Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Cléber

Contratar para a reserva?

Assisti aos melhores momentos da vitória do Palmeiras sobre o São Paulo e percebi a renovação da equipe de Parque Antartica. Corrijam-me se estiver errado, pois não costumo acompanhar esses times, mas creio que Michel Bastos, Guerra, Keno, Borja, além de Tchê Tchê são jogadores contratados recentemente e já são titulares ou ao menos estão sendo lançados regularmente na equipe. Por outro lado, no Santos, que neste domingo enfrenta o São Bernardo, às 18h30, não vemos nenhum dos novos contratados como titular ou próximo de conseguir essa condição. Por que?

Alguns dirão que é porque a panelinha não deixa os contratados se estabelecerem. Não posso entrar nessa viagem. Creio que se o jogador está mostrando qualidades nos treinamentos e nas poucas vezes em que pode jogar, não seria inteligente deixá-lo fora do time. Que técnico não gostaria de montar a melhor equipe possível?

Então, a conclusão mais plausível é a de que o clube dessa vez contratou mal. Digo dessa vez porque acho que no início dessa gestão as contratações foram boas e baratas. Lucas Lima, Ricardo Oliveira, Renato, Vitor Bueno deram padrão ao time e o tornaram um dos melhores do País. Agora, entretanto, em que havia dinheiro em caixa para negócios mais ousados, o departamento de futebol santista, ao menos pelo que se pode ver até agora, não foi nada bem.

A não ser o baixinho Vladimir Hernandez, não há nenhum contratado que parece ter alguma intimidade com a bola. Tanto o zagueiro Cleber, como o volante Leandro Donizete e os atacantes Bruno Henrique e Kayke não demonstraram nenhuma facilidade para jogar. Quanto ao lateral Matheus Ribeiro, o pobre ainda nem teve uma chance real de jogar.
Uma pena que dessa vez a direção de futebol do Santos, que tinha ido tão bem em 2015, tenha contratado tão mal para a temporada 2017.

Continuaremos torcendo para o sucesso desses rapazes, mas até agora o sentimento de muitos santistas é o de desânimo. Ao ver Tchê Tchê e Keno no Palmeiras fiquei com uma certa dorzinha de cotovelo. Ambos não tinham passes caros e cairiam muito bem no Santos. Porém, como sempre, torcerei para queimar a língua.

E você, o que acha disso?

E não se esqueça: terça-feira estou esperando você lá:
Convite - Lições de jornalismo

Pelé dormindo com os livros Time dos Sonhos

Liquidação Total dos livros em 60 dias de aniversário!

Como prometi, este blog comemorará o aniversário de 105 anos do nosso amado Santos Futebol Clube nos meses de março e abril. E nessa comemoração, para tornar a rica história santista mais acessível a todos, reduzi ainda mais os preços dos livros oferecidos na livraria do blog e ainda mantive o frete grátis e a dedicatória, claro.

Confira os novos preços e entre na livraria para comprar para você ou para os amigos santistas, ou quase. Divulgar a história é uma forma de manter o carisma, a cultura e a visibilidade do Santos.

Veja só como os livros ficaram baratos (e todos com frete grátis)

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Time dos Sonhos
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E você, que tal comprar um livro meu?


A versão de Luiz Taveira

luiz-taveira
O empresário Luiz Taveira com Zé Love, um jogador que ele trouxe para o Santos, vendeu para o Genoa e não lhe rendeu um tostão.

Gosto das coisas claras, de pessoas que abrem o jogo e dão a cara para bater. Por isso, fiquei surpreso e agradecido ao receber o telefonema do empresário Luiz Taveira. Ele ligou para explicar o caso Cleber e não fugiu de nenhuma pergunta:

“Tenho a informação de que o Santos fez todos os exames médicos com o Cleber, incluindo ressonância magnética. Só depois ele assinou um pré-contrato, que é um compromisso de contratação.”

O empresário me explicou que não soube das notícias na imprensa alemã de que o zagueiro do Hamburgo teria problemas recorrentes no joelho direito, mas adiantou que a responsabilidade pelos exames médicos é do clube contratante e, no caso, os exames foram feitos.

Disse ainda que ficou cinco dias em Hamburgo concentrado apenas em convencer Cleber a escolher o Santos em vez do Atlético Mineiro, que oferecia um valor maior. Garantiu-me que o argumento principal foi pedir para o jogador imaginar quanto não valeria entrar no mesmo vestiário em que estão os armários de Pelé, Zito, Clodoaldo, Carlos Alberto e tantos outros jogadores imortais do futebol.

Taveira me contou que mesmo sendo da cidade e torcedor fanático do Santos, sempre tinha evitado fazer negócios com o clube porque achava “complicado”. Lembrou que montou o time da Portuguesa Santista terceiro colocado no Campeonato Paulista de 2003, mas não levou jogadores da Briosa para o Santos; que trouxe Zé Love para o Santos e depois participou da venda de seu passe para o Genoa sem ganhar um tostão e contou-me ainda do esforço que fez para, em parceria com o ex-lateral Marco Aurélio, trazer Ricardo Oliveira ao Alvinegro Praiano e depois impedir que ele fosse embora para o Grêmio, seduzido por uma proposta financeira bem melhor. Por fim, lembrou Jonathan Copete, também negócio feito por ele.

Senti sinceridade em Taveira quando ele me explicou como é o trabalho dos empresários no futebol. Disse que se o clube enviar seus dirigentes para negociar jogadores, como eu sugeri, o valor final sempre será mais caro. Com o empresário é diferente e é por isso que o Palmeiras, mesmo tendo o diretor Alexandre Mattos, trabalha com três empresários.

“São os empresários que fazem o contato e fecham os valores para o Palmeiras”, garantiu.

Em determinado momento ele usou a expressão “se um dia você for presidente do Santos, Odir”, então eu aproveitei a deixa para lhe dizer que reconheço no trabalho do empresário uma atividade honesta e profissional como outra qualquer, protegida pela Lei Pelé, mas que trabalharia para modificar a Lei Pelé e estabeleceria que toda negociação de jogadores, no Santos, seria cem por cento transparente. Não haveria comissão para ninguém do clube e o empresário receberia apenas a estipulada por lei. Os negócios têm de ser limpos a ponto de serem expostos no Conselho Deliberativo sem se esconder nada.

Ele respondeu que essa transparência nas negociações de jogadores já existe no Santos, ao menos nos negócios de que ele participa. Eu lhe disse que entendo que ele seja partidário do presidente atual, mas que se ocorrer de eu ser mesmo eleito presidente, não serei revanchista, conversarei com todas as pessoas que têm trabalhado pelo Santos e analisarei caso a caso. Quem está servindo ao clube e não servindo-se dele, não precisa ter medo de uma gestão que se baseará na competência, na austeridade e na honestidade.

Confesso que tenho um certo preconceito contra empresários no futebol e o próprio nome Taveira, que me lembra Caveira, não me soava bem. Porém, a Lei Pelé institucionalizou a figura do empresário e mesmo entre eles há os bons e os maus. Um dirigente de clube terá de saber trabalhar com eles, ou sempre será passado para trás nas transações. Gostei de conversar com o senhor Taveira. Acho que pintaram o diabo mais feio do que ele é.

E você, o que acha dos empresários no futebol?

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Cleber está bem?

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A foto acima é do jornal Bild, um dos mais bem informados sobre futebol na Alemanha. Ela foi feita no dia 24 de novembro, portanto há cerca de um mês. Ela diz que o ideal no caso do joelho de Cleber seria uma cirurgia, mas esta não seria realizada este ano, pois o médico do clube, o senhor Götz Welsch, decidiu optar por um tratamento conservador. Será que os dirigentes do Santos contrataram Cleber sabendo que ele precisará de uma cirurgia no joelho se o tratamento conservador não der certo?

Cléber está bem?

Como se sabe, o Santos assinou com o zagueiro Cleber um contrato de quatro anos. Nascido em São Francisco do Conde, Bahia, em 5 de dezembro de 1990, Cleber Janderson Pereira Reis Cabral acabou de completar 26 anos e é um jogador experiente, que se destacou na Ponte Preta, passou pelo alvinegro de Itaquera e foi contratado pelo Hamburgo por quatro milhões de euros. Pesquisei na imprensa alemã sobre a situação de Cleber no Hamburgo e fiquei com uma pulga atrás da orelha: alguns veículos dizem que ele tem “um persistente problema no joelho”.

Em abril de 2015 ele sofreu uma ruptura capsular do joelho direito, durante o chamado derby do Norte, contra o Werder Bremen, e desde então ficou um bom tempo fora do time e atualmente estava na reserva. Seu último jogo ocorreu em novembro, em Dortmund e há semanas ele sofre de problemas no joelho.

Recebi uma denúncia, vinda de Santos, de que o clube contratou Cleber por quatro anos sem fazer um exame médico no rapaz, o que, no caso, seria temerário. Um site diz que Cleber teria apresentado um exame médico feito pela CBF tempos atrás. Enfim, fica essa dúvida e este espaço está à disposição da direção do clube para o devido esclarecimento.

Quanto ao preço pago pelo passe, as informações são contraditórias. Uns dizem que o Hamburgo pediu quatro milhões de euros, mas o Santos pagou três. Outras fontes afirmam que o valor ficou em dois e meio. Como o jogador tem contrato com o Hamburgo até 30 de julho de 2018, caso seja negociado nesse período, o clube alemão ficará com 60% do valor.

O torcedor santista se preocupa com o estado clínico de Cleber porque o clube já passou por algo assim antes. Em 2009, por indicação do técnico Vanderley Luxemburgo, o Santos contratou Émerson, ex-volante do Real Madrid e da Seleção Brasileira. Mas o jogador veio machucado, não conseguiu jogar e em 2010 entrou com uma ação trabalhista contra o clube.

Ainda segundo a imprensa alemã, Cleber tem afirmado que está bem e poderia ser escalado, mas o técnico está preferindo outros jogadores. Disse ainda que a mudança para Santos será ótima para sua família. “Santos é um lugar onde minha família se sentirá bem”, afirmou.

Tarimbado, com porte atlético de 1,83m, Cleber pode ajudar muito o Santos na Copa Libertadores, mas isso, é claro, desde que esteja cem por cento física e clinicamente. Com seus dois melhores zagueiros em recuperação – Gustavo Henrique e Luiz Felipe –, o Alvinegro Praiano não pode se dar ao luxo de contratar mais um jogador de defesa com problemas.

E você, o que acha disso?

Enquete para presidente do Santos continua
O ex-presidente Marcelo Teixeira é o segundo colocado e vem tirando a diferença para Odir Cunha na enquete para presidente do Santos, à direita da home deste blog. Marcelo tem 543 votos, enquanto Odir está próximo de alcançar a marca de 1.000 preferências. Modesto Roma Júnior, o atual presidente, tem apenas 100 votos e é o quinto na enquete, superado ainda por José Carlos Peres, com 335 votos, e Andres Rueda Garcia, com 346 (texto escrito às 12h20min de 29/12/2016).

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Vem aí o fator encaixe


Acima, o maior exemplo de um time que se encaixou. Um bando de meninos, alguns jogadores desacreditados e um técnico polêmico formaram o melhor time brasileiro no ano do pentacampeonato mundial da Seleção Brasileira.

O Palmeiras tem mais dinheiro, o Flamengo também, mas o fator mais importante na hora de se formar um time campeão é o chamado “encaixe”. Um bando de garotos reforçados por alguns veteranos e outros jogadores apenas regulares pode gerar times quase imbatíveis, como o Santos provou diversas vezes em sua história. Agora estamos novamente diante desse impasse. Esse time dará liga em 2017?

Como aumentou as despesas e praticamente não criou fontes de receita em 2015 e 2016, o Santos terá de apertar o cinto justamente em 2017, ano em que volta à Copa Libertadores. Porém, quem garante que o lateral ambidestro Matheus Ribeiro, de 23 anos, que veio do Atlético Goianiense, não poderá ser uma nova grande revelação do Alvinegro Praiano?

Ou por que não acreditar que teremos em Cleber, ex-Hamburgo, o zagueiro pelo qual tanto esperamos? Ou que ainda veremos no pequeno Vladimir Hernandez, oriundo do Junior Barranquilla, um atacante eficaz e polivalente como o discreto, porém essencial Basílio, em 2004?

Pois é. Se há um único quesito em que a administração atual do Santos tem tido sucesso e sorte é na montagem do time. Sempre queremos mais, e é assim mesmo que um torcedor santista deve agir, mas não dá para negar que, pelo orçamento baixo, até que as equipes de 2015 e 2016 não se saíram mal.

Nossa esperança é que, após tanto balão de ensaio, tanto nome de futuro contratado jogado ao Léo, a equipe para a Libertadores de 2017 entre em campo para buscar o caneco. E já confesso que não considero a meta impossível, pois, dinheiro à parte, o que contará mesmo é o enigmático fator encaixe.

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Mais um passo. E o Santos já está a 6 pontos do líder

O Santos de Marcelo Martelotte não faz um monte de gols por jogo, como o do primeiro semestre, mas também sofre poucos, ou nenhum. É a terceira partida seguida que o Santos vence sem permitir gol ao adversário. Ontem superou o Internacional, na Vila Belmiro, por 1 a 0, com gol de Neymar, e roubou do time gaúcho a quarta posição no Campeonato Brasileiro. Agora, seis pontos separam o Alvinegro Praiano do líder Cruzeiro.

Mais um passo importante foi dado. A caminhada ainda é longa, mas o santista sente que o sonho do título é possível. O próximo jogo é mais uma decisão. Dificílima, pois o adversário é o São Paulo, que jogará no Morumbi. Mas o Santos está mais maduro, superou o trauma causado pela briga entre Dorival Junior e Neymar.

Martelotte encontrou uma estrutura para a equipe, que se baseia primeiro em uma defesa bem fechada no meio, com os volantes Roberto Brum e Arouca, e sem buracos nas costas dos laterais, que só avançam na boa. No ataque, o apoio de Alan Patrick e Danilo a Neymar e Zé Eduardo tem sido o suficiente para construir os gols necessários.

Ontem, o jogo foi amarrado no primeiro tempo. Sem muitos titulares, Celso Roth manteve apenas Edu e Ilan na frente, e como o seu meio-campo era mais de marcação, pouco fez. Um pouco mais atrevido, o Santos foi premiado aos 26 minutos, quando Danilo roubou uma bola próximo à área do Inter e iniciou a jogada que terminou no gol de Neymar.

No segundo tempo, o Inter se expôs mais, criou algumas chances, mas também proporcionou contra-ataques que poderiam ter gerado mais gols ao Santos, caso Neymar e Zé Eduardo não tivessem perdido ótimas chances.

A análise de Pedro Reino

Odir, fui à Vila e assisti o Santos vencer um dos jogos mais importantes do ano na base da superação.

Tive a maior sorte! Fiquei na arquibancada junto com a Sangue e pude “jogar junto” nos momentos mais importantes da partida: no primeiro tempo só deu Santos pressionando e a gente atrás do gol do Inter, e no segundo o Inter veio para cima e nós “ajudamos” a fechar o gol do Rafael, hehehe.

O Inter não teve vergonha alguma de entrar praticamente todo recuado, esperando os erros de passe do Santos que pouco aconteceram. O Santos tentou furar a retranca de todo jeito durante o primeiro tempo, teve boas chances em bolas paradas, mas o gol saiu mesmo no que nós temos de melhor agora, já que o Ganso, que é só quem sabe criar nesse nosso elenco, está machucado: troca de passes entre Danilo ou Alex Sandro e Neymar, que tabela com o Zé e sai na cara do gol. Essa é uma das melhores jogadas do Santos hoje. Poderíamos inclusive ter matado o jogo no segundo tempo dessa mesma forma… não conseguimos, mas o gol da vitória saiu assim, e está ótimo.

Aliás, uma curiosidade sobre o gol da vitória: quando o Kleber recebeu a bola, a torcida toda gritou “Kleber é santista!”, aí ele errou o passe e deu de presente para fazermos o 1 x 0 que hoje foi goleada, hehehe.

Outra nota do primeiro tempo é que Guiñazu fez umas duas ou três faltas que não foram marcadas pelo juiz. Isso é uma informação relevante porque no segundo tempo ninguém podia encostar nele que ele se jogava e o juiz apitava tudo. Juizão foi bem colorado essa noite… mas não adiantou. (Inclusive já nos acréscimos ele inventou umas duas faltas, não? Se o Inter empatasse em uma dessas, acho que ia faltar escolta para o sujeito…)

Enfim, o primeiro tempo do Santos só não foi melhor porque nós voltamos a apresentar aquele problema de desequilíbrio entre as laterais. O Pará foi pouco acionado e na maioria das vezes que foi, não teve com quem jogar. Não sei o que houve com o Danilo, mas ele praticamente só jogou sozinho. Apesar de ter ido bem, não foi bem COM O PARÁ, que eu acho que seria interessante, então de qualquer forma, por mais que nem ele, nem o Pará tenham jogado exatamente mal no primeiro tempo, por não terem funcionado juntos, vale o nosso técnico conferir isso.

Vamos ao segundo tempo. O Inter mexe e o Santos não. Não gostei disso. Logo pude perceber que o Tinga, que havia entrado, não estava sendo marcado de perto por ninguém. Ele recebia sempre a bola antes de alguém encostar. O Arouca se desdobrou mas (infelizmente) não se multiplica. Brum começava a falhar na marcação…

O tempo foi passando e o Inter pressionava. Quando o Santos ainda não tinha tido nem duas chances claras de gol e o Inter, várias, eu percebi que o jogo estava mais para eles. Então comecei a torcer para que o nosso técnico percebesse isso ou o tempo passasse logo. A sorte foi que as duas coisas aconteceram, hehehe.

Alex Sandro entrou no lugar do Alan Patrick, que já não vinha fazendo muito, e deu aquele gás habitual ao time. Suas subidas quase resultaram em gols, que Neymar e o Zé deixaram de marcar. Aliás, a gente teve umas três ou quatro chances claras de matar o jogo – a mais clara com o Zé, era ele e o goleiro – mas felizmente não fizeram falta no final.

O Léo jogou DEMAIS e quando caiu e não se levantou, nem se mexeu, todos ficamos preocupados. Na real eu achei que ele tivesse no mínimo deslocado o ombro, o que já seria ruim, mas nada grave. Mas ele saiu mesmo de campo e eu ainda estou um pouco preocupado. E ele fez falta. Jogou MUITA BOLA, o Léo! Eu digo: na Vila, ele, que já joga com a maior raça, se esforça ainda mais!

Entrou o Maranhão e eu fiquei com aquela expectativa de que fosse sair um gol relâmpago, hehe. Não aconteceu. Na verdade o Maranhão errou uns passes meio bobos, não foi muito bem, não. Acredito que porque, como eu comentei após a última partida, ele jogue muito melhor no ataque do que na defesa. Como o Inter nos pressionou a maior parte do segundo tempo, o Maranhão teve várias oportunidades de mostrar que eu estava certo, haha. (E usou a maioria delas…)

O tempo parecia não passar, o juiz marcava cada vez mais faltinhas para o Inter cruzar na nossa área, escanteios que não foram, e a torcida apreensiva. Então eu vi a placa de substituição subir e lembrei dos tempos do Dorival Junior. Tempos em que a placa de substituição era sempre um mal sinal. Mas não vivemos mais esses tempos! E que beleza: entrou o Vinicius, o garoto que conquistou a confiança da torcida com suas ótimas (apesar de poucas) atuações como titular!

E então eu soube que o Santos não perderia mais o jogo. O Vinicius estava em campo, era mais um na nossa área, um com toda a energia, o garoto que já costuma jogar com raça os 90 minutos… e não é que ele foi necessário?! Subiu umas três vezes para brigar pela bola e impediu que o Rafael tivesse muito mais trabalho.

Quando o juiz apitou, foi só festa. Ainda é! Aí você sai da Vila com a torcida toda cantando, vai pegar um ônibus e eles todos estão lotados de santistas satisfeitos, todos esperançosos e comentando que, depois de vencermos esse Brasileirão, nós vamos trazer esse e aquele jogador e vamos vencer a Libertadores também, no ano que vem! E depois vem o Mundial, em que o Neymar vai mostrar aos europeus que o melhor do mundo está aqui…

Bom, chega de conversa. Segue minha avaliação das atuações individuais.

RAFAEL – Fico feliz quando é pouco necessário, mas também não fico triste quando ele é. Hoje foi assim. Participou pouco, mas participou como gostamos que ele participe. Defesaça, boas saídas e entrosamento com a zaga. Grande goleiro!

DURVAL e EDU DRACENA – Durval um pouco melhor. Edu Dracena, nada mal. Não me deixaram com saudades do Vinicius nos 80 e tantos minutos em que foram a dupla de zaga. Quando receberam o Vinicius, já no finalzinho, e formaram um trio, fiquei mais do que tranquilo… sabia que o resultado estava garantido. Atuação segura!

PARÁ – Não o culpo pelo rendimento abaixo do esperado da nossa lateral direita. O Danilo oscila bastante de produção e a dupla (Pará-Danilo) ainda não encaixou. Só tenho uma crítica a fazer: o Pará não tem mais acertado cruzamento! Como é que é, Pará?! Está treinando isso aí ou não está?! Foi razoável… ao menos não prejudicou. Mas já teve muitas atuações melhores, em especial na Vila. Espero que volte a ser o Pará do primeiro semestre.

LÉO – O grande guerreiro! Uma pena ter se machucado. Léo confirmou tudo o que eu já disse sobre ele aqui no blog, Odir: é o “tiozinho” do elenco? É sim. Mas é fundamental! Hoje se desdobrou, se esforçou tanto quanto pode, até bola na área ajudou a cortar subindo para brigar com grandalhões! Grande Léo! Contamos com sua rápida melhora para que volte ao seu lugar, que é no time titular.

AROUCA – No primeiro tempo, jogou muita bola. No segundo, quando o Inter veio para cima seguidamente e nossa marcação no meio falhou (já chego lá: foi tudo culpa do Brum!), jogou mais ainda. Arouca é um jogador tão indispensável que na minha opinião já está próximo do nível Neymar de importância. Aliás, o Rafael também! Mas o Arouca está mais, hehe. Arouca foi o cara do segundo tempo. Só faltou marcar seu golzinho… está difícil, hein, Arouca? Hehehe.

ROBERTO BRUM – No primeiro tempo, OK. No segundo, mal. Infelizmente. Vinha jogando bem e a gente não tinha vergonha nenhuma de dizer que estavamos queimando a língua, não é verdade? É, mas hoje não foi bem, não! Parecia perdido, errou em saídas várias vezes e entregou muitas bolas de graça para o Inter nos atacar de novo e de novo. Algumas dessas sequências de bolas mal saídas irritaram bastante o torcedor, que pedia o tempo todo a substituição do Brum por quem quer que fosse. O técnico deveria ter visto isso. Não que deveria ter tirado o Brum… não! A culpa (de tudo) nem foi do Brum!

O Inter mexeu no seu meio de campo e nós, não. Aí fica complicado mesmo! Eles dominaram o meio de campo e qualquer pessoa que já assistiu um jogo de futebol sabe que é por ali que se ganha uma partida. O Marcelo hoje esqueceu disso, parece. Poderíamos ter igualado a partida no segundo tempo ajustando a marcação do meio, e não precisaríamos ficar nos defendendo seguidamente e tentando sair em contra-ataque, como se não estivessemos jogando em casa. Mas OK, nada de tão grave acontece. E, como eu já disse, não foi tudo culpa do Brum. Mas que ele jogou mal no segundo tempo, jogou, haha. (Apesar de que, OK, ganhou algum crédito depois das últimas partidas em que atuou bem.)

DANILO – Um bom jogador, mas oscila demais de produção. Teve momentos muito bons e muito ruins enquanto esteve em campo. Perdeu disputas bobas na lateral, não teve uma boa atuação junto com o Pará, mas por outro lado participou da jogada do nosso gol e também deu alguns bons passes. Portanto não tenho críticas a ele. Só digo que essa forma de atuação da lateral direita precisa ser revista com urgência.

Na última partida, contra o Atlético Paranaense, o Santos já havia insistido em jogadas pela esquerda até que o Maranhão entrou no lugar do Pará e teve a felicidade de participar de duas jogadas de gol imediatamente. Hoje isso não aconteceu, e porque o adversário é que nos pressionava. E o Maranhão não marca tão bem. E quem é que joga pela lateral direita e marca melhor do que tanto o Pará quanto o Maranhão? O DANILO. Então algo precisa ser revisto, não, Marcelo?

(OK, próximo.)

ALAN PATRICK – Já começo a pensar em um título para essa garoto: “o mal necessário”. Hahaha. Coitado. Mas acontece que ele também oscila bastante. Coisa de jogador jovem, mesmo. O Alex Sandro também oscila, mesmo sendo, dos três garotos do segundo semestre (vou repetir mais uma vez, para quem não pegou da última, hehe: Danilo, Alex Sandro e Alan Patrick), o que já está na boca da torcida – muito provavelmente por causa daquele golaço contra o Cruzeiro.

De qualquer forma, voltando para o Alan Patrick: hoje ele fez boas jogadas mas também deixou de fazer o óbvio quando era o óbvio que resultaria de forma mais direta em uma jogada de gol. Isso é, acredito, também coisa de jogador jovem. Com o tempo, vai melhorar. Portanto a torcida precisa ter paciência. Ele nem jogou mal! Mas não dá para ninguém esperar um “novo Ganso” nem nada.

(E só de lembrar do Marquinhos… já ficaria feliz que existisse um CONE no lugar dele, no time titular, haha.)

Alan Patrick está longe de ser um cone… mas também não está muito próximo de ser um Ganso. É o único meia que nós temos à disposição hoje que faz o Santos jogar como o Santos deve jogar. Portanto, apesar de não estar jogando mal nem nada – na verdade vem de boas atuações! Foi decisivo contra Palmeiras e Fluminense, não podemos esquecer – eu acho que “mal necessário” é uma expressão que define sua atuação na noite de hoje.

NEYMAR – Haha. Nem preciso falar nada… próximo!

ZÉ EDUARDO – O Zé tem dois problemas: gosta de cavar umas faltas quando tenta jogar como pivô, e praticamente toda partida perde um gol que eu faria. Hahaha. Mesmo assim, é o melhor companheiro para o Neymar que nós temos à disposição nesse momento. Até porque a disputa não está muito difícil, não é mesmo? O Keirrison veio “baleado” da Europa, jogou meia dúzia de partidas se arrastando, aí quando conseguiu fazer o primeiro gol, depois dar um passe decente (de calcanhar, coisa fina), se machuca sozinho. Haha. E o Marcel nem deveria estar no Santos! FAZ TEMPO, por sinal.

Então o Zé é, um tanto por mérito, outro tanto por sorte, o melhor companheiro para o Neymar que nós temos à disposição nesse momento. Não vou dizer que é outro “mal necessário”, como o Alan Patrick, porque na verdade o Zé vem sendo mais decisivo e já faz mais tempo. Meteu três gols no Fluminense. Converteu o pênalti contra o Atlético Paranaense. Hoje tabelou com o Neymar para sair o nosso gol da vitória. Simples e objetivo. Pena que perde sempre um gol que eu faria… hahaha. Mas valeu, Zé!

Precisa continuar como titular mesmo que Keirrison e/ou Marcel estejam de volta. Aliás, precisa continuar como titular independente de qualquer coisa! O entrosamento entre o Zé e o Neymar começa a dar resultados. Reveja o gol de hoje mas imagine o André no lugar do Zé. O nome até rima, não pode ser uma coincidência! O gol saiu em uma tabela do primeiro semestre. E o que quer que o Santos faça hoje que se pareça com o que fez no primeiro semestre é bom. O Zé faz sua parte.

ALEX SANDRO – Se eu copiar o que eu disse sobre ele em qualquer uma das últimas várias partidas e colar aqui, vai fazer todo o sentido da mesma forma. Isso porque o Alex Sandro, por mais que ainda seja jovem e tenha muito o que melhorar, já apresenta uma regularidade. Tanto é que sua entrada é esperada tanto pelo time quanto pelo torcedor. O Alex Sandro entra e todo mundo respira aliviado. São dois pulmões descansados em campo, e esse garoto tem pulmão, hein!

Para não ficar me repetindo, o resumo é: marca bem, sobe bem ao ataque, não é fominha, não inventa muito – tirando aquele chapeu na nossa área… O QUE FOI AQUILO?! Haha – e o que eu acho mais legal: parece que já se sente plenamente confortável com a camisa do Santos e diante da torcida do Santos. Isso é muito bom. Alex Sandro só precisa manter essa regularidade até o final do ano para começar 2011 no nível Arouca de importância, hehe. Está sem dúvida nenhuma indo muito bem, esse garoto!

MARANHÃO – Maranhão = lateral direita. Lateral direita = algo que ainda precisamos melhorar bastante…

Já não acho mais que o Maranhão seja um jogador ruim. Penso que ele tem sua utilidade, sim. Mas definitivamente não é a marcação. Hoje ele entrou para marcar e, se não entregou o ouro, também não teve nenhum momento brilhante…

Precisamos dar uma atenção especial à essa lateral direita, Marcelo. Sei que estou me repetindo aqui, mas a questão é fundamental. O Pará não vem jogando bem, mas também não encaixou com o Danilo. O Danilo não vem jogando mal, mas já se apresentou muito melhor quando atuou da forma como deveria, que é como lateral direito. E o Maranhão é o que marca pior, dos três, mas é interessante para o ataque, então talvez pudesse formar uma dupla com o Danilo.

O que não dá é para continuar essa bagunça! Mas a atuação do Maranhão não foi desastrosa, então OK. Ele tem bastante boa vontade e entrega, isso dá para perceber. O problema é que também dá para perceber, muito nitidamente, sua limitação técnica na questão da marcação. Ah, se o Inter empata por ali… Marcelo e Maranhão perderiam todos os pontos que ganharam com a torcida na vitória sobre o Atlético Paranaense.

VINICIUS – Provável melhor surpresa que tivemos no segundo semestre. O garoto entrou, jogou muita bola e agora é opção segura para a zaga. Não vai ser titular sempre, mas a torcida conta com ele para qualquer situação em que precise entrar. É um homem de confiaça instantâneo, hehehe. Mas com todo o mérito! Parabéns, Vinicius!

NEYMAR – É claro que eu vou escrever sobre o Neymar, haha. O Neymar é genial! Só não cavou tão bem aquele pênalti no primeiro tempo, já que o choque realmente houve, e também deixou de matar a partida no segundo. Mas fazer o gol da vitória e dar de bandeja para o Zé a chance mais clara da partida, que acabou sendo desperdiçada, é mais do que o suficiente para termos a certeza de que o Neymar não se abala. Com nada!

Quero só ver esse moleque na Libertadores… hahaha.

MARCELO MARTELOTTE – Colocou um bom time para entrar em campo, conseguiu o 1 x 0 apesar da retranca adversária, mas aí pecou ao assistir o Inter dominar o meio de campo no segundo tempo com as alterações que eles fizeram e nós, não. Acertou ao colocar o Alex Sandro mas errou ao tirar o Alan Patrick para isso. Ficamos praticamente sem volume de jogo no ataque. Limitados a nos defender e sair em contra-ataques, mesmo jogando em casa. Isso não é legal… apesar de ter funcionado! (Mais uma vez, por sinal.)

O Maranhão entrou em uma roubada já que não é o jogador apropriado para marcar um dos setores mais utilizados pelo Inter para atacar. Outro erro do Marcelo.

Em compensação, a entrada do Vinicius, mesmo que tenha acontecido só para ganhar tempo, foi inteligente.

O saldo é positivo, de qualquer forma. Vem fazendo um bom trabalho! Só precisa acertar essa situação da lateral direita. E nem COGITAR as voltas de Marquinhos e Marcel. DE. FORMA. ALGUMA.

Valeu, Marcelo! (Hehe.)

Santos 1 x 0 Internacional

Santos: Rafael; Pará, Edu, Durval, Léo (Maranhão); Arouca, Roberto Brum, Danilo (Vinícius), Alan Patrick (Alex Sandro); Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Marcelo Martelotte.

Interncional: Renan; Ney, Bolívar, Índio, Kleber; Guiñazu, Derley (Tinga), Glaydson, Marquinhos (Guto); Edu e Ilan (Andrézinho). Técnico: Celso Roth.

Gol – Neymar, aos 26 minutos do 1.º Tempo. Árbitro – Nelson Nogueira Dias (PE). Público – 10.036 pagantes. Renda – R$ 243.930.

O público melhorou um pouquinho, mas ainda foi pequeno. Só 10 mil pagantes.

Veja o gol de novo

Nosso saudoso Cléber Chicletinho deu uma bela força. Tentou um passe curto que Danilo espertamente roubou, tocou para Zé Eduardo, que inteligentemente deu o corpo para o zagueiro e empurrou para a entrada de Neymar, que tão fácil como tirar o doce de uma criança cortou para a esquerda e bateu de esquerda, mansamente, para fazer o único gol do jogo. Beleza! Veja de novo:

Domingo o Santos faz um jogo decisivo, contra o São Paulo, no Morumbi. A torcida do tricolor anda meio desanimada. É hora do santista comparecer em massa para empurrar o time. Todo jogo agora é, mesmo, uma decisão.

Você acha que vale a pena acreditar no título, ou o Santos ainda não lhe convenceu? O que vai bem e o que precisa mudar neste time?


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