Amigos, como estarei no jogo do Pacaembu, o post sobre a partida entrará no ar lá pelas 21 horas, 21h30, 22 horas. Mas alguns comentários serão liberados automaticamente. Nem preciso pedir que não exagerem nas análises. Um blog é um veículo de comunicação como outro qualquer e está sujeito às mesmas leis. Caluniar e difamar dá processo, multa e pode dar cadeia. Critiquemos, se for o caso, mas com alguma moderação. Um bom jogo para todos nós. Pelo jeito não vai chover…

Antes tarde do que nunca. A partida deste domingo, às 18h30, contra o Linense, representa o primeiro jogo de Robinho no Pacaembu, com mando do Santos, desde que o Menino da Vila voltou da Europa, há sete meses. Estarei lá, com a Suzana e meu irmão Marcos. É um jogo bom de assistir.

O técnico Enderson Moreira escalará Valencia como volante, prosseguindo o rodízio na posição que era do titular Alison, afastado para uma cirurgia. Gustavo Henrique treinou na zaga, mas David Braz deve jogar. No mais, será o mesmo time que venceu a Portuguesa.

Santos x Linense
Domingo, 18h30, Pacaembu
Santos: Vanderlei, Cicinho, Werley, David Braz [Gustavo Henrique] e Victor Ferraz; Valencia, Renato e Lucas Lima; Geuvânio, Robinho e Ricardo Oliveira. Técnico: Enderson Moreira.
Linense: Anderson, Bruno Moura, Adalberto, Álvaro e Igor; Moisés Ribeiro, Memo, Clébson e Gilsinho; William Pottker e Diego. Técnico: Luciano Quadros.
Arbitragem: Douglas Marques das Flores, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalho e Fernando Afonso Gonçalves de Melo.

Juary na Assophis

Neste sábado pela manhã, no salão de mármore do Santos, tivemos uma reunião especial da Assophis, a Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos. Além dos ilustres pesquisadores e escritores que mantém viva a memória do clube, recebemos as visitas de Juary, Lalá e Manoel Maria.

Como não poderia deixar de ser, o papo se concentrou em torno de Juary, o eterno Menino da Vila, herói do título paulista de 1978, que agora trabalha no treinamento das divisões de base do Santos.

Ótimo de papo e com histórias magníficas, Juary falou de sua carreira desde o dia em que seu pai disse que ia na esquina comprar cigarros e o deixou para morar na concentração do Santos. Ídolo da imensa torcida santista que surgia, depois jogador no México, Itália, Portugal – onde se tornou heroi do Porto ao marcar o gol que definiu a Champions League de 1987 – Juary viveu momentos inesquecíveis no futebol.

Sua vida dá um livro e já iniciamos as conversas neste sentido. Será um prazer retratar a vida e a carreira do primeiro grande ídolo santista depois de Pelé, o artilheiro mais rápido que o Santos já teve. Durante a reunião, o jovem jornalista e escritor Vitor Loureiro Sion apresentou-nos o seu livro “É Tri”, com os bastidores dos títulos da Libertadores de 1962, 1963 e 2011.

Aquela veja o rápido Juary decidindo o derby contra o Napoli e repare que há uma música para ele:

Você vai ver o Santos no Pacaembu?