Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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O show do estádio além do futebol


Eu com amigos santistas: na primeira foto, o menos alto é o famoso Khayat. Na segunda, estou ao lado do aniversariante de ontem, o Paulo Vitor Dias, dono da Casa dos Assados, em Guararema.

Ontem, no Pacaembu, percebia-se a felicidade no rosto dos santistas. Mesmo antes de o jogo com o Táchira começar. A satisfação por estarem ali, reunidos.

É gente que se encontra na porta majestosa do estádio mais bonito do Brasil, e conta histórias e sorri em meio a cervejinhas e churrasquinhos; há a Torcida Jovem com sua bateria e seu bandeirão; as cheerleaders; o Baleião e a Baleiinha; as muitas crianças que entram com o time em campo; o hino nacional, o jogo, os cânticos, os gritos de guerra…

Isso tudo dá a dimensão real de um time. Você não acha?

Agora veja o bandeirão se abrindo, ontem:


Valeu pela atuação desse grande Vinícius

Como costumo dizer, a voz do torcedor é sábia. E o santista sempre diz, ao menos nesse blog, que Vinícius Simon é um baita zagueiro. E é mesmo. Se ele joga, o Santos não toma gol. Hoje não foi diferente. O rapaz não perde bola por cima ou por baixo, sai jogando quando é preciso, mas também não se acanha de mandar a bola pro mato quando não tem jeito. E faz tudo isso com um ar sereno, uma tranqüilidade de quem conhece a posição.

Não se vê Vinícius batendo boca com companheiros do time ou com adversários. Mais uma vez teve uma atuação discreta e perfeita e saiu de campo sem levar cartão. Pois além de tudo é inteligente. Não sai dando carrinho ou pancada por trás. Espera o momento certo para dar o bote. Enfim, a cada partida ele justifica tudo aquilo que os santistas dizem dele.

No mais, direi que gostei muito do goleiro Vladimir. Parece ser uma ótima opção. É elástico, tranqüilo e passa confiança à defesa. Mas ainda é cedo para uma análise mais precisa.

De Maikon Leite nem é preciso dizer nada. O moço sozinho enlouquece a defesa adversária. Fez um gol e deu passe para outro. O melhor em campo (apesar de continuar fominha).

Outro que se saiu bem foi Keirrison. Mas por tudo que não jogou durante esse ano de contrato, não deve ficar no Santos. Seu destino deve ser o Atlético Mineiro. Dorival Junior acredita no seu futebol.

Gostei ainda da aplicação de Adriano e do sentido tático do time, que, percebe-se, já anda sob as rédeas curtas de Muricy Ramalho. Veja que em três jogos que ele dirigiu o Santos, o time marcou cinco gols e só sofreu um, quando a partida já estava definida, contra o Cerro. Portanto, o professor tem provado que é possível, sim, marcar gols e cuidar melhor da defesa.

Esse Santos de Muricy não está dando susto. Hoje, com dois minutos de jogo já tinha 2 a 0. E isso só com reservas. Espero que os titulares voltem com a mesma aplicação tática, pois ela é que tem sido essencial para essa melhora do time.

Mas nem tudo foram rosas. Alguns jogadores poderiam aproveitar essa oportunidade para mostrar que merecem ser mais do que reservas, mas voltaram a ter desempenho apenas mediano, casos de Pará, Alex Sandro, Danilo, Alan Patrick e Róbson.

Agora o Santos pegará a Ponte Preta nas oitavas. É o time mais tradicional do Interior que se classificou para a próxima fase e exigirá respeito e concentração. Mas, agora que o Santos é treinado por Muricy Ramalho, o santista sabe que o time não dormirá mais em campo.

Bem, esta é a minha opinião sobre Santos 3, Paulista 0. Leia agora a análise do Khayat. E depois mande o seu comentário sobre o jogo.


Está na hora do Vinícius Simon deixar de ser utilizado só nos treinos

Quem chegou dois minutos atrasado, só viu 1/3 dos gols
Por Khayat

Acabo de chegar da Vila. Quem foi atrás dos ingressos nos postos de venda e chegou atrasado não viu os gols que definiram a partida. Com os reservas querendo mostrar serviço, foi dado o pontapé inicial e de cara o primeiro gol. Nova saída, retomada de bola e o segundo gol. Bem, com a fatura liquidada, bastou controlar a partida e jogar no contra-ataque.

Para isso, e ao menos por enquanto, temos Maikon Leite. Com a velocidade que lhe é característica, foi o melhor jogador em campo, apesar de inúmeras oportunidades de gol perdidas. Mas, como água dura em pedra mole tanto bate até que explode, Maikon Leite fez o seu no segundo tempo, definindo o placar.

Por diversas vezes procurei olhar a movimentação do treinador no banco de reservas, porém devido às circunstâncias da partida, Muricy estava numa tarde de Oswaldo de Oliveira. Um pouco de agitação só na segunda metade do segundo tempo, quando promoveu as alterações e passou a orientar de forma mais insistente os jogadores em campo.

Notas

Vladimir: Pelas defesas nas duas faltas cobradas por Baiano, nota 6,5

Pará: Hoje sem a quem marcar. Nota 6,0.

Bruno Aguiar: Marcou e rebateu com eficiência. Quase fez seu gol. Nota 6,5.

Vinícius: O segundo melhor jogador em campo. Nota 7,0;

Alex Sandro: Hoje não se aventurou a ser atacante. Nota 6,0.

Adriano: O guerreiro de sempre. Nota 6,5

Danilo: Com Muricy parece um pouco mais solto. Nota 6,5.

Robson: Se não tivesse visto seu nome no placar eletrônico nem saberia se ele estava em campo. Nota 4,0.

Alan Patrick: Melhor no primeiro tempo. Fez um gol, mas de um tempo para cá seu futebol encolheu. Nota 6,5.

Maikon Leite: Se tivesse concretizado todas oportunidades mereceria um 9,0. Como só fez um gol, nota 7,5.

Keirrison: Hoje bem melhor do que em outras partidas. Nota 6,5.

Moisés: Discípulo do Zezinho. Nota 3,5;

Dimba: Sem tempo e sem nota.

Emerson: O mesmo que Dimba.

Muricy: Discreto e eficiente. Nota 7,0.

A diretoria do Santos poderia ter dado um “presente Centenário” aos não sócios que hoje foram à Vila, permitindo que no ato da compra do ingresso para a partida contra o Paulista, também pudessem adquirir de forma antecipada o ingresso para o jogo da próxima quarta. O público e a arrecadação de hoje seriam bem melhores. Alguém duvida?

Concorda com o Khayat? O que você achou do jogo?


O Santos de Muricy e outras notícias sobre Libertadores

O tecnico Muricy Ramalho provou ontem que o Santos pode, sim, ser um time que faz muitos gols, sem se descuidar da defesa. O segredo é não atacar desordenadamente, é não deixar as costas desguarnecidas e dar oportunidades de contra-ataques aos adversários.

A vitória foi só por 2 a 1, mas poderia ter sido por quatro ou cinco, pois as chances mais claras de gol foram do Santos. A rigor, o time paraguaio só teve uma, e a concretizou devido, mais uma vez, à falha de marcação da defesa santista em uma bola pelo alto.

Tão bom quanto vencer no dia de seu aniversário, quando muitos já preparavam os rojões para comemorar a derrota santista, e manter vivo o sonho da terceira estrela, foi vencer sem sustos. Sim, depois de muito tempo o Santos alcanliu a vitória sem correr maiores riscos.

Mesmo nos tempos de Dorival Junior o setor defensivo do Santos não inspirava confiança. Não é à toa que os títulos do Paulista e da Copa do Brasil foram obtidos com derrotas nos jogos finais. O Santos era uma equipe que avançava sem cuidados defensivos. Agora, não.

A marcação, a diminuição de espaços do adversário, será feita já no ataque, retardando o avanço do adversário. E não se atacará mais em bolo, desordenadamente, como nos tempos dos técnicos anteriores.

E a vitória teve um sabor melhor ainda por ter sido obtida com tantos desfalques importantes, pois provou que a aplicação tática pode fazer deste Santos um grande time, mesmo sem craques como Neymar e Elano. Enfim, mais um triunfo daqueles para entrar na rica história santista.

Ingressos para o Pacaembu

A próxima quarta-feira é a oportunidade de a torcida santista provar que está realmente muito a fim desse título da Libertadores. Será o momento de lotar o Pacaembu para empurrar o time contra o Deportivo Táchira. Mais um momento, enfim, de vivermos, juntos, uma noite de festa. Espero que os preços dos ingressos sejam razoáveis e permitam uma lotação completa do estádio. Atenção: o jogo começará às 19h30m. Procure chegar mais cedo para evitar o trânsito.

Cuidados com a arbitragem argentina

Gostei de ouvir Muricy falar que convenceu o time a não se preocupar com a arbitragem. Isso é fundamental, principalmente para santistas, que normalmente são prejudicados por elas. Ontem mesmo o árbitro teve critérios diferentes para jogadores das duas equipes. Marcou faltas inexistentes a favor do Cerro e ignorou algumas pró-Santos.

Se analisarmos bem, veremos que o Santos tem tido dificuldades em quase todos os seus jogos nessa Libertadores. Será que é o preço de pertencer ao único país de língua portuguesa? Será que é porque ter tido a má sorte de ter seus jogos sempre arbitrados por trios argentinos?

Não se pode saber ao certo. O que se sabe é que contra o Táchira o trio será novamente argentino: Néstor Pitano será auxiliado por Ricardo Casas e Diego Bonfa. O quarto árbitro será o brasileiro Evandro Román.

Depois da arbitragem na Vila Belmiro, contra o Colo Colo, que conseguiu transformar uma goleada iminente em uma vitória dramática e tirou três titulares do Santos do jogo contra o Cerro, todo cuidado é pouco. Até porque só a vitória garantirá o Alvinegro Praiano nas oitavas de final.

A pressão sobre o Ganso

Como jornalista, cidadão e santista, confesso que fiquei enojado com a pressão exercida sobre o Ganso por alguns jornalistas brasileiros que foram ao Paraguai. Tive a impressão de que não foram trabalhar no jogo e sim querer tirar do jogador a promessa de que iria para o Corinthians tão logo o Santos fosse derrotado pelo Cerro Porteño.

Uma cena foi realmente patética: após um treino em Assunção, Ganso foi cercado e teve de responder a uma sabatina sobre a possibilidade de se transferir para o Corinthians. Respondeu, mais de uma vez, que tem contrato com o Santos até 2015 e que naquele momento estava concentrado na Libertadores e no jogo que teria logo mais com o Cerro Porteño.

Todos sabem que um atleta de ponta se concentra na competição com dias de antecedência. Este, aliás, é um dos trabalhos do técnico e de sua comissão: manter o atleta focado no jogo. Pois ali, anarquica e desrespeitosamente, alguns jornalistas faziam Ganso falar de um assunto sobre o qual não queria falar e que só o prejudicava e prejudicava o Santos.

Duvido que fariam o mesmo se fosse o contrário, ou seja, que cercariam um jogador corintiano às vésperas de um jogo decisivo para perguntar-lhe se, caso perdesse a partida e seu time fosse eliminado, se transferiria para o Santos. Sabem muito bem que tipo de reação teriam da comissão técnica e dos torcedores corintianos. E não fariam isso também por acreditaram que brigar com a torcida do Corinthians é perder quase 50% de seus leitores. Por isso essa coisa de populismo não é comigo.

Só que subestimam a força do Santos e de sua torcida. Deveriam já ter entendido que, nesses novos tempos em que a Internet atrai mais leitores do que os veículos tradicionais de comunicação, não dá mais para manipular as informações. E já deveriam ter percebido que a comunidade santista é das mais interativas, das que se mobilizam com mais rapidez e eficiência.

Não dá mais para tratar o Santos e seus torcedores de uma maneira diferente da qual tratam os outros grandes da Capital. Os jornalistas mais experientes já perceberam isso. Mas parece que alguns, provavelmene mais jovens, inexperientes ou arrogantes, só se dão conta da nova realidade quando exageram na dose e começam a despertar reações mais acaloradas dos santistas.

Para o tablóide, Santos ganhou apenas uma “sobrevida”

Outro dia um pessoal que trabalha no tablóide Lance reclamou, pelo twitter, que estava recebendo ameaçadas de santistas por causa da série de matérias que fazem afirmando que Paulo Henrique Ganso irá para o Corinthians: davam uma de coitadinhos e diziam-se perseguidos. Hoje, um dia após uma vitória redentora, obtida no dia do aniversário do clube, dia em que milhões de santistas estão felizes com seu time e com a maestria de Ganso – que repetiu pela enésima vez, publicamente, que pretende cumprir seu contrato com o Santos – estas pessoas do tabloide soltam uma matéria dizendo, logo nos títulos, que o Corinthians apenas “adiou o projeto Ganso”, pois o Santos ganhou uma “sobrevida” na Libertadores.

Essa postura deixa evidente que essas pessoas queriam que o Santos fosse eliminado da Libertadores, para que Ganso finalmente confirmasse o que noticiam. Mostra também que para este tabloide a vitória de ontem não quer dizer que o Santos lutará pelo título tão sonhado por seus milhões de torcedores, mas apenas ganhou uma “sobrevida” na competição, da qual será eliminado em breve. Ora, e depois não querem que o torcedor santista fique irritado com quem faz um jornalzinho tão parcial e sensacionalista.

O que a vitória de ontem representou para o Santos na Libertadores? Com Muricy Ramalho, o sonho da terceira estrela ficou mais real?


Os deuses jogaram com o Santos. Que vitória!

Com calma, técnica e inteligência, o Santos conquistou, em Assunção, sua vitória mais importante neste ano. 2 a 1 foi pouco. Quem visse o final da partida, com os santistas trocando passes e o Cerro assistindo ao jogo, enquanto seus torcedores abandonavam o estádio, não diria que um time estava desfalcado de Neymar e Elano e o outro era o líder do grupo até essa rodada.

O dedo de Muricy Ramalho foi visível. O sistema defensivo brilhou, com destaque para Adriano, Arouca e Jonathan. O Santos teve calma para esperar os momentos de picar o Cerro.

Ah, como é bom queimar a língua vendo Adriano jogar tão bem, roubando bolas e saindo com ela sem erro. Danilo também foi muito importante, principalmente pelo primeiro gol, mas pareceu cansar-se no segundo tempo.

Quanto a Paulo Henrique Ganso, falar o quê? Mesmo às vezes andando em campo, foi o maestro de sempre. Deu chapéus, segurou a bola, provocou cartões amarelos e serviu Maikon Leite para o segundo gol.

No final, faltou aproveitar os espaços para fazer o terceiro. Sobrou um pouco de preciosismo até. Ganso tentou dois gols por cobertura. Mas o jogo ainda não estava ganho. Digo isso porque sabemos que em uma jogada a defesa do Santos pode entregar.

Edu Dracena terminou com a língua de fora. Alex Sandro entrou meio paradão e Pará, mesmo com poucos minutos para jogar, errou um passe e conseguiu dar um contra-ataque para ao adversário que gerou uma grande defesa de Rafael e, na seqüência, o gol do Cerro.

Maikon Leite, mesmo fominha, substituiu bem a Diogo. Sua presença no ataque mantinha ao menos dois adversários lá atrás. Keirrison se esforçou, mas continua com dificuldades técnicas que parecem irreversíveis.

O resultado foi magnífico. Agora, é preciso vencer o Deportivo Táchira, no Pacaembu, para garantir a vaga para as oitavas. Como a Libertadores já ensinou, não há jogo fácil. Mas, se jogar com calma, seriedade e inteligência, como hoje, proporcionará outra grandes festa aos seus torcedores.

Ufa, acho que agora dá para sonhar com o título da Libertadores. Há um técnico no banco que entende de futebol, tem personalidade e sabe se impor.

Reveja a grande vitória do 99º aniversário:

E você, o que achou de Cerro Porteño 1, Santos 2?


À Espera de um Milagre em Santiago do Chile

Há uma possibilidade de o Santos empatar com o Cerro Porteño, na quinta-feira, e ainda ir para a rodada final de seu grupo com grandes chances de classificação para a próxima fase da Libertadores: é o Deportivo Táchira não perder o jogo que fará hoje, às 21h30n (horário de Brasília), contra o Colo Colo, em Santiago do Chile – com transmissão pelo Sportv 2.

Se der a lógica e o Colo Colo vencer o Táchira, só mesmo a vitória contra o Cerro manterá o Santos com chances de classificação. Porém, se o Táchira repetir o desempenho contra o Cerro, na única partida que fez fora de casa, e arrancar ao menos um empate hoje, permitirá que o Santos continue vivo mesmo com um empate na quinta-feira.

Isso acontecerá porque com um empate nos dois jogos do grupo, hoje e quarta, o Santos irá para a última rodada com seis pontos ganhos, contra sete do Colo Colo e nove do Cerro Portenõ (o Táchira ficará com três pontos e estará eliminado).

Assim, na última rodada, o Alvinegro Praiano poderá chegar a nove pontos e garantir a vaga com uma goleada sobre o Táchira. Como o Santos fará a última partida diante de sua torcida, contra um time fraco e sem chances de classificação, a goleada será um resultado provável.

É complicado depender, hoje, do limitado Táchira, para melhorar sua situação, mas é o preço que o Santos paga por ter sido o único que não venceu os venezuelanos na casa deles. Se tivesse vencido, poderia perder para o Cerro na quarta e ainda assim obteria a classificação vencendo o Táchira na última rodada.

Táchira, que ainda tem chance, gosta de jogar fora de casa

Tem veículo de imprensa, como o globoesporte.com, dizendo que o Táchira já está eliminado. Mas não é verdade. Como tem dois pontos ganhos, o time pode chegar a oito, caso vença Colo Colo e Santos, o que poderá lhe dar a vaga caso Santos e Colo Colo não vençam o Cerro Porteño.

O técnico do time venezuelano, Jorge Luis Pinto, tem a estranha teoria de que é melhor jogar fora de casa, onde seu time sente menos pressão. Na prática, os resultados de sua equipe têm confirmado isso. Em casa, além do empate sem gols com o Santos, perdeu para Colo Colo (4 a 2) e Cerro Porteño (2 a 0), enquanto na única partida que fez fora arrancou um empate inesperado contra o Cerro Porteño (1 a 1).

No Colo Colo, que ainda anda às voltas com o campeonato chileno, o técnico Américo Gallego não terá o zagueiro Andrés Scotti e o meio-campo Cristóbal Jorquera, expulsos contra o Santos. Além deles, outro jogador de defesa, Nelson Cabrera, recupera-se de uma contusão e talvez não possa jogar. Assim, a zaga pode ser formada por Agustín Alayes e Sebastián Toro, que não estão entrosados.

Outra boa notícia para os secadores do Colo Colo é que seu goleiro é o conhecido Juan Castillo, ex-Botafogo, famoso por deixar passar bolas fáceis. A má notícia, porém (para os santistas), é que, recuperados de lesões, retornam o artilheiro Esteban Paredes e o meia Rodrigo Millar.

Confira a situação do Grupo do Santos no site da Conmebol

Os times mais prováveis para o jogo de hoje são:

Colo Colo
Juan Castillo; Paulo Magalhaes, Agustín Alayes, Sebastián Toro, Patricio Jerez; Luis Mena, José Domingo Salcedo, José Pedro Fuenzalida, Rodrigo Millar, Esteban Paredes (Lucas Wilchez) e Ezequiel Miralles.

Deportivo Táchira
Manuel Sanhouse; Gerzon Chacón, Walter Moreno, Andrés Rouga, José Yegüez; Diego Guerrero, Pedro Fernández, Mauricio Parra, Edgar Pérez Greco; Julio Gutiérrez e Sergio Herrera.

O Santos de Falcão estréia no Paulista às 19h30m, na ESPN

Com destaque para Falcão, que acaba de atingir a marca de 302 gols com a camisa da Seleção Brasileira, o a equipe de futsal do Santos estréia às 19h30m no Campeonato Paulista enfrentando o São José em São José dos Campos.

O jogo será realizado no ginásio do Tênis Clube São José dos Campos e deverá atrair ótimo público, pois o Santos tem sido a sensação do futsal brasileiro nesta temporada.

O patrocínio do fustal santista é da Cortiana Plásticos, Centro Universitário Lusíada e Votorantim Cimentos, com apoio do Laboratório Cellula Mater e da Prefeitura de Santos.

E você, acha que é possível dar uma maravilhosa zebra em Santiago, ou o jeito é o santista nem esperar por este milagre?


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