Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: eleições para presidente do Santos

Pontos de uma boa gestão

Nas conversas que tive com José Carlos Peres e Walter Schalka, candidatos de oposição com maior probabilidade de vencer a eleição presidencial do Santos, no começo de dezembro, consegui que concordassem e se comprometessem com alguns pontos básicos que discutimos aqui neste blog e que recebi em sugestões por e-mail e conversas pessoais, entre elas naquele encontro que tivemos no Murymarelo Bar.

Na verdade, algumas dessas ideias já estavam enraizadas na plataforma de Peres e Schalka, muito parecidas com as que elaboramos a partir das discussões do Movimento por um Santos Melhor. A primeira necessidade do clube, no momento, e nisso ambos concordam, é a vital transparência.

O torcedor comum às vezes se ilude com os resultados do futebol, que não têm sido de todo ruins, mas o certo é que poucas vezes em sua história o Santos foi administrado de maneira tão obscura e imprudente como vem sendo agora. Aumentam-se desmedidamente as despesas, fecham-se os olhos para formas óbvias de receitas e não se sabe os números reais de nada, a ponto de o orçamento de 2015 ser reprovado pelo conselho fiscal e pelo próprio conselho deliberativo.

A propósito, as recomendações do conselho fiscal têm sido desobedecidas desde o início desta gestão, o que a torna autoritária e temerária. As eleições próximas representam a esperança da grande maioria dos santistas de ver o clube finalmente trilhando o caminho da responsabilidade financeira e administrativa, o que só se conseguirá com a eleição de uma chapa oposicionista.

Defendi, ainda, metade dos mandos de campo no Pacaembu, outra medida com a qual Peres e Schalka também concordam. Um estádio maior, além de naturais vantagens para a visibilidade, conquista de novos torcedores, aumento da média de público e valorização da marca Santos, permitirá a campanha permanente de associados que alcançará 100 mil sócios em três anos, em uma ação agressiva que abrangerá todo o território nacional.

A solução para a questão com o veto da Polícia Militar aos jogos na capital é simples: o clube deve requerer, em princípio, que todos os seus jogos sejam marcados para o Pacaembu. Depois, pedirá a mudança para a Vila Belmiro das partidas que quiser.

É evidente que a questão da venda de ingressos terá de ser solucionada definitivamente, dando ao sócio e ao torcedor em geral a possibilidade da compra do ingresso com rapidez e facilidade, sem obrigá-lo a filas e a cambistas. Essa é uma questão fácil de ser resolvida, pois só requer vontade política e, repito, transparência.

Sugeri também, e ambos concordaram, a construção de um novo centro de treinamento para a base, em Santos. Costumo dizer que assim como a Flórida, nos Estados Unidos, é uma região conhecida como o centro das academias de tênis do mundo, Santos e a Baixada Santista podem se tornar um polo de excelência do futebol, com escolas, atrações turísticas, cursos universitários, tudo voltado para atrair jovens praticantes, estudiosos e turistas. Como parte desse projeto, o clube e a Prefeitura trabalharão juntos para preparar os equipamentos e criar um roteiro turístico na cidade baseado em Pelé e no melhor time de todos os tempos. A esse projeto se daria o nome de “Cidade do Futebol”.

Ainda sobre a base, maior fonte de orgulho e de renda do Santos, o monitoramento dos meninos e o relacionamento com seus pais deverá ser contínuo, responsável e produtivo, sem fatiamento de passes dos garotos e com o mínimo de 80% de suas propriedades para o clube.

Sugeri, ainda, que se crie um departamento cultural no clube, pois a história é um dos patrimônios do Santos e merece um tratamento especial e permanente. O ideal seria a criação de uma superintendência que supervisionaria a comunicação, o marketing e a cultura. Um dos eventos da área seria a criação da Semana Santista, comemorada a cada aniversário do clube e recheada de atrações culturais ligadas à história do Santos, como lançamento de filmes, vídeos, livros, exposição de artes plásticas, peças teatrais, palestras e demais eventos que marquem e ressaltem os feitos santistas ao longo de sua história.

Enfatizei também a necessidade do endomarketing, com o ensino da história do Santos aos jogadores e funcionários do clube, principalmente aos novos contratados. Requisitados permanentemente pela mídia, os jogadores profissionais do Santos, assim como o técnico da equipe, podem contribuir enormemente para a difusão da história do time, desde que a conheçam, obviamente.

Por fim, para completar esse conceito de universalidade santista, é importante estudar a melhor maneira de implantar o voto à distância. Pela característica de sua enorme torcida, espalhada pelo mundo, o Santos precisa dar a seus associados a possibilidade de votar para presidente, desde, é claro, que preencham os requisitos para tal. Não é justo apenas pedir apoio aos santistas e não lhes dar em troca a honra de escolher os destinos do clube. Essa medida geraria mais credibilidade do torcedor e, com ela, mais comprometimento e apoio.

Apelo popular

Obviamente há muitas outras iniciativas a serem adotadas para que o Santos tenha uma administração eficiente e passe a caminhar na direção que queremos. Conversei sobre elas com Peres e Schalka, mas sem fechar questão, pois dependem de estudos de especialistas da área.

Por tudo que conheço da história do Santos, creio que é preciso estabelecer um plano de marketing coerente com essa história e com a alma do santista. Vejo o Santos como um clube popular, um time apaixonante, e não apenas um exemplo estético e frio do futebol arte.

Após anos de estudo, defendo que o Santos tem uma das maiores torcidas do Brasil e, com um bom trabalho pode aumentá-la ainda mais, campeão ou não. Se o caminho adequado para sua imagem for acelerar essa tendência popular, então a Vila Belmiro deverá ser reformulada para oferecer mais lugares baratos e voltar a ser o caldeirão que assustava os times visitantes, além de mais jovens em São Paulo, obviamente.

Mas o Santos tem outras imagens que devem ser analisadas com carinho e abrangência antes da criação de um plano de marketing. As mais marcantes são a associação com o “futebol arte”; com os jovens, já que também é identificado como o time dos “Meninos da Vila”, ou ainda com o rebelde, o underdog que luta contra o status quo. Todas essas imagens podem ser exploradas, desde que analisadas e discutidas amplamente.

Bem, há muito mais que poderia incluir neste post, e você sabe muito bem disso, pois há anos temos discutido ideias para o Santos. Porém, o essencial já foi dito. Se Peres ou Schalka forem eleitos e cumprirem os pontos principais da plataforma do Movimento por um Santos Melhor, já nos daremos por muito satisfeitos e ficaremos tranquilos com relação ao futuro próximo do Glorioso Alvinegro Praiano.

E você, o que acha desses pontos? Tem outros a acrescentar?


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A recente discussão de um repórter paulistano com o técnico Wagner Mancini, do Vitória, ressalta a importância do comportamento adequado e da ética na profissão de jornalista esportivo, um dos temas do curso que ministrarei em setembro na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo. Seguem mais informações abaixo:

Inscrições abertas para o II Curso de Especialização Técnica e Ética do Novo Jornalismo Esportivo

O primeiro, em julho, foi um sucesso. Não perca o de setembro.

Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo

As maneiras tradicional e criativa de se escrever uma reportagem

As regras para uma boa entrevista

Da preparação à técnica de colher informações e escrever

As dez qualidades do bom jornalista

Extraídas do livro “Lições de Jornalismo”.

Como escrever para

Jornal – Revista – Rádio – TV – Blog

Mídia Social e Assessoria de Imprensa

Escrever um livro

Como pesquisar, escrever e publicar

Os limites da polêmica

Como evitar os crimes de opinião:

Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto

Clareza

Objetividade e ordem direta

Escolha das palavras simples e concretas

Uma ideia por parágrafo

Precisão. Sem ela não há credibilidade.

Isenção. A necessidade de ser neutro.

Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.

A importância de reler o texto

Criatividade e os caminhos que levam a ela

Comportamento do repórter

Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.

Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Descrição das funções Jornalísticas

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Recorde no Pacaembu

Foto tirada por mim no jogo do Santos contra o Deportivo Táchira, pela Copa Libertadores de 2011, em que o Alvinegro Praiano saiu campeão.

Foto do Pacaembu lotado de santistas tirada por mim no jogo do Santos contra o Deportivo Táchira, da Venezuela, pela vitoriosa Copa Libertadores de 2011.

O jogo do dia 28 deste mês, sábado, no Pacaembu, tem tudo para estabelecer mais um recorde histórico do nosso Santos: caso vença o Kénitra Athletic Club, do Marrocos, o Glorioso Alvinegro Praiano estabelecerá 16 vitórias consecutivas no Estádio Paulo Machado de Carvalho, um feito jamais alcançado por outra equipe. A informação me é passada pelo sempre bem informado Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo departamento de memória e estatística do Santos.

Nem mesmo os clubes de capital, os que mais jogaram no Pacaembu ao longo da história do belo estádio, chegaram a essa marca. O Corinthians, segundo o historiador Celso Unzelte, também tem 15 vitórias consecutivas, mas será ultrapassado com a vitória santista sobre o Kénitra. O São Paulo, segundo Michel Serra, historiador do tricolor paulista, tem o máximo de 10 vitórias consecutivas, e o Palmeiras, de acordo com Miro Teixeira, historiador do alviverde, tem oito vitórias consecutivas apenas.

O feito será muito importante e representará mais uma primazia do Santos, que mesmo não sendo oriundo da capital paulista, tem uma torcida enorme e atuante em São Paulo, onde estabeleceu diversos recordes de público, tanto no Pacaembu como no Morumbi.

Informa-me o amigo Guarche que “até hoje o Alvinegro Praiano já disputou 719 partidas contra times estrangeiros, dentro e fora do Brasil. Ao todo, são 450 vitórias, 129 empates e 140 derrotas. A partida diante da equipe do Kénitra Athletic Club (KAC) será a primeira partida uma equipe do Marrocos. No extremo noroeste do continente africano, onde está localizado o Marrocos, o Santos Futebol Clube jogou apenas uma partida amistosa, no dia 1 de junho de 1960, empatando em 2 a 2 com o Deportivo Español, em Casablanca”.

Ainda segundo Guarche, os gols santistas foram amrcados por Dorval e Coutinho, e o time, “dirigido pelo técnico Luiz Alonso Perez, o Lula, atuou com Laércio; Calvet, Mauro e Zé Carlos; Formiga e Urubatão; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Tite. Esta também foi a primeira vez em que o Alvinegro da Vila jogou no continente africano, de um total de 21 partidas, com 15 vitórias, 5 empates e uma derrota.”

Portanto, meus caros e minhas caras, esse importante recorde é mais um motivo para irmos ao Pacaembu no sábado, dia 28 de janeiro, apreciar o Santos em mais um embate internacional. Só esperamos que o técnico Dorival Junior não faça o mesmo que fez contra o Benfica, no jogo do centenário da Vila Belmiro, no qual fez tantas substituições que descaracterizou a equipe e quase provoca sua derrota em um evento que era para ser de festa e alegria. Esse jogo é para ganhar, Dorival!

Dorival dará o bolo

O técnico Dorival Junior foi impedido pelo presidente Modesto Roma de conversar com os conselheiros do Santos nessa quinta-feira, dia 19 de janeiro. Uma pena. Tínhamos muitas perguntas para fazer a ele. Esperamos que alguém represente a diretoria para falar sobre a montagem do elenco e o planejamento do time e do clube para 2017.

Fim da enquete

Após meses, saiu hoje do ar a enquete sobre os prováveis candidatos à presidência do Santos, em eleição a ser realizada no final deste ano. Recebemos um total de 3.138 votos, quase o colégio eleitoral do clube.

Em primeiro lugar ficou esse humilde escriba que vos fala, representando o movimento Por um Santos Melhor, com 1.108 votos, 35% do total. Em segundo, Andres Henrique Rueda Garcia, com 646 votos, ou 21% do total. Em terceiro, Marcelo Teixeira, com 615 votos, ou 20%; em quarto, José Carlos Peres, da Santos Vivo, com 359 votos, ou 11%; em quinto, Modesto Roma Junior, atual presidente do clube, da chapa Santos Gigante, com 108 votos, ou 3%.

Depois, tivemos: Amado Silva (3%, 88 Votos); Orlando Rollo (2%, 61 Votos); Léo Bastos (1%, 41 Votos); Fernando Silva (1%, 29 Votos); Alberto Pfeifer (0%, 14 Votos); Reinaldo Guerreiro (0%, 12 Votos); Milton Teixeira Filho (0%, 7 Votos); José Renato Quaresma (0%, 6 Votos); Cesar Conforti (0%, 5 Votos); Carlos Manuel da Silva (0%, 4 Votos) e Fernando Bonavides (0%, 1 Voto).

Quando estivermos mais próximos das eleições, faremos outra enquete. Considero essas enquetes apenas exercícios do chamado processo democrático. É claro que o fato de eu ser o dono do blog me favorece. Quem costuma entrar aqui ao menos me respeita. Lembro, ainda, que nas últimas eleições a enquete deste blog deu que José Carlos Peres venceria, mas ele ficou em segundo lugar, já que a eleição foi decidida pelos votos dos associados de Santos, que no último pleito preferiam seguir a orientação local.

Jornalista desempregado?

save the date

Soube que uma crítica que fazem à minha candidatura à presidência do Santos é que sou um “jornalista desempregado”. Antes que digam que quero o cargo para pagar dívidas e encher os bolsos, como é o normal entre dirigentes de clubes de futebol, devo dizer que há seis anos trabalho na área editorial de livros, como editor e escritor. Quatro livros de minha autoria serão lançados em 2017 (um deles está anunciado acima). Todos os leitores já podem se considerar convidados para os lançamentos. É só acompanhar as informações neste blog, ou na mídia social.

A não ser no trabalho diletante e não remunerado desde blog, não atuo como jornalista desde que o Jornal Metro encerrou suas atividades na cidade de Santos por falta de retorno publicitário. Por outro lado, se ser jornalista e não trabalhar na área é um empecilho para se tornar presidente do clube, o nobre Modesto Roma também não poderia, certo?

Agora veja os gols e lances de Santos x Táchira:

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Santos vence, mas poderia ser melhor
A sorte parecia estar ao lado do Santos no início do segundo tempo. Copete e Rodrigão, os jogadores mais fracos do time na primeira etapa, marcaram gols da pequena área e o terceiro gol santista parecia a caminho. A classificação para a semifinal da Copa do Brasil parecia sacramentada. Mas o Inter, mesmo com reservas, começou a atacar um pouco mais e as falhas da defesa do Santos apareceram.
O time do Sul avançava pela extrema esquerda, forçando o jogo pra cima de Victor Ferraz, que perdia todas por ali. Finalmente, depois de levar mais um drible previsível, Ferraz fez falta desnecessária e o Inter cobrou para fazer um gol que novamente torna a partida de volta dramática, pois se perder por 1 a 0, resultado normal em jogos fora de casa, o Santos estará eliminado.
Na tentativa de tornar o time mais ofensivo, Dorival Junior substituiu Vecchio e por Paulinho; Rodrigão por Joel e Thiago Maia por Rafael Longuine, mas o Santos piorou ao perder o domínio do meio de campo. Agora, as atuações dos santistas:
Vanderlei – A bola que foi, entrou. 5.
Victor Ferraz – Se apresenta no ataque, mas é nulo na defesa. 3.
Luiz Felipe – Deu algumas bobeadas. 5.
David Braz – Titubeou, mas não comprometeu. 5,5.
Zeca – Atacou e apoiou satisfatoriamente. 6.
Thiago Maia – Está enfeitando as jogadas, coisa que não sabe. Perdeu bolas bobas. 4.
Renato – Discreto até demais. 4.
Vecchio – Tocou bem a bola. 5.
Lucas Lima – Individualista. Mesmo assim, é o que tem mais categoria no time. 6,5.
Copete – Lutou, trombou, errou chutes, mas fez seu golzinho. 6.
Rodrigão – Igual ao Copete. 5,5.
Dos que entraram, nenhum fez algo digno de registro.
Dorival Junior – Poderia ter substituído Victor Ferraz por Daniel Guedes quando o Santos fez 2 a 0 e o Inter passou a forçar daquele lado.
Arbitragem: Gilberto Rodrigues Castro Junior, de Pernambuco, não viu uma agressão sem bola em Lucas Lima e fez vistas grossas à cera e às faltas consecutivas do time gaúcho. Se o jogo tivesse sido arbitrado com o mesmo rigor que o último Santos e Inter, aquele raposado, o time do Sul teria terminado a partida sem, no mínimo, dois jogadores.
Público: Apenas 6.592 pessoas assistiram à partida, proporcionando renda de R$ 239.880,00, o que dá um ticket médio de 36 reais. Note-se que não era um jogo qualquer, mas uma partida pelas quartas de final da Copa do Brasil. Pois bem, se mesmo um jogo mais importante do que a maioria dos que são jogados pelo Santos na Vila Belmiro deu um público inferior a sete mil pessoas e um ticket médio de 36 reais, como acreditar que será viável conseguir, por 20 anos consecutivos, um público superior a 18 mil pessoas e um ticket médio de 82 reais?! Pois são essas condições que o Santos teria de aceitar para ficar com apenas 40% da pretensa arena. Outro detalhe: se esse jogo fosse na pretensa arena, o clube ficaria apenas com 12,5% do lucro líquido da partida, ou algo em torno de irrisórios 20 mil reais.

Hoje é dia de jogar 110%

Esqueça o Garfield. Hoje o Santos correrá mais. E será mesmo preciso, pois só uma boa vitória sobre o mistão do Internacional, às 19h30, na Vila Belmiro, deixará o torcedor santista tranquilo para o jogo de volta, no Beira-Rio, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Mesmo desfalcado de Gustavo Henrique, Vitor Bueno e Ricardo Oliveira, machucados, e sem poder contar com Jean Mota, que já atuou pelo Fortaleza nessa Copa do Brasil, o Santos é franco favorito contra o Internacional, apesar de o time gaúcho, que já venceu o Alvinegro Praiano duas vezes este ano, não vir com uma escalação tão fraca como parece. Do meio-campo para a frente o Inter vem com jogadores respeitados, como Fernando Bob, Seijas, Valdívia e Nico López.

Pela primeira vez Vecchio deverá iniciar uma partida pelo Santos, e finalmente teremos uma boa oportunidade de avaliar o nível técnico e físico do argentino. Dorival Junior preferiu manter Rodrigão no ataque, já que o time precisa de gols. Todos sabemos que se vencer por uma diferença inferior a três gols o Santos passará sufoco no Sul.

Uma outra alternativa, porém, seria colocar Yuri no meio campo, liberar mais Lucas Lima para o ataque e escalar Copete de centroavante, com liberdade para cair pelos flancos do campo. Mesmo sem ser nenhum primor, Copete é mais técnico do que Rodrigão. Veremos se o pedreiro artilheiro volta a marcar e até quando a torcida terá paciência com suas caneladas.

O Santos deverá entrar em campo com Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz, Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima, Vecchio, Copete; Rodrigão. O Internacional deverá ser escalado por Celso Roth com Danilo Fernandes; Rak, Eduardo, Ernando e Artur; Fernando Bob, Fabinho, Eduardo Henrique e Seijas; Valdívia e Nico López.

A arbitragem será de Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE), auxiliado por Alessandro Rocha de Matos (BA) e Fabiano da Silva Ramires (ES). Só se espera que não inventem e não prejudiquem nenhuma das equipes. Todos sabemos como o senhor Rodrigo Batista Raposo raposou o Santos na última partida entre ambos, em Porto Alegre.

E você, o que espera do jogo de logo mais?

À procura de boas ideias, tenho ouvido santistas experientes, criativos, competentes, quase todos bastante preocupados com a sorte de nosso clube. Sugeriram-me Amir Somoggi, tomei um café com ele e, realmente, fiquei admirado com seu conhecimento e sua postura ética diante do futebol. Na semana passada Tana Blaze passou por São Paulo, a caminho de Mato Grosso, onde visitaria parentes, e não só tomei um café da amanhã com ele, como almoçamos, tanta coisa tínhamos para falar.

Natural de São Vicente, aos 33 anos foi trabalhar na Alemanha e hoje, 36 anos depois, vive em Munique com mulher e dois filhos que sequer falam o Português. Não voltará mais ao Brasil, mas continua amando o Santos como nos tempos em que frequentava a Vila Belmiro. Revelou-me seu nome verdadeiro, mas não me permitiu divulgá-lo. Tana prefere manter-se incógnito no mundo efervescente e às vezes perigoso do futebol. É compreensivo.

Outro santista amigo e com o qual aprendi e aprendo muito sobre o futebol é José Carlos Peres, meu parceiro no Dossiê, hoje responsável por contatos internacionais que poderão levar as escolinhas do Santos para recantos longínquos do planeta, trazendo importantes dividendos ao clube. Sonho um dia reunir os santistas de boas ideias e bom coração em uma mesma equipe, que trabalhe sem vaidades pessoais por um Santos melhor.

Sinto, não só aqui no blog, mas nas ruas, nas arquibancadas, no egrégio Conselho Deliberativo do nosso clube, um grande descontentamento com essa gestão atual, eleita com apenas um quarto dos votos, mas que age de maneira absoluta, sem dar satisfações de seus atos nem mesmo para o Conselho Fiscal. A propósito, Tana Blaze defende que o Conselho Deliberativo seja o órgão mais forte do clube e que as eleições presidenciais tenham segundo turno entre os dois candidatos mais votados, justamente para impedir que uma minoria assuma o comando do Santos e o trate como se fosse propriedade sua, tal qual vem ocorrendo.

Para todos os lados que olhamos, testemunhamos a incapacidade e a negligência dessa gestão, que aumenta desmesuradamente as despesas, fazendo ouvidos de mercador às recomendações dramáticas do Conselho Fiscal, ao mesmo tempo que não consegue incrementar as receitas, reduzindo-as até mesmo em quesitos básicos, como patrocínio de material, captação de sócios e bilheteria dos jogos.

Aos que me perguntam como mudar isso, só posso responder que o meio mais eficaz é votar nas próximas eleições, no final de 2017. E votar, obviamente, no candidato e na chapa que transmitirem mais credibilidade e apresentarem as melhores propostas para o clube.

Sei que alguns poderão dizer que escrevo este post porque tenho interesse de ser presidente do Santos. Quem me conhece bem sabe que estou livre dessa vaidade, meu maior sonho é, um dia, escrever um romance decente. Com relação ao Santos, meu desejo é vê-lo próspero, bem sucedido, forte, nos enchendo de orgulho. Sinceramente, não me interessa quem será o novo presidente, contanto que seja honesto, competente e faça aquilo que tem de ser feito, sem inventar e sem se julgar melhor do que todos os outros santistas, como vem ocorrendo.

Posso votar e pedir votos para qualquer um que me convença, não só com palavras, mas com atitudes e folha de serviços prestados ao Santos, que pode ser o instrumento de uma mudança na política administrativo-financeira do nosso clube, colocando-o no caminho da sustentabilidade e do progresso. Sem messias, sem caudilhos, sem heróis, apenas boas ideias, trabalho, honestidade e competência podem salvar o Glorioso Alvinegro Praiano.

Se você quer influir diretamente na escolha dos destinos do Santos, votando para presidente do clube no final de 2017, o tempo é curto. Como é preciso ter um ano como associado para votar, calculo que só há mais um mês de prazo para os interessados se associarem. Não dá para perder mais tempo.

É mais fácil e rápido ficar sócio enviando um e-mail ou comparecendo pessoalmente à sub-sede do Santos em São Paulo, situada na Avenida Indianópolis, 1772 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04063-003. Telefones: (11) 3181-5188 ramal 5000 ou (13) 3257-4000 ramal 5000. O e-mail é subsedesp@santosfc.com.br Horário: das 9 às 18 horas.

Uma coisa puxa a outra
Tenho lido muitas queixas dos santistas com relação ao pouco empenho do clube na contratação de Diego e Robinho, dois ex-Meninos da Vila que poderiam formar novamente uma dupla poderosa no Santos atual. Para um contrato de um ano provavelmente o clube teria de ter uns 21 milhões de reais para contar com os dois, e essa verba o Santos não tem.
Porém, imaginemos que o fornecimento de material esportivo fosse vendido a uma marca conhecida, em vez de o próprio clube ter cismado de produzi-lo e comercializá-lo. Só aí haveria um ganho, mínimo, de 6,3 milhões. Imaginemos, ainda, que os grandes jogos do Santos tivessem sido realizados no Pacaembu, com públicos médios de 18 mil pessoas. Somemos mais uma dezena de milhões que foram desperdiçados com a mania de jogar só na Vila. Há ainda o que poderia ter sido arrecadado com uma campanha nacional de associados. 50 mil associados a 300 reais de anuidade para cada um, dá 15 milhões brutos, uns 12,5 milhões líquidos. Somemos essas três iniciativas, óbvias, e teríamos, mesmo sem o patrocínio máster e sem a verba de tevê, 28,8 milhões de reais, mais do que o suficiente para ter Robinho e Diego lutando pelo título brasileiro, da Copa do Brasil e já garantidos para a Copa Libertadores do ano que vem. Fora a enorme visibilidade e atração que a dupla exerceria em novos, velhos e futuros santistas.

E você, o que acha disso?


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