Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Jair Ventura

Eu quero ver o Santos!

Meus amigos e minhas amigas, a grande motivação do torcedor é ver o seu time, em qualquer situação. Eu estarei nesse domingo, no Pacaembu, para ver o Santos de Jair Ventura, Rodrygo, Arthur Gomes e Sasha contra o Ituano. E você?

O jogo começará às 19h30, mas o interessante é chegarmos cedo, ver a torcida chegar, sentir a excitação pela batalha iminente.

Esse jogo tem história. O Santos já enfiou 9 a 1 nesse mesmo Ituano em 2010, sem Neymar e depois de sair perdendo, mas perdeu para o mesmo adversário a decisão do título de 2014.

Agora, é bom não se descuidar. O Ituano ainda está invicto e tem cinco pontos ganhos, apenas um a menos do que o Santos, que perdeu na Vila para o Bragantino. Otimista, garanti a amigos que hoje teremos 15 mil pessoas no Pacaembu.

Estou ficando bem animado com este Santos. Não apenas pela volta de Gabigol, que já quer estrear, mas pela desenvoltura dos garotos Arthur Gomes e Rodrygo e pelo ânimo de Sasha. Sei que um ótimo meia está engatilhado e isso deixará o time ainda mais competitivo.

Fiquei feliz com a notícia de que Diogo Vitor deve renovar com o Santos na semana que vem. O Santos tem tratado esse garoto como um filho há oito anos. Agora que o rapaz pode retribuir esse carinho e esse apoio, ir embora seria tremendamente injusto. Mas a culpa não seria dele, sabemos disso. Falarei sobre o assunto mais abaixo.

Acho que Jair começará o jogo com Vanderlei, Victor Ferraz (ou Daniel Guedes), David Braz, Luiz Felipe e Romário (ou Caju); Alison, Matheus Jesus e Vecchio; Copete, Rodrigão e Arthur Gomes. Creio, também, que Sasha e Rodrygo entrarão no transcorrer na partida.

O Ituano, do técnico Vinícius Bergantin, deverá jogar com Vagner, Igor Vinícius, Ricardo Silva, Léo e Raul; Baralhas, Corrêa e Guilherme; Claudinho, Ronaldo e Sidnei

Fim da Lei Pelé

Nosso Pelé é amado e eterno, mas a lei que leva o seu nome, e que ele não fez, precisa ser alterada urgentemente. Ela tornou os clubes brasileiros escravos de empresários inescrupulosos. Como pode um clube investir anos a fio na formação esportiva e educacional de um jovem e depois vê-lo partir, de graça, antes mesmo de jogar pelo time profissional?

Essa aberração, permitida pela lei, tem ceifado o futebol brasileiro de seus melhores talentos e, consequentemente, reduzido a atração pelo esporte, diminuindo o público nos estádios, a audiência na tevê e os valores de patrocínio. Não dá mais para conviver com tal situação.

O que ainda falta

Como faço parte dela, acompanho com interesse a opinião dos santistas sobre a nova gestão. Percebo que há algumas críticas infundadas, movidas pelo revanchismo ou pela precipitação normal do torcedor, nas também há muitas pertinentes, que tocam em questões que efetivamente precisam ser resolvidas.

O tratamento ao sócio, que precisa ser conquistado e fidelizado, é um desses problemas que merecerão atenção especial. Nosso compromisso, que jamais será ignorado, é o de alcançar 100 mil sócios em três anos e trabalharemos duro para isso.

As franquias e franqueados também precisam ter sua situação resolvida. Herdamos um imbróglio que destrincharemos. Outro gargalo é a venda de ingressos. Como poderemos ter grandes públicos no Pacaembu com tão poucos pontos de venda física na Capital? Isso tem de ser resolvido para ontem.

Há muitas boas notícias a caminho, mas só serão divulgadas quando efetivamente comprovadas. De balões de ensaio e fantasias o santista está farto, não é mesmo?

E você, o que pensa disso?


Que tal 10 mil na Vila?

Depois de uma ótima vitória fora de casa, o Santos estreia na Vila Belmiro neste Campeonato Paulista como líder do Grupo D e com uma das prováveis revelações da competição – o jovem Arthur Gomes, que marcou dois gols contra o Linense – e é justo esperar um público de cerca de 10 mil pessoas na noite dessa segunda-feira.

Feliz do time que tem mais de uma casa e se sente à vontade sempre que pode contar com o apoio e o carinho de sua torcida, como é o caso do nosso Santos. Algo me diz que nessa segunda, a partir das 20 horas, assistiremos a mais uma exibição de técnica, disciplina, garra e ousadia dos nossos rapazes.

O adversário é o Bragantino, orientado pelo técnico Marcelo Veiga. Uma das poucas equipes do Interior a ser campeã paulista, este ano o Braga estreou com uma vitória, em casa, sobre o Botafogo.
Não me parece, entretanto, que possa surpreender o Santos na Vila.

Sem Lucas Veríssimo e Bruno Henrique, vetados pelo departamento médico, o técnico Jair Ventura deverá escalar o Santos com Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão (“que tiro é esse?!”) e Arthur Gomes.

É um jogo para se assistir com a família, um evento que marca o reencontro do Glorioso Alvinegro Praiano com o velho e querido Urbano Caldeira. Não basta ser torcedor platônico. É preciso participar.

A Globo e o Santos, tudo a ver

Time brasileiro mais conhecido no exterior, um dos poucos a ter uma quantidade significativa de torcedores em todas as cinco regiões do Brasil, o Santos é imprescindível para o espetáculo futebol que tem sido transmitido pela Rede Globo.

Torcedor é uma coisa, dirigente é outra. A gestão presidida por José Carlos Peres não baterá a porta na cara da maior rede de televisão do país. Ao contrário. O objetivo é criar alianças duradouras que fortaleçam o futebol brasileiro, aumentem a audiência do esporte na tevê e tornem as competições nacionais, hoje menosprezadas, novamente valorizadas no mercado estrangeiro.

O alto comando da Globo conhece a força da marca Santos, a mais poderosa do futebol brasileiro, tem grande simpatia pelo time que revela craques e tem uma fome insaciável de gols, e está disposta a mudar sua atitude com relação
ao Glorioso Alvinegro Praiano. Ótimo. Só esperamos que, para o bem do nosso futebol, a meritocracia prevaleça.

Para entender a relação Santos e Globo

Como o texto anterior causou alguma polêmica, tentarei ser mais claro sobre o relacionamento entre TV Globo e Santos Futebol Clube.

Todas as críticas que fiz alertavam para o caminho perigoso da Espanholização. Fiz sempre com o interesse de que a situação mudasse e não querendo um rompimento definitivo com a Globo, o que seria uma irresponsabilidade colossal por parte do Santos.

O maior dinheiro que um clube brasileiro recebe vem da televisão. E sem ela perde-se visibilidade, o que influi no aumento da torcida, no valor do patrocínio e na atração a novos sócios.

Fiquei sabendo que o conflito entre a última diretoria do clube e a Globo tinha tirado o Santos da grade de transmissões da tevê aberto. A emissora tinha negociado com todos os outros 19 clubes da Série A do Brasileiro, menos com o Santos, que não teria valor algum para receber.

A falta de receita da tevê seria e é fatal para um clube que quer se manter grande. Como saldar suas dívidas e reforçar o time sem dinheiro?

Por outro lado, há uma nova disposição da Globo no relacionamento com os grandes clubes brasileiros. Acreditamos que o nosso Santos será tratado de outra forma, e prova disso são as transmissões já programadas pelo Campeonato Paulista.

Não retiro uma vírgula do meu inconformismo e das minhas críticas anteriores à forma como a Globo tratava o Santos. Mas sinto uma nova disposição da emissora e do profissional escolhido para se relacionar com os clubes.

Minha responsabilidade, assim como do presidente José Carlos Peres, do vice Orlando Rollo e de todos que assumem o comando do clube agora é o de zelar, com responsabilidade, humildade e inteligência, pelos interesses do Santos e do futebol brasileiro.

Precisamos da tevê, precisamos da Globo, assim como ela precisa do Santos. E é bem melhor caminhar juntos e em harmonia. Abraços!

E você, o que acha disso?


Chegou a hora!

Com a provável estreia de Romário na lateral esquerda e do técnico Jair Ventura no comando da equipe, o Santos, time que mais vezes foi campeão paulista na era profissional, estreia no Estadual de 2018 contra o Linense, em Lins, a partir das 19h30 (com transmissão do SporTV). É o tipo do jogo em que se a bola bater na trave e entrar, estará tudo bem, mas se bater na trave e sair, não faltarão críticas ao time e à nova gestão. Mas é assim mesmo. No futebol ha uma enorme dificuldade de se diferenciar o essencial do supérfluo.

O torcedor, em geral, não quer saber se o clube foi deixado sem reservas pela gestão anterior, e por isso ainda não pode se reforçar devidamente para um ano em que participará de tantas competições importantes, entre elas a Copa Libertadores. Ele quer vitórias e títulos, e está no seu direito. Mas sabem, hoje a partida exige cuidados, como todo confronto no Interior de São Paulo.

O time provável do Santos será Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Romário; Alison, Renato e Vecchio; Copete, Rodrigão e Bruno Henrique. Não sei dizer se Sasha deverá entrar no transcorrer do jogo, mas já me avisam que o rapaz é um meia atacante e não um centroavante. Veremos…

O Linense, treinado por Moacir Júnior, deverá jogar com Vitor Golas, Reginaldo, Leandro Silva, Adalberto e Eduardo; Bileu, Marcão e Danielzinho; Murilo, Kauê e Berguinho. Acredito que, mesmo jogando em casa, o time de Lins não deverá se expor e, é evidente, provavelmente correrá muito.

A arbitragem será de Luis Flávio de Oliveira, auxiliado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo e Luiz Alberto Andrini Nogueira.


Números do Santos no Campeonato Paulista

Por Guilherme Gomez Guarche e equipe do Centro de Memória e Estatística do Santos Futebol Clube

O Santos FC é o 2º clube com mais participações no Campeonato Paulista, que começou no ano de 1902. Lembrando que são computadas as partidas realizadas nos Torneios de Classificação nos anos de 1956 e 1957, as partidas dos Torneios Inícios, não entram nas estatísticas, por serem partidas atípicas.

Ao todo, serão 103 participações. O primeiro ano em que disputou esse certame foi no longínquo ano de 1913, de lá pra cá, o time santista só não participou dos campeonatos realizados nos anos de 1914, 1915 e 2002. O time santista quando fez sua estreia no ano de 1913 não participou de nenhuma seletiva, já entrou direto no Campeonato.

Outros dois clubes santistas também participaram do Campeonato Paulista antes do Santos Futebol Clube, foram eles: Clube Atlético Internacional e o Sport Club Americano. O Clube Atlético Internacional disputou os Paulistas nos anos de 1907, 1908 e 1909, já o Sport Club Americano, disputou os Paulistas de 1907 a 1911, ano em que transferiu sua sede para São Paulo. O primeiro presidente do Santos FC, Sizino Patusca, foi um dos fundadores do Sport Club Americano, e o campo no qual o Santos FC disputou sua primeira partida oficial era o campo que pertencia ao CA Internacional, na Avenida Ana Costa nº 22.

Até hoje o Peixe disputou no Paulista 2.439 partidas, tendo vencido 1.269, empatado 559 e perdido 611 partidas. Marcando 5.066 e sofrido 3.230 gols.

A primeira participação no Campeonato foi no dia 01/06/1913, e o clube sofreu uma derrota nesta estreia diante do SC Germânia. Já o segundo jogo no dia 22/06, foi uma goleada diante do Corinthians Paulista pelo placar de 6×3, no campo do Parque da Antártica Paulista, com Millon marcando dois, Arnaldo Silveira dois e Ambrósio e Ricardo um tento cada. Formando o Santos FC com: Damasceno; Arantes e Sidney; Pereira, Ambrósio e Ricardo; Millon, Nilo, Urbano Caldeira, Harold Cross e Arnaldo Silveira.

O Alvinegro Praiano conquistou 22 títulos, nos anos de: 1935 – 1955 – 1956 – 1958 – 1960 – 1961 – 1962 – 1964 – 1965 – 1967 – 1968 – 1969 – 1973 – 1978 – 1984 – 2006 – 2007 – 2010 – 2011 – 2012 – 2015 e 2016. O time santista é o clube fora da capital que mais vezes conquistou o campeonato. São 4 Bicampeonatos e 3 Tricampeonatos. É o clube que mais Campeonatos venceu desde a implantação do futebol profissional no Brasil, no ano de 1933. É também o clube que mais gols marcou em um só Campeonato, 155 gols no ano de 1959. No atual século XXI, que teve início em 2001, o Santos FC é o maior vencedor dos Campeonatos Paulistas, o time santista venceu 7 vezes, e também é o clube que mais vice-campeonatos conquistou, 3.

No ano de 1927, o ataque santista marcou 100 gols em 16 partidas, com uma média de 6,25 gols por partida, recorde esse, que até hoje não foi superado por nenhuma outra equipe, esse ataque demolidor entrou para a história do futebol brasileiro como sendo o time do Ataque de 100 gols, cuja a linha dianteira era formada por Omar, Camarão, Feitiço, Araken Patusca e Evangelista, também participaram desse ataque em algumas partidas os jogadores Siriri e Marba.

O Jogador que mais gols marcou no Campeonato Paulista em um só ano, é o Rei Pelé que marcou 58 gols em 1958, além de ser ele o maior artilheiro por 11 anos. O Santos FC é a equipe que mais vezes teve seus jogadores como artilheiros máximos no Campeonato, em 27 campeonatos: Ary Patusca (1916) – Araken Patusca (1926-1927) – Feitiço (1929-1930-1931) – Del Vecchio (1955) – Pelé (1957-1958-1959-1960-1961-1962-1963-1964-1965-1969-1973) – Toninho Guerreiro (1966) – Juary (1978) – Serginho Chulapa (1983-1984) – Giovanni (1996) – Elano (2011) – Neymar (2012) – Cícero (2014) e Ricardo Oliveira (2015). As goleadas do Santos FC diante do Ypiranga, em 1927, e diante da Ponte Preta, em 1959, pelo placar de 12×1, estão entre as maiores goleadas do Campeonato.

Os 20 maiores artilheiros do Santos FC na competição: Pelé (466) – Pepe (179) – Coutinho (137) – Feitiço (129) – Toninho Guerreiro (111) – Tite (93) – Araken Patusca (88) – Odair (78) – Camarão (75) – Antoninho e Dorval (73) – Pagão (69) – Edu (65) – Serginho Chulapa (61) – João Paulo (54) – Neymar e Rui Gomide (53) – Gradim e Juary (52) e Ary Patusca (48).
O Rei Pelé é o jogador santista que mais partidas disputou no Campeonato, ao todo foram 17 participações, num total de 410 partidas.

José Macia, o eterno Canhão da Vila, Pepe é o recordista em títulos paulistas ao todos são 11 conquistas com a camisa do Alvinegro e uma como técnico campeão paulista em 1973.

E você, o que acha disso?


Ousadia é a nossa marca

Ontem o Santos apresentou o lateral-esquerdo Romário, de 25 anos, vindo do Ceará, e hoje, ao meio-dia, na sala de imprensa da Vila Belmiro, apresenta o diretor executivo Gustavo Vieira e o técnico Jair Ventura. São contratações pensadas, discutidas, amadurecidas.

É sabido que a agilidade para negociar é uma qualidade importante no futebol, mas ela não pode ser confundida com precipitação. O Santos não pode mais se dar ao luxo de entrar em negócios relâmpagos, mal explicados, alguns bastante lesivos ao clube, como ocorreu nas últimas gestões que levaram o Alvinegro Praiano à beira do abismo.

Olhemos os outros clubes grandes do Brasil e perceberemos que mesmo os mais endinheirados estão tateando, analisando muito bem o negócio antes de investir em um jogador. E a situação do Santos é um pouco mais delicada, pois em vez do superávit tão propalado pela última gestão, o que se encontrou foi um rombo enorme, com 30 milhões de reais a serem conseguidos em três dias, sob o risco de novamente jogadores e funcionários recorrerem à justiça por falta de pagamento.

Passamos por uma gestão cujos líderes se serviram do Santos. Estamos iniciando outra na qual as pessoas querem servir ao clube e estão empenhadas em fazer o Alvinegro Praiano novamente impor respeito aos adversários, à opinião pública e aos seus próprios sócios e torcedores. Precisamos dessa confiança de todos para dar os passos que sonhamos.

Precisamos de mais santistas nos estádios, de muito mais sócios, de torcedores que exerçam sua paixão com a confiança de que, por mais que hajam pedras no caminho, no final tudo acabará bem. Confie e não se arrependerá.

Mas Ousadia não é temeridade

Se, em outro post, citei Técnica, Disciplina, Garra e Ousadia como os valores perenes do Santos, qual seria o valor desta gestão comandada por José Carlos Peres e Orlando Rollo? Não há dúvida de que será a Ousadia. A imagem de um Pacaembu lotado de santistas no jogo contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista, será um exemplo dessa nova postura santista.

Porém, assim como agilidade não pode ser confundida com precipitação, Ousadia não é e jamais poderá ser confundida temeridade. Contratar Leandro Damião e colocar em campo um time improvisado para enfrentar o Barcelona, no Camp Nou, foram exemplos de aguda temeridade, ou mesmo de irresponsabilidade. Ousadia é romper os limites sem colocar em risco a imagem e a sustentabilidade financeira do clube.

Que aguardemos o anúncio dos novos contratados com a ansiedade natural do torcedor que somos, mas que confiemos nas pessoas que hoje representam ao Santos e em sua capacidade de montar o melhor time que a nossa capacidade de investimento pode proporcionar.

E você, o que acha disso?


Para começar de novo

20 vitórias consecutivas no Pacaembu!

De 1940 a 1950 o São Paulo e o Palmeiras foram cinco vezes campeões paulistas cada um, jogando boa parte de suas partidas no Pacaembu, estádio que chegou a ser o principal do Corinthians. Pois bem. Com a vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo, com gol de cobrança de falta de Victor Ferraz aos 50 minutos do segundo tempo, o Santos completou 20 vitórias consecutivas no Pacaembu, estabelecendo uma marca que dificilmente será superada. 14.486 pessoas presenciaram o feito histórico. O time não mostrou um futebol vistoso, mas lutou e teve sorte.


No ano passado foi assim.

PARA COMEÇAR DE NOVO

Olho para o céu, está firme, o chamado “de brigadeiro”. O confronto é histórico. Jamais no futebol brasileiro houve um clássico assim, com o Santos de Pelé diante do Botafogo de Garrincha. Hoje faltarão os ídolos, os super craques, mas a rivalidade estará em campo a partir das 21 horas, no aconchegante Pacaembu. O improvisado Elano dirigirá um remendado Santos diante do bom Botafogo de Jair Ventura. O adversário está melhor, mas o Santos está em sua maior casa e lutará pela marca inacreditável de 20 vitórias consecutivas no Pacaembu.

Mais do que nunca o Alvinegro Praiano experimenta a sensação de viver uma crise que pode se transformar em oportunidade. O torcedor já viveu momentos assim tantas vezes, que sente um misto de apreensão e ansiedade. Há o medo de um novo insucesso, mas também há a esperança de uma vitória redentora.

Com as contusões de Zeca e Caju a lateral esquerda virou um problema e Elano resolveu colocar o ambidestro Matheus Ribeiro por ali. A princípio, é o lado mais preocupante da preocupante defesa santista, que ainda terá Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz.

No meio, o técnico interino decidiu escalar o experiente Vecchio no lugar de Vladimir Hernandez. Elano conhece aquele pedaço, Vecchio tem um estilo mais cadenciado, como o próprio Elano. O argentino jogará ao lado de Renato e Thiago Maia. Creio que foi uma boa escolha.

A grande novidade no Santos será a entrada do garoto Arthur Gomes como centroavante, ladeado por Vitor Bueno e Ricardo Oliveira, ou Kayke. Gostei. Elano sabe que o torcedor santista gosta de garotos no ataque, pois com eles em campo sempre terá bons motivos para acreditar que um dia surgirá um novo menino de ouro, como Elano já foi um dia.

Mas o adversário é perigoso e destemido. No papel, não é nenhuma brastemp, mas tem um técnico inteligente, que sabe tirar o máximo de seus jogadores. Sétimo colocado, com sete pontos, o time carioca tem quatro pontos ganhos a mais do que o Santos, que é o décimo-sexto na classificação geral. Será um duelo bom de se assistir e de torcer. Todos ao Pacaembu!

Santos x Botafogo – Pacaembu, 21 horas
(Se ainda não tem ingressos, chegue uma hora e meia antes para comprar com tempo de ver o início da partida. Senhores e senhoras com 60 anos ou mais, ou crianças até 12 anos podem entrar de graça. Para isso é preciso levar o RG, ou a Certidão de Nascimento).
Santos – Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro; Renato, Thiago Maia e Vecchio; Vitor Bueno, Arthur Gomes e Ricardo Oliveira (Kayke). Técnico: Elano.
Botafogo – Jefferson (Helton Leite), Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Bruno Silva, Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes e João Paulo; Rodrigo Pimpão e Roger. Técnico: Jair Ventura.
Arbitragem:Jailson Macedo Freitas, auxiliado por Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira, todos da Bahia.

E você, o que espera do jogo de hoje?

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