Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Kazu, ídolo japonês, é um trunfo do Santos no Mundial da Fifa


Kazu, embaixador do Mundial do Japão, e em 1990, quando jogou o Campeonato Paulista pelo Santos.

Maior ídolo do futebol japonês, Kazuyoshi Miura, ou apenas Kazu, que jogou com algum sucesso no Santos em 1990, é o embaixador do Mundial da Fifa. Aos 44 anos, Kazu não esconde que ama o Santos, clube que o projetou e no qual se tornou o primeiro jogador japonês a se destacar fora de seu país.

Nascido em Shizuoka, em 26 de fevereiro de 1967, Kazu veio sozinho tentar a sorte no futebol brasileiro. Começou nas categorias de base do Juventus, jogou pelo XV de Jaú (pelo qual marcou seu primeiro gol, em 19/03/1988, na vitória sobre o Corinthians por 3 a 2) e em seguida jogou pelo Santos no Campeonato Paulista de 1990, marcando gols e conquistando a torcida com a dedicação e a alegria com que se entregava às partidas.

Rápido, habilidoso e oportunista, Kazu desmentiu a fama de que japonês não podia jogar bem futebol. Os anos no Brasil aprimoraram sua técnica e ao voltar ao seu país tornou-se bicampeão nacional pelo Yomiuri FC, que depois mudou o nome para Verdy Kawasaki e hoje se chama Verdy Tokyo.

Atingiu o status de ídolo no Japão em 1993, quando ganhou o apelido de “King Kazu”. Até hoje já fez 91 jogos e marcou 56 gols pela Seleção Japonesa. Também teve experiências em clubes europeus, como Genoa e Dínamo Zagreb, mas suas melhores temporadas foram mesmo no Japão.

Seria um sonho defender o Santos

Ainda com o mesmo corpo de 1,77m e 72 quilos com que atuou pelo Santos (talvez apenas alguns quilinhos a mais), Kazu ainda joga pelo Yokohama e também trabalha como comentarista de futebol. Já confessou a amigos que seu sonho seria jogar pelo Santos diante de seu povo.

Todos sabem no Japão que ele quer bater o recorde do inglês Stanley Matthews e jogar até os 50 anos. De qualquer forma, só as suas entrevistas contando de seu passado no Santos garantirá o apoio maciço da torcida japonesa – o que poderá ser decisivo em uma provável final contra o Barcelona.

Houve uma relação sincera de carinho entre o torcedor santista e Kazu. Ele conseguiu seu espaço no Santos por méritos próprios e sempre vestiu a camisa do Alvinegro Praiano com muita felicidade. Sua presença ao lado da delegação santista pode atrair muitos torcedores para o Santos no Japão.

Reveja agora cenas da passagem do então garoto Kazu pelo futebol brasileiro. Primeiro, um gol dele pelo XV de Jaú contra o Corinthians. Depois, dois gols decisivos pelo Santos, contra o Palmeiras e o Guarani:

Veja agora neste gol como o torcedor japonês idolatra Kazu. E perceba como ele foi influenciado pelo Brasil, pois comemora o gol sambando…

http://youtu.be/A7m2TGv6SwY

Como você acha que este passado de Kazu no Santos pode ser explorado pela diretoria do clube para atrair a simpatia dos torcedores japoneses?


Neymar, Rogério Ceni, Incoerência, Yokohama e Dossiê…

Confesso que ouvi o diálogo entre Neto e Edmundo sobre Rogério Ceni, que hoje completará mil jogos com a camnisa do São Paulo. Ambos elogiaram o goleiro são-paulino por ser tão fiel ao seu clube. Edmundo chegou a se dizer arrependido de não ter feito uma carreira maior em um clube só e de ter jogado em tantos apenas por dinheiro. Ora, ora, ora… Se pensam assim, POR QUE ENCHEM O SACO DO NEYMAR E DO GANSO PARA IREM EMBORA DO BRASIL?! Como não incoerentes! O Ceni fez bem por ter ficado, mas os santistas devem ir embora? Ah, vão plantar batatas!

Vou pra Yokohama, tchau!

Os conselhos de alguns leitores deste blog e, principalmente, do meu filho Thiago, me fizeram decidir: vou para Yokohama acompanhar o Santos neste Mundial da Fifa. Quem já fez livros sobre as participações do Santos nos Mundiais de 1962 (Donos da Terra) e 1963 (Na Raça!) tem a obrigação de estar ao lado do time na disputa da terceira estrela. Na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, na vitória ou na derrota, Japão, lá vou eu.

Que os leitores deste blog que moram na terra do sol nascente se preparem. Vamos torcer juntos pelo Alvinegro Praiano, matar saudades, e tomar alguns saquês, claro, porque ninguém é de ferro.

Gostaria de informações sobre hotéis próximos do estádio de Yokohama, e outras dicas que só quem mora lá pode dar. Agradeço desde já.

O blog fará uma cobertura bem particular do Mundial e em seguida será lançado um livro com as minhas impressões sobre a presença e o desempenho do Santos no maior campeonato de clubes da Terra.

Quero ver todo mundo no Museu do Futebol, dia 26

Estávamos programando um encontro para comemorar o primeiro aniversário do blog. A data passou e nada foi feito. Prometo que o aniversário do segundo ano não passará em branco. De qualquer forma, este lançamento do Dossiê no Museu do Futebol, dia 26, a partir das 17 horas, é uma boa oportunidade de estarmos juntos.

Espero que não tenham qualquer problema com a presença de palmeirenses, pois a festa também é deles. Aliás, seria uma boa oportunidade de realizarmos uma bela confraternização entre torcedores destes dois times que prezam o futebol clássico.

Lembro-me que lá no Museu do Futebol eu e Celso Enzelte lançamos o livro O Grande Jogo, falando dos confrontos entre Santos e Corinthians, e o clima de camaradagem entre santistas e corintianos foi espetacular. Nos divertimos muito. Vamos recriar o mesmo ambiente neste dia 26?


Santistas do Brasil: Ganso, Neymar, Elano, Érika, Émerson Palmieri…

A falta de assessoria de comunicação de Paulo Henrique Ganso é flagrante. Nas entrevistas ele usa chavões radiofônicos e se refere ao seu jogo como “ao meu belo futebol”. Ontem, após a partida contra a Venezuela, em que exagerou nos passes errados, disse que foi bem e que deixou os atacantes “na cara do gol”. Na verdade, só fez isso uma vez, para Robinho. Melhor o Ganso seguir o exemplo do Neymar e pedir para o Santos cuidar de sua imagem. Ao menos as entrevistas serão melhores.

Ele diz que está bem fisicamente, mas então precisa participar mais do jogo. Ontem ele deixou que o limitado Lucas europeu assumisse o comando no meio-campo. Ali é a região que ele, Ganso, precisa dominar. Lucas é bom para marcar. Ponto. Não se pode esperar que acerte um passe mais distante do que cinco metros.

Neymar, cornetado por Galvão Bueno e Casagrande

Tudo bem, Neymar poderia ter batido de primeira o passe que recebeu de Pato. Mas, se não bateu, talvez fosse porque não desse para bater. O certo é que isso serviu para Casagrande afirmar que ele estava mais preocupado em fazer um gol bonito do que fazer o gol. E Pato? E Robinho? Que também perderam gols. Por que não foram criticados?

Engraçado como todo mundo pega no pé do Neymar. Talvez porque seja um dos poucos, ou o único, que pode decidir o jogo para o Brasil. Se ele não faz das suas, o time não ganha. Pois então que o devolvam ao Santos e peçam para o Galvão e o Casagrande escalarem a Seleção Brasileira.

Elano parece que despertou

Ontem Elano entrou mais ligado no jogo. Parece que caiu a ficha de que se continuasse tão apático, não só deixaria de ser titular, como correria o risco de ser dispensado da Seleção. Ele é bem mais jogador do que o maratonista Ramires, mas estava lhe faltando atitude. Espero que não lhe falte mais.

Robinho, outro que pegam para Cristo

Com Robinho o Brasil foi pra cima e criou várias oportunidades. Ele se entende com Pato, assim como o Ganso se entende com Neymar. Era a formação ideal. Começar a mexer no time só porque o gol não sai é bobagem e dificulta a formação de um conjunto harmonioso. Acho até que no futuro Robinho poderá ser substituído por Lucas. Mas ontem Mano deveria ter insistido um pouco mais com ele.

Mano Menezes começa mal

Algo me diz que Mano Menezes será substituído depois desta Copa América. Não acho que o Brasil será campeão e que conseguirá jogar bem. Não só pelos adversários, mas pelas dificuldades extra-campo, bem maiores quando se joga no país do maior rival (ontem, por exemplo, parece que o campo foi preparado para prejudicar o futebol brasileiro). O problema do técnico é que parece que ele não sabe ao certo como armar o time. Quando fez Fred entrar e ficou com dois centroavantes (Fred e Pato), deu a medida exata de sua falta de convicção. Usar dois centroavantes demonstra tanta insegurança como o sujeito que usa cinto e suspensórios ao mesmo tempo.

Não foi nenhum desastre

Pelas circunstâncias, o resultado contra a Venezuela foi normal. O adversário não é mais tão fraco como antes, quando entrava em campo só para perder de pouco. E o campo estava cheio de buracos cobertos com areia verde. Ou seja: a bola não corria, o que favorece à equipe que se defende.

Contra um time que recua todo e fecha os espaços, e sobre um “gramado” que segura a bola, o único jeito de ganhar com facilidade é não perder as primeiras oportunidades que surgem. Os gols fariam a Venezuela abrir um pouco mais. E Neymar, Pato e depois Robinho tiveram ótimas chances para marcar.

Mas as SeleSereias estão muito bem

Os homens podem ter claudicado, mas as meninas do Brasil, muitas delas do Santos, estão fazendo bonito na Copa da Alemanha. Ontem venceram a Noruega, que já foi campeã do mundo, por 3 a 0, com grande atuação das santistas Pellegrino, Erika, Ester e Cristiane, além das ex-santistas Marta e Maurine. Agora o Brasil só precisa de um empate com a Guiné Equatorial, a última colocada do grupo, para se classificar para a próxima fase.

Santista Emerson Palmieri brilha na Seleção Sub-17

O lateral-esquerdo Émerson Palmieri, santista de nascimento e de coração, oriundo da base do Peixe, tem sido um dos destaques da Seleção Brasileira Sub-17, que ontem, no Mundial da categoria, no México, venceu o Japão por 3 a 2. Émerson, que começou a jogar nas praias de Santos, tem sido titular absoluto da Seleção e poderá ter oportunidades no time profissional quando voltar do México.

O que você achou dos santistas nas Seleções Brasileiras?


Mundial do Corinthians deve ser levado a sério, ou foi só um “Mundialito”, como definiu Roberto Carlos?

“O pessoal não dormiu, muitos vieram aqui a passeio”.

Na gravação do programa “Bola da Vez”, da ESPN Brasil, que será exibido no sábado, o lateral-direito Roberto Carlos tratou como “Mundialito” o Mundial de Clubes ganho pelo Corinthians em 2000 e disse que os clubes europeus não levaram a competição a sério.

“Muitos jogadores do nosso time ficavam acordados até as cinco, seis da manhã. O pessoal não dormiu, muitos vieram aqui a passeio. Além do mais, os times europeus enfrentaram um calor enorme. O pessoal do Manchester United, lá no Rio, ficava só na piscina”, debochou o lateral, que na época jogava no Real Madrid, um dos times que participou da competição.

Na verdade, a competição que a Fifa realizou em 2000 não foi muito bem organizada. O Corinthians entrou por ser o campeão brasileiro de 1999, mas o Palmeiras, campeão da Copa Libertadores de 1999, inexplicavelmente foi substituído pelo Vasco, campeão da Libertadores em 1998.

Os jogos realmente tiveram nível técnico sofrível, as arbitragens foram ruins e no final o Corinthians se tornou campeão em uma disputa de pênaltis com o Vasco. A segunda edição do Mundial, marcada para o ano seguinte, na Espanha, que teria o Palmeiras como representante brasileiro, jamais foi realizada.

O Mundial da Fifa só voltou a ser disputado em 2005, depois de um intervalo de cinco anos, o que acabou por dar à primeira competição, em 2000, o caráter de torneio experimental.

O projeto inicial de se realizar o evento a cada ano em um país diferente também foi abandonado e a Fifa acabou recorrendo ao mesmo país – Japão – e ao mesmo patrocinador – Toyota – que já realizavam o Mundial Interclubes antes, decidido em apenas uma partida, entre os campeões da América do Sul e da Europa.

Desde 2005 foram incorporados campeões de outros continentes, mas na prática nada mudou, já que os representantes de América do Sul e Europa são obrigados apenas a fazer uma preliminar contra um adversário mais fraco antes de decidir o título entre si.

Todos os campeões

São considerados campeões mundiais os vencedores da disputa intercontinental desde 1960, quando o Real Madrid, de Puskas e Di Stefano ficou com o título ao bater o Penharol, do Uruguai.

Não se deve duvidar do mérito desportivo destas conquistas, que tornou o Santos o primeiro bicampeão mundial, após disputas diretas, em jogos de ida e volta, contra o campeão europeu.

Outros brasileiros campeões foram Grêmio, Flamengo, São Paulo (três vezes) e Internacional. Há porém, competições em litígio.

O Palmeiras reclama o título da Copa Rio de 1951 como um título mundial chancelado pela Fifa. Acompanhei o trabalho de pesquisa sobre a Copa Rio e ele é realmente bem substancioso. Não ficou qualquer dúvida de que o nível técnico da competição era bastante elevado e teve o tratamento de campeonato mundial pela imprensa da época.

A imprensa tratou o Palmeiras como “campeão do mundo”

Da mesma forma que o Mundial experimental da Fifa de 2000 tornou-se oficial depois de anos de incertezas, por que a Copa Rio, desde que seja provada sua relevância e oficialidade, não possa dar aos seus vencedores o mesmo título?

E a Recopa Mundial?

Toninho pega o rebote e faz o gol do terceiro título mundial do Santos

Realizada com mais critério e rigor, a Recopa Mundial, disputada em 1969, também foi um torneio experimental de alto nível, que reuniu os campeões da Recopa Sul-americana e da Recopa Européia de 1968.

O Santos venceu a fase sul-americana, depois de bater os outros times do continente que já tinha sido campeões da Libertadores, e fez a final contra a Internazionale de Milão.

O jogo único que decidiu o título foi realizado em 24 de junho de 1969 no estádio de San Siro, em Milão, e o Santos venceu por 1 a 0, gol de Toninho Guerreiro aos 12 minutos do segundo tempo, aproveitando uma rebatida do goleiro em uma cobrança de falta.

Internazionale: Ivano Bordon; Tarcisio Burgnich, Cesare Poli; Gianfranco Bedin, Aristide Guarnieri, Giancarlo Cella; Jair da Costa, Sandro Mazzola, Angelo Domenghini, Mario Corso, Giovanni Vastola. Técnico: Maino Neri.

Santos: Claudio (Laércio 14′); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias, Rildo; Clodoaldo, Negreiros; Pelé; Edú, Toninho, Abel. Técnico: Antoninho.

Árbitro: José Mario Ortiz de Mendibil (Espanha).
Público: 44.774.

Conclusão

É difícil aceitar que um torneio de critérios nebulosos, como o de 2000, feito claramente para angariar a simpatia do torcedor brasileiro, seja considerado oficial, e a Copa Rio e a Recopa Mundial não sejam.

Porém, se a Fifa é a entidade que comanda o futebol e afirma isso, então não há o que discutir. O que se pode contestar é a relevância das competições. E neste caso não há dúvida de que ao menos a conquista do Palmeiras na Copa Rio teve um impacto e um significado maior para a história do futebol do que o torneio que Roberto Carlos chama de “Mundialito”.

Por outro lado, a Recopa ganha pelo Santos em 1968/1969, já teve a sua fase sul-americana reconhecida pela Conmebol e agora e está perto de obter também da Fifa o reconhecimento do título intercontinental.

Assim como o Vaticano estuda com cuidado a possibilidade de canonização de novos santos, a Fifa deveria ter uma comissão especializada e altamente gabaritada para levantar dados e analisar cada competição que pleiteia reconhecimento. Só assim o futebol e a entidade que o administra teriam a tão esperada credibilidade.

Você acha que o Mundial de 2000 valeu? E a Copa Rio? E a Recopa Mundial ganha pelo Santos? Que critérios deveriam prevalecer?


Tchau Itália! Copa se encaminha para a América

A eliminação de Itália e França não foram surpresas para mim. A coisa poderia ter sido pior para os europeus, pois Inglaterra e Alemanha também passaram sufoco para se classificar. A verdade é que, como se previa, um time das Américas deverá ser campeão na África do Sul.

O mais provável é que seja um sul-americano, claro, mas não se pode descartar totalmente o México e nem esquecer que os emergentes Estados Unidos terminaram em primeiro lugar num grupo que tinha Inglaterra e Eslovênia.

Dos seis grupos já definidos, quatro têm como líderes seleções americanas. E as única exceções, o D e o E, vencidos por Alemanha e Holanda, não tinham nenhum representante do novo continente.

Se Brasil e Chile confirmarem as lideranças nos Grupos G e H, teremos todos os representantes sul-americanos em primeiro lugar nos seus grupos: Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. Isso, certamente, fará os críticos olharem com mais respeito para o futebol sul-americano e deixarem de babar ovo para o europeu.

Isto, sem contar que Honduras, único time da América Central, ainda nãoe sta matematicamente desclassificada. Se nesta sexta-feira vencer a Suíça e o Chile derrotar a Espanha, o saldo de gols ou o número de gols feitos é que decidirá a vaga entre hondurenhos e espanhóis.

Até agora, dos seis grupos encerrados, as Américas têm cinco das 12 equipes classificadas: duas da América do Norte (Estados Unidos e México) e três da América do Sul (Argentina, Uruguai e Paraguai). A Europa tem qautro (Inglaterra, Alemanha, Holanda e Eslováquia), a África um (Gana) e a Ásia dois (Japão e Coréia do Sul).

Dos grupos ainda abertos, o Brasil já está classificado e o Chile só não continua se perder da Espanha e a Suíça derrotar Honduras por dois gols de diferença. Um empate e os chilenos estarão também nas oitavas e em primeiro no seu grupo.

Fifa terá de mudar a distribuição de vagas

Somando-se os representantes de todas as três Américas, chega-se a oito equipes nesta Copa, contra 13 da Europa, quase 50% a mais. Pelo desempenho dos times neste Mundial, ficou evidente que a divisão acabou não sendo justa. Os resultados dos times americanos até aqui tem sido bem superiores aos de qualquer outro continente e isso certamente será usado pelas federações locais para conseguir mais vagas para a próxima Copa, disputada justamente no Brasil, coração da América.

É evidente que tudo ainda dependerá do desenrolar do Mundial. Porém, se os americanos fizerem a maioria dos quadrifinalistas e semifinalistas, o que é bem provável, e ainda saírem campeões, terão muita força para reivindicar uma representatividade maior em 2014.

E você, acha que as seleções européias são supervalorizadas pela mídia, ou são realmente, no conjunto, as melhores do mundo?


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