Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Uma lenda chamada Santos

Outro dia o novo presidente da Fifa, um tal de Gianni Infantino, soltou um documento dizendo que a Fifa só considera campeões mundiais oficiais os clubes que ganharam a competição organizada por ela a partir de 2000 (?). O homem perdeu uma grande oportunidade de prestar um importante serviço à história do futebol, pois com sua nota ele apenas admite que na época mais competitiva desse esporte, em que grandes esquadrões se espalhavam pela Europa e América do Sul, por incompetência ou falta de estrutura a Fifa não conseguiu produzir uma competição mundial entre os clubes, deixando esse encargo para a Uefa e Conmebol.

Seria bem mais digno a Fifa soltar uma nota tipo: “Como se sabe, não organizamos as disputas mundiais de clubes desde 1960, só o fazendo a partir de 40 anos depois. Entretanto, validamos as competições anteriores por julgarmos que elas atenderam ao objetivo de definir o melhor clube de cada ano.” Pronto, a federação, humildemente, reconheceria que não inventou o futebol e que se valeu dos esforços das entidades europeia e sul-americana para manter o interesse pelo esporte que ela tem a obrigação de cuidar.

Amigos me pediram para fazer um dossiê para oficializar os títulos mundiais desde 1960. Há vários motivos para isso. Um deles é que África, Ásia e Oceania nem tinham uma competição oficial para definir seu representante. Portanto, o duelo pelo título mundial teria de ser, mesmo, entre o campeão da Europa e o da América do Sul, como ocorreu.

Ocorre que a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa foram criados pela mesma entidade que em 1971 criou também o Campeonato Nacional. No caso, revelou-se decisivo o testemunho de João Havelange, presidente da CBD e depois da CBF, o homem que lançou todas essas competições com o claro intuito de definir o campeão brasileiro. Mas com a Fifa é diferente. Ela pode alegar, como alega, que só pode oficializar as competições que realizou.

Já teve presidente da Fifa que considerou válidas todas as disputas mundiais de clubes, outros que ficaram em cima do muro e agora temos mais esse que, sem apresentar nenhum estudo ou justificativa, diz uma bobagem dessas. Qual a culpa que o futebol tem se uma entidade fundada em 1904, 56 anos depois ainda não conseguia organizar uma simples melhor de três entre o campeão europeu e o sul-americano, a ponto de abrir mão desse encargo para as bravas Uefa e Conmebol, que se incumbiram da tarefa com um sucesso absoluto? Agora, a história do futebol deve ser punida pela incompetência da entidade que deveria preservá-la?

Não creio que deva ser assim, mas admito que tudo é uma questão de caráter das pessoas que dirigem a Fifa. Burocraticamente podem, mesmo, reconhecer como oficiais apenas as competições que organizaram, legislando em benefício próprio e validando até um torneio mambembe, como o de 2000, no qual faltou o campeão sul-americano e ficou mais quatro anos sem ser realizado novamente. Sim, se quiser a Fifa pode fazer isso. Como eu disse, é uma questão de caráter.

Agora, como todos poderão ver no documentário acima, produzido pela tevê italiana, há um time que pairou acima de currículos e burocracias, até se tornar uma lenda. Assista e não se emocione se for capaz. Será difícil, pois o próprio locutor diz que “Santos era la squadra più emozionanti del pianeta”. Isso não é apenas deixar um nome na lista dos campeões da história, mas construir essa história de um jeito único. E eterno.

Agora ouçam um santista inteligente, corajoso e irreverente:

E você, o que você acha disso?

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Santos x Benfica

Festa na embaixada de São José dos Campos

Alô, alô, santistas de São José dos Campos e região. Neste domingo, dia 9, a partir das 9 horas, a Embaixada do Peixe em São José dos Campos promove a festa “Futebol e Churrasco”, com a exposição da Taça de Campeão Paulista de 2016 e a apresentação da Nova Camisa III.
O evento será realizado na Associação Sabesp, na Travessa Lineu de Moura, 522, próximo ao Clube Santa Rita.
Contribuições para participar da festa:
Futebol: 10 reais.
Churrasco individual: 25 reais. Churrasco dupla: 40 reais. Número da rifa, com diversos prêmios: 10 reais para Sócio e 15 reais para não sócio.

Promoção dos livros Time dos Sonhos e Dossiê acaba neste domingo

Só para lembrar que nesse domingo, às 24 horas, acaba a promoção do livro Time dos Sonhos. Até lá, quem comprar apenas um exemplar do livro que é chamado A Bíblia do Santista, receberá mais um exemplar gratuitamente, ou, se preferir, um exemplar do Dossiê, além de três livros eletrônicos: Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Tudo isso por apenas 68 reais, com as despesas de correio incluídas.

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E você, o que acha disso?


Recordes e primazias no Campeonato Brasileiro

Decisão no Brasileiro para o Santos pode ser hoje
O orgulho dos itaquerenses pode atrapalhar uma vitória do São Paulo, hoje. Mesmo assim, o Santos teria de vencer o Coritiba, sem público, para voltar ao G4. É possível? Sim. Mas exigirá muito empenho, algo que o time não costuma mostrar fora de casa. Torçamos e oremos…

Com a definição de mais um Campeonato Brasileiro, que este ano completa sua 57ª edição, é oportuno lembrar algumas marcas importantes do campeonato e os clubes e jogadores que mais se destacaram nesta que é, desde 1959, a principal competição nacional.

Times mais vezes campeões brasileiros
1 – Palmeiras e Santos: 8 vezes.
2 – Corinthians e São Paulo: 6.
5 – Flamengo: 5.

Time mais vezes campeão brasileiro consecutivamente
Santos – cinco vezes (1961/62/63/64/65).

Time mais vezes campeão brasileiro em uma década
Santos – seis vezes (década de 1960).

Jogador mais vezes campeão brasileiro
Pelé, do Santos – seis vezes (1961/62/63/64/65/68).

Times mais vezes campeões brasileiros invictos
1 – Santos: três vezes (1963/64/65).
2 – Cruzeiro (1966), Internacional (1979) e Palmeiras (1960): uma vez.

Único time campeão brasileiro e da Copa Libertadores no mesmo ano
Santos – duas vezes, em 1962 e 1963.

Time mais vezes campeão estadual e brasileiro no mesmo ano
Santos – cinco vezes: 1961/62/64/65/68.

Único time que foi campeão Brasileiro, Estadual, da Libertadadores e Mundial no mesmo ano
Santos – duas vezes consecutivas: 1962 e 1963.

A decisão dos sonhos de todos os Campeonatos Brasileiros

A imprensa internacional apontou Santos e Botafogo, pela ordem, os dois melhores times do mundo naquele início de 1963, quando justamente os dois times se encontraram na final da Taça Brasil/ Campeonato Brasileiro de 1962. Santos e Botafogo tinham, juntos, oito titulares e três reservas da Seleção Brasileira que fora bicampeã mundial meses antes, no Chile. Pelo Botafogo jogavam Nilton Santos, Garrincha, Amarildo e Zagallo (Didi já tinha ido para o Peru). Pelo Santos, os titulares da Seleção Gylmar, Mauro, Zito e Pelé, e os reservas Mengálvio, Coutinho e Pepe. Em campo havia outros jogadores regularmente convocados para a a Seleção Brasileira, como os botafoguenses Manga, Rildo e Quarentinha, e os santistas Lima, Calvet e Dorval. Na decisão, em melhor de três jogos, com todos esses astros em campo, o Santos venceu o primeiro por 4 a 3, no Pacaembu; perdeu de 3 a 1 no Maracanã, diante de 102.260 mil pessoas, e venceu a “negra”, também no Maracanã, em uma terça-feira à noite, por espetaculares 5 a 0, diante de 70.324 pagantes, naquele que ficou conhecido como o melhor jogo do mundo, cujas imagens o blog reproduz a seguir:

Time que mais marcou gols em uma única edição do Campeonato Brasileiro
Santos – 103 gols, no Campeonato Brasileiro de 2004.

Times que mais vezes tiveram o artilheiro do Campeonato Brasileiro
1 – Santos, 11 vezes: Pelé em 1961 e 1964, Coutinho em 1962; Toninho Guerreiro em 1966 e 1968), Serginho Chulapa em 1983, Paulinho McLaren em 1991, Guga em 1993, Viola em 1998, Kléber Pereira em 2008 e Borges em 2011).
2 – Vasco da Gama: oito.
3 – Atlético Mineiro: seis.
4 – Flamengo: cinco.
5 – Fluminense e São Paulo: quatro.

Jogador mais jovem a ser campeão brasileiro
Diego Ribas da Cunha, do Santos, campeão em 2002, com 17 anos e nove meses.

Recorde de público em Campeonatos Brasileiros
Flamengo 3 x 0 Santos, em 29 de maio de 1983: 155.528 pessoas, no estádio do Maracanã.

Jogos de maior público pelo Campeonato Brasileiro no Estádio do Morumbi
1 – Corinthians 4 x 1 Flamengo, em 6 de maio de 1981: 115.002 pessoas.
2 – Santos 2 x 1 Flamengo, em 12 de maio de 1983: 114.481 pessoas.
3 – Santos 3 x 2 Flamengo, em 27 de fevereiro de 1983: 111.111 pessoas.

Jogo de maior público pelo Campeonato Brasileiro no Estádio do Mineirão
Atlético Mineiro 0 x 0 Santos, em 15 de maio de 1983: 113.479 pessoas.

Jogo de maior público pelo Campeonato Brasileiro no Estádio do Pacaembu
Santos 1 x 1 Palmeiras, em 11 de dezembro de 1977: 68.327 pessoas.

Agora, aprecie a final mais emocionante de um Campeonato Brasileiro:

E então, ficou faltando alguma estatística importante?


O futebol, como a vida, é sonho

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Personagens vivos dos nossos melhores sonhos

Hoje assisti a um documentário sobre o poeta baiano Waly Salomão, guru da contracultura e do tropicalismo, falecido em maio de 2003, aos 59 anos. Chamou-me atenção um verso seu – curto, direto, mas incisivo – que exprime muito do sentimento do torcedor santista. Reproduzo-o no vídeo abaixo.

Torcer pelo Santos, reconheço, não é simples. Nosso time já foi o melhor do planeta, já ostentou os melhores jogadores e, entre eles, o Rei Pelé. Sentimo-nos, às vezes, como se tivéssemos perdido um grande amor – que se foi para longe, ou morreu, o que dá no mesmo.

Sentimo-nos viúvas não só de Pelé, mas do Santos que aprendemos a amar. O Santos com o líder dos líderes Zito, o guerreiro dos guerreiros Clodoaldo, o lateral dos laterais Carlos Alberto Torres, o centroavante dos centroavantes Coutinho, o zagueiro dos zagueiros Mauro Ramos de Oliveira, o goleiro dos goleiros Gylmar, o ponta artilheiro dos pontas artilheiros Pepe…

Sim, entendo a dor e a revolta de alguns santistas – que, na sua raiva, voltam-se até contra mim. E por que contra mim? Porque, malgrado toda a dificuldade do momento, toda a incerteza que cerca o futuro do Alvinegro Praiano, eu continuo sonhando. Continuo e sonharei até o último segundo de minha vida.

Pois, meus amigos, como exprimiu, e exprime o admirável Waly Salomão, o sonho jamais poderá morrer enquanto houver vida. Uma coisa está umbilicalmente ligada à outra.

Mas, este é o grande detalhe, não sonho o sonho estático, contemplativo, estritamente onírico. Sonho o sonho que se busca, que se constrói, que nos move pela vida afora. Este é o sonho vital que nos tira da cama todos os dias, o oxigênio que respiramos.

Neste sábado, o humílimo Chapecoense enfrentou aquele que o locutor Luiz Roberto chama de “time das estrelas” e, diante de 40 mil pessoas, no Morumbi, enfiou-lhe um estrondoso 1 a 0. Enquanto isso, em Minas Gerais, o não menos limitado Bahia arrancou um empate diante do Atlético Mineiro. O que isso significa?

Que o futebol vive tempos áridos, em que nomes famosos e jogadas vistosas pouco ou nada valem diante de equipes determinadas a usar seus músculos e fôlegos em busca de um melhor resultado. Assim como Costa Rica e Argélia mostraram na Copa, a aplicação tática e o espírito de luta podem produzir milagres.

É evidente que nossos sonhos de santistas são mais exigentes do que isso. Queremos ver essa mesma entrega que costarriquenhos e argelinos mostraram no Mundial, mas também queremos arte, beleza, refinamento. Por enquanto, assim como os outros torcedores brasileiros, não temos. Mas nada impede que continuemos a sonhar. Ao menos enquanto estamos vivos…

Feche os olhos e me diga qual é o Santos dos seus sonhos


Para vencer o Grêmio, Arouca volta, Geuvânio sai, Damião fica

Não sei qual é a percepção do técnico Oswaldo de Oliveira com relação ao jogo contra o Grêmio, neste sábado, às 18h30m, na Vila Belmiro, mas eu diria que qualquer resultado que não for a vitória já começará a engordar a pulga que começa a se instalar atrás da orelha dos santistas. Depois de dois pontos ganhos e quatro perdidos, está na hora de vencer. Para isso, Oswaldo contará com a volta de Arouca, mas não terá Geuvânio, a quem preferiu manter no banco de reservas.

Não que Geuvânio seja um craque, mas sua ausência causa estranhamento em muitos torcedores, pois o garoto vinha sendo o melhor jogador do time no Campeonato Paulista. Ainda hoje os números comprovam que o rapaz é o jogador mais eficiente do Santos na temporada, com 13 assistências e sete gols.

Por outro lado, Thiago Ribeiro e Leandro Damião, que Oswaldo conservará no time, são os atacantes com os piores índices de aproveitamento. O melhor é outro garoto, Gabriel, que no Campeonato Paulista deu 27 chutes a gol e acertou a meta em 17, ou 67% das vezes.

Não se pode negar que Thiago e Damião são mais experientes, e como também foram mais caros e ganham melhores salários, darão mais prejuízo ao clube se forem para o banco de reservas. Infelizmente, esses são detalhes que acabam influindo na escalação de uma equipe e certamente pesaram para o técnico escolher o ataque com ambos e mais Gabriel.

No meio, Alison sai e entra Arouca, que completará o setor com Alan Santos e Cícero. Com esta formação, Cícero terá mais liberdade para apoiar o ataque, algo que ele costuma fazer bem. Na defesa, como Mena continua em tratamento, jogarão Aranha, Cicinho, Jubal, David Braz e Émerson.

Não sei como Grêmio virá. Sei que é um time que está ferido pela desclassificação na Copa Libertadores, em casa, para o San Lorenzo. Para o Santos, porém, não importa o ânimo do adversário. Ou se ganha os três pontos, ou na próxima rodada o time já poderá fazer parte do desagradável Z4.

Coutinho e Neymar

Coutinho e Neymar são dois dos grandes ídolos da história do Santos. Eu, particularmente, admiro os dois e sou muito grato pelo que fizeram ao time que amo. Porém, fico triste quando leio críticas de Coutinho a Neymar. E críticas debochadas, desrespeitosas. É bonito quando os jogadores se respeitam e, mesmo com motivos, evitam fazer críticas grosseiras a um companheiro. Nesse ponto, Pelé é o maior exemplo de santista que conheço. Percebe-se que o jogador mais completo que o futebol já teve gosta de Neymar e torce pelo seu sucesso. Aliás, como todos os brasileiros nessa véspera de Copa do Mundo.

E pra você, como o Santos deve jogar para vencer o Grêmio?


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