Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Tag: Jean Mota (page 1 of 2)

Ainda estamos na briga

Pelo jeito o Santos conseguiu juntar os cacos da eliminação da Copa Libertadores e voltar ao Campeonato Brasileiro com motivação para ainda tentar alcançar o título que não consegue desde 2004. A vitória de 1 a 0 sobre o Atlético Paranaense, na Vila Belmiro, em uma noite esvaziada de sábado, mostrou um time aplicado e consciente, no qual se destacaram o sistema defensivo, Jean Mota, Alison e Bruno Henrique, o autor do gol. Vecchio foi regular. O garoto Matheus Jesus finalmente estreou e mostrou qualidades. Copete e Ricardo Oliveira foram os que menos fizeram.

UMA ESPERANÇA NO AR

rollo, peres e eu nova O vice Orlando Rollo, eu e o presidente José Carlos Peres: Somos todos Santos

Muitas daquelas 200 pessoas só tinham dormido de madrugada, frustradas com a derrota, em plena Vila Belmiro, para o Barcelona.. do Equador – resultado que acabou com o sonho de o Santos alcançar o seu quarto título na Libertadores. Mas ao começarem a ouvir os 11 pontos principais do programa da chapa Somos tantos Santos, os olhares se iluminaram e os olhos brilharam de esperança. Sim, é possível resolver os problemas do Santos e fazê-lo ocupar o lugar que merece no futebol.

O evento, na noite de quarta-feira, no auditório do Museu do Futebol, no Pacaembu, anunciou José Carlos Peres como candidato a presidente da chapa Somos todos Santos, com Orlando Galante Rollo como vice. Como prometi aos amigos santistas que me apoiavam para presidente, também farei parte da direção do clube e trabalharei, lá dentro, para que aquelas nossas reivindicações sejam cumpridas.

Em suma, as propostas se baseiam na transparência, no profissionalismo, na meritocracia e na universalidade que devem reger a vida do Santos. Haverá, sim, jogos meio a meio entre Santos e a capital paulista, uma campanha permanente baseada em recompensas para se alcançar 100 mil associados em três anos, o voto à distância, o lançamento do projeto “A Cidade do Futebol” em parceria com a Prefeitura de Santos, a reforma e a deselitização da Vila Belmiro, a construção de um novo CT da base e um monitoramento constante da carreira dos infanto-juvenis, a implantação da responsabilidade financeira e fiscal e um melhor relacionamento com a imprensa…

Quando se fala apenas a verdade, nunca se cai em contradição, e é isso que Peres, Rollo e eu fizemos. Provavelmente por isso o lançamento da chapa foi tão bem aceito por todos os presentes. A mesma excelente recepção tivemos daqueles que assistiram o evento ao vivo, pelo Facebook.

Clique aqui para assistir ao vídeo, postado na fan page de Orlando Rollo.

Ao final da explanação, José Carlos Peres leu um texto que fiz para a página “Por um Santos melhor”, no qual elenco as diferenças entre as posturas e filosofias da situação e da oposição do clube. A disparidade entre a situação, representada pela chapa encabeçada por Modesto Roma, e a oposição, no caso representada pela chapa Somos todos Santos, é gritante. A primeira pensa primeiro nela nos meios, éticos ou não, de se manter no poder; a segunda, a Somos todos Santos, coloca os interesses do clube em primeiro lugar e vive tentando descobrir novas maneiras de servir ao Santos.

E você, o que acha disso?

AJUDE O GRANDE LIVRO DO SANTOS A NASCER

Felizmente a Kickante entendeu a importância do livro “Santos FC, o maior espetáculo da Terra” e nos deu mais um mês de campanha de pré-financiamento para lançar esta que é uma das obras mais impactantes da história do Santos e do futebol. Agora faltam 20 dias para o encerramento do prazo final. Se você ainda não participou, participe.

Da meta de R$ 48 mil, suficiente para cobrir os custos gráficos da impressão de dois mil exemplares, passamos da metade. Há muitas formas de recompensa para quem participar da campanha. Desde doar 10 reais, até comprar uma cota de patrocínio por 15 mil reais, que dá direito a 100 exemplares, 30 convites para a festa de lançamento, ter o logotipo da empresa impresso no livro e ser divulgado pela assessoria de imprensa.

O livro se baseia na ampla pesquisa de Marcelo Fernandes, um santista que mora em Luxemburgo, e em alguma pesquisa e texto meus. Só digo uma coisa e depois me cobrem: quem não participar, vai se arrepender. Esse livro ficará marcado na história do Santos e da literatura mundial do futebol.

Agora assista a este filme inglês e não se emocione, se puder:

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No meu aniversário, quem ganha o presente é você

Setembro é mês do meu aniversário e resolvi comemorar com os frequentadores deste espaço promovendo uma oferta inédita das obras expostas na Livraria do Blog.

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Para atender aos pedidos dos santistas das embaixadas e demais grupos de torcedores espalhados pelo País, criei preços especiais também para a compra de três, quatro e cinco exemplares, tanto do Dossiê de Unificação dos Títulos Brasileiros a partir de 1959, como do Time dos Sonhos.

Neste mês, três exemplares desses dois livros sairão por 75 reais, quatro por 85 e cinco por 95 reais. E todos os pedidos com frete grátis e dedicatórias exclusivas. Faça as contas e veja que não dá para perder. É a oportunidade de presentear os amigos ou já guardar para o Natal.

E caso alguém queira uma quantidade maior do que cinco exemplares, é só enviar e-mail para blogdoodir@blogdoodir.com.br que estudaremos as melhores condições possíveis. O interesse, como sempre, é ver o santista e conhecendo a rica história do clube, elemento fundamental no fortalecimento da marca Santos.

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Todos os PDFs a R$ 1,00

O sistema da loja do blog não permite que se distribua livros sem nenhum pagamento. Então, coloquei o preço de todos os PDFs a apenas um real. Isso mesmo. Qualquer PDF, neste mês de setembro, custará apenas um real.
Comprar com cartão, de débito ou crédito, é totalmente confiável pelo sistema do PagSeguro, mas se quiser pode escolher por boleto ou mesmo fazer depósito bancário (nesse último caso, informe-se pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

Dentre os PFDs, há quatro livros que falam do Alvinegro Praiano

– Donos da Terra, a história do primeiro título mundial do Santos
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Vitória da experiência

No primeiro gol, Renato colocou a bola na cabeça de Copete; no segundo, Jean Mota cobrou o escanteio com perfeição e Ricardo Oliveira subiu mais que todo mundo para desempatar a dez minutos para o final. Assim, apesar de alguns cochilos da zaga, o Santos venceu o Fluminense por 2 a 1 e agora está a apenas dois pontos do Atlético Mineiro, o terceiro colocado.

Gostei de Zeca, Renato, Ricardo Oliveira, Copete e Jean Mota. Aprovei Vecchio e Vanderlei. Passei sustos com Victor Ferraz, Luiz Felipe e David Braz. Quanto a Thiago Maia, alternou bons e maus momentos. Precisa jogar mais simples e colocar na cabeça que ele não é o Beckenbauer, nem o Clodoaldo. É só o Thiago Maia.

O público foi de 5.253 pessoas, com renda de R$ 141.310,00. Como se previa, com jogos seguidos na Vila Belmiro, o público vem diminuindo a cada rodada. No antepenúltimo foi de 7.600, no penúltimo de 6.600 e agora 5.253. Somados, esses três jogos deram 19.200 espectadores. Sem vou comentar a resistência de se jogar no Pacaembu ou o faniquito do presidente para fazer a areninha no Portuários.

Festa na embaixada de São José dos Campos

Alô, alô, santistas de São José dos Campos e região. Neste domingo, dia 9, a partir das 9 horas, a Embaixada do Peixe em São José dos Campos promove a festa “Futebol e Churrasco”, com a exposição da Taça de Campeão Paulista de 2016 e a apresentação da Nova Camisa III.
O evento será realizado na Associação Sabesp, na Travessa Lineu de Moura, 522, próximo ao Clube Santa Rita.
Contribuições para participar da festa:
Futebol: 10 reais.
Churrasco individual: 25 reais. Churrasco dupla: 40 reais. Número da rifa, com diversos prêmios: 10 reais para Sócio e 15 reais para não sócio.

Promoção dos livros Time dos Sonhos e Dossê acaba domingo

Só para lembrar que nesse domingo, às 24 horas, acaba a promoção do livro Time dos Sonhos. Até lá, quem comprar apenas um exemplar do livro que é chamado A Bíblia do Santista, receberá mais um exemplar gratuitamente, ou, se preferir, um exemplar do Dossiê, além de três livros eletrônicos: Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Tudo isso por apenas 68 reais, com as despesas de correio incluídas.

A partir de segunda-feira a livraria do blog zerará o seu estoque e só voltará a funcionar em novembro. Se quer receber um livro nesse período, vá à página “Comprar Livros” neste blog, ou clique no link abaixo para comprar apenas um exemplar do livro Time dos Sonhos e receber outros quatro de presente:
http://livraria.lojaintegrada.com.br/time-dos-sonhos

E você, o que acha disso?


10 motivos para acreditar

Com apenas 68 reais eu lhe ofereço dois exemplares do livro Time dos Sonhos (um deles, se quiser, você pode trocar por um exemplar do Dossiê da Unificação dos Títulos Brasileiros) mais as versões eletrônicas dos livros Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time. Os dois livros físicos você recebe no endereço que quiser, sem despesa de correio. Os eletrônicos envio pelo seu e-mail. Isso mesmo. 5 livros por apenas 68 reais! Mas essa promoção só vai até o dia 9 de outubro, ou o fim do estoque! Não deixe para a última hora!


Pelé dormindo com os livros Time dos SonhosDonosdaTerraA sensação de ser especialPedrinhoEscolheuUmTimedossie - livro
Clique aqui, informe-se e compre apenas um exemplar de Time dos Sonhos, que eu mando os outros livros de presente para você.
Neste setembro, mês do aniversário do blogueiro, você vai ganhar dois exemplares do Time dos Sonhos, ou, se preferir, um Time dos Sonhos e um Dossiê, mais as versões eletrônicas dos livros Donos da Terra, Ser Santista e Pedrinho escolheu um time, tudo isso por apenas 68 reais! E sem despesas de correio! O que mais eu posso fazer para você se tornar um guardião na história do Santos?

Não se esqueça: se quiser, pode trocar um exemplar de Time dos Sonhos por um do Dossiê da Unificação dos Títulos Brasileiros. É só pedir pelo e-mail blogdoodir@blogdoodir.com.br

10 MOTIVOS PARA ACREDITAR

O experiente Ricardo Oliveira, com lesão muscular, não enfrentará o Vasco, nesta quarta-feira, às 21h45, em São Januário, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, nem o Sport, sábado, às 18h30, em Recife, pelo Campeonato Brasileiro, mas mesmo assim há ao menos 10 motivos para acreditar que o Santos pode conseguir bons resultados nessas partidas.

1 – O Santos não depende de um centroavante para fazer gol. Seu sistema ofensivo conta com Vitor Bueno, Copete, Lucas Lima, o avanço dos laterais Victor Ferraz e Zeca, e ainda terá Rodrigão, o substituto de Ricardo Oliveira. Gols deverão sair.

2 – O técnico Dorival Junior parece que está curado da Cittadinite. Percebeu que o time fracassou seguidamente enquanto o garoto Léo Cittadini foi titular e agora tem escalado jogadores mais experientes, como Jean Mota, Vecchio e Yuri. Com isso, o meio de campo se tornou menos errático.

3 – Por já ter jogado nesta Copa do Brasil pelo Fortaleza, Jean Mota não poderá atuar contra o Vasco, porém Dorival Junior ainda poderá montar um bom meio de campo e ataque com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio e Lucas Lima.

4 – Como venceu a primeira partida contra o Vasco por 3 a 1, o Santos pode até perder por um gol de diferença e ainda se classificará. Caso marque um gol, só perderá a vaga se perder por 4 a 1 (3 a 1 para o Vasco levará a decisão para a disputa de pênaltis). Não deixa de ser uma vantagem, pois obrigará o time carioca a vir para o ataque, dando espaços para o contra-ataque santista.

5 – O fato de ter sofrido um gol no último lance do jogo de ida tem um lado positivo: fará os jogadores do Santos entrarem mais ligados. Se a vitória na Vila tivesse sido por 3 a 0, muito provavelmente os santistas incorporariam o indefectível Garfield que é incorporado em jogos fora de casa.

6 – Levando-se em conta que Rodrigão é bem limitado tecnicamente, Dorival Junior tem uma opção mais ousada para a partida contra o Vasco, que seria formar um meio-campo mais sólido, com Renato, Thiago Maia (ou Yuri), Vecchio (ou Yuri) e Lucas Lima, mantendo apenas Copete e Vitor Junior mais à frente. É claro que com a posse de bola Lucas Lima e os laterais avançariam, assim como Vecchio, ou Yuri, dando ao time mais mobilidade e mantendo sua ofensividade, mesmo sem um centroavante.

7 – As mesmas opções táticas podem ser usadas no sábado, diante do Sport. O time pernambucano continua se valendo de veteranos tarimbados, como o zagueiro Durval e o atacante Diego Souza, mas não anda bem das pernas e no fim de semana passado, mesmo jogando em casa, perdeu para o Coritiba por 1 a 0. Se o Santos jogar com a determinação necessária terá boas chances de sair de Recife mais perto da liderança do Brasileiro.

8 – Muitos santistas desconfiam da capacidade e, principalmente, do poder de motivação de Dorival Junior, mas o Sport é treinado por Oswaldo de Oliveira, o técnico que não conseguiu ganhar do Ituano na final do Paulista de 2014. Assim, ao menos no sábado a chance de tomar um nó tático do adversário é teoricamente menor.

9 – Rodrigão era o maior artilheiro do ano, no Brasil, quando foi contratado pelo Santos. O baiano de Belmonte veio do Campinense e seu habitat preferido sempre foi os campos do Nordeste. Cabra arretado, Rodrigão é o trombador que tem tudo para dar certo. Algo me diz que em Recife o pedreiro artilheiro deixará o seu. Só não pode se preocupar com dancinhas. Deixe isso pro Gabigol e quetais. Mergulha de cabeça e põe a bola pra dentro no peito e na raça, Rodrigão.

10 – Como já escrevi, este ano o campeão brasileiro será o menos medíocre, ou o menos mediano. Não há nenhum time maravilhoso. O Palmeiras tem dois jogadores acima da média; o Corinthians, nenhum; o Atlético Mineiro, nenhum, e o Flamengo está recheado de refugos do Santos, como Pará, Alan Patrick, Leandro Damião e Diego. Se jogar 90% do que pode, o Santos será o campeão brasileiro de 2016. Só é preciso que Dorival Junior, seu filho e os jogadores acreditem nisso. Nós, torcedores, acreditamos.

E você, acredita?


Paixão e Caos

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Conheça os tempos em que o Santos reinava no futebol mundial

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PAIXÃO E CAOS


Com a chuva forte, muitos torcedores se abrigaram embaixo das marquises, abandonando seus lugares. Isso fez com que algumas vezes as arquibancadas parecessem apenas parcialmente ocupadas.

O jogo era contra o Santa Cruz, penúltimo colocado do Brasileiro, havia previsão de chuva e não tínhamos ingressos. Eu, a Suzana e Marcos, meu irmão, chegamos uma hora e meia mais cedo ao Pacaembu. A Praça Charles Miller estava cheia. Vendedores ambulantes exibiam caixas de isopor com latinhas de cerveja e anunciavam que aceitavam cartões de débito e crédito. Achei engraçado eles aceitarem cartões e as bilheterias do Pacaembu, não. Procuramos o final da fila e só fomos encontrá-lo virando a esquina, fora da praça.

A Suzana quase desistiu. Imaginou que não daria tempo de entrarmos antes do início do jogo. Algumas pessoas que tinham comprado os ingressos pela Internet, desistiram. Quando perceberam que teriam de pegar aquela fila para retirar as entradas, desanimaram. Outros torcedores desistiram ao ouvir que as entradas mais baratas, ou menos caras, já tinham se esgotado. Depois dessa informação, vi um pai virar as costas, pegar seus dois filhos pequenos pelas mãos e ire embora. É muito triste ver uma cena dessas. Sabe-se lá se essas crianças terão outras oportunidades de ver o Santos jogar.

Mas nós persistimos e cerca de 35 minutos depois estávamos próximos dos guichês. Então, um funcionário da Prefeitura de São Paulo se aproximou da fila e disse que não havia mais ingressos para alguns setores, entre eles as arquibancadas verde e amarela, repetindo o que já tínhamos ouvido de cambistas. Respondi a ele que em um jogo anterior do Santos, no mesmo Pacaembu, também disseram que não havia mais ingressos para a arquibancada, mas depois que entramos constatamos que havia uns dois mil lugares vazios. Ele só sorriu, como querendo dizer que certas coisas ele não poderia explicar. Continuamos na fila.

Ao finalmente alcançar o guichê, pedi arquibancada verde e a bilheteira repetiu que não havia mais ingressos. Disse a ela o mesmo que dissera ao funcionário da Prefeitura e ela lembrou que ainda tinha algumas entradas para a arquibancada amarela, o que na prática dá no mesmo. Era pegar ou largar. Peguei. 60 reais para sentar no cimento e, provavelmente, tomar chuva.

A arquibancada verde ainda deveria ter uns 80 lugares vazios. Mas havia muita gente na parte superior, de pé, pois já começava a chover e ali há cobertura. A amarela, onde fica a Torcida Jovem, estava repleta. O tobogã também estava lotado e os outros setores do estádio tinham, digamos, de 70 a 80 por cento de seus lugares tomados.

Não pude deixar de imaginar o quanto o público seria maior se a diretoria do Santos se empenhasse em facilitar a vida do torcedor, abrindo as vendas de ingressos com vários dias de antecedência, aumentando os pontos de venda e enxugando e modernizando todo aquele processo. Se uma passagem de avião, um bem caro, que requer fiscalização apurada, pode ser impressa em casa e liberar o passageiro com a simples leitura do código de barras, ou, melhor ainda, se essa leitura pode ser feita pelo código de barras exposto no celular, por que os clubes de futebol gastam tanto dinheiro imprimindo ingressos, provocando filas e perdendo espectadores? A quem pode interessar esse sistema pré-histórico de lidar com o torcedor?

Clique aqui para assinar a Petição Pública para melhorar a venda de ingressos para a torcida do Santos.

O jogo dos que queriam ganhar

Bem, mas quando o Santos entrou em campo, todos os perrengues foram esquecidos. A animação era tanta que não se ouvia o que a torcida gritava. Havia um cântico saindo da Torcida Jovem , outro vindo do tobogã e mais um do restante do estádio. Era uma zoeira só. Uma loucura que ficou ainda maior quando Copete, logo aos quatro minutos, marcou o primeiro gol.

O colombiano é daqueles jogadores que sempre quer jogo. Pode não ser um craque, mas luta do começo ao fim. Percebi que Zeca e os zagueiros Gustavo Henrique e Luiz Felipe eram outros que se destacavam pela garra. Não vi essa qualidade em muitos dos outros santistas, que perdiam a maioria das divididas. No espírito de luta, e também no bom toque de bola, o Santa Cruz logo equilibrou a partida.

Na primeira vez que pegou a bola e foi pra cima de Victor Ferraz, percebi que o habilidoso número 11, Keno, seria um tormento para a defesa santista. Torcemos para que o Santos ampliasse ainda no primeiro tempo, mas Ricardo Oliveira perdeu duas boas oportunidades – em uma delas deixou de tocar por cima do goleiro para chutar forte no peito do arqueiro – e o jogo foi para o intervalo com a vantagem mínima.

No comecinho da segunda etapa houve a primeira queda de energia e o estádio ficou às escuras. Tivemos de esperar cerca de 20 minutos para o reinício da partida. Melhor, o Santa Cruz tocava bem a bola, passou a envolver o Santos e aos 10 minutos chegou ao empate, com Keno, depois de uma falha de Victor Ferraz, que na tentativa de rebater deu o passe para o atacante.

Aos 18 minutos Dorival Junior substituiu Thiago Maia, que voltou meio perdido da Seleção Olímpica, e fez entrar Jean Mota, outro que sempre corre muito pelo resultado. Um minuto depois, porém, os refletores se apagaram parcialmente e o árbitro Francisco Carlos do Nascimento interrompeu o jogo de novo. Para complicar, a chuva, fria, engrossou. Dessa vez, muita gente foi embora.

Quando o jogo recomeçou, o Santos parecia mais lento. Lucas Lima foi buscar uma bola na lateral sem nenhuma pressa e a torcida o vaiou estrepitosamente. A situação estava mal parada. Tudo lembrava aqueles jogos em que o Santos diminui a velocidade, perde reflexos, começa a se enroscar nele mesmo e acaba sem vencer. Percebendo isso, a Torcida Jovem começou um canto que logo foi acompanhado por todo o estádio: “Vamos ganhar, Santos!, Vamos ganhar Santos!…”

O recado era claro. Aquele era jogo para ser vencido e o torcedor não iria admitir um time caminhando em campo. Os gritos deram resultado. Embalado por alguns jogadores que realmente queriam a vitória, como Jean Mota, Copete e Zeca, o Santos correu mais, com ou sem a bola. Isso criou espaços e aos 27 minutos, após boa arrancada de Copete e ótima deixada de Ricardo Oliveira, Jean Mota acertou um belo chute rasteiro, no canto direito de Tiago Cardoso, desempatando a partida.

O susto parecia ter sido superado. Aos 34 minutos Oliveira saiu machucado e Rodrigão entrou em seu lugar. O pedreiro artilheiro não tem qualquer finesse, mas fuçou aqui e ali e aos 40 minutos quase faz o terceiro: primeiro em uma cabeçada, depois no rebote. Ocorre que o Santa Cruz não estava morto e no contra-ataque desse mesmo lance de Rodrigão, Keno foi lançado, penetrou como quis na defesa do Santos e serviu Grafite, que chamou a marcação e depois devolveu a Keno, que com tranquilidade bateu na saída de Vanderlei para empatar novamente a partida.

Melhor em campo, o esguio e habilidoso baiano Keno, de 27 anos recém completados, jamais jogou em um dos grandes times brasileiros, mas talvez seja um daqueles casos de sucesso tardio. A boa notícia é que as negociações já começaram para que ele seja do Santos em 2017.

O segundo gol do Santa Cruz emudeceu o estádio. Faltavam apenas cinco minutos e o Santos não parecia capaz de reagir. Nisso, o time deu a saída, a bola caiu com Vitor Bueno, que cortou para o meio e bateu, de esquerda, no ângulo contrário do gol do time pernambucano. Um golaço que definiu a partida e manteve o Santos na luta pelo título brasileiro.

Essa vitória, dramática, serviu para mostrar a força da torcida do Santos, que, contra todos os prognósticos, soube se mobilizar e conseguir um de seus maiores públicos este ano, e serviu também para deixar evidente, mais uma vez, que nessa reta final de campeonato o técnico Dorival Junior tem de usar mais os jogadores que realmente estão a fim de lutar pelo título, como Copete, Vecchio, Jean Mota e Yuri. Outros, em má fase técnica ou desmotivados, precisam de um banco urgente, casos de Victor Ferraz, Thiago Maia e mesmo Lucas Lima.

Agora, o Santos voltará a jogar pelo Brasileiro no próximo sábado, às 18h30, em Recife, contra o Sport. É claro que o adversário merece respeito, mas se o Coritiba, que não anda bem das pernas, nesse domingo foi lá e venceu, por que o Santos não pode fazer o mesmo? Vamos prestar atenção no discurso do Dorival para ver se a ideia é buscar mesmo o título.

Santos 3 x 2 Santa Cruz
Pacaembu, 18/9/2016, 18h30
Público: 28.763 pessoas (24.586 pagantes). Renda: R$ 884.560,00.
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia (Jean Mota 18′ 2ºT), Lucas Lima (Yuri 42′ 2ºT) e Vitor Bueno; Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão 34′ 2ºT). Técnico: Dorival Junior.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Léo Moura, Neris, Danny Morais e Allan Vieira (Luan Peres 5′ 2ºT); Jadson (Wellington Cézar 20′ 2ºT), Derley, Pisano e João Paulo; Keno e Bruno Moraes (Grafite 23′ 2ºT). Técnico: Doriva.
Gols: Copete aos 4 minutos do primeiro tempo; Keno aos 10, Jean Mota aos 27, Keno aos 40 e Vitor Bueno aos 41 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Francisco Carlos do Nascimento, auxiliado por Pedro Jorge de Araujo (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares, todos de Alagoas.
Cartões amarelos: Luiz Felipe (Santos) e Wellington Cézar (Santa Cruz).


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QUEM QUER SER CAMPEÂO?

O Santos bobeou demais e está a oito pontos do líder, porém ainda faltam 14 rodadas e em metade delas o Alvinegro Praiano jogará em casa. E mesmo nas partidas fora, como não há nenhum esquadrão neste Campeonato Brasileiro, todos os jogos são ganháveis. Desistir agora da luta pelo título será o mesmo que assinar um atestado de preguiça e incompetência. Lutar em cada jogo, como em uma batalha, é a única solução. Não se pode esperar nenhuma outra atitude de uma equipe de atletas profissionais.

Fosse eu o técnico do Santos, escalaria um time para enfrentar o Botafogo, nessa quarta-feira, às 19h30, no estádio Luso-Brasileiro, apenas com jogadores dispostos a correr pela vitória. Levaria em conta a qualidade técnica de cada um, claro, porém daria um peso maior à força de caráter, à vontade de voltar do Rio com três pontos.

O Estádio Luso-Brasileiro fica na Ilha do Governador, Rio de janeiro, e pertence à Portuguesa Carioca. Sua capacidade é de 15 mil pessoas, bem próxima à da Vila Belmiro. Esperamos que os jogadores do Santos não se sintam peixes fora d’água lá.

A escolha pelo time mais motivado pode ser feita simplesmente perguntando aos jogadores quais estão realmente a fim de ralar pela vitória no Rio, mas a seleção dos atletas para o jogo também pode ser feita levando-se em conta, simplesmente, os que têm se empenhado mais nos últimos jogos.

Santistas que somos, temos o hábito de colocar a técnica acima de tudo, mas o passado nos mostra que nem sempre é ela que decide. Não fosse um atacante brigador como Almir Albuquerque, o Almir Pernambuquinho, e o Santos não teria se tornado o primeiro bicampeão mundial da história do futebol, derrotando o poderoso Milan, no Maracanã, sem os titulares Pelé, Zito e Calvet.

Quero dizer com isso que este jogo contra o Botafogo, que pelos antecedentes dificilmente livrará o Santos de outra derrota, é a oportunidade ideal de Dorival Junior fazer algo diferente e corajoso e escalar um time cascudo, com jogadores talvez de menos técnica, mas ansiosos por se firmar no elenco e no futebol.

Para começar, Victor Ferraz, Renato, Vitor Bueno, Lucas Lima e Ricardo Oliveira iriam para o banco de reservas. Os cinco têm atributos técnicos inegáveis, porém têm atuado sofrivelmente nas partidas fora de casa. Veja ainda, amiga leitora e amigo leitor deste blog, que nas quatro partidas que o Santos perdeu para times na rabeira do campeonato, esses jogadores estavam presentes.

Com todos eles em campo o Santos foi derrotado pelo lanterninha América Mineiro, para o Coritiba, Figueirense (na Vila Belmiro) e Internacional. E sabe por quê? Por que, ao contrário do que preconizava o genial Johan Cruiff, de que o atacante é o primeiro defensor, esses santistas não se empenham na marcação, não têm a pegada de jogadores menos talentosos, porém com muito mais vontade.

Assim, como Copete não poderá jogar, por suspensão, eu escalaria o Santos, para enfrentar o Botafogo, com Vanderlei, Daniel Guedes, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Yuri, Vecchio e Jean Mota; Joel e Rodrigão. Se a vitória não viesse, ao menos o torcedor do Santos teria a certeza de que o time lutaria até o final por ela.

Nesse momento do texto você deve estar achando que eu sou maluco e deve estar pedindo ao menos dois ou três desses cinco afastados no time titular. Bem, é possível colocar Renato no lugar de Joel, dando ao veterano a oportunidade de ir mais à frente, como fez domingo. Com a posse de bola, teríamos Jean Mota, Renato, ou Vecchio, e Rodrigão mais avançados e o time ainda teria um meio-campo forte na marcação, com Thiago Maia, Yuri e Vecchio, ou Renato.

Sei que é difícil para o torcedor santista aceitar que jogadores de nível técnico tão elevado, como Lucas Lima e Ricardo Oliveira, tenham de sair do time para o Santos ter mais chances de vitória no Rio de Janeiro, mas não basta saber jogar futebol, é preciso querer. Não basta ser o melhor no papel, como o Santos era nesses quatro jogos que perdeu, é preciso ter jogadores comprometidos com a vitória e a busca pelo título.

Quanto ao Vitor Bueno, é um jogador de enorme potencial, mas some em alguns jogos, principalmente fora de casa, a ponto de ter sido substituído em todas essas quatro derrotas citadas. Mas tanto ele, como os outros que eu colocaria no banco, poderiam entrar no transcorrer da partida.

Uma pesquisa do jornal Lance comparou jogador por jogador de Santos e Botafogo e o Alvinegro Praiano ganhou em todas as posições, com exceção daquela do ex-santista Neilton. Portanto, no papel, a vitória seria certa. Ocorre que, sabemos bem, a teoria não entra em campo, pois, se entrasse, o Santos seria o líder, disparado, deste Brasileiro.

Bem, mas esse post é apenas um exercício de rebeldia e provocação e faz parte daqueles que irão para o limbo, pois sabemos que jamais nosso convencional técnico adotará atitude tão radical. Na verdade, todos os que ele chama de titulares entrarão em campo – talvez até o indefectível Léo Cittadini – e o Santos ficará tocando a bola de lá para cá, daqui para lá, até que o alvinegro carioca acerte um ataque e abra o marcador. Quero muito queimar a língua, mas sem jogadores raçudos, não vejo como o Santos possa mudar a sorte desenhada para essa partida.

santistas pacaembu
Recebi o aviso abaixo da Ouvidoria do Santos, dizendo que o clube disporá de ônibus, “grátis”, para trazer os proprietários de cadeiras e camarotes na Vila Belmiro para o Pacaembu, domingo. Providências para facilitar a vida do santista do planalto? Nenhuma. Os ingressos para o jogo contra o Figueirense, domingo, às 18h30, só começarão a ser vendidos nessa quinta-feira, enquanto o Flamengo, que nem é de São Paulo, já deve ter vendido 15 mil ingressos para o seu jogo das 11 horas no mesmo Pacaembu e no mesmo domingo. Fica evidente a diferença entre uma administração profissional, como a do rubro-negro carioca, e uma amadora, como a do Santos. Os cariocas estão carecas de saber que São Paulo é o mercado mais rico do Brasil e querem fincar sua bandeira na capital paulista, o Santos tem 1,2 milhão de torcedores na metrópole e os trata a pontapés. Mas vamos lá. Os que querem um Pacaembu vazio, para dizer, mais uma vez, que não vale a pena jogar em São Paulo, terão de colocar o rabo entre as pernas.

PARA CONHECIMENTO

O Santos disponibilizará ônibus grátis para associados proprietários de Cadeiras / Camarotes.

Saída: Domingo – 18.09.16

Horário: 14h30

Local: Em frente ao Portão 7/8

Reservas: Na Ouvidoria até sexta-feira – 16 horas

– Venceslau – 3257 4123 / venceslau.neto@santosfc.com.br

– Batalha – 3257 4142 / jorge.batalha@santosfc.com.br

* Demais associados – 40 reais a serem pagos até sexta-feira (16) as 16 horas.

Atenciosamente.

E você, quem escalaria para enfrentar o Botafogo?


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