Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Se Muricy acha que dá para ser campeão, ninguém pode duvidar

Incapaz de dar-se um descanso, Muricy Ramalho tem dito que o Santos precisa jogar para ser campeão brasileiro, pois só isso levará o time ao nível de competitividade ideal para disputar o Mundial da Fifa. Concordo. E digo mais: se ele acha que ainda dá para ser campeão nacional, não serei eu quem duvidará.

A distância para o líder é muito grande. Mesmo que vença seus dois jogos atrasados, o Alvinegro Praiano ficará a 11 pontos do primeiro colocado. Mas, quando se sabe do potencial que o Santos terá com a volta de seus titulares, e quando se vê o jeito temeroso do alvinegro da capital jogar, percebe-se que é possível, sim, empreender a maior reação já vista em um Campeonato Brasileiro.

É possível porque, com as voltas de Neymar, Paulo Henrique Ganso e Elano, além dos reforços de Borges, Henrique, Ibson e mesmo de Alan Kardec e Leandro Silva, o Santos tem o melhor elenco dos times do País. E, sem dúvida, tem também no incansável Muricy o melhor técnico.

Ponteiros estão claudicantes

Ontem vi o Flamengo, mesmo jogando em casa, ser dominado pelo Ceará. O empate foi injusto, pois o time de Fortaleza merecia vencer. E vi também o São Paulo, em pleno Morumbi, empatar com o Atlético Goianiense após liderar o marcador duas vezes. E, é bom lembrar, o São Paulo é o segundo e o Flamengo o terceiro colocado neste Campeonato Brasileiro.

Tenho visto também o Corinthians, que tem vencido seus jogos jogando no contra-ataque. Algumas das vitórias foram bem enganosas, pois tiveram de contar com a falta de pontaria dos adversários. Este seu retrospecto de nove vitórias em 10 jogos é utópica e logo tenderá a estabelecer-se em números reais.

Copa América só atrapalhou. Brasileiro começa agora

Hoje se decide a desinteressante Copa América e podemos ter um desfecho tremendamente bizarro, que seria o título de um time sem vitórias. Isso mesmo. Se empatar a partida e vencer a cobrança de penalidades, o Paraguai será o primeiro campeão sem vitórias.

A decisão de Mano Menezes de tirar três jogadores do Alvinegro Praiano para servir a Seleção, entre eles Neymar e Ganso, os melhores do País no momento, e manter os adversários intactos, prejudicou tremendamente o Santos no campeonato nacional.

Um quarto da competição já se foi e só agora Muricy poderá colocar o seu melhor time em campo. Isso tornou a luta desigual a deu a outros concorrentes ao título uma vantagem enorme. Mais justo seria ter convocado apenas um jogador de cada time, o que não esvaziaria a principal competição nacional.

E você, concorda com Muricy que ainda dá para ser campeão?


Lidar com Meninos exige competências que Mano Menezes não tem

Outro dia um leitor deste blog perguntou qual o segredo do Santos para revelar tantos garotos bons de bola. Expliquei que não era só questão de “investir nas categorias de base”, mas amar e compreender os Meninos. Isso exige uma atitude sincera, não pode ser imposta. O inseguro e parcial técnico Mano Menezes nunca transmitiu a confiança e o carinho que os Meninos precisam para jogar futebol. Este tem sido o maior problema da Seleção Brasileira.

Inseguro porque nunca repete uma escalação. Parcial porque dois dos intocáveis do seu time – os medíocres Lucas Leiva e André Santos – são empresariados por Lucas Leite, o mesmo empresário de Mano Menezes, o que, além de tudo, é extremamente anti-ético.

Neymar, considerado o melhor jogador da Libertadores; o genial Paulo Henrique Ganso, o craque Robinho e o artilheiro Pato foram várias vezes substituídos, mas Lucas Leiva e André Santos, nunca. Dá para confiar em um técnico que usa o cargo para defender interesses de parceiros comerciais?

Parece que muitos já se esqueceram de que Mano Menezes foi colocado neste cargo, após as desistências de Muricy Ramalho e Luiz Felipe Scolari, com o objetivo de promover a renovação da Seleção Brasileira com vistas à Copa de 2014. No começo, ele convocou vários jovens – entre eles André, Wesley, Hernanes… –, mas, com o tempo, foi deixando o time com a sua cara. Ou seja, sem cara alguma.

É óbvio que Mano não é o técnico ideal para renovar a Seleção. O seu autoritarismo e mau humor não combinam com a nova geração, que não é mais submissa como antes, que não funciona na base do esporro. Ainda mais quando percebe que o técnico tem os seus privilegiados que, joguem bem ou mal, sempre serão titulares.

Foi uma derrota dos veteranos e de um técnico inseguro

Jornalistas mal-intencionados ou precipitados, sempre acompanhados por um séqüito de leitores igualmente maledicentes, estão fofocando que a eliminação na Copa América se deveu a “preciosismo e firulas” dos Meninos. Ora, é uma afirmação tão idiota, que só mesmo idiotas podem acreditar nela.

As piores falhas individuais da Seleção foram do tarimbado goleiro Júlio César, de 31 anos e 10 meses; do experiente zagueiro Lúcio, 33 anos, e do lateral-direito Daniel Alves, 28 anos.

Ontem, depois de dominar a partida e criar inúmeras oportunidades de gol – muitas delas salvas por defesas incríveis do goleiro paraguaio Justo Villar –, ainda havia a possibilidade de se vencer na cobrança de pênaltis. E o que vimos então?

Vimos quatro veteranos, Elano, Thiago Silva, André Santos e Fred – cuja média de idade é de 28 anos e três meses –, perder as quatro cobranças seguidamente. Não havia um só garoto entre eles. Assim como não havia mais Neymar e Ganso na maior parte dos 30 minutos da prorrogação, quando o time deixou de pressionar com inteligência e se transformou em um amontoado na busca desesperada do gol.

A pergunta não é se os Meninos servem ou não. Eles continuarão no time e jogarão a Copa de 2014. Ou querem de volta os perdedores das Copas de 2006 e 2010? A pergunta é se Mano Menezes é o técnico ideal para comandar essa renovação. Para mim, ficou evidente que não é.

Ouçamos Romário, esse manja de futebol

Pelo twitter, Romário, o último grande craque brasileiro, desabafou sua raiva pela eliminação do Brasil e pela postura oportunista de boa parte da crônica esportiva – formada, em sua maioria, por pessoas que jamais deram um chute na bola. Escreveu o Baixinho:

“Vou dar uma opinião, p mim, independente do resultado, continuo dizendo q Ganso e Neymar são os melhores atualmente do Brasil”.

“Mas nós temos que parar de comparar aqueles que estão começando com os jogadores que já fizeram sua história”.

“O problema é q esse monte de comentaristas, locutores e jornalistas não sabem p… nenhuma de futebol e falam um monte de besteira”.

“Galera, vou finalizar p não falar mais m… Jogou mal, perdeu nos pênaltis, os q esperávamos n jogaram bem e a mídia, bem babaca, começa a falar um monte de coisa nada a ver, até pq, são esses q vamos ter q contar daqui p frente”.

“Resumindo, geral puto, triste e c raiva, mas n vamos ouvir os babacas n. Vamos dar força p os moleques (Ganso e Neymar)”.

Santos vence a Copa Brasil Sub-15 com show de bola no final

Sábado, em Arapongas/PR, com um show de “preciosismo e firulas” que encantou a torcida, o Santos criou oportunidades para marcar uns dez gols, mas fez apenas três, não sofreu nenhum, e conquistou a Copa Brasil da categoria Sub-15. O coadjuvante da final foi o São Paulo.

Tudo indica que deste time sairão novos Meninos para manter a tradição do Alvinegro Praiano. O de maior destaque é o meia Gabriel, que fez o seu gol nas seis partidas em que jogou e tem sido preparado com carinho para o time profissional.

Para chegar ao título, o Santos venceu o Grêmio/RS por 2 a 0, o Flamengo por 4 a 2 e o Atlético Mineiro por 4 a 1. Já classificado, perdeu para o Coritiba por 1 a 0. Nas quartas-de-final empatou por 1 a 1 com o PSTC, de Londrina, e na semifinal empatou pelo mesmo placar com o Cruzeiro, vencendo estes dois jogos nas cobranças de pênaltis.

Sábado, passeou em campo contra o São Paulo, a quem venceu com gols do meia Gabriel, do zagueiro Marcel e do volante Fernando.

Veja o filme com os melhores momentos da final:

E você, acha que Mano Menezes é o técnico ideal para promover a renovação da Seleção Brasileira? Quem você sugere para o cargo?


Mano Menezes substitui Neymar e Ganso e afunda o Brasil

A falta de visão do técnico Mano Menezes, que também pode ser tratado como “A quarta opção”, acabou sendo providencial para o Santos. Ao substituir Neymar e Ganso na Seleção Brasileira que pressionava o Paraguai, ele não só abriu as portas para a desclassificação do time na Copa América, como tirou qualquer responsabilidade pelo fracasso das costas dos santistas.

O Brasil dominava o gol e o gol era iminente quanto Mano, “a quarta opção”, resolveu colocar em campo o time dele e da Rede Globo. Tirou Neymar e colocou Fred; depois tirou Ganso e colocou o Lucas do São Paulo. O Paraguai respirou aliviado. Sem o jogador mais criativo do ataque brasileiro e sem os passes medidos de Ganso, ficou menos difícil segurar o 0 a 0 e decidir a classificação nos pênaltis.

Fred entrou para dar trombadas na área, Lucas entrou para dar trombadas pela ponta direita, e assim, de trombada em trombada, o Brasil virou um time previsível, que só faria um gol por sorte. Depois, quando a vaca já caminhava para o brejo, ele pôs Elano, no segundo tempo da prorrogação.

Essa Copa América provou que não se pode deixar a Seleção Brasileira nas mãos de um para-quedista mal-humorado, que não sabe lidar com jogadores de mais prestígio. Se o Brasil pressionava e criava várias oportunidades de gol, era porque tinha Neymar, Ganso e Pato em campo, e não apesar deles. Ao tirá-los, o técnico amputou a criatividade e a harmonia do ataque.

Os méritos do Paraguai, a porcaria de campo e a arbitragem

O Brasil foi melhor e mais perigoso o tempo todo e merecia a vitória sobre o Paraguai, que entrou para levar a decisão para os pênaltis e aí contar com o imponderável. Deu certo para eles. Mas o resultado está longe de ter sido justo.

Robinho jogou como nos seus melhores dias. Neymar também estava bem e Ganso, mesmo sem aparecer muito, deu algumas assistências que poderiam ter resultado em gols. Mas o Paraguai também teve seus méritos, claro. Defendeu-se como pôde e também foi à frente o quanto possível. O goleiro Justo Villar, com atuação perfeita, foi o responsável pela manutenção do empate.

O “gramado” era um campo minado, cheio de buracos cobertos por areia. Incrível como permitem uma competição tão importante em um campo assim. Por sorte não houve nenhuma contusão mais séria. Neymar nos assustou ao cair. Parecia ter torcido o joelho. Ainda bem que parece não ter sido nada grave.

Tantos erros em cobranças de pênalti não foram coincidência. É difícil chutar quando o pé de apoio não tem nenhum apoio. Como batedor oficial do meu time no campo do Diamante, sei muito bem do que estou falando. Perdôo todos os quatro brasileiros que perderam pênaltis, pois não tiveram culpa alguma. Perdôo, mando um abraço e um beijo a cada um.

O árbitro argentino Sergio Pezzotta fez vistas grossas às entradas mais duras, o que, obviamente, favoreceu o anti-jogo do Paraguai. Mas não se pode dizer que tenha prejudicado a Seleção Brasileira.

Análise do Brasil a Copa América

Parece que Mano Menezes e Galvão Bueno tinham combinado de pressionar os Meninos santistas Ganso e Neymar nesta Copa América. Era evidente que pelo menor motivo eles seriam substituídos. Infelizmente, isso aconteceu e a torcida brasileira sentiu na pele os efeitos da ausência de ambos no time.

Sem ninguém para pensar o jogo no meio-campo e acertar um passe decisivo (o que nenhum outro jogador do Brasil faz, além de Ganso) e sem um atacante habilidoso e cerebral na frente, como Neymar, o Brasil passou a viver do esforço físico e da impetuosidade de Fred e Lucas do São Paulo, o que não foi suficiente para furar a boa defesa paraguaia.

No todo, porém, a Seleção mostrou que tem futuro. Como é difícil imaginar que Mano Menezes admitirá erros e se tornará um técnico mais seguro e experiente da noite para o dia, acho que o mais viável é que seja substituído já, antes que toda a programação para a Copa de 2014 vá por água abaixo.

Minha sugestão é de que Joel Santana seja convidado para treinar a Seleção Brasileira. Entende muito mais de futebol do que Mano. Outras boas opções seriam Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari.

E você, o que achou da eliminação do Brasil na Copa América?


A vitória sobre o Atlético, o público na Vila e o ataque da Seleção

A vitória de ontem, sobre o Atlético/MG, por apertados 2 a 1, foi importante. Era obrigatória, na verdade, pois outro resultado poderia colocar o Santos na zona de rebaixamento, o que é sempre desagradável e preocupante, mesmo se sabendo que o time tem dois jogos a menos do que os adversários.

Com seis desfalques (Neymar, Ganso, Elano, Dracena, Léo e Adriano) e contra uma equipe que vinha de bons resultados, era normal o Santos ter dificuldades e passar um sufoco no final para garantir a vitória. Anormal foi a insistência de um repórter de rádio, que queria saber dos santistas se a tática extremamente defensiva do final do jogo não foi “suicida”.

Ora, o futebol não é um jogo que pode ser determinado pelos técnicos. O movimento da partida tem regras próprias. Se os jogadores de um time decidem ir pra cima do outro, passam a entrar mais determinados nas divididas, ganham as chamadas segundas bolas, capricham mais no passe e no drible, pouco resta ao adversário a não ser se defender.

Foi o que o Santos fez, mais uma vez com sofrimento para os torcedores, porém com final feliz. Gostaria de saber o que você achou da atuação dos santistas. Gostou do novato Wesley Santos? E de Danilo, que mais uma vez fez um golaço? Vá aos comentários e nos diga.

Veja agora os gols de Santos 2 x 1 Atlético/MG:

Menos de 5.000 pagantes não dá…

Apesar dos desfalques e do sábado à noite, ontem o Alvinegro Praiano tinha alguns heróis da conquista da Libertadores em campo: Rafael, Pará, Durval, Arouca, Danilo… O time também precisava do apoio de seu torcedor para distanciar-se da rabeira da competição. Por fim, a equipe voltava a atuar em casa, na Vila famosa, e se esperava o incentivo e o carinho do torcedor da Baixada Santista. Um público inferior a cinco mil pagantes é difícil de engolir.

Por isso é que um estádio para 40 mil pessoas, em Cubatão – que volta e meia é anunciado pelo presidente Luis Álvaro Ribeiro – exige minuciosos estudos de viabilidade. O risco de se transformar em um elegante branco existe e tem de ser avaliado.

Se na Vila, em que boa parte dos torcedores vai ao estádio a pé, o público foi tão pequeno, como seria se o jogo de ontem fosse realizado em Cubatão, o que exigiria despesas de transporte e mais tempo para ir e vir? Sei não…

O problema da Seleção não é o ataque. O PCV está vendo outro jogo…

O comentarista da Sportv, Paulo César Vasconcelos, tem insistido que o problema da Seleção brasileira – que logo mais enfrenta o Paraguai, pelas quartas-de-final da Copa América – é o ataque. Tento entender de onde ele tirou essa teoria, mas não consigo alcançar a profundidade de seu pensamento…

Se o ataque tem feito a média de dois gols por partida e terminou a primeira fase da Copa América como o mais efetivo da competição, por que seria o setor problemático do time? Se o ataque pode contar com Neymar, reconhecidamente o melhor jogador brasileiro do momento, o habilidoso – e agora também experiente Robinho – e o artilheiro Pato, que está longe de ser um caneleiro, por que merece preocupação?

Será que a lógica não diz para nos preocuparmos mais com a defesa, que sofreu quatro gols em três jogos; que tem jogadores em fases no mínimo discutíveis, como o goleiro Júlio César, o zagueiro Lúcio e o lateral André Santos, e que só melhorou com a entrada de Maicon no lugar de Daniel Alves?

Pelo que conheço do Paulinho, é um jornalista íntegro, mas, quando ouço opiniões tão absurdas, fico imaginando se há alguma coisa por trás de uma simples análise técnica e tática. Por que essa mania, de repente deflagrada por Globo e Sportv, de colocar em xeque a capacidade dos atacantes da Seleção, quase todos santistas ou ex-santistas?

Essa cornetagem faz o técnico Mano Menezes, que já não é dos mais seguros, perder o chão. O sensato é dar e tempo aos jogadores para jogar o que sabem. Se um ataque com Neymar, Pato e Robinho não marcar gols contra o Paraguai, é porque dificilmente um outro marcaria. Portanto, que se dê tempo e tranqüilidade ao trio para fazer o que sabe.

Leitura recomendada

O professor Guilherme Nascimento, de Mongaguá, é dessas pessoas que nos deixam orgulhosos de sermos santistas. Grande pesquisador, ele está produzindo um livro importantíssimo sobre o Santos, pois será um Almanaque completo, com as fichas técnicas de todos os jogos realizados pelo Alvinegro Praiano, da fundação até o seu Centenário.

Enquanto o momento ansiado de termos esse livro nas mãos não chega, vamos nos deliciando com os textos que o professor Guilherme coloca em seu blog, um dos mais bem-informados sobre o Santos e o futebol brasileiro. Hoje eu recomendo a leitura abaixo, que fala do incrível ano de 1960, quando a Europa se ajoelhou aos pés do Alvinegro Praiano.

Clique aqui para ler texto do professor Guilherme Nascimento sobre o incrível ano santista de 1960

E você, o que pensa da Seleção e do jogo desta tarde, contra o Paraguai?


Não se pode comparar Messi e Neymar, mas sim Messi e Zé Love

Não se espante com o título deste post. Ele apenas se baseia no rendimento do argentino Lionel Messi nesta Copa América. Copa, aliás, que tem sido muito instrutiva para mim…

Depois de ver a atuação do decantado Daniel Alves contra a Venezuela, juro que serei mais tolerante com o Pará.

Depois de ver o gol que o atacante colombiano perdeu ontem, revi os meus conceitos sobre Zé Love. Pode voltar, Zé…

Depois de conhecer o técnico da Argentina, percebi que fui muito exigente com o genial Marcelo Martelotte.

Depois de ver como a zaga da argentina bate cabeca, bate canela, bate tudo, fiquei com a imrpessão de que o santos tem a melhor zaga do mundo.

Depois de ver a Argentina jogar contra Bolívia e Colômbia e só marcar um gol, comecei a achar que Muricy é ofensivo demais.

Depois de ver alguns jogos desta Copa América e da Copa do Mundo de futebol feminino, constatei que a diferença entre homens e mulheres está diminuindo a olhos vistos.

E você, viu e aprendeu algo novo com esta Copa América?


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