Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: democracia (page 1 of 2)

Campanha, não!

Uma das lições que aprendi nos meus muitos anos de jornalista profissional é que críticas, análises e sugestões são sempre bem-vindas, mas a campanha, a perseguição contumaz a pessoas e instituições é reprovável e precisa ser evitada, pois não informa adequadamente e apenas distorce os fatos, com o intuito de provocar a confusão e o antagonismo, prejudicando a imagem dos envolvidos.

Este blog está sendo mantido com o objetivo de assegurar um canal aberto com o sócio e o torcedor do Santos. Nesses 40 dias de gestão já foi possível perceber os motivos de queixas dos santistas, todos eles inseridos na pauta da nova diretoria do clube.

Não vejo, porém, razão para a campanha sistemática promovida por alguns frequentadores deste espaço contra uma gestão honesta, que luta para tentar livrar o Santos do caminho da falência.

Essas pessoas que criticam tudo e todos, exigindo em pouquíssimo tempo o que a última gestão não conseguiu em três anos de mandato, não estão ajudando em nada o projeto de reconstrução do nosso Santos.

As mudanças estão menos rápidas do que todos nós pretendíamos? Sim, realmente estão. O maior motivo é a falta de recursos. Agora, além da velocidade das mudanças, quais são os motivos para tanta crítica, tanta insinuação e sarcasmo? Só pode ser o ativismo político e a oposição pela oposição.

Esse tipo de atitude, repito, nada ajudará o Santos neste momento em que boas ideias, trabalho e cooperação são os requisitos para solucionar os graves problemas herdados pela temerária gestão anterior.

Só alguém de muita má vontade pode não enxergar os passos rumo à responsabilidade financeira, à visibilidade e à valorização da marca que já estão sendo dados.

Os que fazem questão de não ver nada positivo e querem usar este blog como palanque para propostas reprovadas na última eleição e para atacar, em todo comentário, as pessoas eleitas limpamente para comandar o Santos até o final de 2020, na verdade estão trabalhando contra o clube.

Posso afirmar que os 11 pontos de nosso programa, além de muitos outros, já estão sendo trabalhados diariamente. Não desistiremos de nossos objetivos e não nos deixaremos levar pela descrença dos eternos pessimistas que só reclamam e nada ou pouco fazem.

E você, o que acha disso?


Vamos discutir o Santos

Santa Fé respeita o Santos
Apesar do título, matéria de jornal de Bogotá mostra que Santa Fé respeita o time brasileiro. Veja o que diz o jornal El Periódico Deportivo:
Clique aqui para ler a matéria sobre Santa Fé X Santos no jornal colombiano

Valdivia não!!!
Confesso que não levei a sério as informações de que Modesto Roma estaria interessado na contratação de Jorge Valdivia, o problemático chileno de 33 anos e meio que está desde 2015 no Al-Wahda, dos Emirados Árabes, pelo qual, nesse tempo todo, segundo a Wikipédia, só fez seis jogos e marcou dois gols. E o chileno ainda quer ganhar 300 mil reais por mês e assinar um contrato por três anos. Brincadeira! Só de pensar em Valdivia um dirigente de clube já demonstra o quanto entende de futebol e de finanças. Além disso, um negócio assim geraria muitas suspeitas de propinas e superfaturamento, pois é evidente que Valdivia não quer mais saber de jogar futebol e não tem a mínima empatia com o Santos. Só lhe resta um pouquinho de fama. Contratar mais um “chinelinho”, e tão caro, para quê? O clube é que não ganharia nada com isso.

VAMOS DISCUTIR O SANTOS

Dar ideias, criticar e discutir os caminhos do Santos por este blog ou pelas mídias sociais é importante, mas nada como fazer isso ao vivo. A troca de informações é que leva às melhores respostas. Por isso convido-o(a) a participar do encontro de amanhã, no Bar Murymarelo, quando tentaremos entender o momento do Santos e descobrir meios de garantir um bom futuro para o Glorioso Alvinegro Praiano. Basta confirmar o seu nome pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Movimento por um Santos Melhor – Encontro em São Paulo

Dia 18, a partir das 18 horas, encontro no Murymarelo Bar

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O apego ao poder

Estamos cansados de ver, por este mundo afora, grupos políticos que lutam contra ditaduras, mas, ao assumirem o poder, amparados pelos sonhos do povo e pelas teses dos intelectuais, manipulam a máquina estatal para instituir, ou tentar instituir, outra ditadura.

Se o objetivo desses grupos fosse apenas ideológico, se o esforço desses revolucionários de ocasião visasse apenas melhores condições de vida para as classes menos favorecidas, a decantada igualdade social, ainda haveria a desculpa do idealismo. Mas não. Seus líderes, invariavelmente, falam em nome das massas, mas querem mesmo é meter a mão na grana.

Desviam dinheiro público, abrem contas em paraísos fiscais, roubam do País o que seriam escolas, hospitais, casas próprias e empregos, muitos empregos, para garantir uma vida de luxo e ociosidade para si mesmos e seus herdeiros. São os piores bandidos que uma sociedade pode gerar, pois na verdade desprezam essa mesma sociedade e não estão nem um pouco preocupados com seu crescimento. São vampiros de corpos e almas.

Se passarmos essa visão para um clube de futebol, veremos que as melhores administrações, as que tornam uma agremiação maior e mais próspera, são aquelas que se preocupam, em primeiro lugar, com o povo que governam – no caso, os torcedores do clube.

Os grandes administradores têm a consciência de que o poder não lhes pertence, apenas lhes foi dado durante um certo período, e por isso devem liderar pensando em todos, ouvindo todos, tentando unir esperanças e esforços em busca de um objetivo comum.

Quando fico sabendo que, mais uma vez, o Santos vendeu um mando de campo – no caso, o jogo contra o São Paulo, dia 9 de setembro – para um estádio que nem sabe qual é, entristeço-me ao constatar que nada mudou desde o início do ano, quando Modesto Roma e sua equipe assumiram.

Se o negócio do Santos é jogar futebol e se as partidas são o grande evento em que o time e seu público entram em contato, por que o Santos ainda não montou uma equipe para organizar, vender, divulgar e dirigir seus jogos? Por que o marketing, que já trocou duas vezes de gerente, continua agindo como o restaurante que fecha na hora do almoço, ou seja, não atua decisivamente durante os jogos do time no Brasileiro?

E por que cargas d’água todos os estádios brasileiros podem receber um jogo do Santos – desde que um empresário qualquer compre esse direito – e o mais óbvio de todos, que tradicionalmente é o estádio do Santos na maior cidade da América Latina, o velho e bom Pacaembu, não pode receber nenhum compromisso do Alvinegro Praiano neste Brasileiro?

Até Marcelo Teixeira fazia o Santos jogar mais em São Paulo do que Modesto Roma, essa é a verdade. Revendo agora o Almanaque do Santos, escrito pelo professor Guilherme Nascimento, constato que no Brasileiro de 2009 o jogo de mais público com mando de campo do Alvinegro Praiano ocorreu no Pacaembu, em uma segunda-feira à tarde, diante do Vitória: 30.588 pessoas.

O fato de ter tido apenas 35 votos e ter sido o candidato menos votado na Capital, mostra que Modesto Roma já inspirava desconfiança na maior parte dos sócios do clube que votam em São Paulo. Estes, já desconfiavam que Roma faria uma administração voltada para a Vila Belmiro. Infelizmente, isso está se confirmando. Uma pena, pois Roma foi eleito para ser o presidente de todos os santistas.

Se ao menos o clube tivesse providenciado uma campanha nacional para atrair mais associados, como foi prometido várias vezes – e era, aliás, uma das metas do gerente de marketing que se foi -, ficaríamos com a impressão de que havia mesmo um plano de agigantar o Santos, de romper seus limites geográficos. Porém, nada se fez e nada se faz pelo sócio de outras cidades, como se fosse interessante perdê-los, já que assim essa administração terá menos votos contrários na próxima eleição.

Desculpem-me os modos, mas não posso aceitar que o Santos, como uma prostituta, vá para a cama, ou melhor, para o estádio, de quem pagar mais, e ignore os santistas da Grande São Paulo e do Interior do Estado, os maiores responsáveis pelos resquícios de grandeza que ainda restam ao clube.

Não precisa ser no Pacaembu. Que se mande um jogo do Santos no moderno estádio palmeirense, por que não? Dezenas de milhares de santistas gostariam de se sentir maioria em um estádio de verdade. O que não se pode é permitir que o Santos viva ao Deus-dará, sem planejamento, sem trabalho, sem organização, dirigido por uma nova confraria movida pelo rancor aos que pensam diferente.

Agora veja como o Santos calou o Maracanã:

História – isso ninguém vai tirar do Santos

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E você, acha que Modesto Roma tem administrado para todos os santistas?


Não tem erro. É só fazer o que a maioria quer

democracia

A vontade coletiva geralmente se mostra mais sábia do que a individual. Digo isso porque vemos que o Santos se desfez dos jogadores rejeitados pela maioria dos santistas que opinaram na enquete deste blog, e a equipe realmente melhorou. Se eu tivesse de dar um único conselho ao presidente Modesto Roma, diria: faça o que a maioria dos santistas quer e terá pouquíssima chance de cometer erros.

Dos 13 jogadores com mais de 70% de rejeição na nossa enquete, cujo resultado foi publicado neste blog no dia 17 de dezembro sob o título “Estes jogadores o torcedor não quer mais ver no Santos”, sete já não fazem mais parte do elenco santista, ou 61%.

Bruno Uvini, Vinicius Simon, Edu Dracena, Mena, Souza, Leandro Damião, Rildo e Alan Santos já se foram. Daquela lista, continuam no Santos: Vladimir, Cicinho, Renato, Patito Rodríguez e Thiago Ribeiro. Dos jogadores que o santista queria que permanecessem no clube em 2015, apenas o volante Arouca se foi.

Isso quer dizer que se a direção de futebol do Santos fosse dirigida por uma mente coletiva, que refletisse os anseios da maioria dos santistas, as decisões seriam muito mais acertadas do que as do carí$$imo diretor de futebol que montou o elenco oneroso e ruim do ano passado.

Usemos a mesma filosofia para outras questões importantes do clube, e saberemos onde é melhor jogar, qual o caminho mais rápido para se equilibrar as finanças e manter o Santos próspero etc etc. Isso não requer prática, nem tampouco perfeição. Requer uma qualidade que parece inacessível para algumas pessoas: a velha e boa humildade.

Aliás, o que é a verdadeira democracia se não um profundo exercício de humildade de quem está no poder? Só quele que, mesmo podendo fazer as coisas do jeito que quer, ainda ouve a voz da maioria, pode ser definido como um líder democrático.

Mas nem sempre a voz da maioria é a voz de Deus, responderão alguns. Eu serei obrigado a concordar, mas isso só ocorre quando essa maioria não conhece suficientemente bem os fatos, o que não é o caso futebol – e isso é provado aqui neste blog, em que muitos leitores sabem mais do que o blogueiro e meia dúzia de comentaristas de tevê juntos.

Futebol é o arroz e feijão do brasileiro. Disso ele conhece bem mais do que qualquer doutor de canudinho embaixo do braço. Se ainda fosse um ramo científico pouco conhecido, como a Astronomia, vá lá… Não foi à toa que o italiano Galileo Galilei quase foi morto pela Inquisição no século XVII por afirmar que a Terra não era o centro do Universo, como queriam o Vaticano e os católicos. Então, a religião já desvirtuava a verdade.

Mas, voltando ao século XXI e ao nosso Santos, eu aconselharia ao Ilmo presidente Modesto Roma e aos seus diretores que, na dúvida, sigam a opinião da maioria nas questões importantes para o clube. Vocês foram colocados no poder por uma minoria de sócios, mas é mais inteligente administrar pensando na maioria. Agindo assim, estarão seguindo, com a humildade própria dos grandes líderes, o caminho certo.

Veja este vídeo e sinta como o futebol pode ir além:

Você não acha que o Santos deveria fazer o que seu torcedor quer?


E se o Santos fosse um clube democrático?

José Saramago (16/11/1922, Azinhaga, Portugal – 18/06/2010, Tías, Espanha), único escritor de língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, lembra o “detalhe” que falta na democracia dos países (e dos clubes).

Fiquei imaginando como seriam as coisas se o Santos fosse um clube extremamente democrático, a ponto de só tomar decisões que estivessem de acordo com a opinião da grande maioria dos santistas – sócios e torcedores. Haveria interesse em Chiquinho? Provavelmente não, pois já se percebeu que não é um jogador que agrada aos santistas. E os contratos de Renato e Vladimir, seriam renovados? Não! E como seria o time para o Campeonato Paulista? Fácil…

É só pegar a enquete que foi feita neste blog – e que poderia ter sido feita em qualquer blog de santistas, pois o resultado seria o mesmo. O goleiro Gabriel Gasparotto teria a oportunidade de ser titular. A defesa, desde que todos estivessem em plenas condições físicas, seria formada por Daniel Guedes, Gustavo Henrique, Jubal e Caju. O meio-campo teria Alison, Arouca e Lucas Lima, e o ataque seria formado por Gabriel, Robinho e Geuvânio.

Um time de Meninos da Vila recheado por Arouca e Lucas Lima? Sim, este seria o “Santos do Povo” se a vontade do santista prevalecesse. É normal que com os jogos houvesse uma ou outra mudança, talvez com Aranha, em melhor forma, voltando ao gol, ou o veterano Edu Dracena entrando na zaga, mas o certo é que o time de garotos contaria com a paciência e o apoio do torcedor, essenciais em um momento delicado como este.

E se esta mesma vontade popular fosse respeitada no quesito estádio, onde o Santos jogaria? Bem, vamos a outra resposta que não requer prática e nem perfeição…

No mínimo o Santos faria metade de seus jogos na Vila Belmiro, metade no Pacaembu, e no mínimo aumentaria a sua média de público para 12, 14 mil pessoas, o que representaria um aumento aproximado de 50% sobre a média atual.

Um estádio maior comportaria mais associados e o clube poderia incrementar a sua campanha de sócios, pois hoje a Vila não comporta nem um terço dos sócios do Santos. E com mais sócios e mais visibilidade, a possibilidade de conseguir bons patrocinadores aumentaria, claro.

Porém, o que atrairia mesmo mais patrocinadores e mais sócios seria a credibilidade trazida por uma auditoria – outra vontade da maioria dos santistas. Mais do que uma despesa, a auditoria seria um investimento precioso na imagem do clube, hoje tão debilitada.

Ao perceber que o Santos estaria, realmente, adentrando uma nova era – de competência e seriedade –, santistas de todo o país se prontificariam a se associar ao clube, e seriam surpreendidos positivamente com a notícia de que quanto mais longe morassem da Vila Belmiro e do Pacaembu, menos pagariam pelo título de sócio.

E este sócio, obviamente, seria tratado a pão de ló, com muita atenção, pois é o grande tesouro do Santos, a grande herança dos tempos de ouro. Brindes, promoções, revistas, livros, filmes – todo o mês o associado receberia um presente que o ligaria ainda mais ao clube e tornaria o peso do seu pequeno investimento ainda menor.

Haveria enquetes e mais enquetes. Não se tomaria uma decisão importante no clube sem ouvir o sócio. O santista perceberia que suas vontades e opiniões estariam, finalmente, sendo respeitadas, e este círculo virtuoso criaria um clima excitante para os jogos. A equipe teria previsíveis limitações técnicas no começo, mas jamais se ressentiria do apoio de seus apaixonados torcedores.

Um Santos democrático, como o nome diz, seria governado pela vontade da massa santista, e por isso jamais seria abandonado por ela. O papel do presidente do clube e de seus diretores seria o de corrigir a rota de vez em quando, tomando decisões pontuais, que não se chocassem, entretanto, com os anseios da maioria.

Não haveria uma contratação descabida, ou a renovação de contrato de jogadores que já não são considerados suficientemente úteis para o time. A inteligência e a sensibilidade do torcedor governariam o Alvinegro Praiano. E, como já aprendemos, o torcedor, em sua expressão coletiva, é muito mais sensível e inteligente do que qualquer presidente de clube.

E você, o que acharia desse Santos democrático?


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