Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: eleições presidenciais do Santos Futebol Clube

Como a visão do Peres uniu os quatro grandes de São Paulo

Madrugada de sábado. 03h25. Logo mais estaremos escolhendo o presidente do Santos pelos próximos três anos. Que seja uma festa cívica, uma festa da democracia, que os santistas deem o esperado exemplo de educação e espírito esportivo. Que ninguém provoque, que ninguém aceite provocações, e que logo mais possamos comemorar mais essa proeza santista: o fato de termos uma eleição com cinco candidatos totalmente organizada, limpa e justa. Desde já, parabéns a todos, vencidos e vencedores. Votarei no José Carlos Peres, evidentemente, mas respeito aos demais e desejo sucesso ao futuro presidente, qualquer que seja ele. Este blog, de santistas apaixonados e de boas ideias, continuará exercendo a sua crítica e o seu incentivo ao Santos Futebol Clube.

Minha coluna desta sexta-feira no jornal Metro de Santos não cita nomes de candidatos. Apenas fala das qualidades que o novo presidente do Santos deve ter. Clique aqui para lê-la.

g4 paulista - peres
Peres transformou uma boa ideia no G4 Paulista, empresa que reúne os grandes de São Paulo.

Tento ser um homem de ideias, pois acredito nelas. O que é a evolução da humanidade, a não ser boas ideias que encontraram pessoas com capacidade e disposição para realiza-las? Também por isso abomino os ditadores. Um homem sozinho não pode ter todas as boas ideias, muito menos concretiza-las. Voltando ao nosso Santos, confio em quem sabe ouvir e extrair o melhor de cada um, por isso confio e quero que José Carlos Peres seja eleito presidente do clube, neste sábado.

Percebi no Peres, desde que ele era gerente da subsede do Santos na Capital, o dom de selecionar as melhores sugestões dos muitos santistas com quem conversava diariamente, e leva-las para a direção do clube. Eu era um desses que enchia a sua cabeça com mil projetos.

Lembro-me que, ainda na faculdade, diante de colegas mais versáteis, não me considerava uma pessoa criativa. Porém, com o tempo, e com o trabalho persistente na área de comunicação, descobri que criatividade também é algo que se desenvolve. Conhecimento, ousadia e tentativa e erro podem transformar ideias em realizações. Depois do primeiro sucesso vem a confiança e a partir daí o processo se repete mais freqüentemente.

No primeiro semestre de 2009, quando, a convite do Peres, eu iniciava, ao seu lado, o trabalho de pesquisa e redação do Dossiê pela Unificação dos Títulos Brasileiros, visitava regularmente a subsede do Santos e aproveitava para atormentar o paciente Peres com ideias e sugestões. Lembro-me que uma tarde, como que tomado por uma verdade universal, exclamei:

– Peres, você é um diplomata, um embaixador do Santos aqui na Capital. Você tem de se reunir com os presidentes dos outros grandes, almoçar com eles, trocar ideias. Imagine juntar a força dos quatro grandes de São Paulo…

Peres só me olhou. Mas me olhou diferente. Percebi que concordava e que aquelas palavras tinham despertado algum desígnio nele. Nos dias seguintes voltei ao trabalho de entrevistar pessoas, pesquisar em arquivos de jornal e bibliotecas em busca de depoimentos e documentos que provassem que a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa davam aos seus vencedores o título de campeão brasileiro. Na noite de 28 de maio de 2009 toca o telefone. É o Peres:

– Odir, pode descer comigo amanhã para Santos? Vamos fazer o almoço com os quatro presidentes…

Caramba, o danado do Peres, quietinho, tinha convencido os presidentes dos quatro grandes de São Paulo para um almoço no CT Rei Pelé! Aquilo parecia incrível naquele momento, pois só se falava em uma briga entre Juvenal Juvêncio e Andrés Sanchez. Promover a conciliação entre os dois já seria um trunfo para o Santos, presidido na época por Marcelo Teixeira.

É claro que aceitei o convite, entusiasmado. Era assim que eu via e vejo o Peres: alguém capaz de unir pessoas, interesses, congregar os clubes, unir as forças do futebol brasileiro, sem esquecer de manter o Santos em uma posição de destaque. Na manhã do dia 29 de maio, lá pelas 11 horas, estávamos descendo a serra, felizes, no seu carro, quando toca o seu celular.

Era o presidente Marcelo Teixeira. Pedia para o Peres ligar para Juvenal Juvêncio e Andres Sanchez e cancelar o almoço, pois o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo tinha ligado dizendo que não havia conseguido adiar um encontro com o ex-ministro Delfim Neto. Peres desligou o telefone, fiquei sabendo da história e me inflamei, dizendo que aquilo era uma loucura. Juvenal e Sanchez já deviam estar na estrada. Cancelar o almoço seria terrível, pois talvez não aceitassem mais um novo convite.

Compreensivo e generoso, Peres aceitou imediatamente meus argumentos e ligou de novo para Marcelo Teixeira, colocando-me na linha. Expliquei ao presidente que àquele momento o mais importante seria a reconciliação entre Juvenal e Andrés, e que ele, Marcelo Teixeira, seria olhado como o reconciliador. Era uma pena a ausência de Belluzzo, mas o almoço continuaria sendo importante, mesmo sem o presidente do Palmeiras. Teixeira ouviu os meus arroubos, educadamente, e concordou, mas pediu que o Peres ligasse e tentasse convencer Belluzzo a ir a Santos.

Peres ligou para Belluzzo e começou assim: “Professor, o senhor não pode faltar, o senhor é a pessoa mais importante desse almoço”. Não sei o que mais disseram, só sei que ao desligar o celular, Peres garantiu, com um sorriso, que o presidente do Palmeiras também iria.

O primeiro encontro seria na sala da presidência do Santos, de onde, após as considerações iniciais, os convidados conheceriam as dependências da Vila Belmiro – camarotes, sala de entrevistas… – e depois seguiriam para o CT Rei Pelé, onde também fariam uma visita de reconhecimento e, por fim, seriam encaminhados ao restaurante.

Chegamos diante da entrada principal da Vila e nos deparamos com a imprensa, funcionários do Santos e o presidente do Conselho do clube, senhor José da Costa Teixeira, o “Teixeirão”. Respirava-se um ar de incredulidade. Poucos pareciam acreditar que os três presidentes da capital realmente viriam. Teixeirão chegou a me dizer que estávamos “loucos”, pois mesmo que viessem, seria terrível para o Santos, pois “o Juvenal Juvêncio é uma raposa e vai nos engolir”.

Bem, como se sabe, os três vieram. Peres foi recebe-los, um a um, certamente para a inveja de muitos que apostavam no fracasso do evento. Eu trazia um texto pronto que descrevia as grandes vantagens que os quatro clubes teriam caso fossem aliados fora do campo. O texto falava de um hipotético super time que, na verdade, era a soma dos quatro grandes; citava o exemplo da Guerra do Paraguai versus o Mercosul, no qual ficava evidente que construir junto é bem melhor do que destruir, e concluía com alguns benefícios que os clubes teriam com a criação de uma empresa que os congregasse.

O almoço no CT Rei Pelé gerou novas reuniões no São Paulo, Corinthians, Palmeiras, até que em 17 de julho, dia do aniversário do Peres, que também foi escolhido como o coordenador geral da nova empresa, se fundou o G4 Paulista, que no início de 2010, quando Peres e eu já tínhamos sido desligados do Santos pela administração de Luis Álvaro Ribeiro, contribuiu com 2,5 milhões de reais para os combalidos cofres do Santos Futebol Clube.

Esta história, contada em detalhes, mostra a capacidade de José Carlos Peres de aprimorar e levar adiante uma boa ideia – algo que repetiu, em maior escala, no trabalho que obteve a Unificação dos Títulos Brasileiros. Foram precisos meses de trabalho, contatos e paciência para conciliar as vaidades, o poder e as agendas de seis presidentes de grandes clubes brasileiros, do presidente da CBF e de João Havelange para obter, finalmente, a tão sonhada Unificação dos Títulos que hoje torna o nosso Santos Octacampeão Brasileiro!

O comportamento e o caráter de José Carlos Peres exprimem o líder moderno, que comanda pelo exemplo, que sabe delegar poderes, mas assume o seu papel no momento mais importante. Alguém com esse perfil e, repito, esse caráter, é que deve presidir o Santos.

A seguir, os textos entregues por mim e Peres aos presidentes Marcelo Teixeira, Andrés Sanchez, Juvenal Juvêncio e Luiz Gonzaga Belluzzo no almoço de 29 e maio de 2009, no CT Rei Pelé. Nota-se que o nome pensado originalmente para a empresa era G4 S/A:

O melhor time do mundo

Ele é de São Paulo. Tem mais títulos, torcida, história, carisma e potencial de mercado do que qualquer outro do planeta.

Ele é, oficialmente, seis vezes campeão do mundo (além uma Taça Rio e uma Recopa Mundial), seis vezes campeão da Taça Libertadores da América (além de duas Conmebol, uma Mercosul, uma Supercopa da Libertadores e uma Recopa Sul-americana), 26 vezes campeão brasileiro (sem contar três Copas do Brasil e uma Copa dos Campeões), 16 vezes campeão do Torneio Rio-São Paulo e ainda possui 84 títulos estaduais (fora um Supercampeonato Paulista).

Sua torcida, desde o início desta década, é a maior do Brasil. Pelas últimas pesquisas do Instituto Datafolha, representa 30% de todos os torcedores do País. Ele tem 365 anos de vida e é por sua causa que o Brasil é considerado o melhor do mundo no futebol, pois forneceu a maioria dos jogadores que conquistaram as Copas de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Boa parte dos maiores craques que o mundo já conheceu vestiram sua camisa, entre eles o Rei do Futebol.

Este time é garantia de ótima visibilidade para os patrocinadores. Pelo Campeonato Paulista deste ano, sua média foi de 24,37 pontos por partida, o que o torna uma das maiores audiências da tevê brasileira, com índices semelhantes aos das novelas da TV Globo. É também o que ocupa o maior espaço na mídia impressa (em parte isso se explica por estar encravado no Estado que abrange os dois mercados mais ricos do País: o da Capital e o do Interior de São Paulo).

Este Supertime, que tem as cores Branca, Preta, Verde e Vermelha, na verdade não é apenas um, mas a soma de quatro clubes que, depois de passarem todo o tempo brigando entre si, agora descobriram que, unidos, poderão conseguir muito mais e crescer juntos. Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo desde 17 de junho estão unidos no G4 S/A, uma empresa que pode mudar a história do futebol brasileiro.

O exemplo da Guerra do Paraguai

Durante mais de cinco anos – de dezembro de 19864 a março de 1870 – quatro países da América do Sul elevaram suas rivalidades ao extremo na Guerra do Paraguai, em que Brasil, Argentina e Uruguai, mesmo desconfiados entre si, lutaram contra o Paraguai do ditador Solano López. No final, ninguém ganhou, ao contrário, todos os quatro tiveram enormes prejuízos.
O Paraguai perdeu quase a metade de sua população, partes de seu território, teve sua economia arrasada e o país ocupado por tropas estrangeiras por dez anos. O Brasil ficou com uma grande dívida externa e teve 50 mil mortos; a Argentina perdeu metade de suas tropas, assim como o Uruguai. Todos saíram empobrecidos e isso retardou enormemente o desenvolvimento da região.
Setenta e um anos depois, em Assunção, os mesmos quatro beligerantes assinaram o tratado que deu origem ao Mercosul, comprometendo-se a colaborar para o desenvolvimento econômico e social comum. A partir daí a região gozou de estabilidade política e econômica jamais vista. A história, enfim, havia lhes ensinado a paz, no mínimo, é o melhor negócio.

O que cada um ganha com o G4 S/A

Os quatro grandes paulistas ganham as mesmas coisas, que são:

– Troca de informações nas áreas administrativa, jurídica, de marketing e comunicação.
– Fiscalização contra a pirataria de produtos.
– Apoio para melhores acordos com a TV.
– Apoio político.
– Valorização dos clássicos paulistas.
– Possibilidade de negociação de jogadores sem intermediários.
– Elaboração de um teto salarial para jogadores e comissão técnica.

E então, que tal escolher um presidente que sabe transformar boas ideias em realidade?


Hoje é o dia da Invasão santista no Pacaembu. Venha!

Estou saindo para o Pacaembu com a Suzana. Em frente ao portão principal encontrarei meu irmão, Marcos, o mesmo que cito no Time dos Sonhos, na primeira vez que fomos ao estádio, em 1968. Como a Suzana ainda não é sócia (preciso providenciar isso), comprarei ingressos nas bilheterias, provavelmente para o setor verde das arquibancadas. O tempo está nublado, mas talvez não chova, só esfrie um pouco. Tempo ideal para um grande jogo! Vamos viver essa noite intensamente. Na alegria ou na tristeza. Quem está na dúvida se deve ir, ou não, se mande para o Paca agora! Hoje, lá será o lugar do santista extravasar. E como estarei lá, o post após o jogo pode demorar um pouco. Mas entre no blog e deixe suas considerações sobre a partida, que é só eu chegar do Pacaembu, na hora que for, e libero. Abraços! Bom jogo pra nós!

Relembre uma noite mágica do Pacaembu dos santistas:

Se ainda não tem ingresso, faça como eu: chegue mais cedo e compre nas bilheterias do Pacaembu. O jogo vai terminar tarde, mas uma noite não é nada. O confronto com o Botafogo, a partir das 21h30 desta quinta-feira, é uma ótima oportunidade de o torcedor santista lotar o Pacaembu e mostrar a sua força. Depois da vitória de 3 a 2 no Maracanã, o Santos pode até perder por 1 a 0 e 2 a 1 que ainda assim se classificará para as semifinais da Copa do Brasil. Mas a derrota não pode passar na cabeça do santista. É jogo pra ir pra cima deles!

O técnico Enderson Moreira terá um time rápido e ágil contra o aguerrido alvinegro carioca de Vagner Mancini. Com a volta de Alison, o meio-campo será formado por Alison, Arouca, Lucas Lima e Geuvânio. Gabriel e Rildo jogrão mais à frente.

A defesa deverá continuar a mesma que vem jogando. A única dúvida é a lateral-esquerda, em que o jovem Caju poderá sair para dar lugar ao experiente Mena, que voltou da Seleção do Chile. Assim, o setor deverá jogar com Vladimir, Cicinho, Edu Dracena, David Braz e Caju (ou Mena).

Mesmo em crise, o Botafogo é um time que merece respeito e fará de tudo para salvar o ano com uma boa participação na Copa do Brasil. Apesar dos salários atrasados, os jogadores do time carioca têm se dedicado com afinco aos jogos. Hoje o time deverá jogar com Jeferson (Andrey ou Helton Leite), Gabriel, Dankler, Matheus e Guilherme; Rodrigo Souto, Bolatti e Ramírez; Wallyson, Rogério e Yuri Mamute.

A arbitragem será do às vezes polêmico Heber Roberto Lopes (SC), auxiliado por Carlos Berkenbrock (SC) e Cleriston Clay Barreto Leme (SE). Que atuem bem, sem inventar. O jogo é muito importante para os alvinegros.

Os resultados de ontem provaram que, diante de um grande desafio, os times crescem e podem conseguir o que se julgava impossível. Além da vitória, de virada e de goleada, que classificou o Atlético para a semifinal, ao bater o alvinegro paulistano por 4 a 1, dois times do Rio Grande do Norte venderam muito caro as suas derrotas: em Natal, o ABC virou para 3 a 2 contra o Cruzeiro e por pouco não elimina o atual campeão do Brasil, e no Maracanã o América perdeu inúmeras chances e acabou batido pelo Flamengo por 1 a 0. Que o Santos entre bem esperto no jogo de hoje, pois para os adversários a partida é questão de vida ou morte.

Creio que a partida começará em um ritmo forte, com o Botafogo tentando surpreender nos primeiros momentos. O Santos terá de estar pronto para se defender bem e partir em rápidos contra-ataques. Justamente por isso Enderson Moreira escalou Geuvânio, Gabriel e Rildo.

Não tenho dúvidas de que o Santos deverá criar boas oportunidades para marcar. Espero que nessas ocasiões os jogadores tenham calma e precisão para transformá-las em gols, diminuindo o sofrimento dos santistas no Pacaembu, no Brasil e no mundo.

Justo hoje que a gente nem estava contando, o Sportv está anunciando a transmissão da partida. Mas só deve vê-la pela tevê quem não pode mesmo ir ao estádio. É dia de sair de casa e do boteco e praticar a santistidade.

O feliz lançamento da candidatura de José Carlos Peres

Sinto-me feliz rodeado de santistas, ainda mais da estirpe dos que foram ontem ao Bikkini Barista, no Centro de Santos, no lançamento da candidatura de José Carlos Peres à presidência do Santos Futebol Clube. Feliz por reencontrar pessoas como Ricardo Crivelli, o Lica, dono de um talento incomum para garimpar craques. Foi ele quem recomendou Danilo e Alex Sandro para o clube – as maiores e também mais lucrativas contratações do Santos dos últimos cinco anos.

Como o clube terá de montar um time bom e menos caro do que o atual, Lica é o profissional perfeito para, auxiliado por uma rede de olheiros espalhados pelo País, indicar jogadores jovens, de grande potencial, que podem brilhar no Santos e chegar à Seleção Brasileira, como Danilo e Alex Sandro, duas contratações que, no final, ainda renderam um bom dinheiro aos cofres do clube. É ótimo saber que Lica voltará ao Santos caso Peres seja eleito.

Muito bom também rever o amigo José Calil, um jornalista que não tem medo de dizer que é santista. Sei muito bem os prejuízos profissionais que um jornalista esportivo pode ter caso não esconda o seu amor ao Santos. Em tempos de populismo, não acompanhar o rebanho é perigoso. O Calil assumiu o risco e não se deixou intimidar pelos eternos patrulheiros de plantão. Se na imprensa houvesse mais jornalistas como ele, certamente o Alvinegro Praiano não seria tão espezinhado como tem sido.

Lá estava o simpaticíssimo advogado Marcello Pagliuso, que agora, finalmente, resolveu candidatar-se a conselheiro do Santos – cargo que Luiz Fernando de Palma, diretor da Bridgestone, também presente, já desempenhou com elegância exemplar. Lá estavam, ainda, ardentes frequentadores deste blog. Eu deveria ter anotado o nome de todos, o que evitaria o vexame de lembrar apenas dos impagáveis Reginaldo Perna, Sérgio Pacheco, Gabriel Ribeiro, D. Sarraf e Clóvis Cimino.

O Bikkini Barista é tão agradável, os comes e bebes estavam tão convidativos, que até encontrei um rapaz de uma chapa contrária, acompanhado de mulher e filha. Como ele estava ali com a família, aproveitando a festa, imaginei que gostaria de saber mais sobre o Peres, sua plataforma de governo e, quem sabe, reformular sua decisão de votar em outro candidato. Então, conversei com ele sobre o que o Peres já fez pelo Santos. Mas o moço, irredutível, tinha a cabeça feita. Ele apoia um candidato cuja meta é reformar a Vila Belmiro e resolver os problemas de público do Santos jogando mais em seu velho estádio. Democracia é isso. Ao menos ele e os seus passaram bons momentos no Bikkini Barista.

O próximo evento de lançamento da chapa “o Santos que a gente quer” será em São Paulo. Informaremos local e data quando estiverem confirmados. Será mais uma oportunidade de nos vermos. Mesmo que você ainda não tenha decidido em quem votar, esteja lá.

Como fazer para votar em São Paulo

Nas eleições de 6 de dezembro serão colocadas urnas em Santos e em São Paulo. As de São Paulo ficarão na subsede do clube, situada à Alameda Santos, 700, primeiro andar, telefone (11) 3506-3200.

Porém, para votar em São Paulo, o associado terá de fazer o que o clube está chamando de “mudança de domicílio eleitoral”. Para fazer isso é preciso entrar no site do clube ou ir pessoalmente à subsede, na Alameda Santos.

No vídeo abaixo o clube informa como fazer e diz que é “fácil”, mas a verdade é que alguns sócios estão tendo muitas dificuldades de mudar o domicílio pela Internet. Como o prazo para a mudança vai até dia 21 de novembro, aconselho que não deixe para a última hora. Se tiver problemas no site, o melhor é ligar para a subsede e resolver isso rapidamente. Veja o que diz um filme inserido no site oficial do Santos:

Orientações para poder votar em São Paulo

Canal Azul lança o filme “Meninos da Vila”
O projeto era antigo. Começou nas festividades do Centenário do Santos. Passei inúmeros e-mails com informações sobre os garotos para a diretora Kátia Lund. Bem, agora vejo que filme ficou pronto. O trailer está aí. É emocionante:
Trailer do filme Meninos da Vila

Todos ao Pacaembu nesta quinta-feira!

Desta vez o jogo é importante, o horário é bom e o time tem tudo para se classificar. Então, vamos todos ao Pacaembu nesta quinta-feira, empurrar o Santos para a semifinal da Copa do Brasil, diante do Botafogo. O empate, e mesmo derrotas de 1 a 0 e 2 a 1, classificam o Alvinegro Praiano para a semifinal. É a hora de o santista esquecer o clima de eleições e se unir em torno do time. O Santos precisa do nosso grito!

Sugiro que divulguemos a hashtag #quintanoPaca pelo twitter e convoquemos os amigos e parentes santistas para este jogo. Vamos garantir o espetáculo nas arquibancadas. O clube está cooperando e lançando a promoção “Sócio mais um”, que dará ao associado a possibilidade de comprar, pelo site, mais um ingresso para alguém que não é sócio.

Aproveito para pedir aos amigos blogueiros santistas e às torcidas organizadas do Santos que ajudem nessa campanha. É importante o Santos mostrar força também nas arquibancadas. Vamos todos ao Pacaembu nesta noite de quinta-feira! Abaixo segue um link com informações sobre a venda de ingressos para Santos x Botafogo:

Onde e como comprar ingressos para Santos e Botafogo

E você, o que acha da candidatura do Peres? E do jogão contra o Bota?


Candidatura do Peres, jogo contra o Botafogo… Semana decisiva!

Neste blog, falamos muito em mudanças e sugerimos muitas ações que podem e deveriam ser feitas pela diretoria do Santos. Também falamos em ir mais ao estádio gritar pelo time. Pois bem. Nesta semana, teremos boas oportunidades de dar o exemplo do que queremos. A primeira é nesta terça-feira, quando José Carlos Peres e a Ong Santos Vivo lançam sua chapa para as eleições presidenciais do Santos, com ótimas propostas para o nosso clube. A segunda será nesta quinta-feira, quando nada nos impede de encher o Pacaembu para empurrar o Santos contra o Botafogo, em busca da semifinal da Copa do Brasil. Eu vou, você não vai? Divulguemos a hashtag #quintanoPaca. E na sexta-feira Guilherme Gomez Guarche lança seu livro “1955, O Começo”.

convite - campanha - peres

Iniciamos uma semana decisiva para o Santos. Nesta terça-feira, José Carlos Peres, executivo do G4 Paulista e representante da Ong Santos Vivo, lança sua candidatura à presidência do Santos. Com uma longa folha de serviços prestados ao clube e com uma proposta de mudanças profundas, Peres é o favorito para ganhar as eleições de 6 de dezembro, com a chapa O Santos que a gente quer.

O evento, aberto a todos os santistas, será no Bikkini Barista – Rua XV de Novembro, 94/96, Centro de Santos – a partir das 19 horas. Estarei lá e espero encontrar amigos do blog interessados em conhecer melhor as ideias do Peres e da Ong Santos Vivo para o nosso Santos.

Dois dias depois será a vez do esperado encontro com o Botafogo, no Pacaembu, pelas quartas de final da Copa do Brasil. A partida está marcada para às 21h30 de quinta-feira, no Pacaembu. Depois de vencer no Rio por 3 a 2, o Santos precisará ao menos de um empate para ficar a dois confrontos do título da Copa do Brasil.

O santista tem de prestigiar o time nesse desafio. Infelizmente os altos e baixos têm sido constantes entre os clubes brasileiros. Em casa, com o apoio da torcida, vamos ajudar o Santos a viver um grande momento na quinta-feira. Vou e levarei acompanhantes. Peço o apoio dos amigos para divulgar esse jogo pelas redes sociais. Sugiro que no twitter seja usada a hashtag #quintanoPaca

Finalmente, na sexta-feira, dia 17, o amigo Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo Departamento de Memória do Santos, lança seu novo livro – 1955, O Começo – no Memorial das Conquistas da Vila Belmiro, a partir das 18 horas. O livro conta a saga do título paulista de 1955, sacramentado com a bomba de Pepe contra o Taubaté, o segundo Estadual do Santos e aquele que iniciou uma série memorável de conquistas do Alvinegro Praiano.

É evidente que também estarei lá dando um abraço no Guarche e nos amigos da Assophis, a Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos Futebol Clube. Preservar e divulgar a rica história do Santos é um ofício sagrado que deve ser devidamente valorizado.

Posso contar com você nesta semana decisiva para o Santos?


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