Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Campeonato Brasileiro (page 1 of 39)

Uma relação delicada


Ídolo como jogador, Elano pode se consagrar como técnico.

A relação dos dirigentes de um clube com jogadores de futebol é sempre delicada. O jogador sofre muita pressão , dentro e fora do campo, e raramente tem estrutura psicológica e intelectual para suportá-la. Se o dirigente aperta demais, o jogador espana. Se é tratado sem nenhuma ou pouca cobrança, fica mal acostumado, relaxa e perde o tesão pelas vitórias.

A Lei Pelé deu aos jogadores direitos e poderes que não tinham e que nem sempre são usados por eles de maneira ética e profissional. Como uma forma insólita de compensação por essa liberdade que, sem controle, costuma virar liberalidade, nos grandes clubes do Brasil as torcidas organizadas, muitas delas bancadas pelos próprios clubes, entram em ação para acuar os jogadores quando percebem que o time está sem comando.

A única forma de se evitar um ambiente conturbado e improdutivo em um time de futebol é promover o respeito entre as partes e a natural divisão de responsabilidades. Dirigentes precisam pagar salários em dia e dar aos jogadores boas condições para se preparar e desempenhar sua profissão, jogadores precisam cumprir suas responsabilidades com o clube e torcedores têm todo o direito de se manifestar, mas nunca partir para a agressão.

Sei que falar é fácil. Passional como é, o futebol tira do sério até pessoas geralmente educadas e tranquilas. Mesmo em clubes do primeiro mundo testemunhamos desavenças inexplicáveis. A vaidade humana ainda está longe de ser domada, mesmo nas melhores civilizações. Mas o que tudo isso tem a ver com o nosso Santos?

Como o Santos de Elano pode ser campeão

Admitida a fragilidade da relação entre jogadores, direção de futebol e presidência do clube, creio que a indicação de Elano para dirigir o Santos nessa retal final de campeonato pode ser válida. Ele conhece bem o elenco e teve uma ótima experiência como técnico interino ainda neste Brasileiro, com duas vitórias em dois jogos. Se tiver um bom desempenho nesses sete jogos que faltam, pode – parece incrível! – terminar o ano com o título de campeão brasileiro. Antes de achar que estou delirando, analise comigo os jogos que faltam:

Atlético Mineiro – 04/11, sábado, na Vila: Com tempo para se preparar, diante de um adversário sem pretensões e ainda jogando em casa, o Santos é favorito e deve vencer.

Vasco – 08/11, quarta-feira, na Vila: O Vasco luta por uma vaga na Libertadores e tem jogado regularmente, mas ainda assim o Alvinegro Praiano, de novo em casa, é favorito.

Chapecoense – 13/11, segunda-feira, Chapecó: O time catarinense corre muito e às vezes consegue bons resultados, mas perde mais do que ganha.
Bahia – 16/11, quinta-feira, Salvador: Em casa o Bahia consegue bons resultados, mas é um adversário que o Santos pode vencer, desde que esteja devidamente motivado.

Grêmio – 19/11, domingo, Vila: Completo, o Grêmio é o melhor time brasileiro do momento, mas deverá jogar desfalcado por causa da final da Libertadores. E na Vila.

Flamengo – 26/11, domingo, Rio: o jogo mais difícil da reta final, mas talvez o Flamengo não possa mais lutar pelo título e já tenha a vaga na Libertadores garantida. Então…

Avaí – 03/12, domingo, Vila: Dos sete jogos que faltam, é aquele em que o Santos é mais favorito. Se depender de uma vitória para ser campeão, a faixa estará garantida.

É frequentador deste blog, apoia as ideias do Movimento por um Santos Melhor, sonha em ser conselheiro do clube e quer fazer parte da chapa Somos todos Santos? Envie-me um e-mail para o endereço blogdoodir@blogdoodir.com.br e vamos conversar sobre isso. Você pode ser mais importante na vida do Santos.

E-mail para votar em São Paulo

Muitos sócios têm me perguntado como farão para votar para presidente do Santos, no dia 9 de dezembro, sem precisar ir até a Vila Belmiro. É simples. Basta pedir a mudança de domicílio eleitoral pelo e-mail domicilioeleitoral@santosfc.com.br

No e-mail o sócio deve dizer que prefere votar em São Paulo e incluir o seu nome completo, número do CPF e seu número de sócio do Santos.

O pedido também pode ser feito pessoalmente, na secretaria social do clube, no estádio Urbano Caldeira, ou na subsede do Santos na capital, situada à avenida Indianópolis, 1772, telefone (11) 3181-5188.

Mesmo os associados que pediram a mudança de domicílio eleitoral na última eleição deverão fazê-lo novamente, ou deverão votar na Vila Belmiro.

O prazo para pedir a mudança de domicílio eleitoral para São Paulo vai até o dia 24 de novembro. Portanto, se você quer votar na sede da Federação Paulista de Futebol, não perca tempo.

Poderão votar todos os sócios do Santos que tiverem ao menos 1 (um) ano completo de permanência ininterrupta no quadro associativo do Santos e não estiverem em débito com o clube.

Os associados inadimplentes que quiserem quitar as suas contribuições atrasadas para garantir o seu direito de voto poderão fazê-lo até o dia 4 de dezembro. O clube promete manter a secretaria social e a tesouraria de plantão de 29 de novembro a 4 de dezembro, das 10 às 21 horas, para atender aos sócios.

O Santos tem sido um clube abençoado pelos deuses do futebol, que o escolhem para, regularmente, receber em sua manjedoura meninos escolhidos, especiais, que nascem ali para brilhar no futebol. Está na hora de termos também dirigentes à altura desses craques. Mas essa última parte depende de você, sócio santista. Vote no dia 9 de dezembro, na Vila Belmiro, ou na Federação Paulista de Futebol, e coloque o Santos no reencontro de sua universalidade.

E você, o que acha disso?

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Momento de Decisão

Levir é demitido de novo. Agora parece que é pra valer

Site oficial do Santos anuncia que o técnico Levir Culpi foi demitido após a derrota para o São Paulo e informa que os jogadores voltam a treinar na segunda-feira. Será que não é tarde demais para começar a levar o Campeonato Brasileiro a sério?

MOMENTO DE DEMISSÃO, OU MELHOR, DE DECISÃO

Meus amigos e minhas amigas, todo mundo sabe que a vida é feita de momentos. Há os indigentes, que não servem para nada a não ser para comprovarmos que estamos vivos. Seria, no futebol, os jogos para cumprir tabela. Porém, sempre chega a hora de um momento decisivo e é este que separa os homens dos meninos, os bons dos maus, os valentes dos covardes, os honestos dos ladrões… O momento decisivo define carreiras. Quem se destaca nessa situação limite é lembrado para sempre; mas os que fracassam são repudiados ou esquecidos.

Veja que Pelé não foi Rei Por acaso. Ele jamais perdeu uma decisão, a não ser que estivesse fora de forma física, como ocorreu em 1966. Seus mais de 20 títulos oficiais com a camisa do Santos têm uma explicação clara: na hora agá o homem virava fera e ninguém conseguia superá-lo. Essa é uma de suas grandes diferenças para os outros craques. Pelé não dava xabu. Fez duas finais de Copas do Mundo e nelas marcou três gols, deu duas assistências e foi considerado o melhor em campo. Enquanto outros…

Digo isso porque estamos diante de um momento desses para o nosso Santos, que nesse sábado, às 17 horas, no Pacaembu, enfrenta o São Paulo e uma torcida de mais de 30 mil bocas pela manutenção de seu sonho de ser campeão brasileiro. Ainda é plenamente possível, mas a dúvida dos santistas não é se o medíocre líder fraquejará de novo, mas se o Santos dará uma de Pelé e crescerá no momento decisivo.

Sinto desconfiança entre os torcedores, ainda mais agora que Zeca entrou na justiça contra o clube alegando atraso de salários. Já vimos essa história antes no final da gestão de Odílio Rodrigues. Será que a direção atual reservou o dinheiro para festas eleitoreiras e se esqueceu de pagar os jogadores? O fato é que um ambiente dividido, com jogadores desmotivados, naturalmente diminui o ânimo da equipe para o grande embate. O Luisinho, leitor do blog, sintetizou a expectativa de muitos santistas em um comentário duro, mas realista:

Já dá para imaginar como vai ser o jogo no sábado: o Santos vai ser amassado pelo limitado time do São Paulo, aquele jogo que dá raiva de assistir, e jogar por uma bola no contra-ataque. Se acontecer um milagre e o Santos abrir o placar, os dez jogadores vão ficar atrás da linha do meio-campo, implorando para tomar o empate. Preparem seus estômagos….

Bem, é isso mesmo que tem acontecido nos últimos jogos do Santos. O time não consegue ganhar com facilidade de nenhum adversário e ainda sofre pressão de todos eles. Sem motivação para buscar a vitória, sem ânimo para correr com a bola, ou fechar os espaços quando estiver sem ela, não há time que seja competitivo no futebol atual. Mas será que não podemos esperar nada desses jogadores no clássico?

Bem, eu acredito, no mínimo, na inteligência. Sei que mesmo os jogadores que pensam em sair do Santos em 2018 quererão aproveitar esse confronto para deixar uma boa imagem e despertar o interesse de outros clubes, e só conseguirão isso jogando com vontade, doando-se ao time e conquistando uma grande vitória. Se não podem jogar pela diretoria que lhes atrasa os pagamentos, nem pela torcida que os persegue, que ao menos joguem por seus caráteres e suas carreiras. E que a esperança não morra.

E você, o que pensa disso?

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E-mail para votar em São Paulo

Muitos sócios têm me perguntado como farão para votar para presidente do Santos, no dia 9 de dezembro, sem precisar ir até a Vila Belmiro. É simples. Basta pedir a mudança de domicílio eleitoral pelo e-mail domicilioeleitoral@santosfc.com.br

No e-mail o sócio deve dizer que prefere votar em São Paulo e incluir o seu nome completo, número do CPF e seu número de sócio do Santos.

O pedido também pode ser feito pessoalmente, na secretaria social do clube, no estádio Urbano Caldeira, ou na subsede do Santos na capital, situada à avenida Indianópolis, 1772, telefone (11) 3181-5188.

Mesmo os associados que pediram a mudança de domicílio eleitoral na última eleição deverão fazê-lo novamente, ou deverão votar na Vila Belmiro.

O prazo para pedir a mudança de domicílio eleitoral para São Paulo vai até o dia 24 de novembro. Portanto, se você quer votar na sede da Federação Paulista de Futebol, não perca tempo.

Poderão votar todos os sócios do Santos que tiverem ao menos 1 (um) ano completo de permanência ininterrupta no quadro associativo do Santos e não estiverem em débito com o clube.

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O Santos tem sido um clube abençoado pelos deuses do futebol, que o escolhem para, regularmente, receber em sua manjedoura meninos escolhidos, especiais, que nascem ali para brilhar no futebol. Está na hora de termos também dirigentes à altura desses craques. Mas essa última parte depende de você, sócio santista. Vote no dia 9 de dezembro, na Vila Belmiro, ou na Federação Paulista de Futebol, e coloque o Santos no reencontro de sua universalidade.

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O Santos não jogou como se deve em uma partida decisiva, e o São Paulo, mesmo não sendo nenhuma brastemp, ganhou por 2 a 1. Despedida melancólica da luta pelo título brasileiro. Agora é juntar os cacos e seguir em frente.


O sonho e a realidade


Sinal dos tempos. O santista está comemorando a vitória de vantagem mínima, na Vila Belmiro, sobre o virtual rebaixado Atlético Goianiense. Agora o Santos está a seis pontos do líder, mas o que mais interessa é que a vaga para a Libertadores do ano que vem está cada vez mais próxima. Mesmo brigando na chamada parte de cima da tabela, o Santos não foi prestigiado por seus torcedores, pois apenas 4.245 pessoas foram à Vila Belmiro – menos da metade das que foram à Arena Condá incentivar a Chapecoense contra o Fluminense – proporcionando renda deficitária de R$ 117.270,00. O gol foi de Ricardo Oliveira, que está voltando a correr mais.

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O SONHO E A REALIDADE

Como o líder do Brasileiro é um time medíocre e em má fase, muitos de nós fazíamos as contas, esperançosos: o Santos venceria o Vitória, no Pacaembu; venceria também o Sport, em Recife, e ainda o Atlético Goianiense, na Vila Belmiro. O rival não venceria nenhum de seus três jogos e a diferença de pontos cairia drasticamente, permitindo uma atropelada santista na reta final. Bem, este era o sonho. A verdade é que o Santos é mais limitado do que boa parte dos times deste campeonato, como ficou evidente mais uma vez na partida contra o Sport.

A falta de planejamento e profissionalismo fez o Alvinegro Praiano entrar para um jogo decisivo com um meio campo improvisado, com os reservas Yuri, Serginho e Jean Mota, além do desmotivado Lucas Lima. Na prática, o ataque tinha apenas Ricardo Oliveira, que costuma correr só no primeiro tempo, pois depois se cansa. Na verdade, o time todo do Santos se cansa mais rápido do que os rivais. Quem vê os jogos da Champions League percebe que lá as equipes entram completas nas partidas mais importantes, pois se planejam para isso. E correm o tempo todo em busca do resultado.

Nessa reta final de campeonato é que se percebe o quanto a falta de um elenco equilibrado é decisiva. Não torrasse o dinheiro com jogadores limitadíssimos, como Kayke, Yuri, Wladimir Hernández, Leandro Donizete e Copete; não renovasse os contratos de eternos reservas dos reservas, como Léo Cittadini, Serginho e Lucas Crispim, entre outros, e o Santos hoje teria um time colado no líder, ou, quem sabe, na ponta deste Brasileiro.

O torcedor está certo quando se revolta com a presença no time titular de jogadores como Yuri, Zeca, Serginho, Copete e Yuri, que os fazem ter saudades de times inexpressivos dos anos 80, mas a verdade é que isso é o que restou de um elenco limitado e ainda repleto de casos de contusões de longuíssimo tratamento.

Com a preocupação de não estourar de vez o time, a preparação física opta pelo descanso, e o que se vê em campo é uma equipe limitada e sem fôlego, que joga por estocadas e se fecha para segurar o resultado quando consegue um gol esporádico. Esse Santos, modesto demais, não é, positivamente, aquele que aprendemos a amar.

Sobre o jogo contra o Sport, o que se pode dizer é que o resultado foi até bom para o Santos, pois o adversário, que no primeiro turno já tinha vencido na Vila Belmiro, desta vez dominou o tempo todo. Não fosse, novamente, o goleiro Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e David Braz, e nem um pontinho seria trazido do Recife. Em uma análise fria, devemos nos perguntar: onde estava escrito que o Santos tinha a obrigação de vencer o Sport na Ilha do Retiro?

Para começar, o Santos pode ainda ser o time que mais gols fez na história do futebol, mas hoje, com Diego Souza e André, o time pernambucano tem uma dupla de atacantes mais eficiente do que a do Alvinegro Praiano. Seu técnico, Vanderlei Luxemburgo, também é bem mais vencedor do que o piadista Levir Culpi. Fundado em 1905, o Sport tem um estádio com capacidade para 29 mil pessoas, encravado em uma cidade de 1.633.697 habitantes. Não é fácil desembarcar lá, com um time improvisado, e vencer.

Kayke perdeu um gol que lembrou o inesquecível Nilson, Vanderlei deixou passar um cruzamento que trouxe à memória Fábio Costa no segundo gol do Boca Juniors, em La Bombonera, em 2003. Vanderlei tem muito crédito, enquanto Kayke está fazendo hora extra há muito tempo, mas esses detalhes não podem nos fazer esquecer que o Santos jogou como time pequeno, apenas nos contra-ataques, e o empate foi até bom.

Também não se pode esquecer que clube que quer ser campeão não negocia seus melhores jogadores para pagar salários atrasados, como continua ocorrendo nesta administração. Esta gestão já vendeu Geuvânio, Gabigol e Thiago Maia e está ansiosa para passar nos cobres jogadores que ainda nem estrearam no profissional. Assim, sem nenhum planejamento e sem a devida qualificação do elenco, como se pensar em título brasileiro, ou em qualquer outro?

Conseguir uma vaga para a Copa Libertadores de 2017 é a meta realista do Santos neste campeonato. E mesmo para atingi-la terá de ter a capacidade de juntar os cacos e partir para nova batalha a cada jogo, a começar pelo duelo de titãs contra o perigosíssimo Atlético Goianiense, o virtual rebaixado da competição. Que a torcida compareça à Vila Belmiro e faça a sua parte. O torcedor mais experiente sabe que nada é tão ruim que não possa piorar.

E você, o que acha disso?


10 lições da grande vitória

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Assim como gosto de sugerir a reflexão após uma derrota, faço o mesmo agora, após a importante vitória sobre o Palmeiras, no estádio do adversário lotado por 37.527 torcedores. Quais são as 10 lições que nós,santistas, podemos tirar desse resultado? Bem, listo as minhas e aguardo as suas.

1 – Estádio não ganha jogo

Vimos isso na semana passada, quando o Santos, mais uma vez, foi eliminado de uma competição importante na Vila Belmiro. Sabemos que ele perdeu na Vila assim como poderia ter perdido no Pacaembu, no Morumbi, em qualquer lugar. Perdido ou vencido, pois o que perde ou vence uma partida é a atuação dos jogadores, sua atitude, sua confiança, não o lugar em que atuam.

Mesmo dominado na maior parte do segundo tempo, o Santos se manteve tranquilo e focado, à espera de uma oportunidade que realmente veio e foi aproveitada magnificamente. E se venceu pela primeira vez no Alianz Parque, com o estádio todo torcendo contra, obviamente poderia vencer com um público tão imenso torcendo a seu favor.

2 – Grandes jogos têm de ser em grandes estádios

A arrecadação da partida foi de R$ 2.760.716,34. Ou seja, o Palmeiras perdeu o jogo, como poderia ter vencido, mas seus cofres receberam, em uma única partida, o que o Santos tem demorado vários jogos para angariar. Mandasse também os seus clássicos em estádios maiores e o Glorioso Alvinegro Praiano estaria em uma situação financeira bem melhor – até porque teria mais facilidade para aumentar seu quadro de sócios, melhores argumentos para fechar bons contratatos de patrocínio de camisa e de fornecimento de material, e com a tevê…

Então, se estádio não ganha jogo, mas grandes estádios arrecadam mais dinheiro e permitem ao clube dar passos mais largos rumo à sua estabilidade financeira, logicamente os clássicos e os grandes jogos do Santos devem ser realizados em estádios maiores.

3 – Quando falta técnica, a garra decide

Como santistas, preferimos o jogo técnico, a bola tratada com carinho. Mas é inegável que o espírito de luta faz milagres no futebol, principalmente em jogos com o campo pesado. O Santos fez o clássico com um meio de campo improvisado, sem dois de seus jogadores mais técnicos: Lucas Lima e Renato, substituídos pelo voluntarioso Jean Mota e o jovem Matheus Jesus. No entanto, acompanhados por Alison, que tem usado mais a cabeça do que a força, o setor resistiu ao domínio palmeirense, se empenhou na tarefa de desarmar e bloquear o adversário e acabou sendo o grande responsável pela vitória. Sem contar, é claro, a dedicação de todo o time na marcação.

4 – Trio de ouro na defesa

Mais uma vez constatamos que o ótimo desempenho do sistema defensivo do Santos – e aí entenda a zona do agrião, o último obstáculo antes da meta – se deve a três jogadores que passam por grande fase: o goleiro Vanderlei e os zagueiros Lucas Veríssimo e David Braz. O entendimento dos três tem sido exemplar. O fato de a santista ser a defesa menos vazada no segundo turno do Campeonato Brasileiro se deve a eles.

Dos laterais, é preciso dizer que Daniel Guedes tem melhorado a cada jogo. Não só no ataque, mas também na defesa, onde ao menos guarda o seu lugar e não permite bolas nas costas, o que era frequente com Victor Ferraz. Já Zeca continua instável. Desde sua experiência olímpica, no ano passado, ainda não voltou ao seu bom futebol. Assim seu passaporte italiano permanecerá virgem.

5 – Sorte existe

O técnico Levir Culpi, no livro “Um burro com sorte”, fala da influência do imponderável na carreira de um técnico de futebol. O fenômeno realmente existe e afeta a todos nós, de torcedores a analistas. Em um lance decisivo, se a bola bate na trave e entra, está tudo ótimo, se bate na trave e sai, está tudo péssimo. Testemunhamos o que ocorreu esta semana com o goleiro Muralha, do Flamengo, execrado por não ter pegado nenhum pênalti na decisão da Copa do Brasil com o Cruzeiro.

Sobre o jogo do Santos, no item 4, ao elogiar a tríade Vanderlei-Veríssimo-Braz, eu já ia escrever “agora escasseiam aqueles gols bobos, antes tão comuns, resultados de bolas levantadas na área”. Mas aí me lembrei que no finzinho do jogo o baixinho Dudu apareceu livre para cabecear na marca do pênalti e só não empatou a partida por muita sorte. O mesmo Dudu perdeu um gol, por centímetros, na boca do gol. Se essas bolas tivessem entrado, agora provavelmente estaríamos esculhambando a defesa santista.

Então, o que a reflexão sobre a sorte no futebol nos traz? Bem, ela nos ensina a analisar todo resultado com uma certa distância, pois sem a conjunção dos astros e a benção dos deuses do futebol nada se consegue no futebol, essa é a verdade.

6 – Matheus Jesus veio para ficar

Pode ser precipitado afirmar isso agora, mas quem já gastou boa parte de sua infância, adolescência e juventude nos campos de terra batida do futebol amador, sabe ao menos identificar quem tem um pouco mais de familiaridade com a bola, e esse garoto tem. Mostrou tranquilidade nos momentos em que foi apertado, soube proteger a menina e deu um destino certo à jogada. Em determinado momento empreendeu uma arrancada na qual demonstrou surpreendente personalidade, em outro conseguiu enganar dois marcadores em um espaço diminuto e no campo encharcado. Como é muito jovem (apenas 20 anos!), ainda poderá ter altos e baixos, o que exigirá paciência dos torcedores, mas algo me diz que se firmará no time.

7 – A importância dos brigadores Jean Mota e Copete

Depois que eu quebrei a perna duas vezes e em uma delas fiquei dois meses e meio de cama, confesso que passei a evitar as divididas com cheiro de sangue. Ver aquelas pernas vigorosas dos zagueiros, cravos das chuteiras à frente, saltando na direção de meus ossos e cartilagens não era uma visão agradável e me trazia lembranças traumáticas. Ainda mais em um campo molhado, em que os choques são comuns e os jogadores violentos se aproveitam para bater mais. Por isso, valorizo o jogador brigador, que se entrega à luta de corpo e alma. Nesse particular, tiro meu chapéu para Jean Mota e Copete.

Mesmo o time mais técnico do mundo precisa de um jogador raçudo, mormente nos grandes jogos. Perceba, queridos leitor e leitora, que a bela jogada do gol santista começou com o espírito de luta de Jean Mota, que roubou a bola do adversário e, mesmo sofrendo a falta, tocou para Copete, iniciando a sequência que terminou no fundo das redes de Fernando Prass.

Com o me disse, um dia, Flávio Costa, técnico do Brasil na Copa de 1950, “todo time precisa de um Obdúlio Varela”. Sim, a técnica também depende da fibra. Mota e Copete brigaram o tempo todo pela bola e pelo espaço, o que foi fundamental para que o Palmeiras não tivesse mais tempo e tranquilidade para programar os seus ataques. Esse foi o espírito que levou o Uruguai ao título de 50 e o Santos à vitória no Alianz Parque.

8 – Um gol de quem sabe o que faz

“Golaço!”. Minha reação ao ver a cabeçada de Ricardo Oliveira para o chão, no contrapé de Fernando Prass, concluindo a bela jogada iniciada por Jean Mota, foi espontânea. Realmente, pela tranquilidade, consciência e conclusão, esse gol foi um dos mais bonitos do campeonato. Pois não se tratou de um chute esporádico ou do resultado de um lampejo de genialidade de apenas um jogador. Os quatro participantes agiram de forma exemplar.

Jean Mota roubou a bola e tocou, entre as pernas do adversário, para Copete, na direita, que ergueu a cabeça e viu Bruno Henrique no lado oposto da área, passando-lhe a bola com precisão. Bruno matou a bola com calma e a colocou na cabeça de Ricardo Oliveira, que cabeceou perfeitamente, no chão, como manda a cartilha.

O Santos soube sofrer a pressão palmeirense e esperou o momento de chegar ao gol. Quando ele apareceu, agiu com calma e precisão. Não é qualquer time que, no campo do adversário, com tanta pressão contra, faz o gol da vitória com tanta tranquilidade e categoria. Nessa hora, a camisa alvinegra praiana pesou.

9 – O fator Ricardo Oliveira

Ele não tem marcado tantos gols como antes, mas nos clássicos paulistas continua sendo decisivo, como mostrou contra o Palmeiras. Um dos grandes artilheiros em atividade no Brasil, Ricardo Oliveira já marcou 315 gols na carreira, que começou em 2000, na Portuguesa de Desportos, e se marcar mais seis com a camisa do Alvinegro Praiano chegará a 93 e superará os 92 que fez pelo Al-Jazira, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, onde jogou de 2009 a 2014.

Aos 37 anos, é inegável que Oliveira está no fim da carreira e não demonstra mais a mesma vitalidade física, tem dificuldade para marcar a saída de bola do adversário e até para alcançar lançamentos, como ficou evidente diante do Barcelona de Guayaquil. Porém, sua presença ainda provoca respeito nas defesas adversárias e sua categoria e visão de jogo permite que possa definir a partida em uma jogada.

O futebol moderno exige a participação de todos os jogadores, tanto no ataque, como na defesa, e nisso Oliveira fica devendo. Porém, na área ele ainda pode ser decisivo. A decisão de renovar seu contrato, ou não, é delicada. Quando o time perde, a crítica é de que com ele o Santos joga com um a menos; quando ganha com um gol seu, volta a ser olhado como herói. O que você faria, leitor e leitora? Renovaria com Oliveira ou buscaria um centroavante mais jovem e participativo?

10 – Fechados no pacto com Levir

O empenho com que os jogadores se entregaram ao jogo mostrou que parecem ter concordado com o pacto proposto pelo técnico Levir Culpi. Estão jogando por suas carreiras e pela melhor colocação possível no Campeonato Brasileiro. Isso é ótimo. Resta saber se essa determinação, de terminar a competição sem mais nenhuma derrota, não será abalada pelos chamados incidentes de percurso.

É óbvio que é mais inteligente e produtivo, para um jogador profissional, entrar em campo sempre disposto a mostrar suas qualidades. Só assim será valorizado com propostas de outros clubes ou com aumentos de salário. O desânimo e o corpo mole levam à desvalorização e ao fim precoce de carreiras eventualmente promissoras.

Creio que, para o bem do Campeonato Brasileiro, até os amantes dos queridinhos estão torcendo para o Santos diminuir a diferença para o líder, pois isso aumentará o interesse pela competição, gerando mais espaço na mídia, maiores arrecadações nos jogos e muito mais audiência na tevê, o que, em suma, significará maior faturamento. Assim, da mesma forma que em 2016, só o Santos pode trazer alguma emoção para um dos Brasileiros mais esvaziados dos últimos tempos.

E você, o que acha disso?

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A campanha está chegando ao fim. Faltam apenas 13 dias para o encerramento do prazo final. Se você ainda não participou, participe. Além de ter um livro único em sua biblioteca, você ajudará o Santos a ter a hsitória de suas viagens conhecida e reconhecida para sempre, em uma obra magnífica.

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O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e da literatura mundial do futebol.

Agora assista a este filme inglês e não se emocione, se puder:

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NO MEU ANIVERSÁRIO, QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ!

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

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E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
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Ainda estamos na briga

Pelo jeito o Santos conseguiu juntar os cacos da eliminação da Copa Libertadores e voltar ao Campeonato Brasileiro com motivação para ainda tentar alcançar o título que não consegue desde 2004. A vitória de 1 a 0 sobre o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro, em uma noite esvaziada de sábado, mostrou um time aplicado e consciente, no qual se destacaram o sistema defensivo, Jean Mota, Alison e Bruno Henrique, o autor do gol. Vecchio foi regular. O garoto Matheus Jesus finalmente estreou e mostrou qualidades. Copete e Ricardo Oliveira foram os que menos fizeram.

UMA ESPERANÇA NO AR

rollo, peres e eu nova O vice Orlando Rollo, eu e o presidente José Carlos Peres: Somos todos Santos

Muitas daquelas 200 pessoas só tinham dormido de madrugada, frustradas com a derrota, em plena Vila Belmiro, para o Barcelona.. do Equador – resultado que acabou com o sonho de o Santos alcançar o seu quarto título na Libertadores. Mas ao começarem a ouvir os 11 pontos principais do programa da chapa Somos tantos Santos, os olhares se iluminaram e os olhos brilharam de esperança. Sim, é possível resolver os problemas do Santos e fazê-lo ocupar o lugar que merece no futebol.

O evento, na noite de quarta-feira, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, anunciou José Carlos Peres como candidato a presidente da chapa Somos todos Santos, com Orlando Galante Rollo como vice. Como prometi aos amigos santistas que me apoiavam para presidente, também farei parte da direção do clube e trabalharei, lá dentro, para que aquelas nossas reivindicações sejam cumpridas.

Em suma, as propostas se baseiam na transparência, no profissionalismo, na meritocracia e na universalidade que devem reger a vida do Santos. Haverá, sim, jogos meio a meio entre Santos e a capital paulista, uma campanha permanente baseada em recompensas para se alcançar 100 mil associados em três anos, o voto à distância, o lançamento do projeto “A Cidade do Futebol” em parceria com a Prefeitura de Santos, a reforma e a deselitização da Vila Belmiro, a construção de um novo CT da base e um monitoramento constante da carreira dos infanto-juvenis, a implantação da responsabilidade financeira e fiscal e um melhor relacionamento com a imprensa…

Quando se fala apenas a verdade, nunca se cai em contradição, e é isso que Peres, Rollo e eu fizemos. Provavelmente por isso o lançamento da chapa foi tão bem aceito por todos os presentes. A mesma excelente recepção tivemos daqueles que assistiram o evento ao vivo, pelo Facebook.

Clique aqui para assistir ao vídeo, postado na fan page de Orlando Rollo.

Ao final da explanação, José Carlos Peres leu um texto que fiz para a página “Por um Santos melhor”, no qual elenco as diferenças entre as posturas e filosofias da situação e da oposição do clube. A disparidade entre a situação, representada pela chapa encabeçada por Modesto Roma, e a oposição, no caso representada pela chapa Somos todos Santos, é gritante. A primeira pensa primeiro nela nos meios, éticos ou não, de se manter no poder; a segunda, a Somos todos Santos, coloca os interesses do clube em primeiro lugar e vive tentando descobrir novas maneiras de servir ao Santos.

E você, o que acha disso?

AJUDE O GRANDE LIVRO DO SANTOS A NASCER

Felizmente a Kickante entendeu a importância do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” e nos deu mais um mês de campanha de pré-financiamento para lançar esta que é uma das obras mais impactantes da história do Santos e do futebol. Agora faltam 20 dias para o encerramento do prazo final. Se você ainda não participou, participe.

Da meta de R$ 48 mil, suficiente para cobrir os custos gráficos da impressão de dois mil exemplares, passamos da metade. Há muitas formas de recompensa para quem participar da campanha. Desde doar 10 reais, até comprar uma cota de patrocínio por 15 mil reais, que dá direito a 100 exemplares, 30 convites para a festa de lançamento, ter o logotipo da empresa impresso no livro e ser divulgado pela assessoria de imprensa.

O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e da literatura mundial do futebol.

Agora assista a este filme inglês e não se emocione, se puder:

Clique aqui para garantir o seu exemplar e ajudar no lançamento do livro único SANTOS FC, O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA.

No meu aniversário, quem ganha o presente é você

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

time-dossie ok

Para atender aos pedidos dos santistas das embaixadas e demais grupos de torcedores espalhados pelo País, criei preços especiais também para a compra de três, quatro e cinco exemplares, tanto do Dossiê de Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, como do Time dos Sonhos.

Neste mês, três exemplares desses dois livros sairão por 75 reais, quatro por 85 e cinco por 95 reais. E todos os pedidos com frete grátis e dedicatórias exclusivas. Faça as contas e veja que não dá para perder. É a oportunidade de presentear os amigos ou já guardar para o Natal.

E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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Todos os PDFs a R$ 1,00

O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
Comprar com cartão, de débito ou crédito, é totalmente confiável pelo sistema do PagSeguro, mas se quiser pode escolher por boleto ou mesmo fazer depósito bancário (nesse último caso, informe-se pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Dentre os PFDs, há quatro livros que falam do Alvinegro Praiano

– Donos da Terra, a história do primeiro título mundial do Santos
Clique aqui para comprar Donos da Terra
– Na Raça!, a história do primeiro clube bicampeão mundial
Clique aqui para comprar Na Raça!
– Ser Santista, um orgulho que nem todos podem ter – Artigos selecionados que mostram várias aspectos da grandeza santista
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– Pedrinho escolheu um time – A aventura de um garoto paulistano que quer escolher um time para torcer.
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Há mais três histórias infanto-juvenis

– Pedrinho no Descobrimento do Brasil – Um buraco no tempo leva Pedrinho ao momento em que o Brasil está sendo descoberto pela esquadra de Cabral. Para crianças e adolescentes que gostam de História.
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– O Diário de Kimmy, uma garota inuit – O dia a dia de uma menina que vive no Alasca, entre as tradições de seu povo e os perigos dos tempos atuais.
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O Reino do Pum – A caso insólito do pobre e mal cheiroso reino onde viviam o pequeno Sidney e seu avó Felisberto.
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E uma ficção para adultos

– Morte.Net – Romance impróprio para menores, de Caio Morelli, que fala de pessoas que buscam a felicidade nos encontros fortuitos da Internet.
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