Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Grande São Paulo

O melhor de dois mundos

Garanta seu convite para uma sessão especial do filme Preto no Branco. Envie seu nome para a lista vip.

Na próxima quarta-feira, dia 10, às 20 horas, o filme Preto no Branco, que conta a história centenária do clássico Santos x Corinthians, será exibido no Cine Olido, na Galeria Olido da Avenida São João. Estarei lá. Se você quiser assisti-lo e também levar amigos e familiares, é só me enviar os nomes para o e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br ou pelos comentários deste blog.

Um viso: também teremos na plateia aficionados do alvinegro da capital, que nos tratarão com respeito e educação, da mesma forma que o faremos. A arte, o belo trabalho do diretor Kim Teixeira, o desempenho sensacional dos rappers dos dois times e a preservação da história do futebol e deste clássico memorável é o que conta. Garanto que todos vão gostar.

Quem tiver o nome na lista vip entrará de graça. Então, envie-me seu nome completo e os nomes completos de seus convidados. Vamos viver uma noite especial de futebol e arte.

preto no branco olido

Corinthians é campeão e encosta no Santos
Ao empatar com a Ponte Preta em 1 a 1, no Itaquerão, o Corinthians conquistou seu 20º título paulista na era profissional do futebol brasileiro, empatando com o São Paulo, e agora está apenas dois títulos atrás do Santos, o maior campeão estadual do Estado, com 22 conquistas. O Palmeiras é o quarto colocado, com 18 títulos.

O melhor de dois mundos

A Grande São Paulo, com seus mais de 21 milhões de habitantes, permite ao Santos estádios repletos, dezenas de milhares de associados, uma convivência mais próxima com a imprensa e os maiores patrocinadores, o que resulta em incrível fortalecimento de sua marca. A cidade de Santos, a capital da Baixada Santista, região com um milhão e meio de habitantes, significa a base histórica e cultural do Glorioso Alvinegro Praiano, lugar ideal para a construção de um amplo, moderno e exemplar centro de treinamento para infanto-juvenis, município que, otimizando os seus equipamentos voltados ao esporte, entre eles museus, estádios, pontos históricos, deverá se transformar na Cidade do Futebol.

Sem as possibilidades de ascensão empresarial representadas pela Grande São Paulo, o Santos definhará como clube grande; sem a cidade de Santos, o time perderá suas raízes. Ambas as regiões são essenciais. Abrir mão de uma delas significa enfraquecer o Santos, que pode e deve saber utilizar, com inteligência e sem vaidades, o melhor de seus dois mundos. Este é o maior desafio dos futuros administradores do clube, mas tem tudo para ser vencido, desde que as artimanhas da política não superem a lógica, a lucidez e a vontade honesta de trabalhar pelo bem comum dos santistas.

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Costumo dizer que o livro é o melhor presente, pois ninguém joga um livro fora e duvido que um santista jogaria um Time dos Sonhos ou um Dossiê fora. Uma camisa do time, que é bem mais cara, fica velha, esgarça, fura, e é abandonada. Um livro, jamais. Fica na prateleira, sobrevive a gerações, conta histórias que se imortalizam.

Se você somar o custo do correio, o preço da embalagem, verá que os livros vendidos neste blog têm um valor abaixo do preço de custo. Minha vaidade é difundir a história do Santos, a história verdadeira do futebol. Hoje, é só isso o que posso fazer para ajudar o clube. Um dia espero poder fazer mais.

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Pesquisa em capitais não mostra a grandeza da torcida do Santos


Perceba que as áreas mais densamente povoadas correspondem aos principais redutos santistas: Grande São Paulo, Grande ABCD, Baixada Santista, Interior de São Paulo, Paraná e Sul de Minas.

Outro dia anunciaram uma pesquisa de torcidas de futebol feita nas capitais do Brasil. Ora, uma pesquisa dessas está anos luz de dar uma idéia real do tamanho da torcida do Santos, que se concentra em cidades que não são capitais, as quais abrangem 75% da população brasileira.

Como se pode ter uma idéia exata da grandeza da massa santista sem consultar a Baixada Santista e o Grande ABCD? A primeira reúne nove cidades, tem 1,6 milhão de habitantes e o Santos detém a maioria dos torcedores. O Grande ABCD, outro notável reduto santista, por figurar justamente entre as cidades de Santos e São Paulo, congrega sete municípios, que somam 2,5 milhões de habitantes.

Juntos, ABCD e Baixada Santista têm 4,1 milhões de habitantes e, se fossem uma única cidade, seriam a terceira mais populosa do Brasil, atrás apenas de Rio de Janeiro (6.355.848) e São Paulo (11.316.149). E se fossem um Estado, teriam mais habitantes do que outros 14 Estados brasileiros.

Há ainda inúmeras cidades com contingentes enormes de santistas que não são capitais, mas têm mais habitantes do que muitas que são. Guarulhos, com 1.233.436 habitantes, e Campinas, com 1.088.000, são mais populosas do que 14 capitais; Osasco (667.826), Ribeirão Preto (612 mil), Uberlândia (611 mil) e Sorocaba (593 mil) têm mais habitantes do que oito capitais; Londrina (511 mil), mais do que seis; e mesmo nossa querida São José do Rio Preto (e Branco), com 412 mil pessoas, é mais populosa do que quatro capitais.

Talvez por não ser também uma capital de estado, o Santos atrai mais a simpatia dos habitantes de cidades que, mesmo populosas, não são capitais. Sempre que joga nestas cidades citadas, os santistas são maioria – como aconteceu recentemente em Uberlândia, contra o América/MG. Portanto, uma pesquisa que só ouça habitantes de capitais é inconclusiva.

Timemania é única enquete abrangente de torcidas

Por ouvir dezenas de milhões de brasileiros e por atingir 62,8% dos municípios do País – ao contrário de pesquisas que ouvem no máximo pessoas de 2,5% das cidades brasileiras – e por ter resultados consistentes, que se mantém uniformes com o tempo, a Timemania é, sem qualquer dúvida, a única enquete fidedigna de torcidas de futebol.

E ela aponta, há 21 meses, o Santos como o terceiro time mais querido do Brasil. Para mim, seu resultado é irrefutável. No dia em que fizerem uma pesquisa realmente abrangente, a verdadeira dimensão da torcida do Santos ficará comprovada também por esses institutos de pesquisa.

O que você acha de uma pesquisa de torcidas de futebol que só ouve pessoas que moram nas capitais e “esquecem” as cidades dominadas por santistas?


Um papo sério sobre um estádio para o Santos

Estou em Sorocaba. E impressionado com o crescimento da região. A cidade tem 584 mil habitantes e faz parte de uma microrregião com 14 municípios que alcança 1,5 milhão de habitantes.

Enquanto isso, lembro-me que Santos tem 417 mil pessoas e não tem mais para onde crescer, a não ser para o alto.

Está certo que na Baixada Santista moram mais de 1,3 milhão de habitantes, mas seu poder aquisitivo é um dos menores do Estado.

Tudo isso passa pela minha cabeça porque li que o presidente Luis Álvaro Ribeiro continua mantendo contatos sobre a construção de um estádio perto de Santos, provavelmente em Cubatão, e me preocupo que o assunto – tão relevante para o futuro do clube – não esteja sendo amplamente discutido pela comunidade santista.

Mais importante até do que ser discutido por todos, é ser analisado por especialistas, com profundidade e sem paixões, levando-se em conta também a questão geopolítica.

Decidir sobre uma obra duradoura e que exige grandes esforços de toda a comunidade, não é a mesma coisa que contratar um Zezinho e um Moisés, que podem ser descartados se não derem certo.

À espera de um milagre chamado Pré-Sal

Hoje a situação de Santos e da Baixada Santista não recomendam a construção de um estádio com capacidade para 40 mil pessoas. Se a Vila Belmiro, que comporta 15 mil, só consegue preencher, em média, 50% de seus lugares, um empreendimento 166% maior só poderá resultar em fracasso.

Mas há a esperança do Pré-Sal, a expectativa de que as explorações da Petrobras – aliadas à modernização e ampliação do Porto – façam da região uma das mais prósperas do País.

Até que ponto o Pré-Sal poderá ajudar a Baixada Santista? O que ele influenciará no aumento da população e de sua renda per capita? Há estudos sérios sobre isso?

O que se sabe é que a cidade de Santos tem o seu crescimento geográfico limitado entre o mar e a serra. Está certo que ela está crescendo para o alto, com a construção de muitos edifícios e uma terrível especulação imobiliária, mas o último censo mostrou que sua população, ao invés de crescer, diminuiu.

Em 1991 Santos tinha 417.052 pessoas; no ano passado, 412.298, ou seja, tinha perdido 4.764 habitantes, ou 1,14%. A causa principal detectada é a de que muita gente se mudou para cidades mais ao Sul, como Itanhaém e Praia Grande. Há também a questão da mortalidade.

Santos tem se caracterizado por ser uma cidade de aposentados. É voz corrente na cidade que “os jovens estão indo embora e os velhos estão chegando”. Ou seja, está virando uma espécie de Miami brasileira.

Isso, para o futebol do Santos, não é nada bom. Idosos preferem assistir aos jogos em casa, pelo pay per view, do que ir ao estádio. Isso explica o fato de que, mesmo tendo mais de 200 mil torcedores do Santos, a cidade não consiga ajudar a Vila Belmiro a superar a média de sete mil pessoas por jogo.

O mais fácil e o mais trabalhoso

O Santos tem no mínimo dois caminhos para solucionar o problema – que mais cedo ou mais tarde terá de ser enfrentado – de não ter uma praça de esportes condizente com sua grandeza.

A opção mais rapidamente viável é construir um estádio às margens da rodovia Imigrantes, próximo ao Rodoanel, para se aproveitar da sua grande população de torcedores não só na Baixada Santista e na Capital, como na região do ABCD e em outras cidades da Grande São Paulo, como Guarulhos (segunda cidade mais populosa do Estado, com 1,3 milhão de babitantes), Carapicuiba, Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuta.

O Rodoanel facilitaria também a vinda de santistas do rico interior do Estado, com predomínio das regiões de Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Bauru e Presidente Prudente, entre outras.

Um estádio como o que já foi projetado para Diadema, provavelmente triplicaria a média de público dos jogos do Santos, que ficaria em torno de 20 mil pessoas por partida.

O caminho mais difícil e que exigirá mais trabalho para ser bem-sucedido é a construção do estádio na Baixada Santista. É o mais trabalhoso porque exigirá mais esforços para se conseguir investidores e também para se atrair público.

Será necessária uma interação permanente com as prefeituras locais e uma divulgação super-eficiente e criativa, pois sem esses cuidados a tendência é de que os públicos sejam reduzidos e os eventos, deficitários.

Por mais que um espetáculo de bom nível mereça um ingresso mais caro, creio que as condições sócio-econômicas de uma região é que devem definir os preços dos produtos oferecidos a seus habitantes.

Assim, levando-se em conta o menor poder aquisitivo das pessoas que vivem na Baixada Santista, um estádio maior deverá cobrar ingressos mais baratos, sem que se perca a margem de lucro.

Turismo justificaria o Estádio no Mar

Um dos tópicos mais lidos deste blog foi aquele sobre o projeto de um estádio do Santos no Mar. E se causou tanto interesse, é porque está nos sonhos dos santistas.

O grande diferencial de Santos e da Baixada Santista é o mar, o porto, a beleza natural – que torna a região a de maior afluxo de turistas no Estado.

Por isso é que um empreendimento a princípio inviável, como um estádio no mar, se tornaria um sucesso e marcaria uma nova etapa de desenvolvimento no litoral paulista.

Acho que o clube tem a obrigação de estudar a viabilidade de tal obra, pois este sim seria um estádio diferenciado, digno do Alvinegro Praiano.

Como está, fica…

A construção de um novo estádio para o Santos, repito, deve ser muito bem discutida e analisada. Até porque, hoje, isso não é prioridade para o clube.

Com o erguimento do estádio do Corinthians, em Itaquera, o belo e muito bem localizado Pacaembu poderá ser utilizado exclusivamente pelo Santos, o que será uma grande vantagem.

Assim, e como as finanças do clube não andam de vento em popa, creio que ainda passaremos um bom tempo vendo o Santos se revezar entre jogos na Vila Belmiro e no Pacaembu.

Isso não impede, porém, que os estudos para a construção de um novo estádio do Santos já sejam iniciados. Desde que se leve em conta muito do que se comentou neste post.

Veja a matéria que fala do Estádio do Santos no Mar

O Santos deve esperar os resultados do Pré-Sal para pensar na construção de um novo estádio? Até que ponto as prefeituras da região deveriam colaborar na construção de um novo estádio para o Santos?


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