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DESONESTIDADE É ISSO!

Como explicar o que é desonestidade? Para o cidadão comum é, simplesmente, roubar, pegar o que não é nosso. Mas há outros significados mais sutis. Veja que probidade quer dizer “observância rigorosa dos deveres, da justiça e da moral”. Um dos sinônimos de probidade é honradez, o outro, justamente, é honestidade. Ser honesto, além de não roubar, significa cumprir seus deveres, obedecer às regras da justiça e da moral. Em um cargo eleito por votação quer dizer fazer o que se prometeu a seus eleitores.

Então, posso dizer que alguém é desonesto mesmo que não esteja comprovado que roubou? Bem, se está provado que descumpriu regras para tirar vantagem dessa irregularidade, sim, pode-se dizer que essa pessoa é desonesta. Então, uma pedalada fiscal, que tenta enganar com a prestação maquiada das contas de uma empresa, ou de uma entidade, é uma atitude desonesta? Sim, não há qualquer dúvida nisso.

Ser honesto é ser verdadeiro, sincero, transparente. Mesmo que alguém não usufrua dos desvios de dinheiro que faça, estará sendo desonesto por não cumprir as regras da justiça e da moral, as normas que se predispôs a obedecer quando se candidatou para o cargo. Pior ainda se tentar iludir, enganar, falseando os números de modo a tirar vantagem dessa manipulação de contas.

Estou aqui divagando sobre o conceito de honestidade, assim como o de desonestidade, ao ler a reveladora matéria escrita pelo
jornalista Diego Garcia, do site ESPN.com.br,
publicada na manhã desta segunda-feira, 27 de novembro. Ela deixa muito claro, com nomes e números, como a gestão atual do Santos usou uma série sucessiva de calotes para chegar ao “superávit de R$ 79,7 milhões”, número mentiroso com o quer lançar mão de mais três anos à frente das contas do Santos. Segue a matéria de Diego Garcia:

Pedalada Fiscal? Santos usou R$ 40 milhões de empresários para poder anunciar superávit na véspera de eleição

Diego Garcia, do ESPN.com.br
Publicado em 27/11/2017, 06:00

A polêmica sobre o superávit de R$ 79,7 milhões anunciada pela diretoria do Santos na véspera da eleição presidencial do clube continua dando o que falar. Agora, a reportagem mostra como o time alvinegro acumulou calotes com empresários para poder anunciar o montante.

A situação começa com a venda de Thiago Maia. Fechada ao Lille por 14 milhões de euros (R$ 51 milhões), a transação tinha, desde o começo, conforme mostraram várias reportagens do ESPN.com.br, diversos desencontros e pontos dúbios envolvendo comissões.

Primeiro, o clube deveria ter pago 8% do valor total da transferência ao empresário Giuliano Bertolucci, dinheiro que jamais chegou ao bolso do agente, segundo apurou a reportagem – ou seja, R$ 4,1 milhões.

O jogador, por sua vez, tinha direito a 30% do valor que sobrou, ou R$ 14,1 milhões. Seu tio, Vanderi Maia, que toma conta de sua carreira, confirmou à reportagem que jamais viu a cor do dinheiro – e prometeu ir à Justiça.

“Não recebi. Vamos procurar os meios judiciais”, apontou Vanderi, que confirmou ter a promessa de Modesto, quando assinou a renovação de Thiago, em 2015, de que receberia os 30% assim que o atleta fosse vendido. “Tinha essa promessa, mas não nos pagaram”, apontou.

Outro agente que jamais levou sua parte do acordo foi Juan Figger, que deveria levar 10%, ou R$ 4,7 milhões. O empresário Alexis Malavolta, que trabalha com Figer, confirmou que ainda não recebeu o montante.

Para completar, dos 60% restantes, ou R$ 28,2, o Santos precisava depositar judicialmente 28% do total da transferência (R$ 14,3%) – que sai da sua parte – por conta de processo movido pela empresa DLX, que quer uma parcela da transferência.

Se perder na Justiça, o clube tem que retirar esse montante da sua fatia da transferência.

Assim, dos R$ 51 milhões da venda de Thiago Maia, o Santos, hoje, só pode dizer que R$ 13,9 milhões são seus. Mesmo assim, contabilizou o montante total em seu último balanço financeiro com Modesto Roma como presidente do clube.

Ou seja: dos R$ 79,7 milhões que o Santos anunciou como superávit, o clube conta com R$ 37,1 milhões que são dos empresários por conta da transferência. Além disso, a ESPN já havia mostrado que o clube pode ter omitido ao menos R$ 24 milhões de transferências ainda não quitadas, o que diminuiria ainda mais o “azul” das contas santistas.

Isso porque, segundo informações que chegaram à reportagem, nenhuma das contratações feitas neste ano foram pagas. As transferências do zagueiro Cléber (7,3 milhões) e do atacante Bruno Henrique (R$ 13,5 milhões) ainda não tiveram nenhum centavo vindo dos cofres do clube. O negócio por Vladimir Hernández (R$ 6,3 milhões) não foi pago integralmente e teve somente sua primeira parcela quitada (cerca de R$ 2,1 milhões).

Ainda de acordo com o que chegou à reportagem, nem a comissão prometida a agentes durante negociações conseguiram ser pagas. O negócio com Bruno Henrique só foi concretizado após uma pessoa com força nos bastidores ter pago do próprio bolso o montante correspondente ao responsável por intermediar a chegada do atacante.

O que ajudou também a contabilizar o superávit foi o clube ter recebido R$ 34 milhões da venda de Neymar ao PSG por ser o clube formados. Sem a quantia, o Santos provavelmente teria fechado o trimestre no vermelho, às vésperas da eleição.

Para completar, segundo informações que chegaram à reportagem, acordos judiciais estão sendo atrasados, além de direitos de imagens de atletas e parcelas de valores referentes a outros empresários que não os ainda citados aqui.

O pleito será realizado no dia 9 de dezembro e contará com os candidatos Modesto Roma, José Carlos Peres, Andres Ruedas e Nabil Khaznadar.

Encontro esta terça no Bar Santa Tereza

Sócio do Santos, o dia D do nosso clube se aproxima. Será 9 de dezembro, data da eleição para a presidência do Santos e a composição do Conselho Deliberativo para o triênio 2018/19/20. Eu votarei em José Carlos Peres, candidato da chapa 1, a Somos todos Santos, que terá Orlando Rollo como candidato a vice. Peço o seu voto e o seu apoio à Somos todos Santos, pois ela construirá um Santos universal, sem fronteiras, e tem chances reais de vencer a eleição e impedir a reeleição de Modesto Roma e da filosofia separatista que hoje impera no nosso clube.

Na terça-feira, dia 28, espero encontrar os amigos do blog que compartilham das mesmas ideias para o futuro do Santos no encontro no Bar Santa Tereza, à rua Fradique Coutinho, 888, Vila Madalena.
chapa 1 - encontro sp

Atenção: prazo foi prorrogado: terça-feira será o último dia para mudar o domicílio eleitoral
Diante da grave situação administrativo-financeira do nosso clube, é importante que José Carlos Peres, da chapa 1, a Somos todos Santos, seja eleito presidente do Santos no dia 9 de dezembro. Para isso, você que é sócio do Santos e gostaria de votar em São Paulo no dia 9 de dezembro, deve enviar um e-mail para o endereço domicilioeleitoral@santosfc.com.br avisando que pretende votar em São Paulo. O e-mail deve conter o seu nome completo, número do CPF e número de sua carteirinha de sócio do Santos. No dia da eleição, compareça à sede da Federação Paulista de Futebol, na rua de mesmo nome, Barra Funda, com sua carteirinha do Santos e um documento de identidade com foto.

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Como foi feito o trabalho da Unificação dos Títulos Brasileiros

Vídeo do projeto A Cidade do Futebol:


Com duas falhas do goleiro do Flamengo e boas atuações de Vanderlei, Alison e Bruno Henrique, o Santos venceu o Flamengo por 2 a 1 e garantiu vaga na fase de grupos da Copa Libertadores de 2018. Mas o time não jogou bem e foi dominado. Parecia que o Flamengo é que tinha folgado a semana inteira.