Desde que passei a escrever regularmente sobre o Santos na Internet, há mais de 10 anos, testemunho negociações obscuras e uma contumaz falta de transparência nos atos da presidência do clube. Assim foi com Marcelo Teixeira, continuou com Luis Álvaro Ribeiro, Odílio Rodrigues e agora se repete com Modesto Roma Junior.

Entre as ações discutíveis de Marcelo, lembramos a carta branca que deu ao técnico Vanderlei Luxemburgo para encher o Alvinegro Praiano com jogadores do Iraty. Outro caso não explicado até hoje é a venda de Rodrigo Tabata. Marcelo ama o Santos e não acredito que tenha tirado vantagens financeiras do cargo de presidente do clube, mas nomeou pessoas, principalmente ligadas ao futebol, que fizeram isso. Um administrador também é responsável por quem contrata e Marcelo deixou o futebol santista ao Deus-dará.

Quanto a Luis Álvaro, começou bem, mas bastaram poucos meses para passar os pés pelas mãos. Os “artistas” foram vendidos a toque de caixa e contratações caras e inúteis feitas aos borbotões. Laor entrou para a história por doar Neymar ao Barcelona, em uma transação que, de tão nebulosa, já deu cadeia na Espanha.

O sucessor de Luis Álvaro, Odílio Rodrigues, assumiu o clube sem dinheiro em caixa para fazer loucuras, mas mesmo assim deu um jeito de fazer, com o aval do CG e de conselheiros irresponsáveis, emprestando uma fortuna da Doyen Sports para contratar o limitado Leandro Damião, em negócio ainda a ser esclarecido. E pago.

Agora, Modesto Roma, que na primeira reunião do Conselho Deliberativo prometia uma administração transparante, em seis meses de gestão já tomou decisões que demorariam horas para serem devidamente compreendidas. Na verdade, boa parte destas decisões ficaram a cargo do executivo Dagoberto dos Santos, braço direito de Roma, que entre outras escolhas discutíveis trouxe de volta Elano para ser mais auxiliar técnico do que jogador; contratou uma penca de jogadores medíocres, como Marquinhos, Neto Berola, Nílton, Leonardo… e aceitou pagar 250 mil mensais para o técnico, desempregado há seis meses, Dorival Junior.

O que mais me preocupa na gestão atual é que não se ouve falar de uma medida sequer para aumentar o faturamento do clube. Só se fala em gastos e empréstimos bancários. Qualquer dona de casa sabe que esta é a receita da falência – brejo para o qual a vaca alvinegra caminhará celeremente caso não se promova a óbvia campanha nacional de sócios e não se jogue mais no Pacaembu, um estádio que faz o Santos e o santista se sentirem maiores.

Repito: o Santos é o produto e o santista é o seu consumidor. E a maior parte dos santistas vive na maior e mais rica cidade do País. É só juntar os pontos para se chegar a algumas conclusões lógicas.

Enquanto fizer uma administração preocupada em satisfazer aos amigos da turma do tamboréu do canal 2, ou aos companheiros degustadores de peixe frito, Modesto Roma, ao contrário da denominação que deu à sua chapa, comandará o Santos Anão rumo à insolvência técnica e financeira.

E você, o que tem achado da administração de Modesto Roma?

Quanto vale preservar a história do Santos?

Garanta o livro Time dos Sonhos por um preço de pré-venda e ainda tenha o seu nome publicado na história do Santos. Vamos com tudo para o segundo turno da campanha. Conto com você!

Quer a Bíblia do santista pelo preço de pré-venda e ainda ter seu nome impresso no livro? Clique aqui para saber como.

Neste vídeo abaixo, dirigido pelo talentoso santista João Lucca Piovan, eu conto a história curiosa de como o livro ganhou o título de Time dos Sonhos. Assista:

O Barqueiro de Paraty, primeiro lançamento da Editora Verbo Livre

barqueiro_capa (1)

Gostaria de compartilhar com os amigos e amigas do Blog do Odir Cunha a criação da Editora Verbo Livre, a mesma que está relançando o livro Time dos Sonhos, por meio da campanha de crowdfunding da Kickante, e também já disponibilizou, pela Amazon, o ebook de O Barqueiro de Paraty, um romance que fala de amor e amizade e pode, sim, mudar a forma de como você vê a vida.

O livro conta a história de um executivo paulistano que vê sua vida familiar e profissional fracassar e aceita o convite de um amigo do colégio para passar uns dias em Paraty e “reaprender a viver”. Muitos se identificarão com Pedro, Mauro, Clara, e sua busca pela essência da vida.

Tomo a liberdade de sugerir aos amigos a leitura de O Barqueiro de Paraty, pois, entre outros motivos, a maioria dos que o lêem, gostam muito. O livro trata de um drama muito comum e sugere valores fundamentais para se alcançar uma vida equilibrada e feliz.

Clique aqui para ver, na Amazon, o ebook de O Barqueiro de Paraty

Segundo as pesquisas do Skoob, 70% do público que comenta sobre O Barqueiro é feminino e 82% das avaliações atribuem à obra de três a cinco estrelas. Lançado em papel em 2008, pela Editora Mundo Editorial, o livro está sendo relançado agora, em forma de ebook, pela Amazon. Logo mais sua versão em Inglês também estará disponível.

Assista e divulgue o book movie do livro O Barqueiro de Paraty

Comentários e análises de O Barqueiro de Paraty no site Skoob

Comentários de leitores de O Barqueiro de Paraty no site da Livraria Cultura

Entrevista de Odir Cunha sobre o livro O Barqueiro de Paraty ao jornalista Heródoto Barbeiro

Missão
A Verbo Livre está aberta para lançar autores nacionais e estrangeiros com obras preferencialmente instigantes. O site da editora, em preparação, receberá currículos de autores e sinopses de suas obras para avaliações preliminares. Nossa missão é revelar escritores(as) e oferecer livros de qualidade a preços acessíveis, contribuindo para a difusão do conhecimento e da reflexão.