Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Santos deveria estar jogando por 2014, não por mala branca

Dossiê e Agenda Permanente, só hoje, por R$ 20,00 aqui no blog

Um amigo, torcedor do Cruzeiro, teve a coragem de reclamar do preço do Dossiê, que ele pretendia dar de presente a outros amigos cruzeirenses neste Natal. Falei com o Vítor Queiroz e lançamos essa promoção, que só vale para hoje, do livro que permitiu aos cruzeirenses gritarem “Tricampeão Brasileiro!”. Agora não haverá desculpa para alguém não ter o Dossiê! A Agenda Permanente do Santos para 2014 também será vendida por apenas 20 reais. Mas só nesta Cyber Monday!

Vitória de virada confirma Santos como o melhor paulista

Com dois gols de Cícero, um em cada tempo, o Santos derrotou o Atlético Paranaense, de virada, por 2 a 1, e se consolidou como o oitavo colocado no Campeonato Brasileiro, quatro pontos à frente de Corinthians e São Paulo. Ainda há uma pequena possibilidade de terminar como o sétimo, desde que na última rodada vença o Goiás, em Goiânia, e o Atlético Mineiro seja derrotado.

Um público de cerca de 15 mil pessoas compareceu ao estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, para ver um jogo que valia muito pouco para o Santos, provando mais uma vez que o Interior de São Paulo é um filão que deveria ser mais explorado pelo Alvinegro Praiano.

Claudinei Oliveira escalou o time com Aranha, Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena (Durval), Gustavo Henrique e Mena; Alan Santos, Marcos Assunção (Renato Abreu), Cícero e Montillo; Thiago Ribeiro e Geuvânio. Sabe-se que, destes, Durval, Marcos Assunção e Renato Abreu não devem permanecer no time em 2014.

O Atlético Paranaense, que precisava da vitória para assegurar uma vaga na Copa Libertadores de 2014, jogou com Weverton, Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Bruno Silva (Roger), João Paulo (Zezinho) e Everton; Marcelo e Ederson (Dellatorre).

Os gols foram de Marcelo, de cabeça, aos 27 minutos, e Cícero, também de cabeça, aos 33 minutos do primeiro tempo; e de Cícero, tocando na saída do goleiro, aos 31 da segunda etapa.

Apesar dos altos e baixos durante toda a competição, o Santos termina 2013 como o melhor (ou seria o menos ruim?) clube paulista neste Brasileiro. A ordem agora é usar o campeonato estadual para iniciar a renovação na equipe. Também há a possibilidade de se utilizar jogadores como moeda de troca na busca de reforços. Sabe-se que o São Paulo demonstrou interesse por Edu Dracena e o Corinthians por Arouca. Cícero também já insinuou que tem propostas. Outro com bom valor de mercado é Montillo. Dos reforços, sabe-se que o gerente de futebol, Zinho, tem mantido contato com Vargas, do Grêmio.

Veja o gol da vitória, segundo Durval treinado nos rachões do CT Rei Pelé:
http://youtu.be/Twt1eE6e10Y

Você consegue explicar por que o time começou a ganhar agora?

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É esta a motivação do Santos neste final de Brasileiro? (Foto de Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC).

Há torcedores indignados, e com razão, com a notícia de que talvez o técnico Claudinei Oliveira, que está de saída, escale no meio-campo do Santos os jogadores Marcos Assunção e Renato Abreu, que também estão de saída, no jogo deste domingo, às 19h30, em São José do Rio Preto, contra o Atlético Paranaense.

O ideal seria dar uma oportunidade a Lucas Otávio, ou outro jogador vindo da base, que estarão no clube em 2014, mas o que ocorre, infelizmente, não só no Santos, mas nos clubes brasileiros, é que por falta de planejamento do departamento de futebol, quem acaba mandando e desmandando é o técnico.

Ora, estes dois últimos jogos do Santos neste Brasileiro podem ser preciosos para observações visando a próxima temporada. Rechear o time principal de veteranos nessas partidas é, no mínimo, estranho. Como o próprio Claudinei Oliveira admitiu que não é contra a “mala branca”, o Santos, com um pistoleiro de aluguel, pode estar jogando para defender interesses de terceiros.

Soube que o Vasco ofereceu um bom cachê para o time vencer o Fluminense. Agora, quem estaria interessado na derrota do Atlético Paranaense? Seria o Grêmio? Ou o Goiás? Ou ainda o Botafogo? Sabe-se que o segundo colocado no Brasileiro não passa por jogos eliminatórios na Copa Libertadores, e esta segunda posição ainda é disputada por quatro times.

O ideal seria que o futebol do Santos seguisse um planejamento sério, que envolvesse filosofia e métodos de trabalho. Porém, como “em casa que não tem pão, irmão briga com irmão”, a ansiedade por dinheiro, somada à ausência de ética e organização, provoca situações contraditórias como esta, em que um time pode se esforçar mais em jogos que nada valem, e parecer desinteressado em confrontos vitais para sua classificação, como na partida contra o Vitória, em Salvador.

Se o clube permanece, e as comissões técnicas e os jogadores passam – às vezes bem rapidamente –, é óbvio que a filosofia e o planejamento para o futebol têm de ficar a cargo de um departamento de futebol competente, formado por pessoas do ramo, éticas e aliadas com a história do clube.

Há nove anos…

No final de 2004, lá estávamos eu e o amigo Flávio Bacellar, o Peixe, no meu Kazinho vermelho, a caminho da tórrida São José do Rio Preto, para assistir a Santos e Vasco, última partida do Alvinegro Praiano naquele Campeonato Brasileiro. Colega da Revista TÊNIS, o Peixe era tão ou mais mais fanático e confiante do que eu. Para ele, assim como para mim, íamos apenas curtir e comemorar o título.

Chegamos alguns dias antes da decisão e pude ver o treino em que Basílio entregou a camisa a Robinho, que desembarcara de helicóptero, depois que sua mãe foi libertada do seqüestro. Emocionante! Teve gente que chorou nas arquibancadas do Benedito Teixeira.

No dia do jogo, o calor era tanto que muitos compravam garrafinhas de água apenas para derramar na cabeça. Por fim, 2 a 1 e o título, com os santistas saindo do estádio para tomar as ruas da cidade, que a partir daí passou a ser chamada de São José do Rio Preto e Branco.

Nosso grande adversário naquela reta final foi justamente o Atlético Paranaense, oponente do Santos no jogo deste domingo, às 19h30, no mesmo Teixeirão. Não sei o que esperar deste jogo. Apenas torço para que os jogadores do Santos e seu técnico sejam profissionais e joguem, acima de tudo, pelo clube que lhes paga os salários.

O Santos deve atuar com Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison (Marcos Assunção ou Renato Abreu), Alan Santos, Cícero e Montillo; Geuvânio e Thiago Ribeiro. O Atlético Paranaemse, do técnico Vagner Mancini, não terá Paulo Baier e Pedro Botelho e provavelmente entrará em campo com Weverton, Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, João Paulo (Zezinho), Everton e Zezinho (Felipe); Marcelo e Éderson.

A imprensa do Paraná tem dito que o Atlético entrará para vencer, pois isso poderá lhe garantir o segundo lugar no Brasileiro, um resultado fantástico para um time que até a oitava rodada era o penúltimo colocado. Espero que realmente jogue pela vitória e que o Santos também se empenhe para vencer, com ou sem mala branca. A carreira de cada jogador deve ser seu maior incentivo para buscar a vitória.

Você não acha que o Santos já deveria estar se preparando para 2014?


Derrota para o Vitória mostra que chegou a hora de renovar o Santos

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Que tal começar agora a renovação do Santos?

No sábado comemoramos 50 anos de um título mundial que o Santos ganhou na raça. Mesmo desfalcado de Pelé, Calvet e Zito, derrotou duas vezes o Milan, campeão europeu, virando uma partida de 2 a 0 para 4 a 2. Neste domingo, mesmo precisando do triunfo, vimos um Santos perder do humilde Vitória sem ao menos lutar. A imagem desses dois momentos distintos na história do clube já diz tudo. Chegou a hora de renovar e repensar o time do Santos.

Mas antes eram craques, lembrarão alguns, hoje a equipe é formada por jogadores medianos. Concordo. Mas há qualidades que independem da técnica – a fibra é uma delas – e a maioria dos jogadores deste Santos de 2013, infelizmente, não as têm. O time jogou como se tivesse cumprido sua meta ao evitar o rebaixamento. Não houve ranger de dentes, nem arrancar de cabelos. Perdeu mais uma fora de casa como se fosse um jogo qualquer. Uma pena.

A vitória manteria o Santos ao menos na luta pela vaga na Libertadores. Seria muito difícil? Sim. Mas agora que a chance não existe, o que vai se fazer com os três jogos que faltam? Eu sugiro que se dê férias à maioria dos titulares e se escale um time só de garotos. Tenho certeza de que ao menos haverá mais vontade, o que positivamente faltou nesse confronto com o Vitória.

2 a 0 foi pouco. O time de Ney Franco dominou a partida e poderia ter feito mais. No Santos, ninguém se destacou. Thiago Ribeiro perdeu gol feito, Bruno Peres falhou feio no primeiro gol do adversário e Émerson Palmieri falhou no segundo. Cícero, Montillo, Thiago Ribeiro e Geuvânio desta vez pouco fizeram. O campo e a bola são os mesmos, mas quando joga fora de casa este Santos parece outro, bem inferior.

O lado positivo dessa derrota é que o clube, sem maiores aspirações no Brasileiro, a não ser uma vaga para a Sul-americana, poderá planejar com mais antecedência o futebol para 2014. Quem sabe se pela primeira vez nos últimos anos o plantel é montado com critério e inteligência, assim como a comissão técnica? Tempo haverá, já que a três rodadas para o final o Santos já está no limbo.

É mais do que evidente que chegou a hora da renovação tão esperada no Santos. Nos próximos dias vamos analisar com calma e critério quem, deste elenco, deve permanecer ou sair do clube.

Hoje é preciso atacar. Só a vitória interessa meeeesmo.

Com 48 pontos, o Santos poderá alcançar 60 ao final do Brasileiro e habilitar-se para, se não der para ficar no G4, alcançar uma vaga para a Libertadores caso o Atlético Paranaense vença a Copa do Brasil, ou o Atlético Mineiro fique entre os quatro mais bem colocados. Por isso, não dá para se contentar com outro resultado a não ser o triunfo sobre o bom Vitória de Ney Franco, no Barradão.

Sem risco de ser rebaixado, o Santos pode jogar mais solto e adotar uma postura mais ofensiva. Claudinei Oliveira, que para mim não está totalmente descartado para 2014, manterá o mesmo time que venceu o Bahia por 3 a 0 no meio da semana, ou seja: Aranha, Cicinho (Bruno Peres), Edu Dracena, Gustavo Henrique e Émerson Palmieri; Alison, Arouca, Cícero e Montillo; Geuvânio e Thiago Ribeiro.

É uma equipe que está se mostrando mais entrosada, errando menos passes e sendo mais efetiva diante do gol adversário. Geuvânio, quem diria, é o patinho feio que está dando certo, desbancando os badalados Victor Andrade, Neilton e Gabriel. O Caveirinha tem dado o sangue na marcação da saída de bola do adversário e também nas investidas de ataque. O torcedor gosta de jogador assim.

Montillo, Cícero e Thiago Ribeiro formam um bom trio ofensivo, completado pela garra de Geuvânio. Algo me diz que Alan Santos ainda se firmará como titular, provavelmente no lugar de Arouca. Aos poucos, finalmente, o Santos adquire uma cara e uma personalidade. Creio que possa mesmo vencer o Vitória, mas será preciso confiança e regularidade.

Ney Franco deverá escalar o Vitória com Wilson, Ayrton, Victor Ramos, Kadu e Juan; Cáceres, Marcelo, Escudero e Renato Cajá; Marquinhos e Dinei. Trata-se de um time leve, rápido e flexível, que se adapta às condições do jogo e nunca deixa de lutar pela vitória, ainda mais quando joga em seu campo.

Com 51 pontos, o Vitória precisa vencer para voltar a se aproximar do G4, grupo a que pertenceu durante boa parte do campeonato. Mas, se perder, será alcançado pelo Alvinegro Praiano. Ou seja: para os dois times só os três pontos interessam. Um empate fará com que ambos morram abraçadinhos.

A arbitragem será de Sandro Meira Ricci (PE – FIFA), auxiliado por Elan Vieira de Souza (PE) e Albino Andrade Albert Junior (PE). Como não há interesses de terceiros em jogo, não há motivos que ocorrerão erros intencionais. Boa sorte ao trio.

E você, acha que teremos um Santos ofensivo contra o Vitória?

Claudinei Oliveira por Ney Franco. Vamos analisar essa troca?

Este domingo coloca frente a frente os técnicos Claudinei Oliveira, do Santos, e Ney Franco, do Vitória, a partir das 17 horas, em Salvador. Qualquer que seja o resultado, porém, ele não deverá mudar o destino dos dois treinadores. O Santos já fez proposta por Ney Franco, o que quer dizer que Claudinei Oliveira perdeu sua grande chance de iniciar a carreira firmando-se em um time grande.

Mas que conseqüências poderá trazer essa mudança? Vamos analisar, sob alguns aspectos concretos, essa troca de comando técnico no Alvinegro Praiano?

Valorizar os jovens

Claudinei foi promovido ao time profissional por ter tido sucesso com as divisões de base do Santos e porque o clube percebeu que Muricy Ramalho não sabe e não gosta de trabalhar com jovens. A perspectiva era a de que Claudinei utilizasse muitos dos garotos campeões do sub-20 e formasse um time de futuro com eles, seguindo a tendência histórica do Santos.

Isso foi feito em parte. Muitos garotos tiveram realmente a oportunidade de jogar entre os profissionais, alguns pareciam até terem se firmado como titulares, casos de Giva, Neilton e Leandrinho – mas hoje apenas o zagueiro Gustavo Henrique e o volante Alison ganharam a posição, e mais dois, Alan Santos e Geuvânio, estão prestes a fazê-lo.

Parece pouco, mas é um bom começo. Os veteranos Durval e Léo finalmente deram seus lugares para jogadores de mais juventude, fôlego e vontade. Willian José e Everton Costa parece que aos poucos também vão saindo de cena. Foi só Claudinei começar a ouvir o torcedor e o time rendeu mais.

Mas aí é que aparece uma das razões do desgaste de Claudinei com o torcedor: ele começou usando muitos garotos, mas foi diminuindo, diminuindo, a ponto de firmar como titulares Willian José e Everton Costa, mesmo tendo à sua disposição meninos como Giva, Neilton, Victor Andrade e Gabriel.

Por outro lado, Ney Franco trabalhou muito bem com a Seleção Brasileira sub alguma coisa que se tornou campeã sul-americana com Neymar, Lucas e Oscar, entre outros. Dizem que ele poderá revelar novos Meninos da Vila. Parece que Ney, apesar de seu jeito mineirinho de ser, tem coragem e personalidade para colocar veteranos no banco e promover garotos (isso é o que teria causado seus problemas no São Paulo).

Se confirmar essa sua capacidade, Ney Franco se colocará um passo à frente de Claudinei, que ainda depende muito de resultados para se manter na profissão e por isso prefere não se arriscar demasiadamente com os jogadores vindos da base.

Tática ofensiva

É só dar uma passada d’olhos no elenco do Vitória para perceber que Ney Franco conseguiu montar um time ofensivo sem estrelas e sem sangrar os cofres do clube. Essa é uma vantagem insubstituível nos tempos de hoje, em que se busca eficiência e baixo custo. Para completar, jogar pra frente está no instinto atávico do Santos. Desde Adolfo Millon e Arnaldo Silveira o Alvinegro Praiano não prioriza a defesa.

Nesse particular, Claudinei Oliveira fica bem atrás, pois apesar de ter se mostrado menos defensivista do que o boquirroto Muricy Ramalho, ainda assim preferiu a defesa ao ataque, e por isso deixou escapar algumas vitórias que, se concretizadas, deixariam o Santos na turma da Libertadores.

Relacionamento

Quando lhe perguntaram qual foi o legado deixado por Ney Franco no São Paulo, Rogério Ceni respondeu: “Zero”. Isso pode querer dizer que o técnico não fez nada de útil no São Paulo, mas pode também significar que ele tentou fazer coisas que iam contra os interesses de Ceni – e, provavelmente, de outros veteranos, como Lúcio e Luís Fabiano – e por isso é tão pouco valorizado pelo goleiro.

No Santos, Franco provavelmente viria com a responsabilidade de promover a renovação do time, e todas as circunstâncias contribuem para isso. Dos jogadores mais experientes, os únicos que se mantêm como titulares são Edu Dracena e Arouca. Ambos, porém, são plenamente substituíveis. Arouca ainda tem um bom valor de mercado e poderia ser usado em uma troca interessante. Dracena, se não for negociado, pode se revezar com outros jogadores na zaga.

Se Claudinei já tivesse promovido essa renovação, suas chances de continuar no Santos seriam maiores. Ele subiu com a incumbência de utilizar mais os jovens, mas percebeu a força política dos veteranos e preferiu contemporizar para não ser fritado. Agora, com as prováveis saídas de Léo, Durval, Marcos Assunção e Arouca, o caminho está aberto Ney Franco implantar um sistema de jogo menos preguiçoso e mais ofensivo.

Como se deparará com um grupo em transformação, sem lideranças consolidadas, Ney Franco poderá estabelecer uma relação de confiança e amizade com os jogadores, principalmente os mais jovens, garantindo um bom relacionamento que poderá mantê-lo no cargo por mais de uma temporada.

Mas há um empecilho que põe em risco essa harmonia: trata-se do auxiliar técnico de Franco, Éder Bastos. Como Franco não costuma acompanhar os treinos (?), essa incumbência é passada a Bastos, que acaba adquirindo tanto ou mais ascendência sobre os jogadores do que o técnico. O Santos não quer contratar Éder Bastos, mas Franco insiste em trazer seu auxiliar… Este impasse, aliás, é o único que ainda pode impedir a vinda de Ney Franco à Vila Belmiro (e esse negócio de não acompanhar os treinos também tem de ser melhor explicado… depois de Muricy, o santista não agüenta mais técnico indolente).

Investimento

Pelo trabalho que Claudinei já realizou, sua relação custo x benefício foi das melhores que o Santos já teve com um técnico (sem nos esquecermos de que o também interino Marcelo Martelotte levou o time ao oitavo lugar no Brasileiro de 2010). E como recebe 80 mil mensais, mesmo que renove com 100% de aumento ainda assim ganharia menos da metade do salário de Ney Franco, que será de 350 mil mensais. Portanto, Claudinei representa, sem dúvida, um investimento bem menor do que Ney Franco.

Ambição

A extrema irregularidade dos times neste Campeonato Brasileiro, da mesma forma que fez com que 14 das 20 equipes corressem risco de rebaixamento, deu a muitas a possibilidade de lutar no mínimo por uma vaga na Copa Libertadores. O Santos chegou a ficar bem perto do G4, mas em nenhum desses momentos cruciais o time mostrou determinação, confiança e futebol que o pudessem levar ao objetivo. Para muitos, o responsável pela falta de ambição da equipe foi o técnico Claudinei Oliveira, que o tempo todo pareceu contente em manter a equipe na Série A.

Um técnico mais experiente, que já está no ponto de obter uma conquista memorável, como a de um título brasileiro, saberia comandar o Santos com firmeza e destemor nesses jogos decisivos? A maioria dos santistas, na qual me incluo, acha que sim. Os empates sofridos em cima da hora para Vasco e Coritiba, na Vila Belmiro; a derrota para a Portuguesa, em São Paulo, por acachapantes 3 a 0; o empate com o Vasco, em São Januário, depois de estar dominando o jogo e vencendo por 2 a 0, e o empate na Vila diante do já rebaixado Náutico, são exemplos de partidas que roubaram do Alvinegro Praiano os pontos necessários para mantê-lo entre os mais bem classificados da competição.

O que um técnico passa aos jogadores no vestiário é determinante. Se ele vender que um empate fora de casa já é um grande resultado, o ânimo de seus comandados para buscar a vitória será bem menor. Mas se ele diz que é possível ganhar, explica como e destaca que é importante buscar os três pontos, o time se empenhará mais. É aí que entra a ambição do treinador, algo que Ney Franco tem mais do que Claudinei.

A conclusão é sua

Leia, releia, concorde, desaprove, faça a sua análise e nos diga o que acha dessa troca de Claudinei Oliveira por Ney Franco.


Claudinei esqueceu de avisar o Vasco para “acalmar o jogo”

Santos joga a primeira da final da Copa do Brasil Sub-20 contra o Criciúma

Logo mais, às 19 horas, o Santos do técnico Pepinho faz a primeira partida da decisão da Copa do Brasil Sub-20, na Vila Belmiro. O jogo terá portões abertos e também será transmitido pela ESPN e Sportv. O Alvinegro Praiano está definido com Gabriel Gasparotto, Zé Carlos, Nailson, Walace e Wanderson; Misael, Leandrinho, Pedro Castro e Léo Cittadini; Diego Cardoso e Stéfano Yuri. Se puder, apoie os meninos ao vivo.

O primeiro tempo do Santos contra o Vasco deve ter feito muitos santistas imaginarem que esse time poderia estar em uma posição melhor no Brasileiro. Sólida na defesa, a equipe tocou a bola com velocidade e precisão, criou ótimas e fartas oportunidades de gol e terminou com a vantagem de 2 a 1 (Bruno Peres, aos 23 minutos, ao cortar para o meio e bater de esquerda, no ângulo, e Gustavo Henrique, aos 27, cabeceando uma falta cruzada por Montillo).

No início do segundo tempo o Santos ainda teve grande oportunidade com Geuvânio, que aos 3m44s driblou um jogador e se viu livre na ponta-esquerda, mas preferiu o chute ao invés de passar para outros três santistas mais bem colocados. Mas aos poucos o Santos foi perdendo sua capacidade ofensiva, restrita ao solitário Willian José.

O Vasco dominava, dominava, mas o Santos ao menos tentava sair com velocidade nos contra-ataques. Nesse momento veio a ordem do banco para o Alvinegro Praiano tocar a bola e acalmar o jogo. Pedir é fácil. Teria de combinar com o Vasco. Precisando desesperadamente da vitória, com mais de 56 mil pessoas no Maracanã, era 100% previsível que os vascaínos correriam até o final. A oportunidade do Santos de vencer era caprichar em uns contra-ataques, mas preferiu torcer para o tempo passar.

Aos 26 minutos, Montillo penetrava livre com a bola e só havia um vascaíno na defesa. O argentino tinha Geuvânio, livre, à sua direita, e Willian José, impedido, à esquerda. Montillo preferiu W José e outra chance clara de gol foi desperdiçada. Aos 27 minutos o árbitro Wilton Pereira Sampaio (GO), deu um cartão amarelo inexplicável para W José. Aos 30 minutos Claudinei Oliveira tirou Willian José, o único atacante do Santos, e colocou quem? quem? Alan Santos, mais um volante. O Vasco avançava inteirinho e o Santos deixou de ter jogadores de velocidade na frente para aproveitar o contra-ataque.
Aos 32 minutos André recebeu diante de Edu Dracena e girou para empatar.

Às vezes dá certo colocar o time inteiro na defesa e conseguir segurar o resultado, mas se o seu time tem condições de fazer mais gols, o que explica abdicar dessa possibilidade e se recolher, preguiçosamente, à defesa? E por que o Santos estaria mais cansado se teve a semana inteira para descansar e treinar e se foi o Vasco que correu mais o tempo todo? Outra questão: se os santistas estavam cansados, por que Claudinei só substituiu Willian José, se ainda podia fazer mais duas substituições, aliás como nosso conhecido Adilson Batista fez?

Enfim, como dissemos antes, este jogo contra o Vasco diria muito sobre muitos jogadores e sobre o técnico Claudinei Oliveira. E a impressão que ficou é que o Santos é um quando joga sem medo e é outro bem diferente quando tenta segurar um resultado ou jogar pelo empate. Era jogo para fazer muitos gols e sair do Maracanã com uma vitória consagradora. Ao tirar o único atacante e colocar mais um volante, Claudinei assinou seu atestado de retranqueiro, o que nunca combinou com o Santos.

Ficha técnica com notas só para os santistas

Santos: Aranha (8), Bruno Peres (7), Edu Dracena (6), Gustavo Henrique (7) e Mena (5,5); Alison (5,5), Arouca (6), Cícero (5,5) e Montillo (6,5); Geuvânio (5,5) e William José (5,5), depois Alan Santos (sem nota). Técnico: Claudinei Oliveira (6).

Vasco: Alessandro, Fagner, Jomar, Cris e Yotun; Abuda, Pedro Ken, Juninho Pernambucano (Jhon Cley e, depois, Bernardo) e Marlone; Edmilson e Reginaldo (André). Técnico: Adilson Batista

Gols: Bruno Peres, aos 23 minutos, Gustavo Henrique, aos 26 minutos, e Edmilson, aos 28 minutos do primeiro tempo; André, aos 32 minutos do segundo.

Árbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO), auxiliado por Marrubson Melo Freitas (DF) e Rafael da Silva Alves (RS). Cartões amarelos: André e Yotún (Vasco), William José e Geuvânio (Santos). Wilton deixou passar alguns lances e viu faltas que não existiram, mas no todo não influiu no resultado.

Público: 56.756 presentes, com renda de R$ 767.190,00 (público recorde deste Campeonato Brasileiro e em jogos entre clubes no novo Maracanã).

Conclusão

Como disse Montillo ao final da partida, faltam cinco jogos ao Santos e esses jogadores e esse técnico têm obrigação de jogar pela vitória em todos esses compromissos. Se vai dar para se classificar para alguma coisa, ou não, é outra conversa. Um profissional têm de dar o máximo, sempre, e jamais se contentar com menos. Que guardem o primeiro tempo contra o Vasco como modelo e não pensem mais em segurar o jogo no campo do adversário, com apenas a vantagem mínima e diante de 56 mil pessoas gritando contra.

No Maracanã lotado, um jogo para testar a fibra do Santos

bruno peres - ricardo saibun
Bruno Peres vai pro jogo (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC)

Um jogador de futebol não se faz só pela técnica. É preciso ter alma, caráter, coragem. Ódio da derrota. E serão necessárias justamente essas qualidades para os santistas saírem com um bom resultado desse Maracanã em pé de guerra que reunirá o clássico de tanta história neste domingo, a partir das 19h30, com transmissão do Sportv.

O Vasco precisa ardentemente da vitória e promete jogar o que sabe e o que não sabe, dentro e fora de campo, para garantir os três pontos. E o Santos, assistirá a tudo passivamente? Com 44 pontos, o Alvinegro Praiano, se perder, ficará a apenas cinco pontos do desesperado alvinegro carioca. Essa situação deixa uma questão no ar…

Como se portará o time de Claudinei Oliveira diante de um adversário que é um pouco inferior tecnicamente, mas atuará sustentado pelo grito de mais de 60 mil pessoas? Será que o medo de perder tirará dos santistas a vontade de vencer?

Temo que esta pergunta possa ter uma resposta positiva, pois no seu último treino para essa partida o Santos jogou com três volantes – Alison, Arouca e Alan Santos – e apenas Willian José no ataque. Claudinei também testou uma fórmula menos defensiva, com Geuvânio no lugar de Alan Santos.

Cicinho, machucado no tornozelo, cederá seu lugar a Bruno Peres, e Thiago Ribeiro ainda se recupera de uma contusão na coxa. O Santos deverá jogar com Aranha, Bruno Peres, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Mena; Alison, Arouca e Alan Santos; Cícero e Montillo; Willian José.

Já disse antes que considero o Maracanã um campo neutro. O Vasco não irá se transformar em um grande time só porque sua torcida encherá o estádio. Trata-se de uma equipe limitada, que já perdeu algumas partidas em casa. Porém, se o Santos jogar pelo empate, provavelmente perderá, pois cederá o domínio a um adversário que, ao ter a bola nos pés, será insuflado por sua torcida e pressionará a defesa santista.

Em outras palavras, caso não precise se preocupar com seu setor defensivo, o Vasco terá a tranqüilidade necessária para buscar a vitória. Se também for incomodado pelo ataque do Santos, o Vasco tenderá a mostrar suas fraquezas. Enfim, esse positivamente não é jogo para os santistas permitirem o chamado domínio territorial ao adversário. Ter a posse da bola será fundamental.

Veja o Santos chegando ao Rio, pela SantosTV:

Grandes recordações aos santistas

O clássico Santos e Vasco traz memoráveis recordações a quem aprecia a história do futebol. Este foi o jogo que inaugurou São Januário, em 1927, com vitória do Santos por 5 a 3; este também foi o jogo do milésimo gol de Pelé, em 1969, com nova vitória do Santos, por 2 a 1.

Esta também foi a partida que decidiu três títulos brasileiros do Santos: 1 a 0 em 1965, pela Taça Brasil, nesse mesmo Maracanã; 2 a 1 em 1968, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata, e 2 a 1 na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2004, em São José do Rio Preto.

O Santos também conquistou ainda o seu primeiro Torneio Rio-São Paulo batendo o Vasco, no Pacaembu, por 3 a 0, em 1959. E foi contra o Vasco que Geilson marcou o gol 11.000 do Alvinegro Praiano. Há, ainda aquela história de Pelé contra Brito e Fontana…

Maracanã. Torneio Rio-São Paulo. O Santos perdia por 2 a 0 e o jogo caminhava para o fim. Os zagueiros vascaínos Brito e Fontana conversavam entre si em voz alta, só para provocar Pelé. “Você viu algum rei por aí, Fontana”. “Não vi, não, Brito. E você?”. “Nem de longe…”.

Faltando cinco minutos, o Santos faz um gol. Pelé! O Vasco dá a saída e, pouco depois, outro gol. Pelé. O Rei vai ao fundo do gol, pega a bola e, no caminho para o meio-campo, passa por Fontana e com as duas mãos entrega a bola para o zagueiro. “Tó, leva pra sua mãe. Fala que foi o Rei que mandou”.

Espero que o jogo deste domingo traga novas histórias sobre o grande clássico. A própria circunstância de um Maracanã lotado já torna essa partida memorável. Que os santistas façam jus ao momento.

E pra você, como o Santos pode vencer o Vasco em um Maracanã em pé de guerra?


Enquete: que técnico deve dirigir o Santos em 2014?

Quem lê este blog já sabe que aqui se respeita a vontade da maioria. Em outras palavras, aqui se pratica a democracia. E assim como 79% dos santistas deixaram evidente, na enquete que está no ar, que o Santos deve jogar mais no Pacaembu do que na Vila Belmiro, a pergunta que não quer calar, no momento, se refere ao técnico do time para a próxima temporada.

Claudinei Oliveira deve continuar no cargo, o clube pecisa procurar técnicos que já tiveram algum sucesso na Vila Belmiro, ou um outro profissional deve ser convidado?

Aqui nos comentários do blog, além de revelar o(s) seu(s) favorito(s), você pode explicar os motivos que o levam a preferir um ou outro. Na enquete aí do lado direito, que logo estará no ar, você só pode escolher um nome e votar apenas uma vez. Analise com calma. A enquete ficará um mês no ar.

Os técnicos indicados são:

Abel Braga
Claudinei Oliveira
Dado Cavalcanti
Dorival Júnior
Enderson Moreira
Émerson Leão
Gilson Kleina
Guto Ferreira
Ney Franco
Ricardo Gareca
Serginho Chulapa
Tite
Vágner Mancini
Vanderlei Luxemburgo

Quem deve ser o técnico do Santos em 2014? Por quê?


Diretoria merece todas as críticas, mas jogadores e técnico não

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Esta é a média de comentários dos últimos 20 posts deste blog (sem contar o que está no ar).

Caos administrativo-financeiro, assim se pode definir a situação atual do Santos. Por onde se olhe há buracos, há negócios inexplicáveis, há questões não respondidas. Como um clube que faturou tanto, vendendo todas as suas estrelas, pode estar tão no vermelho a ponto de pedir o adiantamento de cotas que só deveria receber da Rede Globo em 2014? E por que aumentar sua dependência da Globo, uma emissora que parece interessada em esconder, em diminuir o Santos?

Do dinheiro da venda de Neymar nem se fala, pois é tão grande a diferença entre o que o Barcelona diz que pagou e o que a direção do Santos diz que recebeu, que só mesmo a intervenção da Receita e da Polícia Federal para esclarecer a questão. Estranho muito que nenhuma providência tenha sido tomada nesse sentido. O caso é tão tenebroso que nem pessoas muito bem informadas, que conviviam estreitamente com os dirigentes envolvidos na negociação, sabem adiantar qualquer novidade sobre o assunto. A Justiça deveria ser acionada e os dirigentes do Santos obrigados a esclarecer o negócio (Leia: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-16/senadores-querem-que-ex-dirigentes-esportivos-respondam-por-contratos-irregulares).

Um dos astros dos futebol mundial, de valor incalculável, maior esperança do Brasil na Copa de 2014, foi vendido para a Espanha oficialmente por uma bagatela e ficou por isso mesmo? Como assim? Espero que ao menos o procurador Francisco Cembranelli, em quem confio e espero continuar confiando, tome uma posição a favor dos verdadeiros santistas e inicie uma investigação interna para tratar do assunto.

É evidente que poio as críticas e a desconfiança dos santistas com relação a esta direção que está aí, que foi eleita prometendo transparência, competência e profissionalismo, e acabou se mostrando mais obscura, incompetente e amadora do que as últimas que passaram pela Vila Belmiro.

Foram e estão sendo desonestos? O Santos vive uma versão moderna da mala que caiu da janela do avião? Isso só uma auditoria ou uma investigação rigorosa poderá provar. Mas é bastante suspeito que, diante da enorme inquietação da comunidade alvinegra, os dirigentes do clube, licenciados inclusive, não tratem de explicar as ações que levaram o Santos a este estado crítico, altamente preocupante.

Pelas circunstâncias, rendimento do time não é ruim

Entendo a revolta do torcedor, pois já fui muito mais inconformado antes de me tornar jornalista e ser obrigado a analisar vários ângulos de uma questão. Hoje, conto até dez e analiso a situação antes de sair atirando para todos os lados. Concordo que o elenco e o time do Santos poderiam ser melhores, assim como o técnico. Porém, diante das circunstâncias, creio que mereçam mais apoio do que críticas. Contra a previsão de muitos estão mantendo o time à frente dos outros paulistas, longe da zona de rebaixamento e ainda com esperanças de chegar à Libertadores de 2014.

Não estou dizendo que está bom. Entenda bem: estou dizendo que diante das circunstâncias, está bom. Ainda faltam sete rodadas para o fim do Brasileiro e o momento não é o de cornetar, mas sim de empurrar o time para os melhores resultados que puder. Após o fim do campeonato faremos uma análise minuciosa do elenco e diremos quem, na nossa opinião, deve permanecer ou sair do Santos.

Essa análise deve e será feita, sem paternalismos, é um compromisso deste blog. Mas agora a enxurrada de críticas a um ou outro jogador, ou ao técnico Claudinei Oliveira, não trará nada de bom. Até porque, mesmo com jogadores e técnicos mais gabaritados, o Santos tem realizado Campeonatos Brasileiros medíocres desde 2008. Por que seria obrigado a ficar entre os primeiros com um time formado por veteranos, garotos e renegados de outros times, dirigido por um técnico interino?

O último ano em que o Santos se classificou para a Copa Libertadores por meio do Campeonato Brasileiro foi 2007, quando terminou em segundo lugar. De lá para cá suas campanhas no Brasileiro foram pífias. Vejamos desde 2007:

2007 – segundo – 19 vitórias – 54,30%
2008 – décimo-quinto – 11 vitórias – 39,47%
2009 – décimo-segundo – 12 vitórias – 42,98%
2010 – oitavo – 15 vitórias – 49,12%
2011 – décimo – 15 vitórias – 46,49%
2012 – oitavo – 13 vitórias – 46,00

Em 2013, com 31 rodadas, o Santos tem 44 pontos e 10 vitórias, com aproveitamento de 47% e ocupa a oitava posição do campeonato. Se o rendimento continuar o mesmo, o time terminará a competição com 12 vitórias e o mesmo aproveitamento de 47%, o que será maior do que em 2008, 2009, 2011 e 2012.

Então, que as críticas se voltem à direção do clube e que o torcedor e o sócio exijam explicações pelos atos financeiro-administrativos que levaram o Santos à situação atual. Mas que, ao menos até o final do Brasileiro, os jogadores e o técnico tenham o apoio necessário para concluir a dura missão de terminar esse Brasileiro com a cabeça erguida.

E pra você, quem merece críticas, ou elogios, no Santos?


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