Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Vamos ajudar Carlos Eduardo a escolher entre Santos e Flamengo

O jogador Carlos Eduardo, do Rubin Kazan, já decidiu que ser ser emprestado a um clube brasileiro, mas está em dúvida entre Santos e Flamengo, que ele define como “dois grandes clubes brasileiros”.

Até aí, não disse nada que a gente não saiba. Na verdade, eu desconfio mesmo que o rapaz – um meia canhoto de 25 anos – está louco para fugir do invero europeu e vir pegar uma praia por aqui.

Tem potencial? Sim. Mas já está no nível de virar alvo de leilão? Não. De qualquer forma, na intenção de ajudá-lo a se decidir, alinhavarei algumas vantagens de jogar em um ou outro clube. Se você se lembrar de mais alguma, fique à vontade…

Santos

Pagamento mensal sai todo mês. Parece óbvio, mas no futebol não é.

Elenco forte, preparado para brigar por todos os títulos que disputar.

Time brasileiro mais conhecido no exterior por revelar bons jogadores e ter grandes atacantes.

Time que tem ganhado a média de dois títulos por ano nos últimos três anos.

Jogar ao lado do Neymar garante visibilidade. No mínimo dá para aprender as dancinhas e ir comemorar os gols junto.

Um passo para a Seleção. O Santos é o time brasileiro que mais tem tido jogadores convocados para a Seleção Brasileira nos últimos anos. Robinho jogou a última Copa depois de quatro meses no Santos.

Flamengo

Time de grande torcida, mesmo entre os “jornalistas” (se bem que isso se volta contra os jogadores quando a fase é ruim).

Noite do Rio é bem mais agitada do que a noite de Santos.

Você teria mais qualidades de um e outro para ajudar o Carlos Eduardo a se decidir?


Olha só o presentinho para quem fizer falta no Neymar

O volante-meia Marcos Assunção, um dos melhores cobradores de falta do mundo, passou esta sexta-feira fazendo exames médicos – em São Paulo e Santos – e, se tudo correr bem, assinará contrato na segunda-feira com o time que há 16 anos revelou o seu talento para o futebol. Além do salário, Assunção receberá bônus por partidas jogadas pelo Alvinegro Praiano.

Contrato de risco? Só se for para os adversários. Confio mais em Marcos Assunção aos 36 anos do que em muitos garotos de 20. Especialista em bater na bola, aguerrido, líder, além de tudo ele é santista de coração.

Reveja um detalhe importante nos seus belos gols pelo Palmeiras: quase todos foram marcados em jogos difíceis, equilibrados e acabaram decidindo a partida, muitas delas por 1 a 0. Só a tranquilidade, aliada à coordenação motora fina – atributos dos mais experientes – pode proporcionar um rendimento tão espetacular em cobranças de falta:

Bruno Peres por Nei, e a preferência de Carlos Eduardo

Está para sair um negócio duplo que envolve dois laterais-direitos: Bruno Peres deverá ir para o Internacional de Porto Alegre, e Nei deverá vir para o Santos. O técnico Muricy Ramalho acha que Peres apoia bem, mas marca mal, enquanto Nei é mais completo nas duas funções.

Desta vez, ficarei com a opinião do técnico. Também tenho a mesma impressão. E não adianta nada avançar precipitadamente e tomar bolas nas costas. Dos jogos que vi de Nei, acho que ele é mais firme e tem mais personalidade do que Peres.

Outro que está para vir é o meia-esquerda Carlos Eduardo, o Cadu, que foi relevado pelo Grêmio e atualmente está no Rubin Kazan, da Rússia. O rapaz, de 25 anos, que chegou a fazer seis jogos pela Seleção Brasileira em 2009, não se adaptou ao time russo e quer voltar ao Brasil. Tudo indicava que iria para o Flamengo, mas mudou de ideia e passou a preferir o Santos, onde o mês tem 30 dias e jogará ao lado de Neymar, Montillo & Cia.

Uma das expectativas de Carlos Eduardo é ser convocado para a Seleção Brasileira que disputará a Copa do Mundo. Potencial ele tem. Resta saber se repetirá o seu melhor futebol. De qualquer forma, quem ganhará com isso é o Santos, que contará com um jogador jovem, talentoso e motivado.

Veja gols e jogadas de Carlos Eduardo:
http://youtu.be/2Zb5d6FyMBc

O que você acha de Marcos Assunção, Nei e Carlos Eduardo no Santos?


É HOJE – Texto de Marcos Magno

As decisões entre Santos e Grêmio têm sido marcadas por jogos históricos. Aquele 4 a 3 no Olímpico vai ficar na memória dos gremistas e será, quem sabe, inesquecível para os santistas também. Inesquecível sim, se a classificação vier com uma vitória na Vila.
Talvez a sorte esteja do lado do Peixe desta vez. Sorte que faltou naquela vitória em junho de 2007, 3 a 1 e um massacre no final, com direito a uma furada espetacular no voleio, na marca do pênalti, do garoto Moraes aos 43.

Relembrando – Seis de junho de 2007. Semifinal da Libertadores. O Santos jogou no Olímpico  e perdeu por 2 a 0. O primeiro de pênalti cometido pelo atabalhoado Ávalos e o segundo numa falha grotesca do zagueiro Adailton, que não dominou a bola e deixou o Carlos Eduardo livre na cara do Fabio Costa, fechando o placar.  Sem marcar gol fora o Santos precisava, na Vila, de uma vitória igual para decidir em cobranças da marca do pênalti ou por um saldo maior. Mas logo no início do jogo Diego Souza fez um golaço impossível e complicou. Mesmo marcando três o Peixe não avançou.
E as comparações com aquela decisão e a de hoje são muitas: o Santos tinha o grande Zé Roberto e a ex-promessa Renatinho. O Grêmio tinha um elenco tão bom quanto o de agora, com os selecionáveis Lucas, Carlos Eduardo e Diego Souza em sua melhor fase. Tinha um meio de campo técnico, um ataque forte e uma defesa bem disposta; o Santos, como hoje, tinha um maestro, um ataque jovem e leve e uma defesa lenta e “experiente”.

Analisando o retrospecto histórico, por essas e outras é que talvez seja possível prever mais um jogo pra lá de eletrizante hoje e, se a história se repetir, o final será o mesmo: uma vitória simples do Santos. Só falta combinar com o Grêmio…

Por Marcos Magno


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