Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Quais reservas do Santos se destacaram na vitória sobre o Ceará?

Confesso que não vi o jogo, por isso peço a ajuda dos companheiros do blog que assistiram a bela vitória contra o Ceará. Pelos melhores momentos e pelos comentários de alguns portais, deu para perceber que Aranha, Bruno Aguiar e Felipe Anderson foram alguns dos destaques santistas. Quem mais?

Como se saiu Vinicius Simon? E Diogo, jogou bem mesmo, ou só fez aquele golaço? E Alan Kardec? E o garoto Anderson Carvalho? Escreva que eu só quero ler os comentários e aprender com vocês.

Reveja os gols de Ceará 2 x 3 Santos:

Quais dos santistas que venceram o Ceará você levaria para o Mundial?


Análises de Diogo, Possebon, Tiago Alves e Felipe Anderson

Quando saiu do Brasil, em 2008, o atacante Diogo era nome garantido para as futuras Seleções Brasileiras. Atacante que fazia tudo certo, ele driblava, chutava bem, marcava gols e tinha até o significativo apelido de “Matador”.

Da mesma forma, Rodrigo Possebon, aos 18 anos, idade em que o Manchester United tirou-o do Internacional de Porto Alegre, impressionava pelo porte elegante (1,84m, 77 quilos) e o estilo de jogo que poderiam fazer dele, no futuro, um novo Falcão.

Ambos, porém, decepcionaram na Europa e, de volta ao Brasil, continuam decepcionando. Não sei o que aconteceu para que não evoluíssem, não sei se o futebol europeu acabou com a espontaneidade de seus jogos, mas o certo é que perderam a embocadura. Não estão fazendo por merecer vestir a camisa do Santos. A pergunta que fica é: até quando um time deve continuar bancando a carreira de jogadores que não parecem capazes de jogar bem?

Digo isso porque contra o Palmeiras, ficou evidente que a equipe melhorou, ganhou mais vida e dinamismo, quando Diogo e Possebon foram substituídos por Felipe Anderson e Tiago Alves. Inteligente como costuma ser, o torcedor, já se pergunta: se o Santos tem dois Meninos da Vila que podem jogar melhor do que esses vindos de fora, por que lhes dá mais oportunidades agora que Ganso, Elano e Neymar estão na Seleção?

Tiago, se quiser, jogará muito bem

O rápido e individualista Tiago Alves lembra a mim mesmo, quando jogador de peladas. Houve uma época, curta mas educativa, em que cheguei à conclusão de que poderia driblar quem aparecesse na minha frente e depois fazer o gol. Minha lógica era a seguinte: se tenho mais habilidade, sou mais rápido e posso driblar com facilidade o primeiro marcador, por que não driblo também o segundo, o terceiro, e vou direto pro gol?

No primeiro jogo em que coloquei esta filosofia em prática, cheguei a enfileirar dois ou três adversários, mas, invariavelmente, acabava perdendo a bola. Depois da surpresa inicial, o time contrário já se precavia mais na minha marcação e, como eu havia me tornado um jogador previsível, que não passava a bola pra ninguém, passei a ser marcado sem problemas.

Em dado momento um companheiro fez um comentário ruim a meu respeito, ao que um outro jogador do nosso time, mais experiente, comentou: “Esse aí pode jogar bem, se quiser”. Pois é o mesmo comentário que faço hoje a Tiago Alves e espero que essas palavras cheguem a ele.

Com ótimo arranque e facilidade para o drible e o chute, Tiago Alves poderá se transformar em um atacante muito mais perigoso se, volta e meia, servir a um companheiro melhor colocado. Sim, jogar bem não é só fazer gols de placa, como ele deve entender, mas ajudar o time a sair de campo com a vitória.

Se Tiago tiver em dúvida de como agir, que se espelhe na atuação de Messi ontem, contra a Costa Rica. Muito marcado, passou a apenas distribuir o jogo, em um toque só. Quando lhe deram mais espaço, imaginando que não tentaria mais as jogadas individuais, ele foi pra cima e decidiu a partida, mesmo sem fazer gols. Passou a dar assistências tão precisas que foi escolhido o melhor em campo, mesmo sem marcar.

Felipe Anderson só precisa jogar mais

Assisti ao teipe de Palmeiras e Santos ontem, reparei bem na atuação de Felipe Anderson e digo sem pestanejar que não dá para o rapaz ficar no banco enquanto Diogo é escalado. Felipe tem aquela chama da criatividade e habilidade que só toca a alguns. Ele dá a impressão de que pode fazer algo importante quando pega a bola, ao contrário de Diogo, que parece querer apenas desvencilhar-se dela.

Já disse isso e repito: se há algum desses Meninos que pode exercer a função de Ganso no futuro, este é Felipe Anderson. Por isso, espero que seja muito bem preparado e orientado por Muricy Ramalho. Insistir com jogadores decadentes e deixar no banco um jovem promissor, criado na própria Vila Belmiro, não combina com as tradições do Santos.

E você, o que acha de Diogo, Possebon, Tiago Alves e Felipe Anderson?

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Uma noite para ser muito feliz. Com ou sem sofrimento…


A praia não é de Santos. Só o sonho de que esta noite o futebol se transforme em brincadeira de criança

Há torcedor que não gosta de sofrer. Bem, ninguém gosta, mas se você escolhe um time de futebol para torcer e se apaixona por ele, não dá pra fugir desta sina.

Porque a verdade é que torcedor sofre muito, mesmo nas vitórias. Pois até que o árbitro soe o apito final, pode ser um drama. Como no jogo contra o Colo Colo, na Vila Belmiro, por exemplo…

O gol de Neymar lavou nossa alma, nos fez reviver o nirvana do primeiro semestre de 2010. Alguns minutos depois, porém, o Alvinegro penava para garantir a vitória dramática.

Futebol é assim. Muda como o céu nos dias de verão. O sol claro pode dar lugar a nuvens escuras em um piscar de olhos. Os dentes que sorriem são os mesmos que rangem de aflição.

Há torcedor que disfarça, que finge não ser fanático, que diz tratar o futebol apenas como “onze homens correndo atrás de uma bola”. A maioria mente para si mesmo.

Há também aquele, o jornalista esportivo, que se diz imparcial, que se julga capaz de analisar o seu time com o mesmo distanciamento com que analisa os outros. Não acredite…

Minhas piores discussões sobre futebol foram com jornalistas que torcem para outros times e que na tevê ou no rádio fingem que são aficionados da Ponte Preta, do XV de Jaú, do Juventus…

Hipócritas. Que eu perdôo, porque são meus amigos, mas que não deixam de ser hipócritas. São os mesmos que me tratam de santista fanático. Como se eu não os conhecesse…

Uma noite de todos os santistas

Mas hoje à noite não haverá mais ninguém na face da Terra e não se ouvirá mais nenhum barulho a não ser o bater forte dos corações santistas.

De Assunção, onde o Santos terá mil torcedores nas arquibancadas do Estádio General Pablo Rojas, até o grão-ducado de Luxemburgo, onde vive o amigo Marcelo Fernandes – que acordará às três da manhã para ver o jogo – haverá olhos bem abertos acompanhando cada lance do duelo.

Só de leitores do meu blog, posso garantir com a ajuda do Google Analytics, que haverá santistas dos Estados Unidos, Japão, Espanha, Itália, Portugal, Alemanha, Polônia, Áustria, Canadá, Angola, Austrália e mais 40 países – todos preocupados, sobressaltados pelo jogo de hoje (que para muitos, pelo fuso horário, já será o jogo de amanhã).

Cem por cento ao lado do time

Sei que sou exigente e já critiquei além da conta alguns jogadores do Santos. É o mal do torcedor que um dia se acostumou com a perfeição.

Mas hoje é preciso mais amor do que raiva. Se eu estivesse em campo e o Adriano me errasse um passe de três metros, eu lhe diria: “Tudo bem, garoto. Capricha mais no próximo.”

Hoje é noite de concentrar todas as energias na busca pela vitória redentora. Claro que eu sei que é difícil. Se com o time completo, o Santos não venceu Táchira e Colo Colo fora de casa, por que ganharia agora, com um time improvisado?

Mas aí é que está. Hoje é tudo ou nada. Como dizem, chegou o dia da onça beber água. Ou vai ou racha. E, quaisquer que sejam os jogadores, a camisa branca, impoluta, sagrada, será a mesma que já fez meio mundo tremer. E ela tem poderes…

O Santos anda machucado, é verdade, mas um leão ferido não geme e nem se esconde pelos cantos. Ele pula na jugular do inimigo. E é assim que este Santos jogará hoje.

O mesmo time de tantas viradas lutará para conquistar mais uma. Não será fácil derrotar os paraguaios na sua fortaleza. Mas se há um time que pode dar essa volta por cima, é o Alvinegro Praiano.

Juntos, para sempre

Imagino a força da energia que nós, santistas do mundo, estaremos gerando durante a partida. Será que ela poderá desviar as bolas do nosso arco e faze-las entrar no gol adversário?

De qualquer forma, que esta união não se desmanche depois, qualquer que seja o resultado. Pois, além de vitórias e derrotas, o essencial é estarmos juntos, pois novos desafios sempre vêm e – nunca podemos nos esquecer disto – torcer para o Santos é, acima de tudo, uma boa causa.

E como está seu coração para o jogo de hoje? Acha que sofreremos muito?


A esperança do santista vem do alto

Não estou falando só dos deuses do futebol, mas também da estratégia do técnico Muricy Ramalho, que preferiu escalar dois jogadores altos no ataque – Keirrison, 1,83m; e Diogo, 1,81m – e passou o treino de ontem pedindo para Pará e Jonathan, pela direita, e Léo e Alex Sandro, pela esquerda, cruzarem bolas para os dois atacantes.

Não é o tipo de jogo preferido dos santistas, mas foi assim que os times de Muricy ganharam quatro títulos brasileiros em seis anos. Se o time paraguaio fizer jus ao nome e entrar com uma defesa “cerrada”, o centro alto poderá definir o jogo.

Mesmo sem estar em ritmo de jogo, após a contusão muscular, Arouca voltará ao time, no lugar de Elano. Ele e Adriano serão os marcadores do meio-campo. Danilo, além de marcar, terá liberdade para apoiar o ataque, e Paulo Hernrique Ganso ficará com a incumbência de coordenar os ataques.

Na defesa, Johathan, também voltando de contusão, será o lateral-direito, no lugar de Pará. O time do Santos para operar o milagre de Assunção será formado por Rafael, Jonathan, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Arouca, Danilo e Paulo Henrique Ganso; Diogo e Keirrison.

Cerro também quer vencer. Mas o empate estará bom…

O técnico do Cerro, o argentino Alberto Astrada, disse que seu time jogará pela vitória, já que os três pontos garantirão a passagem para a próxima fase. Mas admitiu que o empate não será um mau resultado:

“En principio tenemos que pensar en cómo conseguir los tres puntos; pero en la medida como se da el partido, el empate tampoco es un mal resultado”, disse a uma tevê local, explicando que com o empate o Cerro continuará dependendo de suas próprias forças.

Para o Santos, porém, o empate já seria terrível, pois na última rodada é bem provável que los hespanos Colo Colo e Cerro combinem um empate que classificará a ambos, deixando o Santos de fora.

Você acha que Muricy está certo de formar a dupla de ataque com Keirrison e Diogo, ou preferiria que Maikon Leite fosse escalado? E o jogo aéreo, pode ser mesmo eficiente?


O bom e o ruim do empate com o Táchira

O empate sem gols de ontem, com o Táchira, decepcionou muitos santistas. Estou certo de que se a bola de Danilo tivesse entrado, ou o bandeirinha não tivesse marcado impedimento passivo de Elano em um lance claro de gol, a reação seria outra. Uma vitória, mesmo por 1 a 0, mudaria o humor dos torcedores e aumentaria a confiança pelo título na Libertadores.

E, mesmo fora de casa, em um estádio com 40 mil torcedores contrários, o Santos comandou a partida durante a maior parte dela. Entrou marcando no campo adversário, teve mais a posse de bola e criou algumas chances. Enfim, dominou a maior parte do primeiro tempo.

Voltou inseguro no segundo, chegou a sofrer alguma pressão do Táchira, mas na metade do segundo tempo, com as entradas de Adriano no lugar de Pará e de Alex Sandro no de Léo, voltou a ganhar, literalmente, mais fôlego para dominar também a última parte do jogo.

A sensação de vitória esteve próxima várias vezes, mas a flagrante dificuldade de se chegar ao gol adversário, pela falta de atacantes, não a concretizou. Além de Neymar, Zé Eduardo e Elano, quem mais, no Santos, poderia marcar um gol contra o Táchira?

Leio e releio os comentários neste blog e percebo que a decepção maior não foi pelo empate e nem pelo fato de não ter gols; não foi pela falta de garra da equipe, que se empenhou; não foi contra um ou outro jogador, apesar de alguns terem ficado abaixo do que podem. A decepção veio com a escalação medrosa da equipe, com três volantes, contra o time teoricamente mais fraco do grupo.

Arouca, Rodrigo Possebon, Danilo e Elano é muita gente para o meio-campo, e é muito pouca gente para armar as jogadas, já que esta incumbência ficou exclusivamente com Elano, um jogador que, já se sabia, seria marcado com rigor especial.

Possebon foi muito bem, principalmente no primeiro tempo, mas só faz o simples, não dá uma metida de bola, não cria nada depois do meio-campo. Arouca até avança, mas lhe falta a habilidade do passe, ou o chute vencedor. Danilo é errático demais para ser titular. Sem contar que teve a bola do jogo, embaixo das traves, e ao invés de estufar as redes, mesmo de bico, empurrou para o goleiro. Sobrou toda a criação para quem? Elano! Justo aquele que teria marcação especial, como tinha anunciado o técnico Jorge Pinto, do Táchira.

O óbvio seria, ao invés de Danilo, um meia mais criativo. É o lugar que espera por Paulo Henrique Ganso. Mas, enquanto ele não vem, já que Adilson não quis levar o garoto Felipe Anderson, que escalasse Alan Patrick. Alguém que pense em ataque, que possa tabelar, lançar, chutar a gol, encostar nos atacantes e fazer jogadas.

Sem este meia, Neymar e Diogo tiveram de se virar mais do que charuto em boca de bêbado lá na frente. Pelas circunstâncias, não foram mal. Movimentaram-se, correram, criaram algumas oportunidades, mas estavam sozinhos e distanciados contra um batalhão de adversários. Esta fórmula nunca dá certo, a não ser que haja mais meias atacantes.

Mas Zé Eduardo, Maikon Leite e Keirrison, responsáveis por fazer do Santos o ataque mais positivo do Campeonato Paulista, estavam no banco de reservas – e, deles, apenas Zé Eduardo entrou, no segundo tempo, no lugar de Diogo. Ou seja, trocou-se seis por meia dúzia, pois o time continuou com apenas dois atacantes.

Por que não um time para todos os jogos?
Não sei se estou sendo saudosista, mas nos áureos tempos do futebol, os times tinham a mesma escalação dentro ou fora de casa. O Palmeiras jamais alteraria o seu meio-campo com Dudu e Ademir, ou o Santos com Zito e Mengálvio. A prioridade era colocar os melhores em campo, e não os que funcionavam melhor taticamente.

Essa coisa de opção tática começou, no Santos, em 1967, quando o técnico Antoninho às vezes preferia colocar Abel na ponta-esquerda, no lugar de Edu. A torcida, é claro, ficava maluca, pois mesmo sem ajudar tanto o meio-campo, Edu era um jogador espetacular e Abel apenas um craque.

Hoje os professores têm uma estratégia para cada jogo, dependendo do adversário, do lugar, da altitude, do juiz, do tempo, da pressão atmosférica etc. Será que isso realmente funciona? Acho que é complicar algo que pode ser mais bem mais simples. Aliás, ao invés de pedir aos jogadores para “fazer o simples”, Adilson Batista talvez devesse seguir o seu próprio conselho.

Qual o melhor time que o Santos pode colocar em campo hoje? A defesa que jogou ontem, com Pará na lateral-direita e Léo na esquerda (eventualmente substituídos por Danilo e Alex Sandro), Edu Dracena e Durval na zaga, Rafael no logo. Defesa, aliás, que jogou muito bem ontem, principalmente o valente Durval, que limpou tudo lá atrás. Foi possível perceber, também, que num jogo desses, de maior pressão, a experiência e a liderança de Edu Dracena ajudam a tranqüilizar as coisas lá atrás.

No meio, Arouca, Possebon e Elano devem jogar, mas ou o quarto homem tem de ser um meia, como Ganso, Alan Patrick ou Felipe Anderson; ou se mantém os três do meio e se escala o ataque com três jogadores: Neymar, Zé Eduardo e Maikon Leite. Este é o óbvio. Este é fazer o simples.

É muito mais fácil pedir para um atacante voltar para ajudar na marcação, do que pedir para um jogador de marcação ajudar o ataque. Destruir não exige tanta prática e perfeição como criar jogadas ofensivas. Pelé também sabia marcar e roubar bolas, como Pepe e Dorval. E a vantagem era que o técnico Lula não precisava, em jogos fora de casa, tirar Pepe ou Dorval para escalar mais volantes.

Adilson Batista é inventor ou científico? O futuro dirá

Em Minas Gerais Adilson Batista deixou fama de ser um técnico que inventa, que não faz o simples, que escala jogadores fora de suas posições. Por isso, trouxe de lá o apelido de “Professor Pardal”. No Santos, quem o acompanha de perto diz que é um workaholic, alguém que trabalha muito, que faz questão de saber as estatísticas de cada jogador logo após as partidas, para analisar os passes certos, errados, roubadas de bola, chutes etc. E também, dizem, é um técnico extremamente correto, sem esquema com empresários.

Por essas qualidades, torço por ele. É bom saber que o Santos tem um técnico que trabalha, é honesto e não usa da profissão para tirar vantagens ilícitas e antiéticas. Mas, na verdade, ser honesto é obrigação. Para ser o técnico que o santista quer é preciso ser também competente, ousado, motivador e passar essa determinação à equipe.

E é preciso, finalmente, ter a consciência de que o Santos não é o time que fez mais gols na história do futebol por acaso. Se o Alvinegro Praiano estréia em uma competição tão aguardada, com um empate em 0 a 0, a sensação que fica sempre será de frustração. A não ser que o 0 a 0 valha o título.

Que lições o Santos deve tirar desse empate com o Táchira? O Santos deve ter um time titular para todos os jogos, ou o técnico deve escalar conforme as circunstâncias?


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