Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Genial ou genioso? O que esperar de Miralles, o novo parceiro de Neymar?

Uma olhada na carreira de Ezequiel Miralles, o atacante argentino que daqui a nove dias fará 29 anos e que veio para o Santos em troca de Elano, mostra que o rapaz é uma grande incógnita. De times de expressão pode-se dizer que ele só jogou no Colo Colo e no Grêmio, mas só deixou saudades no time chileno, a ponto de despertar o interesse de vários clubes durante a Libertadores de 2011.

Nascido em Bahia Blanca em 21 de julho de 1983, Miralles começou a se firmar como um bom jogador – de chute mortal de fora da área – no modesto Everton, do Chile, campeão do torneio clausura de 2008. Em 54 jogos pelo Everton, ele marcou 34 gols, com uma média de 0,62 gol por jogo.

No Colo-Colo o atacante fez 28 gols em 58 jogos. Durante todo o tempo em que jogou no Chile marcou 62 gols em 112 partidas, com média excelente de 0,55 gol por jogo. Esse retrospecto, entretanto, caiu muito no seu conturbado período de Grêmio.

Pelo tricolor gaúcho Miralles marcou apenas seis gols em 24 jogos. Uma das causas de sua má performance teria sido as desavenças com o técnico Celso Roth. Atrasos e ausências do jogador argentino fizeram com que Roth o colocasse no banco de reservas.

O aspecto disciplinar parece ser o mais preocupante no caso de Miralles. Desde que ele entenda a importância de jogar no Santos e cumprir suas responsabilidades com o clube, creio que tenha potencial até para se tornar um ídolo no Alvinegro Praiano. Com 1,76 e 75 quilos, Miralles tem um porte altivo e marca presença no ataque. Imagino que poderá se aproveitar bem da companhia de Neymar.

Outro detalhe importante é que o novo contratado bate muito bem de fora da área, uma qualidade que estava fazendo falta ao ataque do Santos. Veja que a maior parte dos gols que fez pelo Grêmio foram assim, buscando o ângulo alto do goleiro:

http://youtu.be/aoUiYwHwwPU

E você, o que espera de Miralles no Santos?


O Santos de Muricy e outras notícias sobre Libertadores

O tecnico Muricy Ramalho provou ontem que o Santos pode, sim, ser um time que faz muitos gols, sem se descuidar da defesa. O segredo é não atacar desordenadamente, é não deixar as costas desguarnecidas e dar oportunidades de contra-ataques aos adversários.

A vitória foi só por 2 a 1, mas poderia ter sido por quatro ou cinco, pois as chances mais claras de gol foram do Santos. A rigor, o time paraguaio só teve uma, e a concretizou devido, mais uma vez, à falha de marcação da defesa santista em uma bola pelo alto.

Tão bom quanto vencer no dia de seu aniversário, quando muitos já preparavam os rojões para comemorar a derrota santista, e manter vivo o sonho da terceira estrela, foi vencer sem sustos. Sim, depois de muito tempo o Santos alcanliu a vitória sem correr maiores riscos.

Mesmo nos tempos de Dorival Junior o setor defensivo do Santos não inspirava confiança. Não é à toa que os títulos do Paulista e da Copa do Brasil foram obtidos com derrotas nos jogos finais. O Santos era uma equipe que avançava sem cuidados defensivos. Agora, não.

A marcação, a diminuição de espaços do adversário, será feita já no ataque, retardando o avanço do adversário. E não se atacará mais em bolo, desordenadamente, como nos tempos dos técnicos anteriores.

E a vitória teve um sabor melhor ainda por ter sido obtida com tantos desfalques importantes, pois provou que a aplicação tática pode fazer deste Santos um grande time, mesmo sem craques como Neymar e Elano. Enfim, mais um triunfo daqueles para entrar na rica história santista.

Ingressos para o Pacaembu

A próxima quarta-feira é a oportunidade de a torcida santista provar que está realmente muito a fim desse título da Libertadores. Será o momento de lotar o Pacaembu para empurrar o time contra o Deportivo Táchira. Mais um momento, enfim, de vivermos, juntos, uma noite de festa. Espero que os preços dos ingressos sejam razoáveis e permitam uma lotação completa do estádio. Atenção: o jogo começará às 19h30m. Procure chegar mais cedo para evitar o trânsito.

Cuidados com a arbitragem argentina

Gostei de ouvir Muricy falar que convenceu o time a não se preocupar com a arbitragem. Isso é fundamental, principalmente para santistas, que normalmente são prejudicados por elas. Ontem mesmo o árbitro teve critérios diferentes para jogadores das duas equipes. Marcou faltas inexistentes a favor do Cerro e ignorou algumas pró-Santos.

Se analisarmos bem, veremos que o Santos tem tido dificuldades em quase todos os seus jogos nessa Libertadores. Será que é o preço de pertencer ao único país de língua portuguesa? Será que é porque ter tido a má sorte de ter seus jogos sempre arbitrados por trios argentinos?

Não se pode saber ao certo. O que se sabe é que contra o Táchira o trio será novamente argentino: Néstor Pitano será auxiliado por Ricardo Casas e Diego Bonfa. O quarto árbitro será o brasileiro Evandro Román.

Depois da arbitragem na Vila Belmiro, contra o Colo Colo, que conseguiu transformar uma goleada iminente em uma vitória dramática e tirou três titulares do Santos do jogo contra o Cerro, todo cuidado é pouco. Até porque só a vitória garantirá o Alvinegro Praiano nas oitavas de final.

A pressão sobre o Ganso

Como jornalista, cidadão e santista, confesso que fiquei enojado com a pressão exercida sobre o Ganso por alguns jornalistas brasileiros que foram ao Paraguai. Tive a impressão de que não foram trabalhar no jogo e sim querer tirar do jogador a promessa de que iria para o Corinthians tão logo o Santos fosse derrotado pelo Cerro Porteño.

Uma cena foi realmente patética: após um treino em Assunção, Ganso foi cercado e teve de responder a uma sabatina sobre a possibilidade de se transferir para o Corinthians. Respondeu, mais de uma vez, que tem contrato com o Santos até 2015 e que naquele momento estava concentrado na Libertadores e no jogo que teria logo mais com o Cerro Porteño.

Todos sabem que um atleta de ponta se concentra na competição com dias de antecedência. Este, aliás, é um dos trabalhos do técnico e de sua comissão: manter o atleta focado no jogo. Pois ali, anarquica e desrespeitosamente, alguns jornalistas faziam Ganso falar de um assunto sobre o qual não queria falar e que só o prejudicava e prejudicava o Santos.

Duvido que fariam o mesmo se fosse o contrário, ou seja, que cercariam um jogador corintiano às vésperas de um jogo decisivo para perguntar-lhe se, caso perdesse a partida e seu time fosse eliminado, se transferiria para o Santos. Sabem muito bem que tipo de reação teriam da comissão técnica e dos torcedores corintianos. E não fariam isso também por acreditaram que brigar com a torcida do Corinthians é perder quase 50% de seus leitores. Por isso essa coisa de populismo não é comigo.

Só que subestimam a força do Santos e de sua torcida. Deveriam já ter entendido que, nesses novos tempos em que a Internet atrai mais leitores do que os veículos tradicionais de comunicação, não dá mais para manipular as informações. E já deveriam ter percebido que a comunidade santista é das mais interativas, das que se mobilizam com mais rapidez e eficiência.

Não dá mais para tratar o Santos e seus torcedores de uma maneira diferente da qual tratam os outros grandes da Capital. Os jornalistas mais experientes já perceberam isso. Mas parece que alguns, provavelmene mais jovens, inexperientes ou arrogantes, só se dão conta da nova realidade quando exageram na dose e começam a despertar reações mais acaloradas dos santistas.

Para o tablóide, Santos ganhou apenas uma “sobrevida”

Outro dia um pessoal que trabalha no tablóide Lance reclamou, pelo twitter, que estava recebendo ameaçadas de santistas por causa da série de matérias que fazem afirmando que Paulo Henrique Ganso irá para o Corinthians: davam uma de coitadinhos e diziam-se perseguidos. Hoje, um dia após uma vitória redentora, obtida no dia do aniversário do clube, dia em que milhões de santistas estão felizes com seu time e com a maestria de Ganso – que repetiu pela enésima vez, publicamente, que pretende cumprir seu contrato com o Santos – estas pessoas do tabloide soltam uma matéria dizendo, logo nos títulos, que o Corinthians apenas “adiou o projeto Ganso”, pois o Santos ganhou uma “sobrevida” na Libertadores.

Essa postura deixa evidente que essas pessoas queriam que o Santos fosse eliminado da Libertadores, para que Ganso finalmente confirmasse o que noticiam. Mostra também que para este tabloide a vitória de ontem não quer dizer que o Santos lutará pelo título tão sonhado por seus milhões de torcedores, mas apenas ganhou uma “sobrevida” na competição, da qual será eliminado em breve. Ora, e depois não querem que o torcedor santista fique irritado com quem faz um jornalzinho tão parcial e sensacionalista.

O que a vitória de ontem representou para o Santos na Libertadores? Com Muricy Ramalho, o sonho da terceira estrela ficou mais real?


Os deuses jogaram com o Santos. Que vitória!

Com calma, técnica e inteligência, o Santos conquistou, em Assunção, sua vitória mais importante neste ano. 2 a 1 foi pouco. Quem visse o final da partida, com os santistas trocando passes e o Cerro assistindo ao jogo, enquanto seus torcedores abandonavam o estádio, não diria que um time estava desfalcado de Neymar e Elano e o outro era o líder do grupo até essa rodada.

O dedo de Muricy Ramalho foi visível. O sistema defensivo brilhou, com destaque para Adriano, Arouca e Jonathan. O Santos teve calma para esperar os momentos de picar o Cerro.

Ah, como é bom queimar a língua vendo Adriano jogar tão bem, roubando bolas e saindo com ela sem erro. Danilo também foi muito importante, principalmente pelo primeiro gol, mas pareceu cansar-se no segundo tempo.

Quanto a Paulo Henrique Ganso, falar o quê? Mesmo às vezes andando em campo, foi o maestro de sempre. Deu chapéus, segurou a bola, provocou cartões amarelos e serviu Maikon Leite para o segundo gol.

No final, faltou aproveitar os espaços para fazer o terceiro. Sobrou um pouco de preciosismo até. Ganso tentou dois gols por cobertura. Mas o jogo ainda não estava ganho. Digo isso porque sabemos que em uma jogada a defesa do Santos pode entregar.

Edu Dracena terminou com a língua de fora. Alex Sandro entrou meio paradão e Pará, mesmo com poucos minutos para jogar, errou um passe e conseguiu dar um contra-ataque para ao adversário que gerou uma grande defesa de Rafael e, na seqüência, o gol do Cerro.

Maikon Leite, mesmo fominha, substituiu bem a Diogo. Sua presença no ataque mantinha ao menos dois adversários lá atrás. Keirrison se esforçou, mas continua com dificuldades técnicas que parecem irreversíveis.

O resultado foi magnífico. Agora, é preciso vencer o Deportivo Táchira, no Pacaembu, para garantir a vaga para as oitavas. Como a Libertadores já ensinou, não há jogo fácil. Mas, se jogar com calma, seriedade e inteligência, como hoje, proporcionará outra grandes festa aos seus torcedores.

Ufa, acho que agora dá para sonhar com o título da Libertadores. Há um técnico no banco que entende de futebol, tem personalidade e sabe se impor.

Reveja a grande vitória do 99º aniversário:

E você, o que achou de Cerro Porteño 1, Santos 2?


O milagre de Santiago não veio. Agora resta o de Assunção

O milagre não veio. Até que o Táchira começou bem e marcou aos 3 minutos, com Pérez. Mas Diego Rubio empatou aos 5, marcou novamente aos 22 e o Colo Colo venceu por 2 a 1, deixando o Santos em uma situação delicadíssima no grupo. Agora, para continuar com chances reais de classificação, o Santos – mesmo desfalcado de Neymar, Elano e Zé Eduardo – terá de vencer o Cerro Porteño, em Assunção, na próxima quinta-feira.

Mas o empate ainda não o manterá vivo?, perguntarão alguns.

Sim, mas se empatar, Colo Colo e Cerro ficarão com nove pontos e poderão fazer um jogo de compadres na última rodada, já que o empate classificará ambos (pois o Santos, mesmo que depois vença o Táchira, só poderá alcançar nove pontos).

Muitos torcedores estão se perguntando como o Santos permitiu que a situação chegasse a este nível, já que era o favorito não só para se classificar, mas para terminar em primeiro lugar no grupo.

Na verdade, o Alvinegro Praiano teve três resultados inesperados: o empate contra o Táchira, o empate na Vila Belmiro com o Cerro Porteño e a derrota para o Colo Colo no Chile.

Nos três jogos o Santos poderia ter conseguido algo melhor, ou seja, obtido a vitória sobre o Táchira e o Cerro, e ao menos o empate contra o Colo Colo.

Se tivesse de mudar apenas um desses três resultados, qual seria?

Bem, vencer o Táchira não mudaria muito a sua situação, pois hoje o time teria sete pontos e, se perdesse para o Cerro, também dependeria de vencer o Táchira e torcer para o Colo Colo não derrotar o Cerro Porteño na última rodada.

E se o Santos ao menos tivesse empatado com o Colo Colo no Chile?

Também não haveria uma mudança muito significativa nas suas chances, já que uma derrota para o Cerro asseguraria ao time paraguaio o primeiro lugar do grupo, mesmo que perdesse o último jogo para o Colo Colo – resultado que classificaria o time chileno.

E se, ao invés de ter sofrido aquele gol no último minuto contra o Cerro Porteño, na Vila Belmiro, o Santos tivesse conseguido segurar a vitória?

Bem, aí a história seria outra. O Santos hoje teria sete pontos, mesma pontuação do Cerro e dois pontos a menos do que o Colo Colo. Mesmo que perdesse para o Cerro na quinta-feira, iria para a última rodada dependendo apenas de dar uma goleada no Táchira para se classificar. Por que? Explico:

Com uma vitória sobre o Táchira, o Santos iria para 10 pontos, certo? Enquanto isso, na outra partida, o Colo Colo, com nove pontos, enfrentaria o Cerro, com 10. Qualquer que fosse o resultado dessa partida, o Santos se classificaria com uma goleada sobre o Táchira.

Bem, se empatasse com o Cerro, a situação seria melhor, é claro, pois dependeria apenas de uma vitória sobre o Táchira. Isto, porém, se tivesse vencido o Cerro na Vila. Como não venceu, a realidade é a seguinte:

Perdendo na quinta, o Santos estará eliminado, pois só poderá chegar, no máximo, aos oito pontos ganhos, menos do que os 11 do Cerro e os nove do Colo Colo.

O empate, como eu já disse, faria com que Cerro e Colo Colo tenham a possibilidade de empatar para garantir, mutuamente, as vagas, pois chegariam a 10 pontos e o Santos só poderia alcançar nove.

A vitória, então, tornou-se o único resultado que pode ser definido como positivo para o Santos em Assunção. Com ela o time ficará em situação privilegiada, pois só dependerá de uma vitória simples sobre o já eliminado Táchira para garantir a vaga.

Isso porque, se vencer o Cerro, o Santos irá para a última rodada com oito pontos ganhos, mesmo número do time paraguaio e um a menos do que o Colo Colo. Porém, chegará a 11 pontos com a vitória sobre o Táchira, o que será impossível que Cerro e Colo Colo alcancem ao mesmo tempo.

Vencer o Cerro, na verdade, transformará a situação do Santos da água para o vinho. De um time quase desclassificado, o Alvinegro terá boas chances até de terminar o grupo na primeira posição (basta que o Colo Colo não vença o Cerro). Enfim, sobraram contas e mais contas. E esperança.

Com que espírito você acha que o Santos de Muricy entrará em campo na quinta-feira?


À Espera de um Milagre em Santiago do Chile

Há uma possibilidade de o Santos empatar com o Cerro Porteño, na quinta-feira, e ainda ir para a rodada final de seu grupo com grandes chances de classificação para a próxima fase da Libertadores: é o Deportivo Táchira não perder o jogo que fará hoje, às 21h30n (horário de Brasília), contra o Colo Colo, em Santiago do Chile – com transmissão pelo Sportv 2.

Se der a lógica e o Colo Colo vencer o Táchira, só mesmo a vitória contra o Cerro manterá o Santos com chances de classificação. Porém, se o Táchira repetir o desempenho contra o Cerro, na única partida que fez fora de casa, e arrancar ao menos um empate hoje, permitirá que o Santos continue vivo mesmo com um empate na quinta-feira.

Isso acontecerá porque com um empate nos dois jogos do grupo, hoje e quarta, o Santos irá para a última rodada com seis pontos ganhos, contra sete do Colo Colo e nove do Cerro Portenõ (o Táchira ficará com três pontos e estará eliminado).

Assim, na última rodada, o Alvinegro Praiano poderá chegar a nove pontos e garantir a vaga com uma goleada sobre o Táchira. Como o Santos fará a última partida diante de sua torcida, contra um time fraco e sem chances de classificação, a goleada será um resultado provável.

É complicado depender, hoje, do limitado Táchira, para melhorar sua situação, mas é o preço que o Santos paga por ter sido o único que não venceu os venezuelanos na casa deles. Se tivesse vencido, poderia perder para o Cerro na quarta e ainda assim obteria a classificação vencendo o Táchira na última rodada.

Táchira, que ainda tem chance, gosta de jogar fora de casa

Tem veículo de imprensa, como o globoesporte.com, dizendo que o Táchira já está eliminado. Mas não é verdade. Como tem dois pontos ganhos, o time pode chegar a oito, caso vença Colo Colo e Santos, o que poderá lhe dar a vaga caso Santos e Colo Colo não vençam o Cerro Porteño.

O técnico do time venezuelano, Jorge Luis Pinto, tem a estranha teoria de que é melhor jogar fora de casa, onde seu time sente menos pressão. Na prática, os resultados de sua equipe têm confirmado isso. Em casa, além do empate sem gols com o Santos, perdeu para Colo Colo (4 a 2) e Cerro Porteño (2 a 0), enquanto na única partida que fez fora arrancou um empate inesperado contra o Cerro Porteño (1 a 1).

No Colo Colo, que ainda anda às voltas com o campeonato chileno, o técnico Américo Gallego não terá o zagueiro Andrés Scotti e o meio-campo Cristóbal Jorquera, expulsos contra o Santos. Além deles, outro jogador de defesa, Nelson Cabrera, recupera-se de uma contusão e talvez não possa jogar. Assim, a zaga pode ser formada por Agustín Alayes e Sebastián Toro, que não estão entrosados.

Outra boa notícia para os secadores do Colo Colo é que seu goleiro é o conhecido Juan Castillo, ex-Botafogo, famoso por deixar passar bolas fáceis. A má notícia, porém (para os santistas), é que, recuperados de lesões, retornam o artilheiro Esteban Paredes e o meia Rodrigo Millar.

Confira a situação do Grupo do Santos no site da Conmebol

Os times mais prováveis para o jogo de hoje são:

Colo Colo
Juan Castillo; Paulo Magalhaes, Agustín Alayes, Sebastián Toro, Patricio Jerez; Luis Mena, José Domingo Salcedo, José Pedro Fuenzalida, Rodrigo Millar, Esteban Paredes (Lucas Wilchez) e Ezequiel Miralles.

Deportivo Táchira
Manuel Sanhouse; Gerzon Chacón, Walter Moreno, Andrés Rouga, José Yegüez; Diego Guerrero, Pedro Fernández, Mauricio Parra, Edgar Pérez Greco; Julio Gutiérrez e Sergio Herrera.

O Santos de Falcão estréia no Paulista às 19h30m, na ESPN

Com destaque para Falcão, que acaba de atingir a marca de 302 gols com a camisa da Seleção Brasileira, o a equipe de futsal do Santos estréia às 19h30m no Campeonato Paulista enfrentando o São José em São José dos Campos.

O jogo será realizado no ginásio do Tênis Clube São José dos Campos e deverá atrair ótimo público, pois o Santos tem sido a sensação do futsal brasileiro nesta temporada.

O patrocínio do fustal santista é da Cortiana Plásticos, Centro Universitário Lusíada e Votorantim Cimentos, com apoio do Laboratório Cellula Mater e da Prefeitura de Santos.

E você, acha que é possível dar uma maravilhosa zebra em Santiago, ou o jeito é o santista nem esperar por este milagre?


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