Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

Tag: história do Santos (page 1 of 2)

Uma noite de desafios

Depois de perder para o Sport, na Vila, o Santos terá forças para obter ao menos o empate contra o Flamengo, a partir das 21h45 de hoje, no Ninho do Urubu, pelas quartas de final da Copa do Brasil? Bem, o favoritismo é do time carioca, mas o Santos terá suas alternativas.

Mesmo ainda sem estrear de verdade, Levir Culpi é técnico mais experiente do que Zé Ricardo e certamente armará e orientará o time de forma a fazer um jogo equilibrado e obter, ao menos, um empate. Ele sabe que o ataque do time carioca é bom, mas sua defesa é ruim e o goleiro não é confiável. Nesta noite Levir viverá o seu primeiro grande desafio no Santos. Não apenas ele, mas alguns jogadores que, pelas circunstâncias, estão se tornando titulares.

Mesmo sem Thiago Maia, Ricardo Oliveira e Zeca, o Santos ainda tem jogadores que, em uma noite inspirada, poderão contribuir para um bom resultado. Tenho esperanças no trio atacante formado por Bruno Henrique, Kayke e Copete, não pelo esmero técnico, mas pela força física, garra e velocidade.

Com exceção de Lucas Lima, pelo Santos, e Diego, pelo Flamengo, não haverá nenhum craque em campo, mas muitos jogadores estarão dispostos a, com muita vontade, suprir suas carências técnicas. Por isso, espero um jogo corrido, com mais oportunidades aos rubro-negros, mas com boas possibilidades aos santistas nos contra-ataques.

O Santos deverá jogar com Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo e Jean Mota; Renato, Leandro Donizete e Lucas Lima; Bruno Henrique, Kayke e Copete. Creio que Vitor Bueno é nome certo para entrar no transcorrer da partida.

O Flamengo, que ainda não poderá contar com os contratados Geuvânio, Everton Ribeiro e Rhodolfo, provavelmente será escalado com Thiago, Rodinei, Réver, Juan e Trauco; Cuéllar e Márcio Araújo; Berrio, Diego e Everton; Guerrero.

A arbitragem, detalhe que sempre causa calafrios nos times que visitam o Flamengo, será toda mineira: Ricardo Marques Ribeiro será auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Fabrício Vilarinho da Silva. Esperamos que seja neutra, mas sabemos que, na dúvida, as marcações tenderão a favorecer o time da casa.

Por falar em casa, o jogo será no acanhado Ninho do Urubu, nome dado ao estádio da Portuguesa Carioca, na Ilha do Governador, que, devido aos problemas com o Maracanã, foi arrendado pelo Flamengo por três anos. Assim como a Vila Belmiro, no papel o estádio comporta 20 mil pessoas, mas na prática só cabe 16 mil e ainda não chegou a reunir mais de 14 mil pagantes.

A Teoria Tostines e o Yin e o Yang do Futebol

Sempre me pergunto se a imprensa fala mais de certos times porque eles têm mais torcida, ou se eles têm mais torcida porque a imprensa fala mais deles. Isso só seria respondido por uma pesquisa séria, que remontasse aos primórdios do futebol brasileiro, quando imperava a meritocracia e equipes como o América Carioca e a Portuguesa de Desportos às vezes tinham mais espaço nos jornais do que os hoje queridinhos da mídia. Preparo uma tese de mestrado sobre isso.

Sempre que o Santos enfrenta Flamengo ou Corinthians reflito sobre a importância desse contraste: entre o time que representa o máximo de técnica, beleza, eficiência e prestígio que o futebol brasileiro já alcançou, e os que, joguem como jogarem, são guindados ao estrelato pelo simples fato de terem mais torcedores. Creio que aí tenhamos o confronto entre o yin e o yang do futebol.

E note o leitor e a leitora que a imprensa pode não saber, ou fingir não saber, por ignorância ou conveniência, mas o torcedor sabe e sente a importância de um confronto assim. Tanto, que o recorde oficial de público de um jogo entre clubes no Brasil é o da final do Campeonato Brasileiro de 1983, no Maracanã, entre Glamengo e Santos, que recebeu 155.523 pessoas. Sem contar muitos outros duelos, como o do Torneio Rio-São Paulo de 1961, cujas imagens reproduzo no início deste post, que atraiu 90.218 pessoas ao mesmo Maracanã e terminou com a goleada santista por 7 a 1.

Quanto ao Corinthians, dizem que seus maiores rivais são os outros dois grandes da Capital, mas o clássico paulista que mais vezes ultrapassou a marca de 100 mil pessoas é o que reúne o alvinegro da capital e o Santos, em confrontos disputados na era pós-Pelé. Portanto…

Um olhar de amor ao futebol

O ibopismo, a ânsia por pontos de audiência em rádios e tevês e por uma maior frequência em sites e blogs tem nivelado o jornalismo esportivo por baixo. Nesse novo panorama, a polêmica, mesmo fútil, ganhou o espaço que antes era ocupado pela informação precisa e o texto elegante, ou que ao menos buscava ser elegante. Ao pensar em fazer alguma coisa para alterar essa triste tendência, criei o Curso de Especialização em Jornalismo Esportivo que ministrarei a partir da próxima terça-feira, 4 de julho, na sede da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo.

Se você é estudante de jornalismo, já ingressou na profissão, ou está pensando em trabalhar na área, aconselho-o a se inscrever neste curso. Nele ensinarei o que de mais importante aprendi em 40 anos de profissão. Darei dicas preciosas, que o acompanharão para sempre. Caso tenha se interesse, leia as informações, abaixo, ou envie e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br .

O valor da história

Acredito que a história, que os livros não permitem ser esquecida, modifica o presente. Com todo o respeito a tudo que aprendi com pai e mãe, costumo dizer que os livros me educaram, formaram minha concepção da vida e do mundo. E agora posso escrevê-los para eternizar fatos, pessoas e o nosso Santos, claro.

Valorizar a história não quer dizer desvalorizar o marketing, o planejamento, a boa gestão e tudo o que é necessário para tornar o nosso Santos moderno, próspero e autossustentável. Por isso escrevo livros sobre a história única do Glorioso Alvinegro Praiano e peço que vocês os comprem e os divulguem. Sem poder contar com a meritocracia que deveria imperar na imprensa esportiva, nosso Santos depende demais dessas obras que eternizam seus feitos.

Santos FC, o maior espetáculo da Terra

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou o livro que traz as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial.

Este livro de arte nenhum time tem e nunca terá. Chegou a esperada obra que conta as maravilhosas viagens do Santos pelo mundo. Um livro único, que vale por um título mundial e está sendo oferecido por um preço super acessível e ainda dá ao comprador a honra de ter o seu nome impresso em suas páginas. Não perca essa oportunidade de ter o seu nome em um dos livros mais importantes da literatura futebolística mundial!

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Ministrado por Odir Cunha, jornalista profissional há 40 anos – Jornal da Tarde, O Globo, rádios Globo, Excelsior e Record, TV Record, editor de nove revistas esportivas, diretor de comunicação da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo, diretor da Ampla Comunicação, editor das editoras de livros Novo Conceito e Magma Cultural, dono do Blog do Odir, autor de 27 livros, curador do Museu Pelé, coautor do Dossiê que unificou os títulos brasileiros, biógrafo de Oscar Schmidt, Pelé e Gustavo Kuerten, ganhador de dois Prêmios Esso e três prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Temas do Curso

Pirâmide Invertida X Novo Jornalismo
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As regras para uma boa entrevista
Conhecimento – Respeito – Planejamento – Dicas

Os limites da polêmica
Os cuidados com os crimes de opinião: Difamação, Injúria e Calúnia

Princípios do bom texto
Clareza
Escolha das palavras
Uma ideia por parágrafo
Precisão. Sem ela não há credibilidade.
Isenção. A necessidade de ser neutro.
Empatia. O melhor repórter se apaixona pela matéria.
Criatividade. Os caminhos que levam a ela.
Reler é obrigatório
Humildade e Respeito. Qualidades essenciais.
Ousadia e Iniciativa. Quando elas são obrigatórias.

Como escrever para
Jornal diário
Revista
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Blogs e Sites

Funções Jornalísticas
Repórter
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Editor Chefe

Fechamento de matérias
Títulos
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E para você, quais serão os grandes desafios do Santos diante do Flamengo?


Santos é o melhor parceiro para o Pacaembu

Por Luca Otero, cientista social

Dando vazão às promessas de campanha do prefeito, foi anunciado hoje um projeto de concessão por no mínimo 10 anos do complexo do Pacaembu, por 9 milhões anuais. Não é só o estádio que está em jogo: são quadras poliesportivas, piscinas, quadras de tênis. A meta desse texto é discutir o valor cultural do complexo, além de cifras financeiras e discussões partidárias.

Não é novidade para ninguém que o Pacaembu passa por uma crise. Sem os jogos que o Corinthians costumava mandar no local, os custos parecem proibitivos para a Prefeitura. Além disso, a maior ameaça é o esquecimento: com menos jogos no ano, o estádio vai perdendo seu significado histórico como lugar de confrontos esportivos.

Na área de patrimônio histórico, sabemos o que isso pode acarretar: menos gente se lembra de sua importância, menos verbas são destinadas para o local, num ciclo de degradação que pode destruir até os lugares que nos parecem mais intocáveis. Sem sensacionalismos, mas cabe colocar os pontos nos is.

É principalmente por isso que é interessante?—?para o Pacaembu!?—?que o Santos o assuma como sua segunda casa e mande regularmente jogos lá. É assim que se manterá sua importância, a mesma que justificou a proteção por órgãos de patrimônio como o CONPRESP e o CONDEPHAAT.

Pense em time com o histórico que o Santos possui, jogando em um lugar tão relevante quanto o Pacaembu. É uma conjunção de forças que as novas arenas, com seus mármores e alumínios, nunca alcançarão. Também seria impossível pensar que essa cena seria tão forte se fosse um time movido por investimento ou empresários de longínquos lugares.

Além de recolocar o Pacaembu no circuito esportivo da cidade, com a regularidade de jogos, o Santos também poderia trazer uma nova vitalidade para o uso do complexo esportivo. Já há programas interessantes acontecendo no local, mas que podem ser complementados por um fluxo maior de sócios do clube. Difícil imaginar que, com facilidades para sócios do Santos, o uso de um complexo tão completo e central não aumentaria. Poderia, até mesmo, ser um atrativo para mais santistas da capital se tornarem sócios, inclusive.

Também cabe falar das famosas dificuldades devido ao tombamento. Creio que a maior dificuldade é o costume de renegar a história das cidades brasileiras, devastando totalmente para depois criar planejamentos que parecem perfeitos.

Para quem costuma lidar com o campo do patrimônio, sabemos que a aparente dificuldade de manter o que já existe é, na verdade, um grande benefício. E, no caso do Pacaembu, as restrições de alteração física são poucas. No fundo, basta respeito à história construída no local para adequar as instalações às demandas atuais.

Caso seja concretizada a parceria entre o Pacaembu e o Santos, a oportunidade que se apresenta é única, pelo tamanho das duas instituições envolvidas. A história do futebol brasileiro, do estádio e do clube seria relembrada e continuada. Enfim, mais um capítulo marcante na história do Paulo Machado de Carvalho?—?o seu, o meu, o nosso Pacaembu.

E você, o que acha da opinião do Luca Otero?

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Que tal gastar só um pouquinho para conhecer um pouco mais a história do Santos, ou difundi-la entre os amigos santistas?


Como está o Santos?


Venceu, mas convenceu? Diga o que você achou.

Como está o Santos?
Depois de quase um mês sem jogar na Vila Belmiro, era normal se esperar um bom público para ver a vitória santista sobre o Paysandu pela Copa do Brasil. Até porque os sócios não pagaram nada para entrar. Porém, apenas 6.260 pessoas foram ver o jogo, em mais um público decepcionante no estádio santista. Diante de mais esse fato, juro que não entendo como ainda tem torcedor que defende a realização de todos os jogos com mando do Santos na Vila. Ou dizem isso por motivação política, ou… bem, não sei como explicar. Se você tem uma explicação, gostaria de conhecê-la.

Como estará o Santos

Sempre que fica um bom tempo sem jogar, o Santos volta pior. É que o intervalo entre os jogos não é usado para um treinamento intensivo e programado, mas apenas para “descansar”. Nesta quarta-feira o time estreia na Copa do Brasil, às 19h30, na Vila Belmiro, diante do Paysandu, e a expectativa normal do torcedor santista é de uma goleada de 3 ou 4 a 0. Mas isso era antes. Agora é sempre uma incógnita.

Como está há 27 dias sem fazer um jogo profissional na Vila Belmiro e como os jogadores preferem jogar no Urbano Caldeira, esta é uma noite para casa cheia. Porém, sabemos que nem sempre é assim. Creio que a melhor previsão é de um público de nove mil pessoas.

O técnico Dorival Junior fará apenas uma alteração na equipe, colocando o lateral-direito Matheus Ribeiro na lateral esquerda, no lugar de Jean Mota. O técnico explicou que Mota não poderá jogar contra o Santa Fé, pela Copa Libertadores, e por isso já está treinando Matheus na posição.

Treinado pelo técnico Marcelo Chamusca, o Paysandu está embalado. A tradicional equipe azul e branca de Belém do Pará está classificada tanto para a final do Campeonato Paraense, na qual enfrentará o Remo, como para a decisão da Copa Verde, em que enfrentará o Luverdense.

A partida de hoje terá a arbitragem de Igor Junio Benevenuto, auxiliado por Celso Luiz da Silva e Felipe Alan Costa de Oliveira, todos de Minas Gerais. A seguir, as escalações prováveis dos dois times:

Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.

Paysandu: Emerson, Ayrton, Gilvan, Perema e Hayner; Augusto Recife, Rodrigo Andrade e Diogo Oliveira; Leandro Carvalho, Bergson e Alfredo

A ameaça contra mim e contra a liberdade de expressão

Como muitos já devem saber, e como eu só soube pelo jornalista Eduardo Ohata, corre entre os conselheiros da situação do Santos uma lista de assinaturas com o intuito de me excluir como sócio do clube sob a alegação de eu ter ”propalado informações” que obtive por meio de minha condição de conselheiro “de forma deturpada e inverídica”.

Excluindo-me como sócio, esses conselheiros que organizam a lista, todos ligados à chapa de Modesto Roma, me impediriam de concorrer às próximas eleições. Bem, é evidente que sem candidatos contrários ficará menos difícil para o sr. Roma, e todos que são remunerados por essa gestão temerária, manterem-se sugando o precioso leite das tetas da baleia.

Já comentei sobre isso na mídia social e evitei tratar esse assunto no blog, mas tinha de dar uma explicação aos meus queridos leitores. Ocorre que se houvesse uma comissão de ética rigorosa no Santos, ela não permitiria que conselheiros santistas que moram em São Paulo fossem chamados de “merdas” por conselheiros da situação; que aqueles que usam o púlpito para se expressar não fossem chamados de “palhaços” e o próprio clube não fosse definido por um deles como “merda”. Porém, esses termos chulos foram usados por conselheiros amigos de Roma e a eles tudo é permitido. Eles patrulham e não são patrulhados. Sentem-se donos do clube.

Duvidar do superávit falacioso, da arena em Santos que não tem investidor conhecido e não se sabe a procedência do dinheiro, reclamar da folha de pagamentos inchada pelo cabidão de empregos em que se transformou o clube, do péssimo negócio com a Kappa para a fabricação do material esportivo, da relação promíscua com empresários, das contratações ruins e caras, da falta de jogos no Pacaembu e do pouco empenho para se aumentar o número de sócios são direitos de todo conselheiro e de todo santista, ainda mais de um que também é jornalista e tem a prerrogativa profissional de duvidar, investigar, criticar as mazelas administrativas dessa gestão que já teve um ano de contas reprovadas e ainda não as explicou, procurando apelar para a justiça comum para ir protelando o caso até as eleições.

A imagem da instituição Santos Futebol Clube eu defendo há décadas. Defendo e tenho divulgado, positivamente, com meus 10 livros sobre o Santos, sem contar o Dossiê, produzido com José Carlos Peres, que recuperou seis títulos brasileiros para o clube, a recente biografia sobre Pelé e a curadoria do Museu Pelé, que divulga não só a história do melhor jogador de todos os tempos, mas também a história do Santos para milhares de visitantes por ano, entre eles muitos estrangeiros. Fiz as contas e cheguei à conclusão de que uma boa porcentagem dos torcedores do Santos aumentaram seu conhecimento sobre a história do clube devido a esse meu trabalho. Conceitos como o DNA ofensivo do time, a vocação para revelar jogadores e a afinidade com o futebol-arte foram reforçados por mim nesse trabalho de anos que ainda prossegue. Incentivei amigos e companheiros a pesquisarem e escreverem livros sobre o Santos e sou um dos fundadores da Assophis, a Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos Futebol Clube.

Como jornalista, jamais escondi minha preferência pelo Alvinegro Praiano e sobre ele já produzi milhares de matérias para jornais, revistas e Internet, além de inúmeros comentários na tevê e no rádio. Defendo e sempre defenderei a instituição Santos Futebol Clube, fundada em 14 de abril de 1912, mas não tenho a menor obrigação de defender uma gestão incompetente e temerária, que mesmo sabendo que o Santos tem 450 milhões de reais em dívidas usa o precioso dinheiro do clube para festinhas eleitoreiras que visam apoiar a reeleição de Modesto Roma, o inimigo dos santistas de São Paulo, aquele que quer transformar o Santos em uma ação entre amigos.

Qualquer que seja o resultado dessa tentativa grosseira e desesperada de calar a minha boca e me alijar das eleições presidenciais do Santos, continuarei santista e torcedor desse time que já foi muito grande, já foi dirigido e representado por homens notáveis e, estou certo, voltará a sê-lo um dia.

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Grandeza para ser gritada


Em 2006 foi assim. Eu, Suzana, Marcos e Daniel estávamos lá.

Não é surpresa nenhuma que os santistas lotem o Pacaembu na segunda-feira. Lotar estádios na Capital é o roteiro natural do Santos desde que a geração de Pelé deu ao clube a herança preciosa de uma das maiores torcidas do País. Só mesmo quem não quer admite a enorme popularidade e carisma do Alvinegro Praiano, ou trabalhe contra ela, se interessa por vê-lo se exibindo para uma média de sete mil torcedores.

O Santos é muito maior do que isso, muito maior do que a cidade de Santos e maior até do que a metrópole paulistana. Por tudo que é, foi e representa o Santos merece jogar, sempre, para grandes públicos. E merece ter sua história conhecida e reconhecida de geração a geração. Como, no meu papel de torcedor, só posso ser um, escrevo livros, mantenho um blog a fim de manter viva e eternizar a rica história do nosso clube, com a intenção de contribuir, dentro da minha área, para o aumento de nossa torcida.

Tenho a doce ilusão de que, mesmo após a minha morte, as nossas mortes, se um dia vencerem as forças que querem apequenar o Santos e mantê-lo ad eternum sob o seu jugo, quando a imprensa esquecer definitivamente do nosso time e ele chafurdar por divisões inferiores contanto apenas com torcedores da Vila Belmiro e adjacências, ainda assim, em algum lugar do Brasil, um adolescente pegará em uma prateleira qualquer um livro com a história do Alvinegro Praiano e se apaixonará por ele da mesma forma que nós nos apaixonamos, e a saga persistirá.

Por isso que, dos 27 livros que escrevi e foram publicados, 12 falam do Santos. Destes, os mais importantes foram Time dos Sonhos, que levou mais de dez anos para ser concluído e foi lançado em dezembro de 2003, com a história do clube desde sua fundação até o título brasileiro de 2002; e o Dossiê Unificação dos Títulos Brasileiros, que fiz em parceria com José Carlos Peres e que, para nossa extrema felicidade, conseguiu que os campeões brasileiros de 1959 a 1970 fossem reconhecidos oficialmente, o que recuperou seis títulos brasileiros para o Santos.

Neste mês de abril, no dia 14, o Santos Futebol Clube completa 105 anos e por isso a livraria deste blog está oferecendo os livros Time dos Sonhos e Dossiê a valores inferiores ao preço de custo dessas obras. Tanto Time dos Sonhos, com 528 páginas, cerca de cem mil informações sobre a história do Santos e o perfil detalhado dos onze titulares do melhor time de futebol de todos os tempos, como o Dossiê, 323 páginas de papel couché, com toda a história dos campeonatos nacionais e os fatos e argumentos irrefutáveis que levaram ao reconhecimento dos títulos da Taça Brasil e do Torneio Roberto Gomes Pedrosa estão sendo oferecidos por apenas 39 reais o exemplar, incluído nesse preço a despesa de correio, além de minha dedicatória. Na compra de dois exemplares, em vez de 78 reais, o leitor pagará apenas 59 reais.

Um detalhe: quem adquirir um exemplar de Time dos Sonhos ainda recebe, por e-mail, de brinde, os PDFs dos livros Donos da Terra, Ser Santista um orgulho que nem todos podem ter, e Pedrinho escolheu um time.

Se você já os tiver, por que não comprá-los para presentear uma pessoa sem recursos ou momentaneamente parte das estatísticas terríveis de desemprego no Brasil? Todos nós, engajados na luta pela grandeza do Santos, contrários ao processo de apequenamento movido pela atual direção do clube, temos de fazer a nossa parte. Ir ao Pacaembu e provar que o Santos é time para atrair multidões aos seus jogos, é uma das tarefas obrigatórias. A outra é conhecer e difundir a incomparável história do Glorioso Alvinegro Praiano.

Até a meia-noite do dia 30 de abril, um domingo, manterei esses valores para os livros Time dos Sonhos e Dossiê. Também estou oferecendo, a preços simbólicos, não superiores a quatro reais e cinquenta centavos, os PDFs dos livros Donos da Terra, Na Raça!, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Na compra deste último, oferecido por apenas dois reais e cinquenta centavos, autorizo o comprador reencaminhá-lo para uma criança santista ou indecisa com relação a que time escolher para torcer. Comprar um livro, conhecer e difundir a história clube pode parecer pouco, mas atitudes assim é que construirão um futuro melhor para o nosso Santos.

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Movimento por um Santos Melhor – Encontro em São Paulo

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Ideias simples para o Santos

Veja agora o que a tevê não mostrou sobre o show do Santos e dos santistas no Pacaembu. Atenção especial para as crianças em mais essa obra preciosa do conselheiro Rachid:

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Vaga-lumes. Gol de Lucas Lima visto da arquibancada verde. Antes, nervosos, os torcedores acendiam cigarros, hoje ligam o celular para gravar um lance do jogo. Olha como o tobogã do Pacaembu ficou iluminado. O santista previa o gol.

Ideias simples para o Santos

O colega Efigenio se oferece para trabalhar nos guichês do Pacaembu, se não houver nenhum funcionário disponível, a fim de facilitar a vida dos santistas. Estou com ele. Douglas, o nosso Bozo, ressalta, mais uma vez, o gasto enorme com a confecção de ingressos – quase 70 mil reais só para o jogo contra o São Paulo. Essas questões não são difíceis de se resolver. Talvez falte boa vontade, talvez falte competência, o certo é que problemas simples não são resolvidos e o Santos prossegue como um clube amador em plena era do profissionalismo selvagem. Que tal se abríssemos aqui no blog uma caixa virtual de ideias praticáveis para o clube que seriam discutidas e depois enviadas à Curadoria do Santos?

E como fiz a sugestão, já inicio o processo com algumas ideias que tenho há tempos. A primeira delas é uma pesquisa com os torcedores do Santos que vão aos jogos. Umas pranchetinhas, perguntas curtas e grossas – nome, idade, cidade e bairro onde mora – já seriam suficientes para termos uma boa ideia do santista que vai aos jogos do time. Se o marketing não faz, nós mesmos poderíamos realizar essa pesquisa.

Sobre a equipe de marketing do Santos, confesso que não entendo porque ela trabalha no horário comercial normal, já que os eventos vitais para o clube são os jogos de futebol, realizados nas noites dos dias de semana, aos sábados e domingos. O expediente da equipe de marketing, ou de boa parte dela, deveria ser parecido com o do jornalista esportivo, que no máximo folga um domingo por mês, às vezes nenhum.

Por outro lado, o Santos tem funcionários suficientes para se revezarem nessas ações, já que hoje a folha de pagamentos tem 526 contratados, sendo 308 pela CLT e 218 autônomos, ou PJs. Ou seja, o clube tem 200 funcionários a mais do que deveria ter se fosse minimamente eficiente. Acho que seria conveniente arrumar trabalhão para alguns, antes que a situação piore e tenham de ser demitidos.

Bem, voltando às ideias, uma enquete com os santistas é mais do que importante, é imprescindível. Se o marketing do clube não pode fazê-lo e não há dinheiro para contratar uma empresa especializada, acho que só aqui no blog conseguiríamos juntar uma boa equipe para empreender a tarefa.

Ainda sobre como aproveitar os jogos, o momento de maior aglomeração de santistas, eu sugiro que uma equipe comandada pelo marketing faça um corpo a corpo com os torcedores. Não é preciso fechar o negócio na hora, mas conversar, distribuir folders e marcar para entrar em contato depois. Estou certo de que muitos novos associados seriam conseguidos assim.

Ainda sobre pesquisas, como ex-pesquisador do IBGE devo dizer que me fascina empreender uma pesquisa de torcidas localizada em alguns lugares específicos, como as cidades de Santos e São Vicente e bairros da região da Capela do Socorro, em São Paulo. Algo me diz que o número de santistas será muito mais do que outras pesquisas divulgam. Mas é fazer para ver e crer.

Internet, como se manter na ponta

Quanto à área de comunicação/ divulgação, creio que o Santos tenha de usar ao máximo os espaços disponíveis na Internet e, para começar, estreitar seus laços com os jornalistas e blogueiros que escrevem sobre o time. Não imagine que estou pensando em mim. Sei que como sou visto como “um cara da oposição”, não serei convidado para nenhuma ação do clube, já que essa direção do Santos é essencialmente política. Mas não importa. O importante é o clube ter uma rede de formadores de opinião que espalhe rapidamente suas notícias, mantendo o torcedor santista bem informado. A Internet é o grande meio de comunicação com o jovem e, logo, logo, também o será com pessoas de todas as idades. O Santos tem de se manter na ponta dessa tecnologia.

A Santostv vai muito bem, mas pode melhorar. É possível transmitir os jogos da base, ao vivo, pela Internet, além de jogos do time feminino e outros eventos. É bem barato e seria possível vender publicidade, o que daria até lucro ao clube. Nessas transmissões também seria possível atrair associados e divulgar outros aspectos do clube e do time.

Ensinar a história, o endomarketing essencial

Os meninos da base, as garotas do time feminino e mesmo os jogadores profissionais precisam conhecer melhor a história do Santos. Eles são ou serão porta-vozes e formadores de opinião do clube. Quanto mais bem estiverem informados, mais positivas e enriquecedoras serão suas entrevistas, valorizadoras da rica história santista.

Nós, da Assophis, a Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos, já nos oferecemos para dar aulas, palestras ou cursos aos atletas santistas. Sei que Guilherme Gomez Guarche, responsável pelo departamento de memória e estatística do Santos, já fez algumas palestras aos jogadores infanto-juvenis. Ótimo, mas isso não pode ser esporádico, tem de ter continuidade. E não é problema de verbas, pois faríamos isso de graça. E não entraríamos em política, se é isso que temem.

O ideal seria que todos os funcionários do clube passassem por essas aulas, pois o endomarketing estaria perfeito. Em um clube de futebol, que depende essencialmente da mídia para se promover, conhecer a história e os valores da instituição é peça fundamental de todo plano de endomarketing.

Camisa especial e outros brindes aos sócios

Como o sócio do Santos recebe muito pouco pela taxa que paga, sugiro que a cada ano o sócio adimplente recebe uma camisa oficial e especial confeccionada especialmente para ele. É óbvio que será uma camisa mais econômica, produzida a preço de custo e enviada a todos os sócios, que assim poderão, orgulhosamente, exibir por todos os cantos do Brasil a sua condição especial de colaborador do Glorioso Alvinegro Praiano.

Outros brindes, como pins, chaveiros, cartões postais, livros, CDs, revistas, poderão ser distribuídos regularmente aos sócios, que assim terão uma compensação pelo fato de se associarem a um clube que não tem instalações poliesportivas, ou sociais, e nada lhes pode oferecer no momento.

“Mas isso custará ao clube”, argumentarão alguns que já imagino quais são. Claro que custará, mas deverá ser menos do que o valor de contribuição anual do associado. Não dá para querer apenas que o torcedor santista ajude o clube sem lhes oferecer nada em troca.

Em alguns clubes, como o Sevilha, da Espanha, o número de associados está diretamente ligado à capacidade do estádio. Lá, eles só aceitam 30 mil sócios, pois estes são os lugares reservados a eles no estádio do clube, que comporta 45.500 pessoas. E quase todos recebem seus carnês no começo do ano e podem ir a todos os jogos. O preço, com desconto, dos ingressos, já está acoplado ao valor da anuidade. Essa é uma fórmula, mas no Santos não precisa ser assim.

O torcedor santista que mora longe de Santos e de São Paulo sabe que dificilmente poderá acompanhar todos os jogos do time, então ele se associa mais para ajudar o clube. Caso seja contemplado com brindes e vantagens, ele continuará fiel. Por isso, ao contrário do Sevilha, o Santos pode ter metas muito mais ousadas para o seu quadro associativo, ultrapassando 100 mil pessoas. Basta desenvolver esse departamento com planejamento e eficácia.

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Cartaz não sócios

Bem, vou parando por aqui. Tenho outras ideias, mas creio que as que expus já são suficientes. Agora quero saber que ideia simples e barata você tem para o Santos.


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