Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: Eleições no Santos

Vamos falar do Santos hoje

torcida jovem

O Santos que queremos

A torcida do Santos é bem maior, mais abrangente e mais relevante do que a maioria das pesquisas de torcidas brasileiras tem mostrado. Darei mais algumas informações sobre isso, abordando ângulos esquecidos pela grande imprensa, e estarei à disposição para ouvir considerações e responder perguntas neste sábado, no seminário O Santos que queremos . Participe. A inscrição é gratuita.

Com a presença confirmada de Amir Somoggi, um dos maiores conhecedores de marketing esportivo no Brasil; Marcelo Unti, Isabela Balsimelli e minha, será realizado amanhã, no auditório do Sindicato dos Bancários do Estado de São Paulo, na rua São Bento, 413, o seminário intitulado O Santos que queremos.

O evento começará às 9 horas da manhã e prosseguirá até às cinco da tarde. O Sindicato dos Bancários fica no histórico Edifício Martinelli, situado na rua São Bento, 413, ao lado da estação São Bento do metrô.

Programação

9 horas – Recepção aos participantes e convidados

Composição da 1º Mesa e objetivos do seminário

Exibição de vídeo

1º Tema: Arenas, Pacaembu e Vila Belmiro
Palestrante: Marcelo Unti

9h30 às 10h10 – Apresentação

10h10 às 10h40 – Debate com a participação do público

10h45 às 12 horas – 2º Tema: Dívida

12h10 às 13h10 – Horário de almoço

Tarde
3º Tema: A Marca Santos Futebol Clube
Palestrantes: Odir Cunha – Amir Somoggi
Das 13h15 às 14h35.

4º Tema: Programa Sócio Torcedor
Palestrantes: Amir Somoggi – Isabella Balsimelli
Das 14h40 às 16h00.

Cerimônia de encerramento e congraçamento das 16h15 às 17h00.

Seminário O Santos que queremos
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A palavra dos organizadores

Somos sócios preocupados com o presente e o futuro do Santos Futebol Clube. O que nos motiva e aproxima é a busca de planos e propostas para superar as consequências de gestões irresponsáveis, que colocam em risco a sobrevivência da entidade.

Também nos identifica a certeza de que o Santos precisa de união, do desapego e do envolvimento de todos os que acreditam na sua grandeza.
Dos que desejam mantê-lo no caminho traçado por Urbano Caldeira e Athié Jorge Cury, dos que sonham vê-lo sempre na vanguarda do futebol.

Entendemos que o clube tem de debater e conhecer seus torcedores e associados e junto deles encontrar seu caminho de gigante também no século XXI.

Neste seminário juntamos santistas de todos os cantos com o mesmo ideal: ter o Santos que queremos !!!

Defendemos princípios como a democracia, a transparência e a modernidade na gestão.

Entendemos que eventos como este devam fazer parte da vida cotidiana do clube.

Manter vivo o debate e o diálogo com nossos sócios e torcedores é um exercício que deve ser incorporado e podemos realizar nas mais diversas cidades.

Nós que convidamos e organizamos este seminário, temos o intuito de conhecer as ideias de sucesso no mundo do futebol e trazê-las para o debate de todos os santistas.

É esse o clube que desejamos. E ele será possível na medida em que estivermos unidos.

Às vezes, parece ser só um sonho bonito de sonhar, mas nós sabemos que o Santos é a realidade que mais vale a pena viver.

Seminário O Santos que queremos
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Por uma eleição de ideias

Ainda com esperanças de que os movimentos oposicionistas se unam em prol de um Santos melhor, assumo o ônus e o bônus de ter decidido participar ativamente das próximas eleições no Santos. Faço parte do movimento Somos todos Santos, que já conta, além do meu, com os grupos liderados por José Carlos Peres e Orlando Galante Rollo.

Como fui o primeiro pré-candidato dessa eleição, divulguei minhas ideias, ouvi e li sugestões de muitos santistas para construirmos um Santos melhor, e como agora apoio o amigo José Carlos Peres, assim como fiz em 2014, é natural e justo que tenha de dar explicações a respeito dessa minha escolha e esclarecer todos os pontos com relação a ela. Vamos lá:

Fiz e faço minha parte pela união da oposição

Abri mão de minha candidatura para tentar a união dos movimentos de oposição à complicada gestão atual. Até agora não consegui, mas não desisti da união total. Porém, se há duas tendências, sou obrigado a optar por uma delas. Como sabem, sou muito grato ao Peres por ter me convidado para o trabalho que resultou na unificação dos títulos brasileiros.

Responsabilidade com os que acreditaram em mim

Sou responsável pelas pessoas que dividem comigo os mesmos ideais para o nosso Santos. Responsável pelas propostas, sinceras, que tenho recebido, discutido e divulgado. O fato de não ser mais candidato a presidente não quer dizer que tenha esquecido o que discutimos e decidimos ser o melhor para o Santos.

Possibilidade de atuar diretamente na administração do Santos

Eu precisaria estar ao lado de um futuro presidente que me desse liberdade para trabalhar e ser ouvido em pontos essenciais para um Santos melhor. Encontrei na aliança com José Carlos Peres e Orlando Rollo as condições ideais para defender os desejos dos santistas que me queriam como presidente do clube e confiam em minha honestidade e capacidade de trabalho.

O que falar de José Carlos Peres

Desde 2000, com a fundação da Ong Santos Vivo, José Carlos Peres tem realizado inúmeras ações em prol do Santos, ligado ou não ao clube. Por sua conta e risco criou o prêmio anual Ong Santos Vivo, patrocinou o programa diário na Rádio Trianon, tornou-se empresário de Gabigol e o entregou de graça para o Santos e cedeu seu imóvel, próximo à avenida Pacaembu, como subsede do clube em São Paulo. Como funcionário do Santos trouxe inúmeros novos negócios para o clube, como o camarote Visa, e entre eles comandou o trabalho de unificação dos títulos brasileiros, para o qual fui convidado como pesquisador e escritor.

Nesse ínterim, foi diretor da Federação Paulista de Futebol; administrador do G4 Aliança Paulista, que congregou os quatro grandes de São Paulo; iniciou os trabalhos de coordenação das festividades do Centenário do Santos e, em sua última passagem pelo clube, abriu e tentou abrir novas frentes internacionais para o Santos. Jamais se furtou a trabalhar pelo clube, qualquer que fosse a administração, assim como promete abrir sua administração para as melhores cabeças e os melhores profissionais de outras correntes políticas do clube.

Peres foi o segundo colocado na última eleição para presidente do Santos, em 2014, com menos de 200 votos de Roma. Portanto, tem todo o direito de concorrer ao pleito novamente.

O que falar de Orlando Galante Rollo

Uma jovem e dinâmica liderança política de Santos que estou tendo prazer de conhecer melhor agora. Uma pessoa afável, simpática, que cativa seus seguidores pela sinceridade e camaradagem. Um homem que valoriza a honestidade e a lealdade. Vítima de calúnias, processou o blogueiro caluniador e ganhou a causa. É uma pessoa do bem e se sente cada vez mais preparado para assumir cargos importantes na vida pública. Sua juventude forma, com a maturidade de Peres, uma receita ideal para comandar um Santos que respeite sua tradição e ao mesmo tempo seja ousado e irreverente.

Orlando Galante Rollo foi o quarto colocado na eleição de 2014. Teve votação expressiva em Santos, principalmente entre os associados mais jovens. Agora, mais experiente, pode contribuir ainda mais para a administração do clube.

Minha participação

Vejo minha participação nesse processo como mais técnica e estratégica. O conhecimento da história do Santos, acredito, me dá uma visão holística que mistura o passado e o presente do clube, delineando o futuro que podemos e devemos construir juntos. Estou tranquilo e consciente de ter feito a melhor opção, mas, como sempre, respeito a todos que se propõem a discutir apenas ideias, deixando as impressões pessoais de lado.

O espaço deste blog está garantido a todas as correntes políticas do Santos, até mesmo aos seguidores da gestão atual, desde que não o usem para provocações baratas e preconceituosas. A hora é delicada, e de união em torno dos interesses maiores do clube.

Mudança na enquete

Pessoalmente, por e-mails e comentários na mídia social, fui contestado por santistas que me consideraram parcial por fazer uma enquete sem incluir o nome de Andrés Rueda, segundo eles um empresário capaz, também de boa aderência entre muitos sócios, que pode ser escolhido como o candidato do grupo União Santástica. Para ser justo, refaço a enquete acima com as novas informações de que agora Peres está apoiado por Orlando Rollo e por mim.

Agora quero saber sua opinião sobre tudo isso


Ser ou não ser candidato

Logo mais, a partir das 19 horas desta sexta-feira, estarei na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista (aquele do lado da Avenida Paulista), para prestigiar o lançamento do livro 20 jogos eternos do Santos, dos jornalistas Bruno Freitas e Renan Prates. Convido os amigos para o evento!


Ser ou não ser candidato

Muitos que me apoiam para presidente do Santos têm cobrado informações sobre o processo eleitoral e pedido uma posição sobre a eleição marcada para o início de dezembro. Com a franqueza de sempre venho dizer que, com exceção de Modesto Roma e seu grupo, que considero nocivos para o equilíbrio e o crescimento do clube, tenho feito contato com líderes da comunidade e prováveis candidatos à presidência do Santos. Sinto que todos partilham das ideias essenciais de crescimento e universalidade do clube.

Nada tenho de pessoal contra o atual presidente e seus assessores, mas como gestores têm sido os piores possíveis, e os números comprovam isso. Em quantidade de sócios, o Santos, que já foi o primeiro do Brasil, está em décimo terceiro; em média de público, beira a décima posição, e isso graças aos poucos jogos no Pacaembu, pois do contrário, se apenas mandasse jogos na Vila Belmiro, como prefere a gestão atual, figuraria entre os últimos. Em venda de material esportivo, vai muito mal; em visibilidade na tevê, pior ainda… Só aumentam mesmo o cabide de empregos e as dívidas, que só crescem desde que Roma assumiu o cargo.

É evidente que lançar a pedra fundamental de uma arena cara e pequena em Santos faria muito bem apenas aos envolvidos no negócio, pois seria o fim do clube, obrigado a uma dívida enorme por décadas a fio. Só essa possibilidade tira o sono de muitos de nós… Enfim, creio que, como eu, a maioria dos santistas conta os dias para o fim dessa gestão extrativista, que só tira do clube e quase nada oferece em troca.

Para se transformar naquilo que a maioria dos torcedores quer, o Santos precisa romper seus limites geográficos e voltar a trilhar o seu destino universal, além, é claro, de se tornar um clube regido pela transparência, competência e ousadia, atributos que hoje passam longe das pessoas que o dirigem.

Enfim, para o bem do Santos, a oposição precisa vencer a eleição de dezembro. Porém, há um detalhe que pode impedir isso: o excessivo número de opositores concorrentes à presidência. Analisei com calma tudo o que já me disseram sobre a eleição e concordo que o lançamento de muitas chapas, como ocorreu em 2014, jogará novamente o poder no colo de Modesto Roma, decretando mais três anos tenebrosos para o clube que amamos.

Pelo bem coletivo

Tenho contatado os grupos de opositores para discutir propostas e tentar uma união de todos. No entanto, creio que, no mínimo, deles sairão dois grupos distintos a concorrer pela presidência: um que tem como líderes José Renato Quaresma, Andrés Rueda e Walter Schalka, e outro que já conta com Orlando Rollo e José Carlos Peres. A possibilidade de que se unam em um apoio a mim parece impossível, assim como é improvável que se harmonizem entre si.

Creio que eu tenha simpatizantes suficientes para lançar a chapa do “Movimento por um Santos Melhor”. Até patrocinadores, um da capital, um de Santos e um de outra cidade já se ofereceram para me apoiar nessa empreitada. A presidência me daria a oportunidade de fazer tudo aquilo, ou quase tudo, que discutimos aqui. Entretanto, sei que ao colocar minha vaidade de presidir o Santos acima dos interesses do clube, poderei apenas contribuir para que as correntes progressistas sejam derrotadas mais uma vez pela inércia e pelo obscurantismo. Com três chapas de oposição, fatalmente a situação venceria novamente.

Assim, após conversar com meus mais próximos incentivadores, decidi abrir mão de minha candidatura e apoiar um dos dois grupos de oposição que se lançarão ao pleito de dezembro. Em conversas preliminares comigo, ambos se comprometeram a implementar os cinco pontos que considero essenciais de tudo o que já discutimos aqui, das propostas que recebi por e-mail e do que falamos no encontro no Bar Murymarello:

1 – Mando de jogos no mínimo meio a meio entre Vila e Pacaembu; 2 – Campanha permanente de sócios, usando telemarketing e um programa de recompensas para se atingir 100 mil associados em três anos; 3 – Construção de um novo CT da base em Santos, com no mínimo 80% do passe dos garotos para o clube; 4 – Programa de endomarketing no clube e de ensino da história do Santos para alunos da rede pública da Baixada Santista; 5 – Estudos e discussões com a finalidade de implantar o voto à distância.

Há muitas outras ideias nossas aprovadas quase por unanimidade pelos grupos de oposição, como aquelas que envolvem a transparência; a maior participação da marca Santos no exterior; a parceria com a Secretaria de Turismo de Santos para se criar um roteiro turístico baseado no time e em Pelé; a reforma da Vila Belmiro para tornar o estádio maior e com mais lugares populares; a instituição de uma equipe de olheiros pelo Brasil, e outras.

Creio que se José Carlos Peres ou Walter Schalka forem eleitos (me parece que ambos são os mais cotados para serem os cabeças de seus grupos), a maior parte das ações que queremos para o Santos serão cumpridas. Ambos têm qualidades.

José Carlos Peres é meu amigo há 15 anos. Investiu muito do próprio bolso no Santos. Criou a Ong Santos Vivo, o prêmio anual Santos Vivo, patrocinou o programa da Rádio Trianon, ofereceu seu imóvel para subsede do Santos ao lado do Pacaembu, idealizou e investiu no Dossiê que fizemos juntos e unificou os títulos brasileiros, teve nas mãos o passe de Gabigol e o entregou ao Santos sem ganhar nada, foi executivo do G4 Paulista, conhece os dirigentes da Federação Paulista, da CBF, os empresários, os executivos das tevês, os jornalistas esportivos. Já levou centenas de projetos ao Santos. Já conversamos horas e horas sobre ideias para o clube. Nesses sete meses que tentou trabalhar para a administração atual teve quase todos os seus projetos rejeitados pelo presidente. Agora decidiu que chegou a sua vez.

Walter Schalka é um dos grandes gestores do Brasil. Atualmente está na Suzano Papel e Celulose. Antes, já tinha feito um grande trabalho na Votorantim. Não o conheço tão bem quanto ao Peres, mas, quando conversamos, olho no olho, senti sinceridade e honestidade em suas palavras. É um homem simples, direto. Está muito preocupado com a dívida do Santos e, creio, trabalhará muito para reduzi-la ao máximo. Ele esteve na gestão de Luis Álvaro Ribeiro e saiu do clube em agosto de 2011. Supervisionou o futebol enquanto serviu ao Santos. Seu grupo de apoiadores é grande e heterogêneo, e este será um de seus desafios para montar sua equipe de trabalho.

Ambos, Schalka e Peres, têm mais experiência do que eu na gestão de empresas e pessoas. Qualquer um dos dois pode gerir o Santos com eficiência e transparência. Provavelmente terei de apoiar um dos dois e recomendarei aos meus seguidores que façam o mesmo. Entretanto, como sempre, respeitarei a opção de cada um e abrirei o espaço do blog para discussões construtivas a respeito. Coloquemos o Santos em primeiro. Sempre.

Bem, agora gostaria de ouvir a opinião de vocês sobre essa minha decisão


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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

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Eleições no Santos

Tana Blaze é um executivo brasileiro que vive na Alemanha. Ele já escreveu outras vezes aqui no blog e seus artigos estão repletos de reflexões importantes sobre o nosso Santos. Nem sempre concordo plenamente com o que ele escreve, mas o admiro como pessoa e respeito seu direito de expressão. Ele acaba de me enviar o artigo abaixo sobre as eleições presidenciais do Santos, em dezembro. Estou certo de que vale a pena ser lido.

PELO VOTO À DISTÂNCIA E UM SEGUNDO TURNO NAS ELEIÇÕES

Por Tana Blaze, direto da Alemanha

1- A reforma do Estatuto do Santos em banho-maria

Não há dúvidas que a maioria dos santistas deseja que seja introduzido o VOTO À DISTÂNCIA e um SEGUNDO TURNO nas eleições de 2017 a fim de impedir um desfecho igual ao de dezembro de 2014 e um presidente eleito com apenas 26% dos votos.

Quando foi fixado o dia 10 de junho de 2016 como data limite para a coleta de proposições, mandei minhas sob forma do post “A reforma do Estatuto: uma encruzilhada despercebida” publicado no Blog do Odir em 7 de junho de 2016.

Dias após, 16 conselheiros do Santos enviaram o texto do post como proposição deles ao CD, sendo claro que a Comissão de Estatuto poderia a seu bel prazer ou acatar estas sugestões, passando-as em seu próprio nome ao CD ou simplesmente jogá-las no cesto de lixo.

Teria sido diferente se ao invés de apenas 16, um número mínimo de 30 conselheiros tivesse assinado esta proposta, que passaria a ter peso jurídico com base nos Artigos 45 (h) e 58 da carta magna do Santos. Neste caso a Comissão de Estatuto seria obrigada a dar andamento à proposta nos termos do Estatuto.

Ninguém sabe quais foram as outras propostas feitas para melhorar o Estatuto e os seus respectivos teores. Fato é que o Santos continua cozinhando a reforma em banho-maria, com a intenção cada vez mais delineada de não a implementar antes das eleições de dezembro de 2017, visando obviamente facilitar a reeleição do grupo situacionista.

Estariam querendo impedir o VOTO À DISTÂNCIA, resultando que torcedores do interior sejam menos motivados a se tornarem sócios e não podendo participar dos pleitos em igualdade de condições com os das cidades de Santos e São Paulo. Imagino que a direção argumentaria com o álibi de que uma votação à distância não ofereceria segurança. Alegação que seria tão falsa, como é verdadeiro o fato que o GRÊMIO e o INTERNACIONAL votarem a distância há alguns anos, sem que qualquer problema os tenha demovido do sistema.

Pretenderiam evitar que haja a obrigatoriedade de maioria absoluta na eleição presidencial através de um SEGUNDO TURNO nas eleições, para guardar a possibilidade de reeditar a tomada de poder com uma maioria apenas relativa de votos, como a de 26% nas eleições de dezembro de 2014.

Sem um artigo que possibilite a REMUNERAÇÃO DO PRESIDENTE pelo clube, certos candidatos qualificados ao cargo, mas que não disponham de recursos pessoais, desistirão de uma candidatura ou caso eleitos se tornarão financeiramente dependentes. Aliás o SÃO PAULO e o BAHIA já introduziram no seu Estatuto a possibilidade de pagar um salário ao presidente.

2 – O poder no Santos após o resultado eleitoral de dezembro de 2014

Conviria resumir em quatro pontos como seria exercido o poder no Santos:

1) Pela presidência do clube conjugada à circunstancia do presidente do Santos não ter que conviver com membros do Comitê de Gestão incômodos, que não sendo eleitos com a chapa, mas apenas nomeados por ele, podem ser exonerados, tal como o Laor e o Modesto exoneraram. O poder do CD em aprovar ou vetar a destituição de membros segundo Art. 45 (b) tem se mostrado apenas teórico ou formal.

2) Pelo poder quase absolutista conferido ao presidente do Santos nas decisões operacionais individuais por meio do seu Comitê de Gestão, moldado por suas nomeações e exonerações.

Ficando o poder de controle do Conselho Deliberativo limitado a algumas funções institucionais, como deliberar sobre as Demonstrações Financeiras, mas sem qualquer competência para aprovar de forma prévia as ações operacionais individuais do presidente, como por exemplo, investimentos em estádios a quaisquer condições, compra dos direitos a
quaisquer valores, como os de um Damião, para a qual, segundo o Artigo 90, só poderia dar pareceres posteriores e somente quanto aos aspectos formais do contrato. Chamou atenção que por ocasião da disputa entre o Esporte Interativo e Globo para a venda de direitos televisivos, a grande maioria dos clubes submeteu a aprovação dos seus contratos a seus Conselhos Deliberativos, ao passo que no Santos o CD foi apenas informado.

3) Através da função legislativa do Conselho Deliberativo que na base dos Artigos 45(h) e 58, permite a maioria dos seus membros orientar e cercear os planos do presidente através de mudança do Estatuto a qualquer hora, sem que as mudanças possam ser impedidas pela administração. Para tanto basta que 30 conselheiros façam proposição de mudança, que dependendo do parecer do Conselho do Estatuto, seja aprovada ou por uma maioria de conselheiros com 50 %
presentes, ou por uma maioria no plenário, pressupondo-se sempre que seja posteriormente aprovada por ¾ na Assembleia Geral dos sócios.

4) Através da presidência da Mesa do Conselho Deliberativo, que sobretudo tem o poder de tomar ou deixar de tomar uma série de inciativas importantes e que deveria ser competente, neutra e transmitir confiança, o que algumas vezes não vem sendo o caso.

As eleições de dezembro de 2014 as chapas do Peres e do Fernando Silva elegeram ao todo entre 130 e 120 conselheiros, contra apenas 77 do Modesto Roma, resultando no papel uma maioria de cerca de 50 conselheiros eleitos a favor da oposição para se impor no Conselho Deliberativo.Supremacia que estabeleceria algum de equilíbrio contra o poder quase absoluto de um presidente eleito com 26% dos votos apenas.

Com esta maioria no CD, uma oposição unida em torno do José Carlos Peres e do Fernando Silva poderia ter por conta própria apresentado à Assembleia Geral as mudanças do Estatuto desejadas, sem que a direção tivesse a possibilidade de impedir a iniciativa. E teria em poucos meses conseguido integrar no Estatuto artigos que, por exemplo, determinassem a aprovação pelo Conselho Deliberativo investimentos imobiliários, como em estádios, a obrigatoriedade do voto a distância, de um segundo turno nas eleições presidenciais e a remuneração do presidente eleitos e outras.

Sobretudo a oposição unida deveria ter eleito um candidato próprio à presidente da mesa, como praticado universalmente em todas as associações e parlamentos do mundo, para controlar o executivo de forma independente.

A guinada inicial do Peres que fragmentou a oposição

Mas após a eleição de dezembro de 2014 o líder de chapa José Carlos Peres nem pensou em eleger o candidato escolhido por sua própria chapa e a do Fernando Silva para a presidência da Mesa do CD, logo apoiando o candidato da direção do clube, Fernando Bonavides.

Na eleição que se seguiu para a presidência da Mesa, no mínimo 15 conselheiros da chapa do Peres votaram no Bonavides e no mínimo 29 conselheiros votaram para o Pfeifer e os demais, se abstiveram ou nem compareceram à reunião, alguns constrangidos pela ação do Peres.

Os 15, incluindo o próprio Peres, que votaram a favor do Bonavides, causaram um declive de 30 votos, sendo assim inteiramente responsáveis pela sua vitória sobre o Alberto Pfeifer por 112 a 85, ou seja, por 27 votos. Se tivessem votado a favor do candidato da sua chapa, Pfeifer teria vencido a eleição com 3 votos de vantagem.

Muitos eleitores que elegeram o Peres, na esperança deles a antítese da gestão do Marcelo Teixeira encerrada em 2009 da do Resgate encerrada em 2014, devem ter-se sentido traídos quando ele entregou o ouro justamente ao Marcelo Teixeira.

Entrementes as queixas sobre o Bonavides quanto ao que se passa no CD se acumulam. Outro dano foi causado pelo vácuo de liderança na oposição no CD, decorrente da perda de credibilidade do Peres com fragmentação da oposição em subgrupos, enfraquecendo-a pelo resto do triênio.

Em suma, das quatro alavancas de poder do Santos lembradas no capítulo anterior, o Modesto Roma conquistou duas com 26% dos votos e as outras duas lhe foram facilitadas pelo Peres depois da eleição.

Foi emblemático que o Peres e o Fernando Silva, dispondo de uma maioria de conselheiros, não tomarem qualquer iniciativa para melhorar o Estatuto nos quesitos que mais os prejudicaram pessoalmente em 2014, quando perderam as eleições justamente por não ter havido votação a distância e segundo turno, assumindo-se que o Modesto não teria ganho votos no interior, pois na cidade de São Paulo obteve apenas 35.

A trajetória do pressuposto líder da oposição José Carlos Peres

Para entender a falta de liderança e iniciativa da oposição no triênio 2015-2017 é preciso considerar também a trajetória do Peres no G4 Aliança Paulista, do qual foi presidente executivo.

No capital social do G4 participam com 25% cada os 4 grandes paulistas, e o Artigo n° 17 do Estatuto desta Associação estipula que cada decisão do Conselho de Presidentes (composto pelos presidentes dos quatro grandes paulistas) tem que ser unanime, incluindo também o voto de um presidente que porventura esteja ausente numa reunião. Decorre deste “artigo de unanimidade”, que não existe nas sociedades anônimas e na maioria das limitadas, o óbvio que cada um dos presidentes dos 4 clubes tem o direito de vetar, nomear ou demitir o Diretor Executivo. Cada clube controla apenas 25% do capital, mas 100% das operações da associação. Ou seja, para se nomear um diretor executivo não basta uma maioria de 3×1, tem que ser 4×0. Por outro lado, basta que um presidente de clube queira
exonerá-lo, para que este tenha que ser demitido. De forma inversa o diretor executivo tem que convencer e agradar aos quatro e não apenas a três presidentes para permanecer no seu posto.

Neste contexto foi precisa a definição do Modesto Roma em sua entrevista de campanha eleitoral em novembro de 2014, explicando a permanência do Peres como diretor executivo do G4 durante a gestão do Laor e do Odílio: “…tem outro (o Peres) que durante a eleição de 2009 já trocou de lado e afinou com a atual diretoria (Laor-Odílio) pretendendo ficar em seu cargo no G4 Paulista, ou seja, ele é pelo poder travestido de novo“.

No primeiro semestre de 2016 inesperadamente um dos quatro grandes paulistas teria se retirado do G4, pelo que a associação teria deixado de ser atuante. Com o fim do seu cargo no G4, que até então teria sido remunerado, o Peres foi falar com o Marcelo Teixeira, que o teria recomendado ao Modesto para que fosse empregado. Se esta história não for correta, que o Peres explique porque abandonou o emprego pleno do G4 para ser empregado pelo do Santos.

Caso tenha sido remunerado como diretor executivo do G4 de janeiro de 2015 até junho de 2016, a sua atuação como conselheiro poderia ser considerada como ferimento do Artigo 41 (g) do Estatuto do Santos, que impede que um membro do Conselho Deliberativo seja remunerado pelo clube.

Poder-se-ia contrapor que o G4 Aliança Paulista não é o Santos e consequentemente uma remuneração do Peres no G4 não pode ter ferido o Estatuto. Se não tiver sido ferido do ponto de vista formal, feriu no mínimo o espírito do artigo, porque não se pode fazer de conta que direitos ou obrigações de associações plenamente regidas pelo clube sejam coisa alheia. O que pode ser ilustrado pelo fato de que em vários países, como possivelmente também pelos US-GAAP Generally Accepted Accounting Principles e dependendo da significância dos valores, o G4 Aliança Paulista teria que ser consolidado proporcionalmente (25%) no balanço do Santos, porque é plenamente controlado pelo clube através do seu Artigo 17.

Mas pouco interessa uma eventual violação do Estatuto do Santos sob o ponto de vista formal e jurídico, deixo para outros. O que interessa é o conflito de interesses que decorria da dependência do Peres da graça do Presidente do Santos, ou do mentor deste, Marcelo Teixeira, que poderia sacá-lo da sua função de Diretor Executivo do G4 Aliança Paulista a qualquer momento, caso se tornasse inoportuno como líder da oposição no CD. Conflito que existiria mesmo se a função do Peres no G4 não fosse remunerada. É justamente este tipo de conflito de interesses que o Artigo 41 (g) tenta impedir.

Não cabe a mim, mas aos conselheiros do Santos que testemunharam as ações do Peres no dia a dia, opinar se este conflito de interesses influenciou ou não as suas ações ou omissões.

Não há maioria que dure, deve ser possível alterar o Estatuto antes das eleições

A “maioria da situação” que vem agora sendo cantada, se não for a maioria geográfica dos conselheiros residentes em Santos, devida a maior facilidade de comparecer às reuniões, poderia até servir de álibi para certos conselheiros justificarem omissões em desafiar a direção, sem que isto seja perceptível ou possa ser provado. Para mim não cola tanto assim.

Hillary e Theresa exemplificam que jamais existiu qualquer tipo de maioria que dure. Além disso a prova cabal de que muitos conselheiros não agem como marionetes da direção foi dada no caso de grande importância para o Modesto, da reprovação das contas pelo plenário do CD por 83 x 81 votos e o sucesso da lista “O Santos merece respeito”, que obteve 116 assinaturas, provando a independência e do bom senso de vários conselheiros.

Quanto à falta de TEMPO para fazer mudanças estatutárias, acho que é escasso, mas não insuficiente. Não há necessidade de se reformar todo o Estatuto de uma vez só, algumas mudanças podem ser antecipadas desde que sejam importantes.

O VOTO À DISTÂNCIA já está previsto no Estatuto, sem ser obrigatório, sendo que o Conselho Deliberativo (e não o Comitê de Gestão) tem o poder de decidir soberanamente se vai haver votação a distância ou não em dezembro de 2017. Se o CD decidir, a direção do clube terá que cumprir. Pois diz textualmente o Artigo 30: “Por decisão do Conselho Deliberativo, a eleição poderá também ser realizada por meio de canais diferenciados (correio ou internet), desde que sejam garantidas a segurança e a confidencialidade das votações.

Então a boa notícia para implantar o voto à distância para as eleições de 2017, é que não há necessidade de Assembleia Geral Extraordinária, precedida de um período de convocação de 30 dias a partir da data da Reunião Extraordinária do CD. Portanto desde agora o tempo disponível até as eleições poderia ser empregado inteiramente na campanha de cooptação dos conselheiros para a aprovação no CD e a para a implantação técnica do sistema. Em 2014 a Reunião do CD, que na sombra da fraude das carteirinhas rejeitou o voto a distância, foi realizada no dia 24 de julho.

Portanto neste momento se constata ainda uma vantagem temporal de cinco semanas em relação a 2014.

Para o SEGUNDO TURNO e a REMUNERAÇÃO DO PRESIDENTE será necessária mudança do Estatuto, mas a boa notícia é que a implantação de um segundo turno não consumiria tempo adicional para a implantação técnica, pois iria a reboque do sistema do voto em vigor, seja presencial ou à distância.

Deveria ser fácil angariar conselheiros para introduzir a obrigatoriedade de um segundo turno nas eleições, considerando o óbvio de que no sistema atual os dados são jogados apenas uma vez, e vence quem obter a maioria relativa, ou seja, provavelmente o candidato do Marcelo Teixeira, com base de votos de sócios residentes na cidade de Santos. Mas que jogando os dados uma segunda vez num segundo turno, cada um dos outros candidatos terá duas chances; vantagem que deveria propulsionar todos os candidatos, fora o do Marcelo Teixeira, a movimentar mundos e fundos para introduzir a alteração estatutária.

Implementar a introdução do voto à distância e uma alteração estatutária para a introdução de um segundo turno e a remuneração do presidente, ainda antes das eleições, requereria um planejamento profissional por parte da oposição. Seria talvez necessário criar uma central fora do clube, com assessoria técnica e jurídica a fim de preparar as seguintes medidas para os conselheiros:

1) Entrar em contato individual com cada conselheiro, inclusive os efetivos, para convencê-los a votar pelo voto à distância, segundo turno e remuneração do presidente e testar com cada conselheiro cada um dos três pontos, para ver para os quais há maioria.

2) Elaborar proposta apara alterar o Estatuto em apenas dois quesitos para as eleições, segundo turno e remuneração do presidente eleito. Uma proposta simples e clara, sem arestas que possibilitem a situação protelar o andamento. Uma desta arestas poderia ser o voto preferencial, referido no meu post de 7/6/2016, sendo por esta razão conveniente limitar a presente proposta unicamente ao sistema de dois turnos. Proposta deveria ser assinada por 30 conselheiros e remetida ao CD antes do final de junho.

3) Prospectar a nível de projeto, a técnica TI, os custos e o calendário da implantação das diversas etapas do voto a distância para contrapor quaisquer falsas alegações da direção a respeito. Informar os torcedores e sócios, divulgando na mídia os dados com as diversas etapas técnicas e o calendário.

Mesmo se esta operação falhar por qualquer imprevisto ou ação da situação, serviria para demonstrar à grande torcida do Santos, aos sócios eleitores e ao público quem é quem, pelo menos um pouco de transparência para as eleições vindouras.

Espera-se que os conselheiros finalmente correspondam à expectativa dos que os elegeram.


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