIRA
8. ANDRE FERREIRA DE ABREU
9. ANDRE LUIS MOURA CURVO
10. ANILTON LUIZ PERÃO
11. ANTONIO ALFREDO GLASHAN
12. ANTONIO CELSO DOMINGUES
13. ARCELINO LUIZON
14. ARMANDO CARDOSO ALVES
15. AUGUSTO MARADÉIA GOMES
16. BAYARD UMBUZEIRO
17. CARLOS EDUARDO GONCALVES DA CUNHA
18. CLAUDIO CALDAS
19. CLAUDIO LUIS SALVADOR LOURENÇO
20. CLOVIS EDUARDO RUIZ CIMINO
21. DANIEL FERREIRA BYKOFF
22. DAVE LIMA PRADA
23. DAVID DA SILVA REGO JUNIOR
24. DELFIM OJEA LOUSADA
25. EDILSON APARECIDO DE OLIVEIRA
26. NELSON JAFET
27. FABIO JOSE CAVANHA GAIA
28. FABIO ZINGER GONZALEZ
29. FELISBERTO JOÃO CARNEIRO GONÇALVES
30. FERNANDO MARCOS SILVA
31. FERNANDO TURIANI FERNANDES
32. FRANCISCO SERGIO BOCAMINO RODRIGUES
33. IVAM JARDIM ARIENTI
34. JAIRTON SEIXAS
35. JOÃO AMERICO RAMOS
36. JOÃO CARLOS FERNANDES
37. JOÃO VICENTE FEIJÓ GAZOLLA
38. JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS
39. JOSE AUGUSTO FAIA CONRADO
40. JOSE BRUNO CARBONE
41. JOSE CARLOS OTERO QUARESMA
42. JOSE CARLOS MORELLI
43. JOSÉ GERALDO BARBOSA
44. LEANDRO DA SILVA
45. LUIS ANTONIO DE ALVARENGA
46. LUIS LOUSADA DE CASTRO
47. LUIZ FERNANDO DE PALMA
48. MANUEL EDUARDO DE CARVALHO NETO
49. MARCELLO PAGLIUSO
50. MARCELO COVAS LISBOA
51. MARCELO MUOIO
52. MARCELO VALLEJO MARSAIOLI
53. MARCIO QUIXADÁ
54. MARCO ANTONIO GONÇALVES
55. MATHEUS GUIMARÃES CURY
56. MAURICIO GUIMARÃES CURY
57. NELI APARECIDA DE FARIA
58. NELSON RICARDO RIBEIRO F DA SILVA
59. NEMÉSIO GOMEZ ALONSO
60. NILTON MASCH
61. NILTON RAMALHO JUNIOR
62. ODIR CUNHA
63. ORLANDO PARRA
64. OSCAR CESAR LEITE
65. PAULO ANTONIO BENTO SILVARES
66. PAULO CESAR DE OLIVEIRA COELHO
67. PAULO DIAS GONÇALVES
68. RACHID YOUSSEF BOURDOUKAN
69. REINALDO GUERREIRO
70. RICARDO FEIJOO
71. SERGIO RAMOS
72. SILVIO CAPELÃO
73. SILVIO CARNEIRO ESPOSITO
74. SYLVIO NOVELLI
75. THIAGO LOPES LEAL
76. THIAGO VALLEJO MARSAIOLI
77. URBANO FERRARI
78. VICTOR JOSÉ ZORZENON REBOUÇAS
79. VITOR LUIS PEREIRA
80. WLADIMIR MATTOS

O que você acha disso?

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Muito tiki, pouco taka

Basquete, um esporte de pouco tiki e muito taka

Não dá para enrolar, pois o tempo é curto e se o time não atacar, perde a bola. Quem não é objetivo, não joga. No basquete é preciso determinação, confiança, precisão. Este é o esporte que domingo consagrou, mais uma vez, Lebron James, um ídolo que pode ter a sua máscara, porém é mesmo sensacional. Talentoso, rápido, corajoso, James foi o maior responsável pelo primeiro título de Cleveland, que perdia a série final por três derrotas a um e acabou virando sobre o Warrios, de Oakland. Ele, sim, é exemplo de um super atleta, que pode e faz tudo o que pode, que vai pra cima e decide jogos e títulos. Acho que alguns jogadores do Santos devem assistir a este filme e perceber o que é ser um craque do esporte. Querem ser tratados como astros? Simples: sejam campeões brasileiros.

Chegou o Vecchio, o que dizer dele?

E do Jean Mota?

Muito tiki, pouco taka

O Santos de Dorival Junior é o exemplo de como a limitação intelectual dos técnicos brasileiros pode acabar com o nosso futebol. Dorival disse que foi à Europa ver como os grandes times do mundo jogam e como seus competentes técnicos agem. Veio querendo implantar o tiki-taka do Barcelona no Santos, só que parou no tiki.

O jogo contra o Atlético Paranaense mostrou que o Santos teve mais posse de bola (61,8 a 38,2%), mas chutou menos a gol (8 a 10), deu menos cruzamentos (13 a 15), errou mais passes (60 a 30) e desarmou menos (14 a 18). Gentil, o Santos também cometeu muito menos faltas (7 a 16). Esses números, pesquisados por André Schmidt, do site Lance!, mostram claramente que além da falta de empenho para buscar a vitória, o Santos se contentou apenas com a primeira parte do estilo do Barça, que é o tiki. Faltou, com o perdão do trocadilho, “takar” a bola pra dentro do gol.

Como se sabe, esse estilo de jogo, implantado pelo holandês Johan Cruyff no Barcelona, e depois pelos técnicos Luis Aragonés e Vicente del Bosque na Seleção da Espanha, se caracteriza por passes curtos e muita movimentação, com o objetivo de envolver o adversário até que haja possibilidade de fazer o gol. Mas essas filosofia não é tão nova quanto parece.

Se prestarmos atenção ao futebol argentino, mormente o de uma ou duas décadas atrás, veremos que seus melhores times se basearam na posse e no toque de bola. Lá chamam esse jeito de jogar de “toco y me voy”, o que significa tocar e já sair para receber, dando sempre opção para o passe e, assim, também seguindo até a meta adversária (no Brasil há quem traduza o “toco y me voy” como “um-dois”, mas não creio que seja a definição cem por cento correta). Aqui, onde o futebol sempre foi vertical, em busca do gol, “tocar a bola”, “segurar” ou “prender” são opções geralmente usadas quando o time está ganhando e quer deixar o tempo passar.

Na verdade, os argentinos, no geral, sempre tocaram a bola melhor do que os brasileiros. Nossa vantagem era a objetividade, a chamada “fome de gol”. É só pesquisar as estatísticas e a lista de artilheiros para perceber que os grandes times brasileiros sempre balançaram a rede mais vezes e sempre tiveram artilheiros mais profícuos do que os portenhos. Porém, essa nova mania de copiar, e copiar errado, está fazendo o futebol brasileiro perder a objetividade e se tornar, às vezes, bastante enfadonho.

Há poucas coisas mais irritantes, para o torcedor, do que ver seu time alcançar a linha de fundo e, em vez de assistir a um cruzamento, presenciar um preguiçoso recuo de bola. Pior ainda é quando o time fica tocando bola no meio de campo e, quando se pensa que dali sairá um lançamento, uma tabela pra frente ou uma arrancada, voltar a bola para trás, às vezes para o goleiro.

Das premissas sagradas que levaram o futebol brasileiro ao topo do mundo, uma delas era chegar à linha de fundo e cruzar; a outra era bater a gol sempre que houvesse uma boa possibilidade, mesmo de fora da área. Hoje, a bola vai e volta e o ato não é consumado, o que, com o perdão da palavra, é brochante. O time fica em cima, fica em cima, mas não f…az o gol. O que é pior: nem tenta fazê-lo.

Gostaria de pedir ajuda aos estatísticos para saber qual porcentagem de sucesso teria um time caso jogasse todas as bolas para dentro da área adversária. Da linha de fundo ou não, a bola seria centrada de todos os lugares para a zona do agrião. Será que esse método pré-histórico, que consagrou o técnico Muricy Ramalho, não teria mais efeito do que esse infindável tiki-tiki-tiki…?

Quantos jogos já não vimos que, no desespero dos últimos minutos, o time que está precisando do resultado cruza seguidamente na área adversária, e quantas vezes já não vimos sair gols assim, muitos deles definindo campeonatos? Agora, quando se viu um time ganhar um jogo sem chutar a gol?

Não, não estou apregoando, de forma alguma, a volta do “chuveirinho”, só quero que analisem a questão por todos os lados. Como foi que o Santos perdeu para o Atlético/PR, e como costuma perder a maioria dos jogos que faz fora de casa? Ora, com bolas centradas para a área, de escanteio, falta, ou de qualquer outro jeito, certo. Pois se o Glorioso Alvinegro Praiano não consegue anular essa jogada primária, por que também não a utiliza para tentar a vitória? Uma bola na área tem uma possibilidade muito maior de terminar em gol do que infinitos passes trocados em outras áreas do campo, não?

Outra coisa: o que se ganha, taticamente, ao se recuar uma bola do meio de campo para o goleiro? A distância entre as duas áreas não é a mesma? Por que não se tenta um lançamento que, no mínimo, tem alguma chance de terminar em gol?

Bem, é claro que para voltar a ser mais objetivo o futebol brasileiro precisará de melhores lançadores e chutadores, o que nunca lhe faltou, diga-se de passagem. Eu diria até que precisará também de melhores dribladores, pois até esses, que abundavam em nossos campos, hoje são escassos. Pelas estatísticas do jogo de sábado, apenas os santistas Gabriel e Thiago Maia e o atleticano Walter acertaram um único drible na partida (o Vanderlei também deu um). Nenhum mais foi dado!

Como resolver isso? Não sei exatamente, mas acho que tudo começa pela conscientização de nossos técnicos de que sem treinar fundamentos ofensivos que levam ao gol, o maior objetivo do futebol, nossos times, e nossos acomodados jogadores, vão ficar só no toquinho. Outro detalhe é a ausência de treinos de verdade.

Todos sabemos que o rachão é outro esporte, não futebol. Ele inibe chutes de longa distância, lançamentos, dribles, enfim, só favorece o toquinho, o tiki. Nos tempos em que toda sexta-feira era dia de coletivo de titulares contra reservas, usava-se o campo todo em um jogo normal, em que era possível constatar realmente o nível técnico e a forma física dos jogadores. Chute de longa distância, lançamento, antecipação, cobertura – tudo isso é mais facilmente observado em um campo normal. Em um campinho, com uma área menor para cada jogador atuar, dá pra enrolar muito bem – que, certamente, é o que muito jogador brasileiro tem feito ultimamente.

Enfim, proponho esse tema e sei que ouviremos opiniões valiosas e teremos preciosas informações dos comentaristas deste blog. A bola está com vocês.

Torne-se um conhecedor e um divulgador da rica história do Santos. Mantenha vivo o bem mais precioso do nosso time.

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Você não acha que o Santos, e o futebol brasileiro, estão muito preocupados com o tiki e esquecendo o taka?


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