Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Giva (page 1 of 5)

Uma análise fria do elenco do Santos

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Laterais Mena e Cicinho já estão treinando (Fotos: Ricardo Saibun/ Divulgação Santos FC).

Meu amigo Milton Neves tem mania de dar nota a jogadores e times. Pois vou copiá-lo e dizer que este Santos já merece um 6,5 e está subindo. Creio com este mesmo elenco o Alvinegro Praiano poderá atingir um nível próximo a 7,5, o que já seria suficiente para disputar uma posição no G4 do Brasileiro. Vejamos como o time está servido em cada setor:

Goleiro: Aranha é bom e experiente. Sai melhor do gol e repõe melhor a bola do que Rafael, o ex-titular. Na reserva ainda há Vladimir, que dizem ser bom mas não foi bem quando entrou no time na última oportunidade, e também o jovem Gabriel Gasparotto, bem alto, mas ainda inexperiente. De qualquer forma, acho que não é preciso contratar ninguém para a posição.

Lateral-direito: Cicinho veio para ser titular, e ainda há os jovens Galhardo e Bruno Peres. Sem contar Crystian e Douglas que vieram da base. Tem gente demais. Dá para vender ou emprestar um ou dois.

Zagueiros: Gustavo Henrique e Jubal já estão quase prontos para formar a zaga titular do Santos. E ainda há Edu Dracena, Durval, Neto e o garoto Walace. Está de bom tamanho.

Lateral-esquerdo: Mena veio para ser titular, mas terá uma boa briga com o veterano Léo, que tem boa técnica e muita garra. O problema de Léo é que lhe falta fôlego e resistência, essenciais para a posição. O jovem Émerson Palmieri corre por fora.

Volantes marcadores: Arouca está acima da média para o nível do futebol brasileiro e Alan Santos tem tudo para superá-lo. Ainda há o promissor Lucas Otávio, Renê Junior e Alison. Anderson Carvalho está treinando separado, mas poderia ter outra chance. O setor está bem servido.

Volantes armadores: Leandrinho tem categoria e deve crescer à medida que perde a timidez. O titular Cícero é de regular para bom.

Meias atacantes: Montillo não jogou tudo o que pode, mas está melhorando aos poucos. Está na média dos titulares dos times da Série A do Brasileiro. Pedro Castro é o mais maduro dos Meninos e deve se firmar no elenco. O garoto Léo Cittadini é elegante, tem estilo e personalidade. Pode melhorar muito.

Atacantes: Neilton é uma agradável surpresa. De reserva do Sub-20 passou a titular e destaque do time principal. Victor Andrade deixou de ser escalado por questões extra-campo, mas merecia voltar ao time de vez em quando. Gabriel está amadurecendo para, provavelmente, ser titular. Geuvânio é rápido e bom driblador. Pode atuar bem na faixa que começa na lateral e vai até a ponta-esquerda.

Centroavantes: Giva sai da área, arma jogadas, combate e ainda está lá para marcar gols. É mais participativo do que Willian José, que faz bem a escora para quem vem de trás e é brigador na área. Henrique tem o mesmo estilo, mas técnica inferior.

Quem não deverá ser utilizado: Marcos Assunção veio, principalmente, para transformar em gols as faltas feitas em Neymar. Machucou-se rápido, não tem jogado e muito menos feito gols. Outros que estão de saída são Pato Rodriguez, Guilherme Santos, Dimba e Miralles.

Contratações: leitores deste blog estão falando no jovem Lucas Mugni, argentino que atua no Colon. Sugerem que Miralles seja usado como parte do negócio. Concordo, pois é preciso agora que o Santos se preocupe em ter um jogador de talento e potencial para se tornar ídolo da torcida, ou seja, a cereja do bolo. Trazer jogadores medianos para apenas tirar o lugar dos Meninos é dispendioso, arriscado e, em suma, pouco inteligente. Em vez de gastar dinheiro com várias contratações medíocres, o Santos deveria trazer um só que viesse para ser, mais do que titular absoluto, candidato a ídolo, pois isso seria determinante para se obter mais visibilidade e, o que é essencial, um patrocinador máster.

E você, o que acha do elenco do Santos? Que contratação seria importante?


As vantagens de apostar nos Meninos da Vila

alan santos
Alan Santos domina a bola diante de dois jogadores da Portuguesa. Calmo, seguro, com bom passe, esse Menino da Vila já é uma realidade (Foto: Ricardo Saibun/ Divulgaçnao Santos FC).

Não entendo a desconfiança com a juventude. Os grandes gênios da humanidade já demonstravam seu talento ainda bem jovens. O austríaco Wolfgang Amadeus Mozart – que ontem me fez ficar acordado até além da meia-noite para assistir Don Giovanni – compôs mais de 400 obras até os 16 anos. Se passarmos para o futebol, constataremos que os santistas Pelé, Edu, Araken, Coutinho, Neymar, Diego, Robinho, e Juary, entre outros, tinham menos de 18 anos quando mostraram que estavam bem acima da média. Hoje ainda há quem duvide da capacidade dos Meninos do Claudinei.

Nem vou falar do Neilton e do Giva, pois acredito que não haja mais nenhum santista que desconfie da capacidade de ambos. No mínimo estão da média dos atacantes da Série A do Campeonato Brasileiro. O mesmo digo de Leandrinho, um volante mais técnico do que a maioria que se vê por aí, e de Alan Santos, este jogador discreto, mas extremamente promissor.

Cabeça erguida, viradas de jogo perfeitas, firme no combate e participativo (não é daqueles que se exigem da jogada, deixando a bucha para o companheiro). Discreto, não enfeita as jogadas e nem tenta o gol, mesmo dando a impressão de que poderá ser bem-sucedido se tentar. Este é Alan Santos, que substituiu muito bem a Arouca na difícil partida contra a Portuguesa (ficou fácil devido à aplicação do time e à grande atuação de Aranha, mas não era para ser).

Há outros Meninos que não são titulares, mas que poderão se tornar. O caso dos zagueiros Gustavo Henrique e Jubal é o mais flagrante. Alguém duvida de que ambos podem formar uma dupla tão ou mais eficiente do que Edu Dracena e Durval? Ou que também possam se firmar entre os profissionais os atacantes Victor Andrade, Gabriel e Geuvânio e os meio-campistas Lucas Otávio, Pedro Castro, Alison e Léo Citadini? Eu confio muito neles todos.

Vantagens da garotada

Você já viu garoto “chinelinho”? Muito difícil, não é mesmo? Sim, pois garotos querem mostrar serviço, precisam conquistar a posição e fazer um nome – com vitórias e títulos. Não podem colocar o burro na sombra e calçar os chinelos dos que fizeram a fama e agora deitam na grama, ou melhor, na cama.

Garotos dão menos trabalho ao departamento médico porque são mais fortes, resistentes e flexíveis. Suas contusões têm uma recuperação mais rápida. Veteranos ficam muito mais tempo na enfermaria. Sentem mais problemas musculares – não só distensões, mas apenas dores, suficientes para que façam uma partida e fiquem outra fora do time.

Sem vícios e sem tantas vaidades, garotos ouvem mais o treinador e costumam ser mais disciplinados taticamente. Sabem que precisam fazer isso, ou perdem seu lugar na equipe. Veteranos nem sempre são aplicados e costumam se rebelar mais contra o técnico (veja o São Paulo, cujo maior problema é a liderança paralela exercida pelos macacos velhos Rogério Ceni, Lúcio e Luis Fabiano).

Outro detalhe essencial é que Meninos ganham salários menores, pois estão começando a carreira. Isso dá ao clube, ainda mais um clube que se colocou em precária situação financeira, como Santos, a possibilidade de adquirir um equilíbrio que seria impossível se prosseguisse na filosofia de contratar jogadores rodados caros e, geralmente, em má forma e má fase.

Poder lançar e confiar em Meninos é uma bênção que historicamente favorece o Santos. Deixar de lado essa opção não é nada inteligente. Até porque o Alvinegro Praiano já tem uma boa cota de jogadores maduros, como Aranha, Edu Dracena, Durval, Léo, Arouca e Montillo, e ainda acaba de contratar dois laterais que têm tudo para se firmar nas posições, como Cicinho e Mena.

O melhor negócio agora é valorizar os Meninos e, desde já, assinar contratos duradouros com eles. Quanto aos veteranos, que sejam gradativamente substituídos por garotos, até que estes assumam seus lugares. E se for para contratar, que tragam a cereja do bolo.

E você, como vê essa relação entre juventude e maturidade no futebol?


Santos de Claudinei já é melhor (e bem mais barato) do que o de Muricy

Santos é o melhor paulista no Brasileiro após 7 rodadas

8 – Santos: 11 pontos, 3 vitórias, saldo de 3 gols.
12 – Corinthians: 9 pontos, 2 vitórias, saldo de 1 gol.
14 – São Paulo: 8 pontos, 2 vitórias, saldo de 1 gol.
15 – Ponte Preta: 7 pontos, 2 vitórias, saldo negativo de 2 gols.
18 – Portuguesa: 7 pontos, 1 vitória, saldo negativo de 3 gols.

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Vai por aí que eu vou por aqui. Santos de Neilton entortou a Lusa (Ivan Storti/ Divulgação Santos FC)

A goleada de 4 a 1 sobre a Portuguesa mostrou que esses Meninos não estão de brincadeira e que o Santos de Claudinei – mesmo sem utilizar jogadores experientes, como Neymar, André, Miralles e Patito – já tem um rendimento melhor do que o de Muricy Ramalho. Em seis jogos como técnico do Santos, Claudinei Oliveira tem um índice de aproveitamento de 61,1% (três vitórias, dois empates e uma derrota), enquanto Muricy Ramalho tinha 58,6% este ano, com 13 vitórias, 12 empates e quatro derrotas.

A média de gols por jogo também aumentou: subiu de 1,55 para 1,66, e isso com atacantes bem jovens, como Neilton e Giva. Por fim, o grau de dificuldade também aumentou, pois o Santos de Claudinei está disputando o Campeonato Brasileiro, enquanto o de Muricy fez jogos pelo Paulista e pela Copa do Brasil contra alguns adversários bem limitados.

Esses números provam que o torcedor santista estava certo quando pedia a saída de Muricy Ramalho. Acostumado a trabalhar com jogadores rodados, Muricy não quis não seria capaz de promover a reformulação que o time precisava. Creio que, com tempo e método, ele acabará colocando pra jogar todos os Meninos que merecem.

Contra a Portuguesa o Alvinegro Praiano voltou a usar a juventude a seu favor. Com determinação e velocidade chegou a 2 a 0 em apenas 10 minutos, com jogadas parecidas. Pela direita, Montillo, e depois Leandrinho, cruzaram para os gols de Nilton e Willian José.

No segundo tempo, em jogada de Ne… Neilton, o garoto entortou o marcador e bateu de esquerda, cruzado. Belo gol. A Lusa diminuiu com um gol pelo meio da defesa do Santos, mas Giva ainda marcou o quarto nos acréscimos aproveitando um rebote de um chute de Henrique. Finalmente, uma goleada, algo que estava ficando raro na vida do Santos.

O time jogou com Aranha, Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Alan Santos, Leandrinho (Alison), Cícero e Montillo; Neilton (Giva) e William José (Henrique). A renda foi de R$ 169.191,00 e o público, 5.860 pagantes. A arbitagem foi de Rodrigo Guarizo do Amaral, de São Paulo.

Sem ufanismo, mas sem pessimismo, por favor

A vitória deixou o Santos momentaneamente na quinta posição do Brasileiro, colocação que ele deve perder com os jogos do domingo. De qualquer forma, o time se aproxima do G4 e deverá entrar definitivamente nele se ganhar os dois jogos seguintes, também marcados para a Vila Belmiro: Coritiba e Náutico.

É claro que o campeonato é longo e muita água passará por baixo da ponte, mas se não se deve imaginar que esses Meninos ganharão tudo e repetirão a epopéia de Diego, Robinho & Cia em 2002, também é precipitado pedir a substituição de Claudinei Oliveira e requerer contratações a esmo.

Ontem Claudinei chegou a utilizar cinco Meninos da Vila: Alan Santos, Leandrinho, Alison, Neilton e Giva. Além deles, sabemos que mais três poderiam ter jogado tranqüilamente, como Gustavo Henrique, Jubal e Émerson Palmieri. E ainda há outros prontos para entrar no time, como Gabriel, Pedro Castro, Lucas Otávio, Victor Andrade, Geuvânio e Léo Cattadini.

Assim, se não for para trazer jogadores que resolvam o problema, cheguem para tomar conta da posição, para que contratar? Isso de trazer jogadores para compor elenco é conversa de gerente de futebol incompetente. Já há Meninos em número suficiente para cobrir a ausência dos titulares. E Meninos são mais baratos e têm menor índice de rejeição dos torcedores do Santos.

É preciso separar bem as coisas nesse delicado momento pós-Neymar: é verdade que a diretoria fez muita coisa errada e está sempre ameaçando fazer outras, e por isso merece as críticas que tem recebido; mas, por outro lado, Claudinei e os Meninos têm qualidades e precisam do apoio do torcedor para seguir em frente. Há gente que se diz santista mas parece estar sempre torcendo contra para provar que tem razão e também para desestabilizar o clube, provavelmente por motivos políticos.

O torcedor precisa tomar cuidado, pois muitas vezes a sua indignação é usada por oportunistas anônimos para criar um ambiente ruim não só para a direção, mas também para técnico e jogadores, com o intuito de prejudicar o Santos. Desconfie de quem só vê defeitos, pois toda moeda tem os dois lados.

Veja os bastidores e os gols de Santos x Portuguesa, na Vila:

Reveja o golaço de Neilton:
http://youtu.be/y8BBmhIdas0

E você, está ficando mais confiante nos Meninos? Ou ainda falta muito?


Faltou atitude. Desta vez, só Leandrinho se salvou

leandrinho com neilton
Neilton festeja com Leandrinho, o autor do gol santista (Foto: Ivan Storti/ Divulgação Santos FC)

Como eu ia dizendo, jogar como favorito é bem diferente de ser a zebra. Contra Atlético Mineiro e São Paulo os santistas se multiplicaram em campo. Ontem, contra o Crac, eles acharam que venceriam sem fazer força e permitiram que a garra e a determinação do adversário equilibrasse o jogo.

Quando se é favorito, é preciso mostrar quem manda logo de cara. Não se pode perder chances de gol, como Willian José perdeu, ou se mostrar quase indiferente diante da possibilidade de marcar, como é o caso do blasé Montillo. É preciso chegar chegando, determinado, com fome de gol. Mas, em vez disso, o Santos tocou, tocou, tocou a bola e pouco exigiu do goleiro do Crac.

O golaço de Leandrinho, ainda no primeiro tempo, caiu do céu e deveria acordar o time, mas o Santos continuou em ritmo de treino e errando muito. Neilton não conseguia driblar, Montillo não conseguia tabelar, Arouca e Cícero não conseguiam dar o último passe e Willian José não conseguia pegar na bola.

O técnico Claudinei Oliveira não conseguiu armar um sistema tático que, mais do que manter a bola no campo do adversário, criasse mais oportunidades de marcar. Manter Willian José sozinho entre três zagueiros é pedir para não fazer gol. Aliás, por que Willian José e não Giva, que saiu do clássico de domingo como herói?

E por que manter Montillo até o fim do jogo se o argentino voltou às suas jornadas nulas? Não se pode escalar ou manter um jogador em campo só pelo nome. Vimos em Minas Gerais Cuca tirar Bernard e Diego Tardelli de uma só vez e fazer entrar outros dois menos afamados, um deles Guilherme, que acabou fazendo o segundo gol que levou para os pênaltis e que mais uma vez consagrou Vítor.

Faltou a Claudinei a coragem de tirar Montillo e colocar Pedro Castro, ou Léo Cittadini, ou Victor Andrade, ou Gabriel, ou qualquer um que estivesse disposto a criar chances de gol ou fazer um gol mesmo de canela. Tem hora que o que decide é apenas atitude!

Mas, dirão alguns, o Atlético jogava uma vaga na final da Libertadores para um estádio lotado e apaixonado, enquanto o Santos disputava apenas a terceira rodada da Copa do Brasil contra o desconhecido Crac, diante de meia dúzia de gatos pingados na Vila Belmiro. Tudo bem, mas e daí? Para esse Novo Santos, para esses Meninos que buscam se firmar no futebol, o jogo contra o Crac valia muito, pois o futuro deles está sempre em jogo quando entram em campo.

Faltou experiência? A culpa pelo empate foi dos jovens? Positivamente não. Léo fez a linha de impedimento em um lance que acabou na trave de Aranha, além de errar um passe no meio-campo que gerou um contra-ataque perigoso para o Crac; Arouca levou o drible manjado que terminou no cruzamento para o gol do adversário; Aranha falhou no gol ao não cortar o cruzamento; Montillo e Cícero tiveram muitos altos e baixos; Durval viveu dos seus chutões de sempre…

Enfim, não acho, mas não acho mesmo, que o time inteiro que foi campeão da Copa São Paulo teria feito pior. Ao menos se jogaria pra cima do adversário como um leão pra cima de alguns quilos de picanha. Às vezes acho que os veteranos, ao invés de ensinar, estão fazendo os Meninos desaprenderem de jogar futebol. Contra o Crac o time perdeu a empolgação, jogou em câmara lenta.

Com esse empate de 1 a 1 o Santos terá de vencer o jogo de volta ou empatar com mais de um gol para passar pelo Crac. Ficou difícil, mas é uma tarefa que está longe de ser impossível para um time de personalidade, que confia na força de sua camisa. Espero que em Catalão o Santos mostre essas qualidades que ficaram adormecidas na Vila Belmiro.

O engraçado é que a bola só não queimou nos pés de Leandrinho, o que soube melhor o que fazer com ela. O garoto marcou, armou e ainda acertou um chute que fez inveja aos centroavantes do Santos. Para mim, foi o melhor do time.

Reveja os melhores momentos de Santos 1 x 1 Crac:
http://youtu.be/riDFglt2usk

Robinho

Se Robinho viesse, ficaria mais fácil conseguir um patrocinador máster? Sim. Mas se ele ganhasse 12 milhões por ano e o patrocinador máster pagasse 16 milhões, sobraria muito pouco, não? O que o clube precisa ter é um planejamento sério para a formação de um elenco. Nõ adianta contratar na louca. Com as vendas de Rafael, Felipe Anderson e, principalmente, Neymar, deveria haver dinheiro em caixa para boas contratações pontuais. Esperemos…

E você, como engoliu esse empate com o Crac?


Que os Meninos mostrem hoje que eles é que são os craques

Preferências da Timemania este ano (32 milhões de votos)

Posição Time UF Nº de apostas Percentual
1º FLAMENGO RJ 3.862.939 5,22%
2º CORINTHIANS SP 3.560.182 4,81%
3º SAO PAULO SP 2.670.254 3,61%
4º SANTOS SP 2.542.544 3,43%
5º GREMIO RS 2.364.543 3,19%
6º PALMEIRAS SP 2.298.137 3,10%
7º INTERNACIONAL RS 2.051.393 2,77%
8º VASCO DA GAMA RJ 2.041.807 2,76%
9º BOTAFOGO RJ 1.975.147 2,67%
10º FLUMINENSE RJ 1.861.975 2,51%

Ranking de torcidas no Facebook

1° Corinthians
2° Flamengo
3° São Paulo
4° Santos
5° Palmeiras
6° Vasco
7° Cruzeiro
8° Fluminense
9° Botafogo
10° Atlético MG

Clubes com mais sócios-torcedores do Brasil

1 Internacional 100.433
2 Grêmio 72.240
3 Santos 52.737
4 Corinthians 50.200
5 Cruzeiro 28.943
6 Flamengo 27.228
7 Palmeiras 25.072
8 São Paulo 22.189
9 Fluminense 16.786
10 Atlético 16.342

giva & cia
Tudo bem, mas por que não escalar o Giva desde o início? (Foto: Ivan Storti/ Divulgação Santos FC)

Todo cuidado é pouco. Este Clube Recreativo Atlético Catalano, apelidado sugestivamente de Crac, que enfrenta o Santos hoje, às 21h50m, na Vila Belmiro, merece tanto respeito como qualquer outro adversário. Enfatizo isso porque em 2006, nas quartas-de-final da Copa do Brasil, o Santos de Vanderlei Luxemburgo foi eliminado na disputa de pênaltis pelo então desconhecido Ipatinga do também desconhecido Ney Franco depois de dois empates de 1 a 1.

Nas recentes vitórias contra Atlético Mineiro e São Paulo os Meninos da Vila eram a zebra e tiveram a postura humilde e competitiva que se espera de um time que não é o favorito. Mas hoje são o leão da história. Como se sairão?

Em 2006, quando empatou por 1 a 1 com o Ipatinga, em Minas Gerais, e foi eliminado nos pênaltis, o Santos jogou com Fábio Costa; Luiz Alberto (Domingos), Manzur e Ronaldo (Heleno); Neto, Maldonado, Cléber Santana, Léo Lima e Kléber; Magnum e Geílson (Wellington Paulista).

Hoje o técnico Claudinei Oliveira provavelmente repetirá o time que começou a partida contra o São Paulo: Aranha, Galhardo, Gustavo Henrique, Durval e Léo; Arouca, Cícero, Leandrinho e Montillo; Neílton e Willian José (ou Giva).

Quais seriam as diferenças do Santos de 2006 para este de hoje? Olha, analisando posição por posição considero o atual mais talentoso, criativo, além de, naturalmente, mais jovem. Mas o resultado não depende só de um lado.

Não tenho uma opinião formada sobre o Crac, orientado pelo técnico Marcelo Rocha. Mas se já passou algumas etapas da Copa do Brasil, não deve ser nenhuma galinha morta. Hoje o time deverá atuar com Aleks; Rodnei, Bruno Alves, Ben Hur e Rodrigo Crasso; Coquinho, Washington, Heber e Diogo Medeiros; Johnathan (Marcelo Quilder) e Pantico (alô diretoria de futebol santista, atenção nos jogadores visitantes. Quem sabe algum mereça uma proposta).

Meu palpite: time vibrante e vitória por dois gols de diferença

Acredito em um jogo bem agradável de se assistir hoje, com o Santos vibrante e ofensivo, sem se descuidar da defesa. Mas, confesso, não sei exatamente o que esperar desse Crac. De qualquer forma, meu feeling de décadas vendo variados Santos jogarem contra os mais variados adversários, me diz que teremos uma vitória por dois – ou três – gols de diferença. 2 a 0? 3 a 0? 3 a 1? Sim, fico com um desses resultados. Se eu pudesse, estaria na Vila esta noite.

E você, o que espera dos meninos-craques contra o Crac?


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