Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Jogo será o de nº 6.000


Em Ribeirão o Santos criou chances, mas não fez. Quarta é na Vila. Compareça!


Jogo contra o Botafogo será o de número 6.000

Amigos e amigas, há mais um motivo para ir à Vila Belmiro quarta-feira, às 19h30, empurrar o Santos contra o Botafogo de Ribeirão Preto, pelas quartas de final do Campeonato Paulista: o jogo será o de número 6.000 da história do Santos. O levantamento foi feito pelo departamento de Memória e Estatística do Santos, capitaneado por Guilherme Gomez Guarche.

Confia os jogos milenares do Glorioso Alvinegro Praiano:

Jogo número 1

Dia – 15/09/1912

Santos FC 3×2 Santos AC

Avenida Ana Costa. 22 – Santos

Amistoso

SFC: Julien Fauvel; Sidnei e Arantes; Ernani, Oscar e Montenegro; Millon, Hugo, Nilo, Simon e Arnaldo Silveira.

SAC: Parsons; Kent e Deweck; Wood, Seddon e Lee; Saul, De Saone, Allen, V. Cross e H. Cross.

G: Arnaldo Silveira (2) e Adolpho Millon – Lee (2)

Jogo nº 1.000

Dia – 11/10/1947

Santos FC 1×2 Portuguesa de Desportos

Pacaembu – São Paulo

Campeonato Paulista

R: Cr$ 46.211,60

A: Vicente Gengo

SFC: Renê; Artigas e Expedito; Nenê, Alfredo e Castanheira; Odair, Zeferino, Adolfrises, Antoninho e Rubens.

Técnico: Abel Picabéa

APD: Caxambu; Lorico e Nino; Laudelino, Luisinho e Helio; Simão, Pinga II, Nininho, Pinga I e Reginaldo.

Técnico: Jim Lopes

G: Antoninho – Simão e Nininho

Jogo nº 2.000

Dia – 25/05/1963

Santos FC 1×1 FK Partizan (SER) Fudbalski klub Partizan

La Meinau – Strasburg

Amistoso

SFC: Gilmar (Laércio); Dalmo, Mauro e Geraldino (Lima); Zito e Haroldo; Dorval (Batista), Mengálvio, Coutinho, Pagão (Nenê) e Pepe.

Técnico: Luiz Alonso Perez, Lula

FKP: Soskic; Jusufi, Sombolac e Vukelio; Vasovic e Sijakovic; Rudiwski, Kovscevic, Hasnagio, Galic e Skoblar.

G: Coutinho – Haswagi

Jogo nª 3.000

Dia – 07/03/1976

Santos FC 0x1 EC São Bento

Estádio Urbano Caldeira

Campeonato Paulista

R: Cr$ 55.110,00 – P: 3.977

A: Pedro Inácio Filho

SFC: Willians, Tuca, Marçal, Bianchi, Fernando (Zé Carlos), Clodoaldo, Leo Oliveira, Didi, Cláudio Adão, Toinzinho e Mazinho (Babá).

Técnico: Olavo

ECSB: Geninho; Chiru, Laércio, Arlindo e Nelsinho; Benetti e Gatãozinho; Cláudio, Alves, Tuim (Adão) e Bozó.

G: Adão

Jogo nº 4.000

Dia – 07/07/1989

Santos FC 4×0 Videira EC

Luis Keone – Videira

Amistoso

R: NCz$ 15.000,00 – P: 3000

A: Antonio Carlos Ceron

SFC: Sérgio (Pelegrine); Heraldo, Cássio, Luiz Carlos e Éder José; César Sampaio, César Ferreira (Axel) e Sócrates (Luís Cláudio); Juary (Nenê), Roberto Cearense e Totonho.

Técnico: Nicanor de Carvalho

VEC: Megasso (Alemão); Melão, Gena, Silvério e Sérgio (Rivelino); Milico, Toninho e Fusca; Dalla, Servílio (Alberto) e Lúcio (Osmar).

G: Melão (contra), Juary, Roberto Cearense e Cesar Sampaio

Jogo nº 5.000

Dia – 21/04/2004

Santos Futebol Clube 2

Paraná Clube 3

Pinheirão – Curitiba/PR – Campeonato Brasileiro

R: R$ 90.840 – P: 7.323

CV: André Luis (SFC)

SFC: Júlio Sérgio; Paulo César (Basílio), Alex, André Luis e Léo; Claiton, Renato, Elano (Alcides) e Diego; Robinho e Leandro Machado (Lopes). Técnico: Emerson Leão.

PC: Flávio; Cláudio, Nelinho, Carlinhos e Wesley; Axel, Beto, Jean Carlo e Fernando (Fernando Lombardi); Adriano (Goiano) e Galvão (Choquito). Técnico: Paulo Campos.

G: Léo e Robinho – Galvão, Carlinhos e Choquito.

Jogo nº 6.000

Dia 21/03/2018

Santos Futebol Clube

Botafogo FC

Vila Belmiro – Santos – SP – Campeonato Paulista

Vamos lotar a Vila: Venda de ingressos para partida contra o Botafogo pelo Paulistão

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Giovana prega respeito ao São José, adversário na estreia do Paulistão, mas avisa: “Estamos prontas”

Nesta quarta Santos comemora 64 anos de primeira excursão internacional

Por Guilherme Guarche, do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube

No dia 21/03/1954, o Santos Futebol Clube fazia o seu batismo internacional jogando pela primeira vez fora do Brasil. Esse jogo pioneiro aconteceu na cidade de La Plata na Argentina e foi um empate pelo placar de 1 a 1 diante da equipe do Gymnasia Y Esgrima de La Plata no Estádio Eva Perón com Del Vecchio marcando o gol santista que formou em solo estrangeiro com: Barbosinha; Hélvio e Feijó (Ivan); Cássio, Formiga e Zito; Del Vecchio, Walter, Álvaro, Vasconcelos (Hugo) e Tite. O técnico era Giuseppe Ottina.

Nesse primeiro giro em terras sul-americanas, o time da Vila Belmiro jogou 08 partidas tendo vencido 03 empatado 03 e perdido 02 partidas marcando o Peixe 19 e sofrendo 14 gols. Os artilheiros nesses jogos foram: Del Vecchio (4), Vasconcelos (4), Tite (3), Hugo (3), Walter Marciano (3), Álvaro (1) e Picot que marcou contra a favor do Santos FC. O retorno da delegação à cidade de Santos foi a bordo do conhecido e luxuoso transatlântico Ana C.

Algumas partidas dessa excursão foram transmitidas pela Rádio Atlântica de Santos, a popular PRG-5 na voz do saudoso Ernane Franco. Em princípio, o Santos jogaria na Colômbia, Venezuela, Peru e Equador, porém, segundo um telegrama enviado por D’ Agostini a Marcelo de Castro Leite, representante do Santos em São Paulo, a excursão teria de ser suspensa devido aos incidentes ocorridos em 4 de março na Cidade do México, na partida em que o Vasco da Gama vencera o Marte, campeão mexicano, por 1 a 0. Como o Santos ficou à mercê das negociações do empresário e, por isso, momentaneamente impedido de marcar amistosos que aliviariam seus encargos financeiros, o dirigente santista José Aflalo Junior, escolhido para chefe da delegação d a prometida excursão sul-americana, perdeu a paciência com D’Agostini e declarou ao jornal Folha da Noite que se o Santos não excursionasse, exigiria indenização, “principalmente dos vinte mil cruzeiros que já gastamos com a retirada dos passaportes dos jogadores.” Pouco depois, porém, o empresário acenou com a possibilidade de, entre meados de março e meados de abril, com boa folga antes do início do Torneio Rio-São Paulo, a se iniciar em maio, o Santos realizar alguns amistosos na Argentina.

Para os torcedores do Peixe que gostam de saber a rica histórica do clube, principalmente nos giros internacionais, neste ano será lançado um livro que terá como título “O maior espetáculo da Terra” – As maravilhosas viagens do Santos – de autoria de Marcelo Fernandes e Odir Cunha, nele os torcedores viajarão junto com o time pelo mundo afora.


O Santos é só futebol


Em 2012 o jogo em Ribeirão foi assim...

Espero que não pareça pedante, mas o que é o Santos se não o futebol, o puro e melhor futebol brasileiro? Não sei se você me entende. Nem sempre é o melhor, nem sempre é o mais puro, mas a imagem que nos vem à cabeça quando pensamos no Santos é apenas essa: o futebol, com seus gols, seus ídolos imberbes, suas conquistas redentoras e também seus dramas.

Já definiram o Santos como apenas onze camisas. Um clube sem quadras de tênis, sem piscinas, sem cinema, restaurantes e lanchonetes. Um clube restrito a um time. Hoje temos também o time feminino, é verdade, e teremos outros esportes, mas a imagem que vem, quando pensamos no Glorioso Alvinegro Praiano, é a de craques, muitos deles meninos, seduzindo a bola com carinho e a levando até o fundo das redes adversárias.

Digo isso agora porque estamos entrando na fase final do Campeonato Paulista e acabei de fazer o exercício mental de me concentrar também nos nossos maiores adversários e no que eles representam.

Bem, que me desculpem os são-paulinos, mas penso no São Paulo e vejo um estádio imenso, cercado por muralhas circulares de concreto. Sei que o São Paulo tem um currículo invejável e também já contou com grandes jogadores, mas não há jeito: talvez de tanto propagarem que tinham o maior estádio particular do mundo, penso no São Paulo e vejo o imponente Morumbi.

Quanto ao Palmeiras, sempre o associei com a macarronada da mama, o jeito alegre dos italianos da Capital e também o futebol clássico dos tempos de Ademir da Guia. Mas, de uns tempos para cá, influenciado pelas eras Parmalat, Paulo Nobre e agora pela Crefisa de Leila Pereira, penso no Palmeiras e imagino caminhões de dinheiro estacionando no Parque Antártica. É o clube que contrata quem quer e se dá ao luxo de contratar um jogador apenas para impedir que um adversário o faça.

Sobre o Corinthians, concordo com o que muitos já disseram: trata-se de uma torcida que tem um time. Pode-se colocar a camisa de um time pequeno no Alvinegro de Itaquera e os jogadores se transformarão com o apoio de seus fanáticos torcedores. Grande torcida! O maior espetáculo dessa equipe não costuma ser no campo, mas nas arquibancadas.

Assim, ao menos para minha pouco criativa, e talvez cansada, cabeça de jornalista veterano, o São Paulo é o gigantesco Morumbi, o Corinthians é sua tresloucada torcida e o Palmeiras, bem, o Palmeiras, agora, é um banco de crédito ilimitado, com pilhas e pilhas de notas verdinhas como dólares.

Por fim, ao pensar no Santos, só vejo lances de um jogo eterno, moleques atrevidos estendendo sua infância para os sizudos campos do profissionalismo, rompendo barreiras e estruturas, escrevendo a história com arte e ousadia. Enfim, só vejo futebol.

Não sei se verei, se veremos, isso neste domingo, a partir das 19h30, em Ribeirão Preto, quando o Santos fará sua primeira partida pelas quartas diante do Botafogo. Meninos costumam se inibir fora de casa, longe de sua torcida. De qualquer forma, a proximidade de um jogo do Santos gera uma expectiva boa e nervosa em quem gosta de futebol. Pois isso é a única coisa que o Santos pode oferecer.

E você, o que acha disso?


Chegou a hora!

Com a provável estreia de Romário na lateral esquerda e do técnico Jair Ventura no comando da equipe, o Santos, time que mais vezes foi campeão paulista na era profissional, estreia no Estadual de 2018 contra o Linense, em Lins, a partir das 19h30 (com transmissão do SporTV). É o tipo do jogo em que se a bola bater na trave e entrar, estará tudo bem, mas se bater na trave e sair, não faltarão críticas ao time e à nova gestão. Mas é assim mesmo. No futebol ha uma enorme dificuldade de se diferenciar o essencial do supérfluo.

O torcedor, em geral, não quer saber se o clube foi deixado sem reservas pela gestão anterior, e por isso ainda não pode se reforçar devidamente para um ano em que participará de tantas competições importantes, entre elas a Copa Libertadores. Ele quer vitórias e títulos, e está no seu direito. Mas sabem, hoje a partida exige cuidados, como todo confronto no Interior de São Paulo.

O time provável do Santos será Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão e Bruno Henrique. Não sei dizer se Sasha deverá entrar no transcorrer do jogo, mas já me avisam que o rapaz é um meia atacante e não um centroavante. Veremos…

O Linense, treinado por Moacir Júnior, deverá jogar com Vitor Golas, Reginaldo, Leandro Silva, Adalberto e Eduardo; Bileu, Marcão e Danielzinho; Murilo, Kauê e Berguinho. Acredito que, mesmo jogando em casa, o time de Lins não deverá se expor e, é evidente, provavelmente correrá muito.

A arbitragem será de Luis Flávio de Oliveira, auxiliado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Luiz Alberto Andrini Nogueira.


Números do Santos no Campeonato Paulista

Por Guilherme Gomez Guarche e equipe do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube

O Santos FC é o 2º clube com mais participações no Campeonato Paulista, que começou no ano de 1902. Lembrando que são computadas as partidas realizadas nos Torneios de Classificação nos anos de 1956 e 1957, as partidas dos Torneios Inícios, não entram nas estatísticas, por serem partidas atípicas.

Ao todo, serão 103 participações. O primeiro ano em que disputou esse certame foi no longínquo ano de 1913, de lá pra cá, o time santista só não participou dos campeonatos realizados nos anos de 1914, 1915 e 2002. O time santista quando fez sua estreia no ano de 1913 não participou de nenhuma seletiva, já entrou direto no Campeonato.

Outros dois clubes santistas também participaram do Campeonato Paulista antes do Santos Futebol Clube, foram eles: Clube Atlético Internacional e o Sport Club Americano. O Clube Atlético Internacional disputou os Paulistas nos anos de 1907, 1908 e 1909, já o Sport Club Americano, disputou os Paulistas de 1907 a 1911, ano em que transferiu sua sede para São Paulo. O primeiro presidente do Santos FC, Sizino Patusca, foi um dos fundadores do Sport Club Americano, e o campo no qual o Santos FC disputou sua primeira partida oficial era o campo que pertencia ao CA Internacional, na Avenida Ana Costa nº 22.

Até hoje o Peixe disputou no Paulista 2.439 partidas, tendo vencido 1.269, empatado 559 e perdido 611 partidas. Marcando 5.066 e sofrido 3.230 gols.

A primeira participação no Campeonato foi no dia 01/06/1913, e o clube sofreu uma derrota nesta estreia diante do SC Germânia. Já o segundo jogo no dia 22/06, foi uma goleada diante do Corinthians Paulista pelo placar de 6×3, no campo do Parque da Antártica Paulista, com Millon marcando dois, Arnaldo Silveira dois e Ambrósio e Ricardo um tento cada. Formando o Santos FC com: Damasceno; Arantes e Sidney; Pereira, Ambrósio e Ricardo; Millon, Nilo, Urbano Caldeira, Harold Cross e Arnaldo Silveira.

O Alvinegro Praiano conquistou 22 títulos, nos anos de: 1935 – 1955 – 1956 – 1958 – 1960 – 1961 – 1962 – 1964 – 1965 – 1967 – 1968 – 1969 – 1973 – 1978 – 1984 – 2006 – 2007 – 2010 – 2011 – 2012 – 2015 e 2016. O time santista é o clube fora da capital que mais vezes conquistou o campeonato. São 4 Bicampeonatos e 3 Tricampeonatos. É o clube que mais Campeonatos venceu desde a implantação do futebol profissional no Brasil, no ano de 1933. É também o clube que mais gols marcou em um só Campeonato, 155 gols no ano de 1959. No atual século XXI, que teve início em 2001, o Santos FC é o maior vencedor dos Campeonatos Paulistas, o time santista venceu 7 vezes, e também é o clube que mais vice-campeonatos conquistou, 3.

No ano de 1927, o ataque santista marcou 100 gols em 16 partidas, com uma média de 6,25 gols por partida, recorde esse, que até hoje não foi superado por nenhuma outra equipe, esse ataque demolidor entrou para a história do futebol brasileiro como sendo o time do Ataque de 100 gols, cuja a linha dianteira era formada por Omar, Camarão, Feitiço, Araken Patusca e Evangelista, também participaram desse ataque em algumas partidas os jogadores Siriri e Marba.

O Jogador que mais gols marcou no Campeonato Paulista em um só ano, é o Rei Pelé que marcou 58 gols em 1958, além de ser ele o maior artilheiro por 11 anos. O Santos FC é a equipe que mais vezes teve seus jogadores como artilheiros máximos no Campeonato, em 27 campeonatos: Ary Patusca (1916) – Araken Patusca (1926-1927) – Feitiço (1929-1930-1931) – Del Vecchio (1955) – Pelé (1957-1958-1959-1960-1961-1962-1963-1964-1965-1969-1973) – Toninho Guerreiro (1966) – Juary (1978) – Serginho Chulapa (1983-1984) – Giovanni (1996) – Elano (2011) – Neymar (2012) – Cícero (2014) e Ricardo Oliveira (2015). As goleadas do Santos FC diante do Ypiranga, em 1927, e diante da Ponte Preta, em 1959, pelo placar de 12×1, estão entre as maiores goleadas do Campeonato.

Os 20 maiores artilheiros do Santos FC na competição: Pelé (466) – Pepe (179) – Coutinho (137) – Feitiço (129) – Toninho Guerreiro (111) – Tite (93) – Araken Patusca (88) – Odair (78) – Camarão (75) – Antoninho e Dorval (73) – Pagão (69) – Edu (65) – Serginho Chulapa (61) – João Paulo (54) – Neymar e Rui Gomide (53) – Gradim e Juary (52) e Ary Patusca (48).
O Rei Pelé é o jogador santista que mais partidas disputou no Campeonato, ao todo foram 17 participações, num total de 410 partidas.

José Macia, o eterno Canhão da Vila, Pepe é o recordista em títulos paulistas ao todos são 11 conquistas com a camisa do Alvinegro e uma como técnico campeão paulista em 1973.

E você, o que acha disso?


Desde que vença, tudo bem


Nessa vitória de 3 a 1 sobre o Novorizontino deu para perceber que há jogadores reservas que poderiam ser mais aproveitados, tais como Jean Motta, Rafael Longuine e Kayke. Este último marcou dois gols e mostrou muita mobilidade. Por outro lado, Matheus Ribeiro e Léo Cittadini jogaram abaixo do que se pode esperar de reservas do Santos. Sábado começa a disputa das quartas de final, contra a Ponte Preta, em Campinas.

preto no branco - filme
Ontem à noite, no Cine Belas Artes, aconteceu a pré-estreia do filme Preto no Branco, o Clássico do Século, que com belas imagens e uma edição fantástica conta a história do grande jogo Santos e Corinthians. Participei do filme, assim como o historiador Plínio, do Corinthians, o conselheiro santista Carlos Cunha, e outros. Uma ideia genial do diretor Kim Teixeira, que na foto é o que aparece de pé, bem no centro. Em outro post falarei mais desse filme produzido pela Limonada Suíça, com coprodução da Canal Azul, pois mistura as artes populares do rap e do futebol de uma maneira harmoniosa, envolvente e emocionante. Saí de lá com a certeza de que podemos ser rivais, sim, mas sem ser inimigos, que um complementa o outro, que assim como o Corinthians é importante para o Santos, o Santos é essencial para o Corinthians. Preto no Branco, Branco no Preto. Se puder, assista. Você vai gostar.


Participação especial dos rappers Ice Dee, Xis, Criminal D e Fernandinho Beat Box, alvinegros da Vila e do Parque, que se misturam para cantar a história desse embate, em clima de paz e bom humor. Um detalhe: quando eu apareço nesse trailer dizendo que o Santos tinha o melhor ataque do Brasil, estou me referindo ao ataque dos 100 gols, de 1927, com Omar, Camarão, Feitiço, Araken e Evangelista. Se estivesse falando de Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe obviamente diria que se tratava, e ainda se trata, do melhor ataque da história.

Desde que vença, tudo bem

Mesmo sem seis titulares, poupados pelo técnico Dorival Junior, é aconselhável que o Santos vença o Novo Horizonte hoje, às 21h45, na Vila Belmiro, para ter a vantagem de fazer o segundo jogo das quartas de final em casa e criar possibilidades de também jogar a segunda partida da semifinal diante de seus torcedores.

Com os mesmos 19 pontos da Ponte Preta, o Santos terminará essa fase atrás da rival caso esta vença o Palmeiras, em Campinas, e o Santos não consiga o mesmo diante do Novo Horizontino. A lógica indica que o Santos vencerá, e a Ponte, mais enfraquecida este ano, alcance no máximo o empate. Porém, para não depender de outros resultados, o Alvinegro Praiano precisa mesmo é da vitória.

Sem Victor Ferraz, David Braz, Lucas Veríssimo,Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira, Dorival deve escalar o time com Vanderlei, Matheus Ribeiro, Cleber, Yuri e Zeca; Thiago Maia, Leandro Donizete e Vitor Bueno; Copete, Kayke e Vladimir Hernández.

As dúvidas que devem afligir a muitos santistas são:

Se Yuri é um quebra-galho na zaga, por que não escalar o argentino Fabián Noguera? E se a ideia é não colocar mais o gringo para jogar, por que relacioná-lo para o jogo?

Se o goleiro João Paulo é o terceiro reserva, por que não foi ao menos relacionado? Caso não haja nenhuma confiança no rapaz, por que mantê-lo no elenco?

Se Jean Mota e Rafael Longuine se saíram bem na última vez em que entraram no time, por que não podem começar o jogo agora?

Por que o Santos precisará de dois volantes – Leandro Donizete e Thiago Maia – contra um time que, previsivelmente, irá à Vila Belmiro para se defender? Isso não é queimar uma substituição logo de cara?

Não seria melhor colocar LD ou TM e depois substituir um pelo outro?
Pelo que foi pago por seu passe, Kayke tem de jogar, claro, mas a verdade é que o torcedor quer ver mesmo o jovem atacante Arthur Gomes.

Os atacantes Rodrigão, com inflamação no pé direito, e Bruno Henrique, gripado, estão fora do jogo. Thiago Ribeiro está relacionado.

O Novo Horizontino, que já está classificado e nas quartas enfrentará o Palmeiras, deverá ser escalado pelo técnico Silas Pereira com Michael, Moacir, Domingues, Diego Sacoman e Igor; Doriva, Jéci (ou Caíque) e Fernando Gabriel; Cléo Siva, Everaldo e Roberto. A arbitragem será de Salim Fende Chavez, auxiliado por Risser Jarussi Corrêa e Vitor Carmona, todos de São Paulo.

Creio que a possibilidade de o Corinthians não vencer o Linense, no Itaquerão, é pequena, mas o time de Lins vem jogando bem e caso consiga ao menos o empate hoje poderá ajudar o Santos a se tornar o time com a segunda melhor campanha na competição, posição que, se for mantida com os jogos das quartas, dará ao Alvinegro Praiano a vantagem – nada desprezível – de fazer o segundo jogo da semifinal também em casa.

Uma particularidade que ajudou o Santos em quase todas as campanhas que o levaram às finais dos oito mais recentes Campeonatos Paulistas foi jogar os jogos decisivos em casa. Este ano ele tem, até agora, apenas a terceira campanha, o que o faria decidir a vaga para a final no campo do adversário caso a situação não seja mudada nos próximos três jogos. Porém, como os pontos das diversas fases são cumulativos, vitórias hoje, diante do Novo Horizontino, e contra a Ponte Preta, nas quartas, podem devolver-lhe essa vantagem. Torçamos.

E você, o que acha disso?

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A seguir, apresento um artigo de um notável historiador do Esporte Clube Bahia. O amigo Antônio Matos, jornalista e delegado de Polícia, que está finalizando o livro ‘Heróis de 59’, sobre a conquista pelo Bahia da I Taça Brasil, escreve sobre dois ídolos esquecidos do grande Tricolor Baiano.

HENRIQUE E CARIOCA, DOIS ÍDOLOS ESQUECIDOS DO BAHIA
Por Antônio Matos*

Meio desengonçado nos seus quase dois metros, o zagueiro de área Henrique, revelação do campeonato carioca de 1956 pela Associação Atlética Portuguesa, chegou a Salvador em janeiro de 1957, juntamente com o volante Joe, também da Portuguesa, por indicação do treinador Lourival Lorenzi, o ‘Mariposa’.

Vestiu a camisa três do Bahia por quase 10 anos e em 405 jogos. Foi campeão brasileiro de 1959, vice em 1961 e 1963 e conquistou os títulos estaduais de 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962, no primeiro pentacampeonato do clube.

O ‘Gigante de ébano’, apelido cunhado pelo consagrado radialista baiano Carlos Lima, numa referência a cor e ao seu tamanho, era quase imbatível pelo alto e tinha um bom desarme no chão. Nascido em 30 de agosto de 1933, o carioca Henricão se distinguia pela lealdade, jamais utilizando o porte físico para intimidar os adversários.

Para que os torcedores mais novos tenham ideia de quem se tratava, ele lembrava, por ser negro e alto e pelos poucos recursos técnicos que dispunha, os também zagueiros tricolores Advaldo, o ‘NBA’ (1994), e Rafael Donato (2012/2013). Possuia, entretanto, uma garra incomum e um futebol melhor do que os dois juntos.

Na I Taça Brasil, machucado e afastado dos gramados por mais de 70 dias, só entrou no time a partir do primeiro jogo contra o Sport, na Fonte Nova. Na partida decisiva contra os pernambucanos, foi um dos destaques, marcando implacavelmente o perigoso centroavante Osvaldo, artilheiro do Sport, com quatro gols, nos dois primeiros compromissos diante do Bahia.

Formou dupla de zaga com inúmeros companheiros dos mais diversos estilos, a exemplo de Bacamarte, do lendário Juvenal Amarijo, Vicente, Pinheiro, Russo, Gonzaga, Ivan, Pepeu, Hílton, Thiago, Dario e até com a então jovem promessa Roberto Rebouças.

Sob o comando do folclórico treinador Pedrinho Rodrigues, atuou pela Seleção Brasileira, representada por jogadores em atividade no futebol baiano, contra o Chile, em 1957, pela segunda edição da Taça Bernardo O’Higgins. Ficou no primeiro jogo na reserva de Valder, do Fluminense de Feira, substituindo-o no decorrer da partida. No segundo compromisso, já era titular.

Sofrendo de Alzheimer, Henricão atualmente mora no Rio, para onde retornou em maio de 1967, após encerrar a carreira em meio a um sério desentendimento com o presidente Osório Villas-Boas.

Embora mineiro de Ponte Nova, José Paulo de Souza, ponta esquerda inteligente e driblador, era conhecido como Carioca. Participou dos dois primeiros jogos (Bahia 5 x CSA 0, no Mutange, e Bahia 2 x CSA 0, na Fonte Nova) na campanha do time baiano na Taça Brasil de 1959 e foi dele, aos 20 minutos do segundo tempo, o terceiro gol no chocolate aplicado à equipe alagoana, em Maceió.

Revelado pelo Sete de Setembro (Belo Horizonte) e com apenas 22 anos, teve, em maio de 1959, o passe adquirido a peso de ouro ao Cruzeiro.
Uma memorável partida, com direito a ‘baile’ no marcador Leone, num jogo diante do Bahia em Salvador, foi o suficiente para os dirigentes baianos abrirem o cofre e desembolsassem Cr$ 250 mil: Cr$ 150 mil à vista e Cr$ 100 mil equivalentes a renda de um amistoso com o próprio Cruzeiro, na Fonte Nova.

Carioca chegava para ser titular da extrema esquerda, mas uma discussão com o dirigente Benedito Borges mudou seu destino. Transtornado, alegando saudades da família e doença da mulher, voltou – por conta própria e com apenas quatro meses de clube – para Belo Horizonte.

Como a legislação esportiva da época, lastreada em conservadoras resoluções da Confederação Nacional de Desportos (CND), era muito pouco protetiva para os jogadores, o jovem rebelde Carioca teve o contrato suspenso e jamais conseguiu o atestado liberatório.

O Bahia exigia que ele devolvesse os Cr$ 100 mil que recebera de luvas e, como isto não aconteceu, foi obrigado a encerrar precocemente as atividades profissionais como atleta.

Filho de um motorista de táxi e com muito tino comercial, teve um restaurante na capital mineira, chamado ‘Recanto da Bahia’, com a cozinha dirigida por pessoas recrutadas em Salvador. Em seguida, esteve à frente de postos de gasolina e, também ligado a setor hoteleiro, chegou a comandar uma rede de motéis.

Embora com um agressivo glaucoma, que lhe reduziu bastante a visão, continuou trabalhando até que um câncer de pâncreas lhe tirou a vida em junho de 2015.

Dentre outras coisas, os filhos de Henricão se queixam que ele, ainda lúcido, não foi convidado para participar do filme ‘Bahêa Minha Vida’, que registrou depoimentos de Nadinho, Leone, Vicente, Marito e Léo, seus companheiros de jornada na I Taça Brasil.

Apesar de apenas dois jogos e de um gol naquela competição, Carioca legitimamente sempre reivindicou o título nacional. Reclamava de ser esquecido nas diversas comemorações promovidas pela conquista da TB/59 e lastimava não ter uma foto sequer com a camisa tricolor. “O Bahia vem, pelo menos, uma vez por ano a BH e ninguém me procura. Acho que o pessoal pensa que eu não integrei aquele elenco campeão”, lamentava.

Hoje, 29 de março de 2017, faz 57 anos em que o capitão Beto levantou, no Maracanã, o troféu de campeão brasileiro de 1959, após uma indiscutível vitória do Bahia sobre o Santos, por 3 x 1. Em relação a Carioca isto já não é mais possível, mas ainda é tempo de se homenagear em vida Henrique.

*Antônio Matos, jornalista e delegado de Polícia, está finalizando o livro ‘Heróis de 59’, sobre a conquista pelo Bahia da I Taça Brasil.

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O lado cheio do copo

Amigos e amigas leitores e leitoras deste blog. Vejam como são as coisas: uma vitória, fora de casa, e o Santos já é o líder de seu grupo no Campeonato Paulista e tem a terceira melhor campanha da competição, superando, no olho mecânico, o São Paulo de Rogério Ceni. O que isso quer dizer?

Para mim, indica que nem tudo está perdido. Um esforço suplementar e nosso querido Alvinegro Praiano pode, sim, fazer uma ótima campanha na Copa Libertadores e ainda beliscar, quem sabe, mais uma boa classificação no Campeonato Paulista. Peço desculpas a alguns colegas pelo meu otimismo, mas não consigo desacreditar.

Caras e caros, nada como um dia depois do outro. Vejam que o garoto Vitor Bueno, que perdeu aquele gol feito domingo, dessa vez acertou uma chapa bem no cantinho, assim como Lucas Lima, que driblou o goleiro e fez o gol como se passeasse com o pequinês no calçadão de Santos. O sujeito é craque e torço para que arrebente neste ano.

Esse meu otimismo não tem nada a ver com aprovar a forma como o clube vem sendo administrado, mas sim com com a confiança na camisa, no carisma, na personalidade dos jogadores que defendem nosso time. Não desistirei de acreditar neles, ou este blog não teria sentido. Fortes abraços e vamos à luta!

E você, o que acha disso?

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Como prometi, este blog comemorará o aniversário de 105 anos do nosso amado Santos Futebol Clube com descontos inacreditáveis na Livraria do Blog nos meses de março e abril. Para tornar a rica história santista mais acessível a todos, reduzi em 80% alguns preços dos livros oferecidos na livraria e ainda mantive o frete grátis e a dedicatória. Mas a promoção só vai até o fim do estoque. Então, se ainda não comprou esses livros – para você ou para dar de presente aos amigos – aconselho que o faça agora.

Você sabe: divulgar a história é uma forma de manter o carisma, a cultura e a visibilidade do Santos.

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Os jornalistas Bruno Freitas e Renan Prates estão lançando uma campanha de venda antecipada para lançar o livro “20 Jogos Eternos do Santos”.

Para este livro foram consultados os santistas da mídia Ademir Quintino, João “Canalha”, José Roberto Torero, Marcelo Tas, Odir Cunha, Paulo “Morsa”, Vladir Lemos e Xico Sá.

Não está caro participar e com 36 reais já dá para garantir um exemplar. Como sempre digo, a história é o bem mais precioso do Santos e tudo o que for feito para preservá-la tem o meu apoio.

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