Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Caju

É assim que se joga!

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    É ASSIM QUE SE JOGA!

    Tudo bem que o Gama não está em divisão nenhuma do futebol brasileiro, mas a vontade que o Santos mostrou na partida dessa quarta-feira, mesmo sem cinco titulares, é a que o torcedor quer ver em todos os jogos do Alvinegro Praiano. Com 70% de posse de bola e boas chances, 3 a 0, todos de Ricardo Oliveira, foi pouco.

    Assim, no horário nobre da Globo, com o meu radiante amigo Cléber Machado na narração, o Santos deixou uma ótima imagem, apesar, repito, das ausências de Lucas Lima, Victor Ferraz, Thiago Maia, Gabriel e Zeca.

    A noite não foi perfeita porque Dorival Junior insistiu com Léo Cittadini durante os 90 minutos e ainda fez entrar Elano, o que deu à última parte da partida ares de um descontraído casados contra solteiros. O ideal seria ter colocado Yuri, já que Jean Mota já atuou pelo Fortaleza e não poderá jogar a Copa do Brasil pelo Santos.

    Gostei dos substitutos Daniel Guedes, com um rendimento até melhor do que Victor Ferraz, principalmente nos cruzamentos com efeito; Vecchio, um meia sem mimimi, e de Caju, que precisa pensar mais rápido, mas se empenhou bastante na defesa e no ataque.

    Os destaques do time, porém, foram Vitor Bueno, Copete e, em primeiro lugar, Ricardo Oliveira, que mostrou muita disposição e se apresentou para o jogo o tempo todo.

    Santos 3 x 0 Gama
    Terceira fase da Copa do Brasil
    27/07/2016, 21h45, Vila Belmiro
    Renda: R$ 147.395,00. Público: 9.883 torcedores.
    Santos: Vanderlei; Daniel Guedes, Luiz Felipe (David Braz), Gustavo Henrique e Caju; Renato, Leo Cittadini, Vitor Bueno e Vecchio (Elano); Copete (Joel) e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
    Gama: Maringá; Dudu Gago (Gordo), Pedrão, Murilo e Felipe Assis; Eduardo, David, Michel, Jeferson Paulista (Ítalo) e Marcos Bahia; Rodrigo Pítio. Técnico: Reinaldo Gueldini.
    Gols: Ricardo Oliveira, aos 22 e aos 44 minutos (pênalti) do primeiro tempo, e aos 12 minutos (pênalti) do segundo.
    Arbitragem: Diego Pombo Lopez (BA) – boa, acertou nos dois pênaltis e nos cartões amarelos –, auxiliado por Luiz Claudio Regazone (RJ) e Fabiano da Silva Ramires (ES).
    Cartões amarelos: Murilo, David, Maringá, Pedrão, Michel e Eduardo (Gama) e Copete (Santos).


    Queremos 3 pontos hoje!


    Quando não precisava, ganhou. Por que não hoje?

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    QUEREMOS 3 PONTOS HOJE!

    O jogo deste domingo, às 18h30, diante do Vitória, no Barradão, é muito importante para o Santos. Passando por este adversário, terá uma sequência de cinco jogos favoráveis, dos quais três serão em casa e dois contra os vencíveis América Mineiro e Coritiba fora. Enfim, é um confronto estratégico, que o Santos precisa vencer para seguir pensando no título.

    Ouvi de colegas deste blog que o veterano Renato teria dito que o empate estava bom. Procurei sua frase e encontrei esta, publicado no Terra: “ O campeonato se resume à regularidade. Se tivéssemos empatado mais alguns jogos no ano passado, poderíamos ter ido à Libertadores. Vamos no intuito de tentar vencer o Vitória. Eles não perdem há muitos jogos. Na reta final de primeiro turno as equipes querem somar pontos em casa, mas a gente vai procurar exercer nossa filosofia fora de casa.”

    Essa frase está meio Frankstein. O repórter deve ter emendado dois depoimentos distintos. De qualquer forma, Renato quer dizer que o Santos vai com o intuito de vencer, mas o empate não será de todo ruim. Ótimo. Mas por que não colocar a vitória como meta quase obrigatória?

    Há dois anos, quando não precisava, o Santos foi ao mesmo Barradão e diante de um Vitória desesperado, que jogava a vida ou a morte no campeonato, venceu por 1 a 0 e rebaixou o time baiano, ao mesmo tempo em que salvou o Palmeiras. Por que agora não pode repetir a façanha?

    O Santos pode vencer, hoje, porque tem melhores jogadores do que o Vitória e porque tem, ou deve ter, um objetivo mais relevante, que é obter o título da competição. O Vitória lutará? Ora, o Santos também pode lutar. Se no futebol só luta resolvesse, os times seriam formados por competidores de muay thai.

    O time baiano não costuma ser retranqueiro, uma das qualidades do técnico Vagner Mancini. É uma equipe que joga e permite jogar. Seus desfalques para hoje serão Guilherme Mattis e Fernando Miguel, machucados, e Marinho, suspenso. Os jogadores pendurados por cartões amarelos são Dagoberto Amaral, Euller, Victor Ramos e Tiago Real.

    No Santos, Caju, Yuri e Copete substituirão os olímpicos Zeca, Thiago Maia e Gabriel. Será mais uma boa oportunidade de ver como os reservas se saem. Algo me diz que podem render bem mais do que mostraram na última partida, contra o Gama. Os jogadores santistas pendurados são Lucas Lima, Luiz Felipe e Vitor Bueno, além do reserva Paulinho.

    Vitória x Santos
    24/07/2016, 18h30, Barradão
    Vitória: Caique, Diego Renan, Kanu, Victor Ramos e Euller; William Farias, Marcelo, Vander e Serginho; Dagoberto e Kieza. Técnico: Vagner Mancini.
    Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Yuri, Renato e Lucas Lima; Vitor Bueno, Copete e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
    Arbitragem: Rodolpho Toski Marques – PR (ASP-FIFA), auxiliado por Guilherme Dias Camilo – MG (FIFA) e Celso Luiz da Silva – MG (CBF-1).

    E você, o que acha do Santos contra o Vitória?


    Vale a liderança geral

    Alison
    Alison pode ser improvisado na lateral-direita (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)

    Meus amigos e amigas, vamos esquecer por um momento que o novo ministro da justiça, Eugênio Aragão (por que não chamaram o Renato Aragão?, seria mais sério), foi colocado no cargo, pelo Governo, para atrapalhar as investigações da Polícia Federal e impedir a prisão de membros desse mesmo Governo, e voltemos nossas atenções ao Santos, que neste domingo, às 19h30, sem Victor Ferraz, vai a Rio Claro enfrentar o Rio Claro, time que vem fazendo campanha ruim no Campeonato Paulista.

    Sem Victor Ferraz, suspenso por um esdrúxulo cartão amarelo, pois o árbitro julgou que ele estivesse “fazendo cera” (?!) para cobrar um lateral diante do XV de Piracicaba, o Santos deve jogar com Alison na lateral-direita, ou com Zeca pela direita e Caju pela esquerda.

    De qualquer forma, mesmo que eu entrasse na lateral-direita, o Santos continuaria franco favorito contra o Rio Claro. Mesmo longe da familiar Vila Belmiro, o time deve se impor e mostrar porque tem sido o melhor dos últimos Campeonatos Paulistas. Nenhum resultado será aceitável, a não ser a vitória.

    Com apenas oito pontos ganhos, o Rio Claro, treinado por nosso conhecido Sérgio Guedes, goleiro que ficou na história do Santos, vem de uma derrota, fora de casa, para o São Bento, por 3 a 0. Até o pessoal da cidade não acredita mais no time, fadado ao rebaixamento. Espero que os santistas, principalmente da defesa, não acreditem.

    A briga do Santos é pelo primeiro lugar na classificação geral, o que lhe dará a vantagem de jogar sempre os jogos decisivos em casa a partir da fase eliminatória. E a tabela é favorável.

    Após o Rio Claro, o Santos terá apenas um jogo como visitante: diante do Capivariano, outra equipe na iminência de ser rebaixada, em 3 de abril. No mais, enfrentará São Paulo, Ferroviária e Audax diante de seus torcedores.

    Aliás, a partida diante do São Paulo, domingo, 27 de março, bem que poderia ser realizada no Pacaembu, já que não haverá partidas na Capital no próximo fim de semana. Imagine a renda que não se perderá pela decisão dessa diretoria de fazer o jogo na Vila, onde não atrairá mais do que nove mil espectadores. É um jogo para 30 mil. Alô diretor de marketing Eduardo Rezende; alô presidente Modesto Roma: Pensem grande! Mudem o clássico para o Pacaembu!

    E você, o que pensa disso?


    O Santos recua porque o adversário ataca, ou o adversário ataca porque o Santos recua?


    Repare que no primeiro gol santista havia seis jogadores do Santos na área e nove do adversário. Isso é que é ir pra cima pra decidir a partida.

    Nos jogos contra Mogi Mirim e Red Bull foi a mesma coisa: o Santos atacou para valer apenas no início dos tempos, e depois recuou, abdicou da posse de bola e ficou especulando contra-ataques ou bolas espirradas após chutões para a frente.

    O time não perdeu, mas o torcedor se sentiu frustrado. O santista se acostumou a ver o Santos no ataque, principalmente quando enfrenta times pequenos. Essa postura intencionalmente defensiva parece um tipo de trapaça com o espectador, como se o Santos não tivesse nenhuma responsabilidade com a chamada qualidade do espetáculo.

    Já analisamos aqui a difícil situação financeira do clube e suas possibilidades de faturamento. Confirmo minha opinião – abalizada por tantos leitores deste blog – de que só mesmo uma grande campanha para turbinar o seu quadro de associados pode tornar o Santos competitivo, já que nos outros quesitos, como cotas de tevê, patrocínio máster e arrecadações ele está bem atrás de seus principais concorrentes.

    Mas uma campanha para atrair associados, assim como a busca por maiores arrecadações e melhores possibilidades de se obter patrocínio passa pelo fascínio que o time exerce em seu torcedor e no universo do futebol. Mesmo perdendo, o Santos já foi muito mais empolgante quando jogava pra frente e parecia tocado pela vontade irresistível de fazer gols.

    Nem é preciso pensar muito para se lembrar qual o último jogo que fez o santista ir pra casa com a alma lavada. Sim, a goleada de 5 a 1, fora o baile, sobre o time que pouco mais de um ano antes tinha sido campeão do mundo. No final do Paulista, perdeu para o Ituano, mas aquela goleada marcou mais do que a decisão do título.

    Se há um torcedor que adora ver goleada é o santista. Por isso, ele se amofina, se exaspera e perde a razão quando vê o seu time, preguiçosamente, voltar para a defesa depois de marcar um mísero gol. Tudo bem que outros times ganhem até títulos mundiais assim jogando assim, por uma bola, mas o Santos sempre foi diferente, sempre quis mais, por que se mediocrizar agora?

    É o técnico que manda, ou os jogadores que decidem?

    Será que é o Enderson Moreira que manda o time recuar? Será que foi ele que pediu isso domingo, em São José do Rio Preto, diante do regular, mas limitado Red Bull? Não acredito.

    Como este filme nós já vimos várias vezes antes, temo que esse comportamento, mais do que uma decisão tática do treinador, seja adotado pelos jogadores do Santos como uma forma de obter a vitória, ou segurar o empate, sem correr maiores riscos físicos.

    Sabe-se que o jogador que sofre mais faltas e se machuca mais é o que tem a bola. Ele também se expõe mais do ponto de vista técnico, pois precisa criar jogadas, enquanto seu adversário receberá urras da platéia se simplesmente chutar a bola para fora. Destruir é bem mais fácil do que construir, obviamente.

    Mas o Santos só tem alguma fama até hoje e só impõe respeito porque se especializou em construir jogadas de ataque. E isso começa com a organização que vem desde a defesa, a troca precisa dos passes, as deslocações, dribles, tabelas e os bons arremates a gol. Tudo isso está faltando ao time, porém.

    Diante do Mogi Mirim o ataque santista nada fez. Diante do Red Bull, venceu com um gol contra e um pênalti que caiu do céu. Não dá para se contentar com um rendimento ofensivo desses. E não dá para esperar que o Santos só jogue como um Leão do Mar na Vila Belmiro. O campo, a grama, as dimensões, são as mesmas. E domingo quase a totalidade da torcida era santista. Ficar atrás contra o Red Bull chega a ser constrangedor.

    Nesta quarta-feira, às 22 horas, provavelmente diante apenas de sua torcida – como quer o promotor de justiça Roberto Senise Lisboa –, em um clássico com tevê aberta, provavelmente o rendimento do time será outro. Mas por que os jogadores só deixam para jogar futebol de verdade em casa e nos grandes jogos?

    Enderson tem de ter coragem mexer no e com o time

    Com tantos jogadores jovens para serem testados neste Campeonato Paulista, encher o time com veteranos não é inteligente e diminui a velocidade da equipe. Talvez esta seja a razão do precavido comportamento tático do time, pois a mesma velocidade que se usa para atacar, é necessária para recompor a defesa. Pode ser também o decantado cansaço de início de temporada. Mas será que só os santistas estão cansados?

    Como muitos leitores deste blog têm dito insistentemente, e com razão, o Santos é o tipo de time em que se há dois jogadores de nível técnico equivalente para uma posição, e um deles é um Menino da Vila, então não há o que pensar. O garoto deve ter a preferência. Até porque costuma ser patrimônio do clube.

    É evidente que Daniel Guedes na lateral-direita, Caju na lateral-esquerda, Gustavo Henrique na zaga, Alison no meio, Geuvânio e Gabriel no ataque são imprescindíveis para remoçar e dar vitalidade e velocidade ao time. Eu ainda testaria Lucas Crispim no meio, pois acho que o garoto vai emplacar.

    Está mais do que na hora de escolher um jogo e botar a molecada em campo. Se der errado, paciência, mas é isso que o torcedor quer ver. Essa impotência ofensiva do time, com jogadores dispersos na frente à espera de um chutão do David Braz, é muito pouco para o time que mais gols marcou na história do futebol.

    E para você: o Santos recua porque o adversário ataca, ou o adversário ataca porque o Santos recua?


    Estes jogadores o torcedor do Santos quer ver no time em 2015

    A solução é a garotada – minha coluna no jornal Metro. Clique aqui para ler.

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    Estes jogadores o torcedor do Santos quer ver no time em 2015

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    fica - 12O atacante do Santos Robinho comemora um gol contra o time equatoriano LDU em partida da Copa Libertadoresfica - 15

    Esta matéria abre com a foto de Geuvânio porque ele foi o único jogador que teve 100% de aprovação na enquete que perguntou aos leitores deste blog quais jogadores devem sair e quais devem permanecer no Santos em 2015.

    Mas Gustavo Henrique e Lucas Lima também ficaram muito perto da aprovação total, com 99%. Outros que passaram a marca de 90% de aprovação foram Gabriel Gasparotto, com 97%; Daniel Guedes, com 94%, e Arouca, com 93%.

    Sabemos que a crise está braba e o Santos corre o risco de fazer negócios à louca para fazer caixa e pagar dívidas urgentes. De qualquer forma, essa enquete traz valiosas informações sobre a opinião do santista e deve ser levada em conta na hora de se pensar em desfazer de um jogador do Santos.

    A análise dos aprovados

    Aranha – O veterano e não tão esbelto goleiro passou por pouco. Teve 52% de aprovação, contra 48% de reprovação. Muitos citam o seu incidente em Porto Alegre, quando sofreu insultos racistas, como um divisor de águas em sua performance na temporada. Estava muito bem até ali, depois caiu um pouco.

    Gabriel Gasparotto – A enquete confirmou que Gasparotto é a grande esperança do torcedor santista para defender a meta do Alvinegro Praiano. O goleiro que, fisicamente, lembra o grande Gylmar, quase foi unanimidade. Teve 97% de votos positivos.

    João Paulo – Outro garoto vindo da base, João Paulo não é tão conhecido, mas já tem os seus fãs. Passou raspando, já que 53% dos que participaram da enquete querem que continue no Santos em 2015.

    Daniel Guedes – Com 94% de aprovação, o lateral esperto e insinuante, outro Menino da Vila, é apontado por muitos como o futuro titular da lateral-direita, no lugar do inconstante Cicinho.

    Gustavo Henrique – Mesmo tanto tempo sem jogar não fez o zagueirão perder a confiança do torcedor santista. Nada menos do que 99% querem que não só continue no time em 2015, mas seja o titular.

    Jubal – Outro que veio da base, Jubal também tem muito crédito com o torcedor. 77% dos votantes querem que continue no Santos em 2015 e muitos torcem para que faça dupla de zaga com Gustavo Henrique.

    Nailson – Em uma votação muito dividida, o jovem zagueiro passou apertado. 51% querem que fique, 49% preferem que saia. Se ficar, deve aproveitar a temporada para convencer os indecisos.

    Paulo Ricardo – Também da base do Santos, o zagueiro Paulo Ricardo é pouco conhecido, o que prejudicou sua votação. Mas há quem veja muito futuro nele. Teve 53% de votos positivos.

    Caju – Quase unanimidade, Caju teve 99% de aprovação e para a maioria dos votantes deve começar o ano como titular da lateral-esquerda. A péssima fase do chileno Mena contou muito para esta plena aceitação do garoto Caju.

    Zeca – Mais um jovem lateral vindo da base que satisfaz os santistas, Zeca teve 86% de aprovação, um índice admirável. Mesmo assim, ainda foi superado por Daniel Guedes e Caju.

    Alison – A fama de jogador com mais raça do que técnica não atrapalhou muito o julgamento de Alison, aprovado por 82% dos leitores que participaram da enquete.

    Arouca – O experiente e regular volante continua em alta conta com o torcedor santista. Sua dedicação e identificação com o time lhe rendeu 93% de aprovação.

    Lucas Lima – Por pouco não fez companhia a Geuvânio, com 100% de aprovação. Ficou com 99% e a fama de ser o grande articulador de jogadas que o Santos não pode perder em 2015.

    Serginho – O meia canhoto que veio da base já ganhou a simpatia dos santistas. 86% querem que continue no time em 2015.

    Diego Cardoso – Mesmo com alguns puxões de orelha, Diego Cardoso teve 71% de votos positivos e por isso mereceu uma foto no blog. Há quem diga que será um grande atacante.

    Gabriel – Contestado por poucos, que o consideram dispersivo, Gabriel conseguiu 89% de aprovação. É considerado um dos destaques do Santos em 2015.

    Geuvânio – Todos querem que Geuvânio defenda o Santos na próxima temporada. Bom em assistências e em finalizações a gol, ele conquistou a torcida santista, que lhe concedeu a primazia de ser o único 100% aprovado.

    Robinho – Ainda há quem desconfie do Rei do Drible, mas Robinho tem muito crédito. Seu talento, experiência e liderança explicam o seu índice de 89% de aprovação.

    Stefano Yuri – Aqui, um exemplo do apoio que o santista dá aos jovens. Mesmo com reservas, Stefano Yuri foi aprovado com o bom índice de 70%, mas deve aproveitar 2015 para se firmar no Santos.

    Percebe-se uma tolerância muito grande com os novatos, principalmente quando formados na base do clube. Os Meninos da Vila são tão respeitados pelo torcedor, que se nos baseássemos apenas no índice de aprovação desta pesquisa, teríamos o seguinte time do Santos para a próxima temporada:

    Gabriel Gasparotto, Daniel Guedes, Gustavo Henrique, Jubal e Caju; Alison, Arouca e Lucas Lima; Gabriel, Robinho e Geuvânio – com nada menos do que nove Meninos da Vila!

    E na reserva ainda teríamos garotos com boa aceitação por parte do torcedor, como Zeca, Serginho e Stefano Yuri.

    E você, o que achou a lista de jogadores santistas aprovados para 2015?


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