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Por que Dorival caiu

Agradecimento: Tenho liberado novos leitores da moderação após confiar no seu bom senso. Estou feliz com o resultado. Um blog está sujeito às leis de imprensa, que permitem a crítica, porém sem injúria, calúnia ou difamação. Agradeço a todos por respeitarem esses preceitos. Estamos construindo um importante espaço democrático para analisar o Santos, o futebol e outros assuntos de forma amplamente participativa e democrática!

POR QUE DORIVAL CAIU


Um time sem dinheiro, fazendo todos os jogos fora de casa, ganhou a Copa Davis pela primeira vez. Assim foi a Argentina em 2016, um exemplo de coragem e coerência que o Santos deve adotar para voltar a ser campeão.

Estava assistindo ao Workshop Internacional de Tênis, no Clube Curitibano, em Curitiba, ministrado pelo Departamento de Capacitação da Confederação Brasileira de Tênis, quando soube que Dorival Junior tinha sido demitido. Coincidentemente, as palestras do espanhol Pancho Alvariño, que trabalhou com o russo Marat Safin, ex número um do mundo, e a do técnico argentino Ignacio Asenzo capitão de diversas equipes argentinas em campeonatos sul-americanos me explicaram, claramente, os dois motivos principais que levaram à demissão de Dorival.

Em uma de suas frases marcantes, Pancho disse que o técnico que pede coragem ao seu tenista também precisa ser corajoso. Sim, essa é uma verdade cristalina, olvidada no futebol. Antes de pedir destemor, ousadia, aos seus atletas, um técnico de futebol precisa demonstrar essas qualidades, ou suas palavras soarão falsas, automáticas.

Em suas duas passagens pelo Santos, Dorival Júnior ganhou três títulos: dois Paulistas e uma Copa do Brasil. Porém, com o perdão da expressão vulgar, sempre “com as calças na mão”. A insistência para se jogar na Vila Belmiro era outra materialização desse medo, desse temor inexplicável que crescia assustadoramente nos momentos mais importantes. Mesmo um Pacaembu lotado de santistas era considerado um ambiente hostil para o assustado Dorival Junior, que transmitia essa fobia para seus comandados.

Até a sagrada oportunidade da preleção, momento único em que o comandante inflama seus combatentes para a vitória, era negligenciado por Dorival, que a delegava a Ricardo Oliveira, um pastor evangélico que aproveitava o momento para discursos que buscavam fazer um link entre Deus e o futebol.

Assim, a primeira causa da demissão de Dorival Junior, sem qualquer dúvida, foi a Falta de Coragem. Talvez essa deficiência passasse batida em outros times, mas no Santos, que conseguiu uma posição de respeito no mundo do futebol com muita luta, derrotando os mais temíveis adversários no campo destes, esse defeito é fatal.

O outro motivo da queda do técnico me foi revelado na palestra de Ignacio Asenzo, que contou em detalhes magníficos a campanha que levou a Argentina ao título da Copa Davis em 2016, o primeiro do país depois de perder quatro finais.

É preciso que se saiba, antes de tudo, que a Associação Argentina de Tênis tem menos verba do que a Confederação Brasileira de Tênis. Na campanha da Copa Davis os jogadores não teriam qualquer luxo e precisariam se revezar nas tarefas mais simples, como arrumar as quadras para os treinos e limpá-las depois. Até o astro Juan Martin del Potro se dedicou a elas.

Outro detalhe é que para chegar ao título a equipe teve de vencer quatro confrontos consecutivos em quadras adversárias: Polônia, Itália, Reino Unido e, na decisão, derrotou a Croácia, em Zagreb, de virada, por 3 a 2. Nem é preciso dizer que jamais faltou coragem aos argentinos nessa caminhada, mas um outro detalhe foi essencial: a transparência do técnico Daniel Orsanic.

Antes de cada confronto, o veterano Orsanic conversou em particular com os jogadores, titulares e reservas, e lhes explicou as razões pelas quais seriam escalados ou não. Assim, a equipe se tornou unida e consciente de seus objetivos. Esse comportamento estava de acordo com a nova filosofia da Associação Argentina de Tênis, que depois de ver o esporte degringolar por falta de disciplina e de metas, criou um Programa de Valores baseado em cinco regras de ouro, das quais aquela que, sem dúvida, deveria ser adotada pelo técnico e os jogadores do Santos, diz: Ter planos em vez de desculpas.

Mas dar desculpas é uma demonstração de falta de coragem, da qual já falamos. O exemplo de Orsanic que deveria ser adotado por todo técnico de futebol é a coerência. Se o jogador sabe quais são os critérios do treinador, a rebeldia às suas ordens é menor. Mas Dorival lançava um jogador em uma partida e na outra nem o deixava no banco; insistia com alguns fora de posição e evitava escalar outros especialistas. Um dia reclamava no cansaço devido aos jogos seguidos, no outro alegava falta de ritmo após um longo descanso. Enfim, sua cabeça escondia razões indecifráveis.

Dessa forma, o segundo motivo da queda de Dorival Junior foi a sua Falta de Coerência. Esse defeito não irritou apenas os jogadores, mas também os torcedores, que já faziam piada de suas escalações e, principalmente, de suas substituições. Dorival demonstrou sérias dificuldades para usar o melhor do elenco que tinha nas mãos. Preferiu se apegar aos jogadores de mais ascendência no time, o que incentivava a formação da “panelinha”.

O que esperar de Levir Culpi


Copa do Brasil de 1996, primeiro título importante de Levir Culpi, ao vencer o Palmeiras, de virada, no Parque Antártica (comentei esse jogo pela Rádio Record, com a narração do lendário Fiori Gigliotti).

Dos técnicos possíveis, o experiente Levir Culpi, 64 anos, é o que está mais próximo de acertar com o Santos. Já recebeu até proposta e parece estar a caminho de Santos. Se este blog tivesse a ânsia de dar furos, eu poderia afirmar, com 95% de chances, que o ponderado curitibano será o novo técnico santista. Outra opção, mais arriscada, seria o mineiro Fernando Diniz, 43 anos, ainda sem passagens por times grandes, mas atrevido como um técnico santista deve ser.

Creio que Levir Culpi ficará com a vaga. Duas vezes campeão da Copa do Brasil, ele tem personalidade e, ou consegue montar um bom time, ou fica pouco tempo no clube. Será um bom teste ver como ele se dará com o estilo autoritário da presidência santista e com a confraria já formada entre os jogadores. Uma coisa é certa: Levir não engole sapos e fará o que sua experiência na profissão mandar.

Acredito, ainda, que Fernando Diniz seria uma boa aposta para as categorias de base do Santos. O rapaz tem potencial para se tornar um grande técnico e poderia ser preparado para substituir Levir, que geralmente só permanece uma temporada em cada clube e já está pensando na aposentadoria.

Para você, o que o Levir fará para o Santos jogar melhor?

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Santos vence, mas poderia ser melhor
A sorte parecia estar ao lado do Santos no início do segundo tempo. Copete e Rodrigão, os jogadores mais fracos do time na primeira etapa, marcaram gols da pequena área e o terceiro gol santista parecia a caminho. A classificação para a semifinal da Copa do Brasil parecia sacramentada. Mas o Inter, mesmo com reservas, começou a atacar um pouco mais e as falhas da defesa do Santos apareceram.
O time do Sul avançava pela extrema esquerda, forçando o jogo pra cima de Victor Ferraz, que perdia todas por ali. Finalmente, depois de levar mais um drible previsível, Ferraz fez falta desnecessária e o Inter cobrou para fazer um gol que novamente torna a partida de volta dramática, pois se perder por 1 a 0, resultado normal em jogos fora de casa, o Santos estará eliminado.
Na tentativa de tornar o time mais ofensivo, Dorival Junior substituiu Vecchio e por Paulinho; Rodrigão por Joel e Thiago Maia por Rafael Longuine, mas o Santos piorou ao perder o domínio do meio de campo. Agora, as atuações dos santistas:
Vanderlei – A bola que foi, entrou. 5.
Victor Ferraz – Se apresenta no ataque, mas é nulo na defesa. 3.
Luiz Felipe – Deu algumas bobeadas. 5.
David Braz – Titubeou, mas não comprometeu. 5,5.
Zeca – Atacou e apoiou satisfatoriamente. 6.
Thiago Maia – Está enfeitando as jogadas, coisa que não sabe. Perdeu bolas bobas. 4.
Renato – Discreto até demais. 4.
Vecchio – Tocou bem a bola. 5.
Lucas Lima – Individualista. Mesmo assim, é o que tem mais categoria no time. 6,5.
Copete – Lutou, trombou, errou chutes, mas fez seu golzinho. 6.
Rodrigão – Igual ao Copete. 5,5.
Dos que entraram, nenhum fez algo digno de registro.
Dorival Junior – Poderia ter substituído Victor Ferraz por Daniel Guedes quando o Santos fez 2 a 0 e o Inter passou a forçar daquele lado.
Arbitragem: Gilberto Rodrigues Castro Junior, de Pernambuco, não viu uma agressão sem bola em Lucas Lima e fez vistas grossas à cera e às faltas consecutivas do time gaúcho. Se o jogo tivesse sido arbitrado com o mesmo rigor que o último Santos e Inter, aquele raposado, o time do Sul teria terminado a partida sem, no mínimo, dois jogadores.
Público: Apenas 6.592 pessoas assistiram à partida, proporcionando renda de R$ 239.880,00, o que dá um ticket médio de 36 reais. Note-se que não era um jogo qualquer, mas uma partida pelas quartas de final da Copa do Brasil. Pois bem, se mesmo um jogo mais importante do que a maioria dos que são jogados pelo Santos na Vila Belmiro deu um público inferior a sete mil pessoas e um ticket médio de 36 reais, como acreditar que será viável conseguir, por 20 anos consecutivos, um público superior a 18 mil pessoas e um ticket médio de 82 reais?! Pois são essas condições que o Santos teria de aceitar para ficar com apenas 40% da pretensa arena. Outro detalhe: se esse jogo fosse na pretensa arena, o clube ficaria apenas com 12,5% do lucro líquido da partida, ou algo em torno de irrisórios 20 mil reais.

Hoje é dia de jogar 110%

Esqueça o Garfield. Hoje o Santos correrá mais. E será mesmo preciso, pois só uma boa vitória sobre o mistão do Internacional, às 19h30, na Vila Belmiro, deixará o torcedor santista tranquilo para o jogo de volta, no Beira-Rio, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Mesmo desfalcado de Gustavo Henrique, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira, machucados, e sem poder contar com Jean Mota, que já atuou pelo Fortaleza nessa Copa do Brasil, o Santos é franco favorito contra o Internacional, apesar de o time gaúcho, que já venceu o Alvinegro Praiano duas vezes este ano, não vir com uma escalação tão fraca como parece. Do meio-campo para a frente o Inter vem com jogadores respeitados, como Fernando Bob, Seijas, Valdívia e Nico López.

Pela primeira vez Vecchio deverá iniciar uma partida pelo Santos, e finalmente teremos uma boa oportunidade de avaliar o nível técnico e físico do argentino. Dorival Junior preferiu manter Rodrigão no ataque, já que o time precisa de gols. Todos sabemos que se vencer por uma diferença inferior a três gols o Santos passará sufoco no Sul.

Uma outra alternativa, porém, seria colocar Yuri no meio campo, liberar mais Lucas Lima para o ataque e escalar Copete de centroavante, com liberdade para cair pelos flancos do campo. Mesmo sem ser nenhum primor, Copete é mais técnico do que Rodrigão. Veremos se o pedreiro artilheiro volta a marcar e até quando a torcida terá paciência com suas caneladas.

O Santos deverá entrar em campo com Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz, Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima, Vecchio, Copete; Rodrigão. O Internacional deverá ser escalado por Celso Roth com Danilo Fernandes; Rak, Eduardo, Ernando e Artur; Fernando Bob, Fabinho, Eduardo Henrique e Seijas; Valdívia e Nico López.

A arbitragem será de Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE), auxiliado por Alessandro Rocha de Matos (BA) e Fabiano da Silva Ramires (ES). Só se espera que não inventem e não prejudiquem nenhuma das equipes. Todos sabemos como o senhor Rodrigo Batista Raposo raposou o Santos na última partida entre ambos, em Porto Alegre.

E você, o que espera do jogo de logo mais?

À procura de boas ideias, tenho ouvido santistas experientes, criativos, competentes, quase todos bastante preocupados com a sorte de nosso clube. Sugeriram-me Amir Somoggi, tomei um café com ele e, realmente, fiquei admirado com seu conhecimento e sua postura ética diante do futebol. Na semana passada Tana Blaze passou por São Paulo, a caminho de Mato Grosso, onde visitaria parentes, e não só tomei um café da amanhã com ele, como almoçamos, tanta coisa tínhamos para falar.

Natural de São Vicente, aos 33 anos foi trabalhar na Alemanha e hoje, 36 anos depois, vive em Munique com mulher e dois filhos que sequer falam o Português. Não voltará mais ao Brasil, mas continua amando o Santos como nos tempos em que frequentava a Vila Belmiro. Revelou-me seu nome verdadeiro, mas não me permitiu divulgá-lo. Tana prefere manter-se incógnito no mundo efervescente e às vezes perigoso do futebol. É compreensivo.

Outro santista amigo e com o qual aprendi e aprendo muito sobre o futebol é José Carlos Peres, meu parceiro no Dossiê, hoje responsável por contatos internacionais que poderão levar as escolinhas do Santos para recantos longínquos do planeta, trazendo importantes dividendos ao clube. Sonho um dia reunir os santistas de boas ideias e bom coração em uma mesma equipe, que trabalhe sem vaidades pessoais por um Santos melhor.

Sinto, não só aqui no blog, mas nas ruas, nas arquibancadas, no egrégio Conselho Deliberativo do nosso clube, um grande descontentamento com essa gestão atual, eleita com apenas um quarto dos votos, mas que age de maneira absoluta, sem dar satisfações de seus atos nem mesmo para o Conselho Fiscal. A propósito, Tana Blaze defende que o Conselho Deliberativo seja o órgão mais forte do clube e que as eleições presidenciais tenham segundo turno entre os dois candidatos mais votados, justamente para impedir que uma minoria assuma o comando do Santos e o trate como se fosse propriedade sua, tal qual vem ocorrendo.

Para todos os lados que olhamos, testemunhamos a incapacidade e a negligência dessa gestão, que aumenta desmesuradamente as despesas, fazendo ouvidos de mercador às recomendações dramáticas do Conselho Fiscal, ao mesmo tempo que não consegue incrementar as receitas, reduzindo-as até mesmo em quesitos básicos, como patrocínio de material, captação de sócios e bilheteria dos jogos.

Aos que me perguntam como mudar isso, só posso responder que o meio mais eficaz é votar nas próximas eleições, no final de 2017. E votar, obviamente, no candidato e na chapa que transmitirem mais credibilidade e apresentarem as melhores propostas para o clube.

Sei que alguns poderão dizer que escrevo este post porque tenho interesse de ser presidente do Santos. Quem me conhece bem sabe que estou livre dessa vaidade, meu maior sonho é, um dia, escrever um romance decente. Com relação ao Santos, meu desejo é vê-lo próspero, bem sucedido, forte, nos enchendo de orgulho. Sinceramente, não me interessa quem será o novo presidente, contanto que seja honesto, competente e faça aquilo que tem de ser feito, sem inventar e sem se julgar melhor do que todos os outros santistas, como vem ocorrendo.

Posso votar e pedir votos para qualquer um que me convença, não só com palavras, mas com atitudes e folha de serviços prestados ao Santos, que pode ser o instrumento de uma mudança na política administrativo-financeira do nosso clube, colocando-o no caminho da sustentabilidade e do progresso. Sem messias, sem caudilhos, sem heróis, apenas boas ideias, trabalho, honestidade e competência podem salvar o Glorioso Alvinegro Praiano.

Se você quer influir diretamente na escolha dos destinos do Santos, votando para presidente do clube no final de 2017, o tempo é curto. Como é preciso ter um ano como associado para votar, calculo que só há mais um mês de prazo para os interessados se associarem. Não dá para perder mais tempo.

É mais fácil e rápido ficar sócio enviando um e-mail ou comparecendo pessoalmente à sub-sede do Santos em São Paulo, situada na Avenida Indianópolis, 1772 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04063-003. Telefones: (11) 3181-5188 ramal 5000 ou (13) 3257-4000 ramal 5000. O e-mail é subsedesp@santosfc.com.br Horário: das 9 às 18 horas.

Uma coisa puxa a outra
Tenho lido muitas queixas dos santistas com relação ao pouco empenho do clube na contratação de Diego e Robinho, dois ex-Meninos da Vila que poderiam formar novamente uma dupla poderosa no Santos atual. Para um contrato de um ano provavelmente o clube teria de ter uns 21 milhões de reais para contar com os dois, e essa verba o Santos não tem.
Porém, imaginemos que o fornecimento de material esportivo fosse vendido a uma marca conhecida, em vez de o próprio clube ter cismado de produzi-lo e comercializá-lo. Só aí haveria um ganho, mínimo, de 6,3 milhões. Imaginemos, ainda, que os grandes jogos do Santos tivessem sido realizados no Pacaembu, com públicos médios de 18 mil pessoas. Somemos mais uma dezena de milhões que foram desperdiçados com a mania de jogar só na Vila. Há ainda o que poderia ter sido arrecadado com uma campanha nacional de associados. 50 mil associados a 300 reais de anuidade para cada um, dá 15 milhões brutos, uns 12,5 milhões líquidos. Somemos essas três iniciativas, óbvias, e teríamos, mesmo sem o patrocínio máster e sem a verba de tevê, 28,8 milhões de reais, mais do que o suficiente para ter Robinho e Diego lutando pelo título brasileiro, da Copa do Brasil e já garantidos para a Copa Libertadores do ano que vem. Fora a enorme visibilidade e atração que a dupla exerceria em novos, velhos e futuros santistas.

E você, o que acha disso?


É assim que se joga!

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    Ao Carlos Benito Martinez ou a algum conhecido dele: o livro enviado para ele voltou hoje com a informação dos Correios de que o endereço é desconhecido. O endereço enviado é Rua Vicente Ferreira Leite, 512, Vila Siqueira, São Paulo, SP, CEP 02723-000. Se o próprio Carlos, ou alguém que o conheça, puder entrar em contato com o blog pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br agradeço. Odir

    É ASSIM QUE SE JOGA!

    Tudo bem que o Gama não está em divisão nenhuma do futebol brasileiro, mas a vontade que o Santos mostrou na partida dessa quarta-feira, mesmo sem cinco titulares, é a que o torcedor quer ver em todos os jogos do Alvinegro Praiano. Com 70% de posse de bola e boas chances, 3 a 0, todos de Ricardo Oliveira, foi pouco.

    Assim, no horário nobre da Globo, com o meu radiante amigo Cléber Machado na narração, o Santos deixou uma ótima imagem, apesar, repito, das ausências de Lucas Lima, Victor Ferraz, Thiago Maia, Gabriel e Zeca.

    A noite não foi perfeita porque Dorival Junior insistiu com Léo Cittadini durante os 90 minutos e ainda fez entrar Elano, o que deu à última parte da partida ares de um descontraído casados contra solteiros. O ideal seria ter colocado Yuri, já que Jean Mota já atuou pelo Fortaleza e não poderá jogar a Copa do Brasil pelo Santos.

    Gostei dos substitutos Daniel Guedes, com um rendimento até melhor do que Victor Ferraz, principalmente nos cruzamentos com efeito; Vecchio, um meia sem mimimi, e de Caju, que precisa pensar mais rápido, mas se empenhou bastante na defesa e no ataque.

    Os destaques do time, porém, foram Vitor Bueno, Copete e, em primeiro lugar, Ricardo Oliveira, que mostrou muita disposição e se apresentou para o jogo o tempo todo.

    Santos 3 x 0 Gama
    Terceira fase da Copa do Brasil
    27/07/2016, 21h45, Vila Belmiro
    Renda: R$ 147.395,00. Público: 9.883 torcedores.
    Santos: Vanderlei; Daniel Guedes, Luiz Felipe (David Braz), Gustavo Henrique e Caju; Renato, Leo Cittadini, Vitor Bueno e Vecchio (Elano); Copete (Joel) e Ricardo Oliveira. Técnico: Dorival Júnior.
    Gama: Maringá; Dudu Gago (Gordo), Pedrão, Murilo e Felipe Assis; Eduardo, David, Michel, Jeferson Paulista (Ítalo) e Marcos Bahia; Rodrigo Pítio. Técnico: Reinaldo Gueldini.
    Gols: Ricardo Oliveira, aos 22 e aos 44 minutos (pênalti) do primeiro tempo, e aos 12 minutos (pênalti) do segundo.
    Arbitragem: Diego Pombo Lopez (BA) – boa, acertou nos dois pênaltis e nos cartões amarelos –, auxiliado por Luiz Claudio Regazone (RJ) e Fabiano da Silva Ramires (ES).
    Cartões amarelos: Murilo, David, Maringá, Pedrão, Michel e Eduardo (Gama) e Copete (Santos).


    O que você quer? Copa do Brasil ou Sul-americana?


    Campeão até no inferno: Após vencer na Vila (1 a 0), Santos empata com o Rosário Central (0 a 0) e conquista a Conmebol em 1998.

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    O que você quer? Copa do Brasil ou Sul-americana?

    Foram vãos os esforços para se trazer o jogo com o Flamengo para a Vila Belmiro (pelo que sei, nem houve a tentativa de levá-lo para o Allianz Parque, o que poderia convencer o empresário a trazer o jogo para São Paulo). A inversão do mando de campo está consolidada e o Santos terá de fazer um jogo decisivo na luta pelo título brasileiro com maioria de torcida contra. Lamentável.

    E agora falarei de outro assunto lamentável, este proporcionado pela Conmebol, com anuência da CBF: como pode um time ganhar vaga em uma importante competição internacional apenas se for eliminado na competição nacional? É o verdadeiro samba do crioulo doido, no entanto a imprensa não diz nada e segue tudo na maior loucura. Porém, isso deixa o Santos e os santistas em uma sinuca de bico.

    Se vencer o Gama, amanhã, na Vila Belmiro, o Santos terá de prosseguir na Copa do Brasil e ficará fora de mais uma edição da Sul-americana, uma competição tão ou mais importante do que a Copa do Brasil. Porém, caso empate, com gols, será eliminado de uma, mas terá a oportunidade de jogar a outra. Dorival Junior já adiantou que escalará uma equipe de reservas. Então, perguntou a você, leitor e leitora deste blog: você quer que o Santos siga na Copa do Brasil, ou dispute a Sul-americana?

    E para não dizer que não falei do caso Gabriel, que acaba de recusar uma proposta da Juventus, eu só adianto que agora a situação, como ocorreu com Robinho e Neymar, será decidida pelos empresários. Ao Santos restará pouco, a não ser defender os seus direitos com coragem e astúcia. O jogador e seu staff agirão profissionalmente, esqueçam qualquer gratidão romântica. O dinheiro falará mais alto.

    E você, o que acha disso?


    Dentro ou fora do Alçapão


    Mesmo com Rafael Longuine e Serginho desperdiçando cobranças de pênaltis, os reservas do Santos sobraram em Rio Branco e venceram com facilidade o Galvez por 3 a 0, gols de Longuine, Paulinho e Fernando Medeiros. Com o resultado, o Santos avança para as oitavas de final da Copa do Brasil. Há que se destacar a boa participação dos torcedores santistas do Acre, provando, mais uma vez, a universalidade da torcida santista.
    Levando-se em conta que o sinal + quer dizer que o jogador foi bem, – que foi mal e = que ficou no meio termo, avalio os santistas da seguinte forma: Vladimir (=), Daniel Guedes (+), Valencia (=), Lucas Veríssimo (=), Luiz Felipe (=) e Caju (=); Leandrinho (=), Fernando Medeiros (+), Gregore (=), Rafael Longuine (+) e Serginho (-); Paulinho (+), Maxi Rolón (=) e Lucas Crispim (=). Técnico: Lucas Silvestre (=).


    Reveja o golaço de Ricardo Oliveira e os melhores momentos da única vitória do Santos fora de casa no Campeonato Brasileiro do ano passado.

    Anteontem o amigo Luiz Tomaz, notável comentarista deste blog, sugeriu que discutíssemos as causas dessa bipolaridade santista, mormente no Campeonato Brasileiro, no qual é um predador na Vila Belmiro e uma presa fácil fora dela. A dificuldade será tática, técnica, psicológica, física ou de caráter? Bem, o assunto está na roda, na qual deve entrar todo aquele que tem algo a dizer.

    O tema é grave e causa espécie o fato de a direção de futebol do clube não buscar a ajuda de especialistas para decifrar o que passa no corpo e na mente de nossos heróis durante a relevante competição nacional. Os números são aterradores.

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    Em comemoração ao início do Campeonato Brasileiro, este blog lança agora a promoção do livro “Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959”. A obra, de José Carlos Peres e Odir Cunha, com 323 páginas, resgatou os títulos brasileiros da era de ouro do nosso futebol (o reconhecimento da CBF está impresso no livro). Por apenas 20 reais, mais as despesas de correio, você adquire o Dossiê com dedicatória exclusiva e ainda ganha de presente um exemplar, em PDF, do livro “Donos da Terra”, com a história completa do primeiro título mundial do Santos.

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    No Campeonato Brasileiro do ano passado, por exemplo, das 19 partidas que realizou como visitante, o Santos perdeu 11, empatou sete e venceu apenas uma, sobre o Cruzeiro, graças a um chute excepcional de Ricardo Oliveira, de canhota e de fora da área, em partida na qual o time de Minas teve oportunidades para empatar e mesmo virar o resultado.

    Ao final da competição, o Alvinegro Praiano, que fez fama mundial vencendo os mais terríveis rivais em suas casas, tinha conquistado apenas 18,75% dos pontos que disputou em campos adversários, retrospecto pior do que os rebaixados Avaí, Vasco e Goiás e só melhor que o lanterna Joinville.

    Justiça seja feita, o problema não é recente e não deve ser creditado apenas a esses jogadores e a essa comissão técnica. Lembro-me que em 1996, convidado para um programa de tevê em Santos, irritei o zagueiro Ronaldão ao lhe perguntar por que em casa o Santos podia vencer qualquer oponente e, fora dela, podia perder para qualquer um. Na verdade, naqueles tempos já era difícil encontrar as respostas.

    Creio que os recentes desempenhos dos underdogs Leicester, campeão da Inglaterra, e Audax, semi-campeão paulista, tragam de volta a esquecida e refrescante sensação de que não é só o dinheiro, a fama ou a quantidade de torcedores que faz um time ser vitorioso e exibir-se de cabeça erguida mesmo no campo de batalha inimigo. Resta-nos, humildemente, aprender com esses dois exemplos.

    Sabe-se que ambos surpreenderam os favoritos, principalmente, por seu desempenho fora de casa. Quando se julgava que abdicariam do ataque e passariam o tempo a especular alguma fortuita jogada ofensiva, se atreveram a encurralar o opositor, com excelentes resultados. Para conseguir isso, obviamente mostraram qualidades. Quais seriam elas? Eu diria, resumidamente:

    1 – Inovação Tática. Ao avançar, quando todos esperavam que recuasse, assumir a posse da bola, ao invés de desfazer-se dela e deixar a iniciativa para o adversário. Inverter os papeis, não se conformar de ser o pequeno, o coadjuvante da história.

    2 – Técnica suficiente para fazer a tática funcionar. Sim, porque não adianta pensar nas táticas mais mirabolantes se não há jogadores com habilidade, com fundamento para cumpri-las. Não será qualquer cabeça-de-bagre que terá calma e controle para sair jogando desde a sua defesa, de passar e lançar com perfeição. Contar com essa técnica requer a astúcia de garimpar jogadores bons e baratos no mercado, já que estamos falando de times sem orçamentos competitivos. Para a montagem dessas equipes foi preciso contar com verdadeiros especialistas em futebol, capazes de contratar pelo mérito absoluto e não por indicação ou pela amizade com empresários.

    3 – Condição física capaz de impor um ritmo forte aos jogos. Um time menos favorito não pode desprezar a expressão “vencer pelo cansaço”. O condicionamento físico já fez milagres pelo Santos e pela Seleção Brasileira. Hoje se percebe que o Alvinegro Praiano não consegue manter o mesmo ritmo durante todo o jogo. E nesse mesmo quesito entra a idade dos jogadores. Obviamente os mais jovens têm mais força, velocidade e energia. É preciso ter coragem para renovar e visão para perceber quando o grande ídolo está virando o fio.

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    4 – Confiança e desejo de vitória. Bem, este é o aspecto psicológico. Viu-se, ao final do jogo com o Santos, que alguns jogadores do Audax, de tão abatidos, choravam de tristeza. Poderiam estar contentes por, mesmo em um time menor, terem pressionado o Santos na Vila Belmiro. Mas queriam mais, queriam o título. Esse é o sentimento que os jogadores do Santos devem ter quando atuam fora de casa. As dimensões do campo continuam as mesmas e a torcida não participa do jogo. A questão é decidida em campo. Não há motivo real para se dedicar menos à partida, abrir mão da iniciativa, ou acreditar menos na vitória, só porque o jogo é fora de casa.

    5 – Por fim, mais até do que a psicologia, há o caráter de cada jogador. Algo que se tem, ou não se tem. O jogador brasileiro de futebol sabe que, quando atua fora de casa, será menos cobrado em caso de derrota. Às vezes, nem cobrado será. Por isso, geralmente corre e se dedica menos ao time quando está longe de sua torcida. Esse comportamento desleixado tem cura? Não sei. Creio que dependa de uma boa liderança, algo que o Santos do técnico Lula e de jogadores como Zito e Mauro Ramos de Oliveira tinha. Caráter, no caso do atleta competitivo, é fazer questão de ganhar mesmo quando não é cobrado por isso. Na verdade, é ter um sistema de cobrança interno tão desenvolvido que independa das pressões externas.

    O Leicester e o Audax – este em uma proporção bem menor, é verdade – conseguiram reunir, ao menos por uma temporada, essas condições mágicas que fazem os underdogs rosnarem na casa dos outros. Pena que seus times serão desmanchados pelos mais ricos e, ao que tudo indica, restará apenas a lembrança da efêmera ousadia.

    Assim como o campeão inglês e o time de Osasco, um dia o Santos já foi a surpresa, o assombro que encantou a todos. E teve de repetir essa façanha dezenas, centenas de vezes, até conseguir um lugar entre os maiores do futebol. Agora, por ironia, parece destinado a buscar nesses times menores a inspiração para voltar a se impor em qualquer estádio, ou, como diz o seu hino, dentro ou fora do Alçapão.

    Nesse sábado, às 18h30, em sua estréia no Campeonato Brasileiro, já terá um teste de ouro para checar seu status de bicampeão paulista em uma partida como visitante. Enfrentará o respeitabilíssimo Atlético Mineiro no Independência. O que veremos em campo com a camisa alvinegra praiana? O tigre que devora a todos na Vila Belmiro, ou o gatinho assustado que se inibe, se intimida ou se acomoda no campo do adversário?

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    E pra você: o que falta para o Santos jogar bem fora de casa?


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