Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Dossiê pela unificação dos títulos brasileiros

Livro do Dossiê está na gráfica. Logo mais você poderá ter o seu


Seis clubes tiveram seus títulos brasileiros reconhecidos devido a este livro. E agora ele pode ser seu.

É com muita alegria que eu e o companheiro José Carlos Peres anunciamos que o Dossiê que conseguiu a oficialização de 14 títulos brasileiros, entre eles seis do Santos, já está na gráfica – a Stil Graf, a melhor de São Paulo – e logo estará à disposição dos interessados.

O livro é um documento sólido, de 320 páginas, com documentos, fatos, argumentos, testemunhos, que retrata o trabalho perseverante pelo reconhecimento dos títulos brasileiros a partir da Taça Brasil de 1959.

Através dele você poderá acompanhar a evolução histórica e a linha de raciocínio – lógico – que levou à oficialização dos títulos por parte da CBF, Conmebol e Fifa.

Teremos mais de um evento de lançamento do Dossiê, para contemplar as várias torcidas que querem o livro. Finalmente todos poderão conhecer a verdade sobre o reconhecimento.

Esperamos que não só os que foram favoráveis a ele, mas também os opositores o leiam, para constatar que houve justiça e mérito na unificação dos títulos brasileiros – medida que impediu o esquecimento da fase de ouro do futebol nacional, em que todos os titulares e reservas da Seleção Brasileira atuavam em nosso país.

Se fosse vendido em livrarias, ele custaria perto de 100 reais, mas faremos um preço bem especial na fase de lançamento. O livro também será oferecido pela Internet e poderá ser adquirido através deste blog e pelo site Unifica Brasil, em fase de construção.

Posso reservar um exemplar do Dossiê para você? Preencha este formulário e faça sua reserva.


Hoje tem mar branco no Pacaembu contra o perigoso Once Caldas


Na segunda-feira o Santos foi o protagonista da festa de encerramento do Campeonato Paulista. Hoje terá de esquecer tudo e se esforçar para superar o forte Once Caldas (Fotos: Teofilo Pereira/Federação Paulista de Futebol)

O título paulista deu aos santistas a impressão de que passar pelo Once Caldas e chegar à semifinal da Copa Libertadores não será problema. Afinal, basta um empate no jogo de hoje, às 22 horas, no Pacaembu. Mas esse estranho Once Caldas exige cautela. O time não perdeu um jogo dos quatro que fez fora de casa e vem de uma vitória surpreendente sobre o Cruzeiro, em Minas, por 2 a 0. Além do mais, terá de volta o seu trio atacante titular, formado por Carlos Carbonero, Dayro Moreno e Wason Rentería.

Outro detalhe é que o Once Caldas treinou no CT do Palmeiras e o técnico Juan Carlos Osório provavelmente aproveitou para pedir algumas orientações a Luiz Felipe Scolari sobre a melhor forma de enfrentar o Santos (ambos conversaram reservadamente).

Sem Jonathan, machucado, Muricy Ramalho deverá escalar o Alvinegro Praiano com Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo, Adriano, Arouca, Elano e Alan Patrick; Neymar e Zé Eduardo.

O time colombiano, que não terá o lateral-direito Elkin Calle, expulso no jogo de ida, deverá jogar com Luis Enrique Martínez; Yedinson Palacios, Diego Amaya, Alexis Henríquez, Luis Núñez; Hárrison Henao, Alexander Mejía, Matías Mirabaje, Carlos Carbonero, Dayro Moreno y Wason Rentería.

A arbitragem ficará a cargo de um trio chileno: Enrique Osses será auxiliado por seus compatriotas Francisco Mondria e Juan Maturana. Não os conheço, mas fico mais tranqüilo por não serem argentinos.

Minha previsão: jogo disputado, mas dará Santos

Além de um valoroso adversário, o Santos terá outro oponente, hoje, no Pacaembu: ele próprio. O relaxamento que vem após um título como o de domingo pode fazer o time fraquejar justamente no momento em que é preciso mais garra e determinação. Estou certo de que Muricy Ramalho está tomando todas as providências para fazer a equipe entrar em campo com a mesma concentração que tem demonstrado na Copa Libertadores, mas que o risco existe, existe.

Por outro lado, a vitória sobre o Cruzeiro, nas oitavas, fez o Once Caldas acreditar em milagres. Entretanto, não fosse a expulsão de Roger, ainda no primeiro tempo, e os muitos gols perdidos pelo time de Minas Gerais, e o Santos estaria enfrentando a forte equipe de Cuca nessas quartas-de-final.

De qualquer forma, a volta do titular Carbonero, expulso em Minas, e a confiança de que poderá vencer a partida, dá muita força ao adversário do Santos, hoje. Creio que o Once Caldas será um time que lutará até o fim e só esmorecerá se o Santos colocar uma vantagem de dois gols, o que o obrigaria a marcar três vezes para conquistar a vaga.

Não dá para prever se Muricy colocará o Santos no ataque logo de início, para decidir a classificação de imediato, ou inicialmente manterá a equipe mais atrás, esperando as oportunidades de contra-atacar. Acredito que o Alvinegro Praiano jogará de acordo com as propostas e fraquezas do adversário.

Como a maior preocupação do Once Caldas, hoje, será ofensiva, provavelmente Neymar e Zé Eduardo tenham um pouco mais de liberdade, o que poderá ser decisivo. De qualquer forma, as investidas de Arouca, Elano, Danilo e Léo poderão fazer a diferença.

Torço para que tudo dê certo e o Santos saia do Pacaembu classificado e com uma goleada, porém temo que o jogo possa ser mais difícil do que a gente imagina e tenhamos de comemorar uma classificação no fio da navalha, ou seja, com um empate.

A campanha para o selo do Centenário continua até 1º de junho

Se ainda não enviou, não deixe de enviar sua mensagem à Empresa de Correios e Telégrafos explicando porque o Centenário do Santos Futebol Clube merece um selo comemorativo. Só faltam mais duas semanas. O prazo vai até 1º de junho. Entre no link, faça um cadastro rápido e simples e mande sua mensagem. Este gol ninguém pode fazer por você. O Santos agradece.

Clique aqui para enviar à ECT a sugestão de que o Centenário do Santos seja homenageado com um selo comemorativo em abril de 2012

No PFC, Carlos Alberto Torres aprovou a Unificação

Ouvia falar que Carlos Alberto Torres era o único jogador campeão da Taça Brasil que não concordava que a conquista valesse como título brasileiro. Ontem fui ao Rio participar, ao lado capitão do Tri, do “Programa do Sócio PFC”, apresentado por Sérgio Lobo, e pude constatar que Carlos Alberto não só aprova a Unificação, como ficou muito feliz com ela. Chegou a dizer que naquela época ser campeão era mais difícil, pois os times eram mais fortes, já que todos os melhores jogadores brasileiros atuavam no País.

Pude, mais uma vez, esclarecer pontos ainda desconhecidos por muitos sobre a Unificação dos Títulos Brasileiros e anunciar que daqui a 40 dias o Dossiê finalmente estará à disposição dos interessados. Eu e José Carlos Peres conseguimos um preço promocional nos eventos de lançamento do Dossiê, para que todos os interessados nesse capítulo essencial da história do futebol brasileiro possam conhece-la e tirar todas as suas dúvidas.

Por que o anúncio da Soir Lingerie

Você deve ter notado que no alto do blog há um banner da Soir Lingerie. E deve ter se perguntado: o que um anúncio de lingerie faz em um blog que fala de futebol? Bem, eu sei que o homem santista gosta das coisas boas da vida. E uma delas, é claro, depende de manter um bom relacionamento com a mulher amada.

Descobri que, até mais do que flores, uma lingerie de presente (no número certo dela, claro), é como um bom goleiro: opera milagres. Decidi, então, dividir essa descoberta com os amigos do blog. E só aceitei o banner porque a loja virtual Soir Lingerie é do Vítor Abreu, santista fanático como a gente, honestíssimo, que trabalhou comigo na sede do Santos em São Paulo.

Ah, é só clicar no banner e você verá toda a linha de produtos da Soir Lingerie. Não são os gols do Santos, mas eu acho que lhe trarão, também, muita alegria. Sem contar que os preços são muito bons e você não precisará entrar em uma loja para comprar. É só clicar.

Mas antes de pensar em confraternizações, foquemos no Once Caldas. Como o Santos tem de jogar para não ser mais um surpreendido pelos colombianos?


Comparar a Taça Brasil com a Copa do Brasil é o grande equívoco daqueles que são contrários à unificação

De todos os argumentos que ouvi contra a unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959, o único que ainda consegue sobreviver – para algumas pessoas – é o de que a Taça Brasil era um torneio e não um campeonato e que sua sucessora é a Copa do Brasil e não o Campeonato Brasileiro. Mas só mesmo quem não conhece a história do nosso futebol pode ser enganado por essa falácia.

“Em alguns países a copa veio antes do campeonato e continuam coexistindo até hoje”, argumentam. Sim, talvez isso tenha acontecido em outros países. Mas no nosso a Taça Brasil foi criada para definir o campeão brasileiro, assim como o Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1967 a 1970, assim como o Campeonato Nacional, a partir de 1971, e o Campeonato Brasileiro, a partir de 1989.

Desde 1959 a competição nacional que definiu o melhor time do ano já teve uma infinidade de nomes: Taça Brasil, Torneio Roberto Gomes Pedrosa, Taça de Prata, Campeonato Nacional, Copa de Ouro, Taça de Ouro, Copa João Havelange, Copa União, Campeonato Brasileiro…

Mas o objetivo de todas essas competições era um só: dar ao seu vencedor o título de campeão brasileiro. Elas evoluíram, uma substituiu a outra. Após cumprir sua função, elas foram substituídas por uma pretensamente mais moderna e abrangente e assim se chegou a este campeonato em pontos corridos em turno e returno, fórmula consagrada na Europa, mas só adotada no Brasil a partir de 2003.

História exige coerência

A análise histórica, para ser justa, exige coerência. E não há nenhum motivo para se considerar os campeões brasileiros apenas a partir de 1971. Vejamos:

1 – A CBD comandou o futebol brasileiro até o surgimento da CBF, em setembro de 1979. Portanto, tanto a Taça Brasil, como o Roberto Gomes Pedrosa/ Taça de Prata e o Campeonato Nacional, foram competições oficiais criadas pela CBD para definir o campeão brasileiro. Isso está documentado, é de conhecimento público e tem o testemunho de João Havelange, o presidente da entidade. Por que só uma competição seria homologada pela CBF e as outras não?

2 – A partir de 1971, o “Campeonato Nacional”, com suas várias denominações, passou a se assemelhar mais a um torneio do que a Taça de Prata, sua antecessora. Enquanto a principal competição do país em 1967, 69, 69 e 70 tinha poucos e seletos clubes e incluía jogos de todos contra todos, o “Nacional” era composto de uma infinidade de chaves eliminatórias. Portanto, se a CBF decidir que deve prevalecer apenas o conceito de campeonato com pontos corridos e turno e returno, o Brasil só terá campeões a partir de 2003.

Taça Brasil e Copa do Brasil só se parecem no “Brasil”

Enquanto existiu, a Taça Brasil definiu o representante brasileiro na Copa Libertadores da América. Depois, ela foi substituída pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa e nunca mais voltou. Fez a sua parte e foi extinta.

A Copa do Brasil foi criada no final dos anos 80, 30 anos depois da extinção da Taça Brasil, para dar oportunidades a clubes que não se classificavam para o Campeonato Brasileiro. A Copa do Brasil nunca foi a competição nacional mais importante do ano, nunca deu ao seu vencedor o título de campeão brasileiro. É bem diferente.

O vencedor da Taça Brasil era o campeão brasileiro. O vencedor da Copa do Brasil é o vencedor da Copa do Brasil, Não sei se deu para entender…

As formas de disputa são parecidas, mas o objetivo, o contexto histórico e a relevância de cada competição são muito diferentes. Peru e urubu são até meio parecidos, mas você não quererá comer um urubu na ceia de Natal, não é?

Todos os times ansiavam participar da Taça Brasil, mas para isso tinham de ser campeões em seus Estados. Era difícil, claro, e nem todos conseguiam. Mas o melhor do futebol brasileiro estava sempre representado. É o mesmo que ocorre hoje com a Copa Libertadores. Que time não gosta de participar da principal competição sul-americana? Mas nem todos conseguem, pois é preciso obter a classificação. Simples.

Na verdade, não é nada difícil perceber que o Brasil tem campeões nacionais desde 1959. Mas, acho que já deu para perceber, nem todos querem explicar. Muito preferem manter a confusão de idéias, pois isso favorece seus objetivos.

Porém, por ser verdadeira e justa, a unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959 será homologada pela CBF. E após um chororó inicial de alguns maus desportistas, a comunidade futebolística do Brasil e do mundo aplaudirá essa medida sensata e redentora.

Você tem alguma dúvida sobre a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa? Aproveite que está diante do autor do Dossiê e pergunte o que quiser.


Sim, a CBF receberá o Dossiê. Mas é apenas um passo…


Jornal da Tarde, Gazeta Esportiva e o próprio Boletim Oficial da CBD tratam Cruzeiro (1966), Santos (1961/62/63/64/65/68) e Fluminense (1970) como campeões brasileiros

Ontem surgiu a notícia, divulgada equivocadamente pelo diretor de futebol do Cruzeiro, Dimas Fonseca, de que na próxima quarta-feira a CBF anunciará a unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959, ratificando o que já é oficial pela CBD, ou seja, que os campeões da Taça Brasil (1959 a 1968) e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967 a 1970) são tão campeões brasileiros como os que vieram a partir de 1971. Mas não é bem assim…

O que haverá na próxima quarta-feira, às 11 horas, na sede da CBF, é um encontro, seguido de almoço, entre o presidente da entidade, Ricardo Teixeira, e os presidentes de três clubes campeões brasileiros antes de 1971 e o coordenador do projeto pela unificação dos títulos, o ex-superintendente do Santos na Capital, hoje gerente executivo do G4 Paulista, José Carlos Peres.

Na oportunidade, Teixeira receberá oficialmente o Dossiê e ouvirá dos presentes alguns dos sólidos argumentos que confirmam a legalidade e legitimidade do que pleiteiam.

Os três presidentes de clubes presentes ao encontro serão José Perrella de Oliveira Costa, do Cruzeiro Esporte Clube; Maurício Assumpção, do Botafogo Futebol e Regatas, e Luís Álvaro Ribeiro, do Santos Futebol Clube.

Eles representarão os outros três presidentes da comissão executiva, que são Marcelo Guimarães Filho, do Esporte Clube Bahia; Luiz Gonzaga Pelluzzo, da Sociedade Esportiva Palmeiras, e Roberto Horcades, do Fluminense Futebol Clube. Completam a comissão executiva este blogueiro que vos escreve, autor da pesquisa e do texto do Dossiê, e o publicitário Marcos Magno de Souza Cunha.

Não espere decisão rápida

Não há qualquer dúvida de que o Brasil já tem clubes campeões nacionais oficiais desde 1959. Já falei e escrevi muito sobre isso e estou à disposição para responder a quaisquer dúvidas sobre o assunto.

A Taça Brasil decidia o campeão brasileiro do ano, assim como o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Campeonato Nacional (com suas várias denominações) e o Campeonato Brasileiro, que só teve este nome a partir de 1989.

Desconfio que até na CBF ninguém duvide disso. A documentação comprobatória é farta, assim como os testemunhos e os arquivos de imprensa. A virada de mesa começou em 1971, quando o regime militar se apossou do futebol brasileiro como forma de se aproximar das massas. Porém, agora, felizmente, isto pode e deve ser revisto.

No entanto, o mais sensato, neste momento, é simplesmente esperar pela decisão da CBF. Há uma grande expectativa de que a recuperação desta verdade histórica finalmente virá, para iluminar um período de ouro do nosso futebol e fazer justiça aos grandes craques do passado. Mas não há data para que isso aconteça.

Uma visão mesquinha da questão – mas que certamente será usada pela mídia sensacionalista – é levá-la para o lado dos rankings e como eles podem ser modificados com a incorporação dos “novos” títulos brasileiros. Ora, isso é bobagem. Para quem não sabe, o Santos já garantiu o primeiro lugar no ranking brasileiro de 2010 e nem os santistas vibram com isso, pois sabem que os critérios da CBF para elaborar o seu ranking anual são absurdos.

O que se quer, de verdade, é fechar este ciclo histórico que acabou ficando incompleto, repito, devido à intervenção do governo militar no futebol brasileiro. A decisão pode demorar e talvez exija novos e novos esforços. Entretanto, a causa é legítima e legal, portanto justíssima. Vale a pena brigar por ela até o fim.

Tem alguma dúvida sobre o assunto? Vá aos comentários e deixe sua pergunta.


Mano é a raspa do tacho. Ricardo Teixeira consegue se superar em lambanças…

O senhor Ricardo Teixeira quer se perpetuar na presidência da CBF. Entende-se, há muita gente vaidosa por aí. Mas não podia trabalhar um pouquinho? Mostrar um mínimo de bom senso e organização? O episódio da escolha do técnico da Seleção foi bizarro, assim como já tinha sido o anúncio da taça das bolinhas para o São Paulo, o anúncio e o desanúncio do Morumbi como estádio da abertura da Copa e o apoio a Kléber Leite, outro paraquedista, para a presidência do Clube dos 13. Ah, ainda me esqueci da demissão de Dunga, pelo site, sem o mínimo respeito, como se só o técnico fosse o culpado pelo fracasso do Brasil na Copa da África.

Não é verdade que as relações entre Ricardo Teixeira e o presidente do Fluminense, seu ex-cardiologista Roberto Horcades Figueira, tenha se desgastado só este ano, com a recusa do Fluminense de apoiar a chapa de Kléber Leite no Clube dos Treze.

Há mais de um ano, quando Teixeira tratou com desdém a reivindicação legítima do Fluminense para que a Taça de Prata de 1970 fosse ratificada como o segundo título brasileiro do tricolor, Horcades se sentiu ofendido. Ele havia oferecido o salão nobre do Fluminense para um painel com a imprensa sobre a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Neste painel, organizado por José Carlos Peres e exposto por mim, com ajuda de Vítor Queiroz, ficou tão clara a validade dos títulos – diante da quantidade e valor dos documentos apresentados –, que nenhum jornalista presente contestou. Saímos de lá confiantes do aval da CBF. Horcades, todo sorrisos, chegou a dizer que tinha certeza de que seu amigo e paciente assinaria sem problemas a ratificação dos títulos.

Porém, como se sabe, desde então Teixeira foge do dossiê como o diabo da cruz. Chegou a ser grosseiro com Horcades quando este tocou no assunto, o que fez o presidente do Flu sentir-se tremendamente desprestigiado, pois para o evento convidou representantes de seis grandes clubes brasileiros – Fluminense, Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Botafogo e Bahia –, em um esforço para corrigir o estranho esquecimento histórico.

Há tempos, portanto, que Teixeira trata Horcades com desrespeito. Não é de se estranhar que tenha convidado Muricy Ramalho para técnico da Seleção sem ao menos ter conversado antes com a direção do clube ao qual o treinador está ligado por contrato.

Este senhor que não conhece elegância, diplomacia e muito menos planejamento e organização, é o que quer organizar uma Copa do Mundo no Brasil? Tsc, tsc, tsc. Ainda está em tempo de mudar. Nem a indicação quebra-galho de Mano Menezes, do popular Corinthians, deverá melhorar as coisas para Teixeira, que contra todas as expectativas está encostando a escada na parede para subir no telhado.

E você, o que achou do convite a Mano Menezes? Foi politicagem, improviso, ou o técnico do Corinthians é mesmo a melhor opção para dirigir a Seleção Brasileira? E o que você pensa de Ricardo Teixeira? É o melhor presidente que a CBF pode ter?


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