Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Às portas do G4

Após 10 meses o Santos voltou a vencer fora do Estado de São Paulo. Se o Santa Cruz estava desfalcado, o Santos estava muito mais, e a vitória de 2 a 0 – em um chutaço de Zeca, de sem pulo, aos 44 minutos do primeiro tempo; e de Joel, após bela arrancada de Vitor Bueno, aos 19 do segundo – foram justíssimos. Agora o Glorioso Alvinegro Praiano está em quinto lugar, com 10 pontos ganhos em sete jogos, três a menos do que o quarto colocado.

Dorival Junior preferiu não lançar nenhum novo contratado, mas parece que a sombra dos recém-chegados fez os jogadores correrem mais. O Santos criou mais oportunidades e dessa vez a defesa esteve naus atenta. Zeca, em grande fase, e Vitor Bueno, com muita personalidade e iniciativa, foram os destaques da partida.

Santa Cruz 0 x 2 Santos
Estádio do Arruda, Recife, 19 horas
Público: 16.464 pessoas. Renda: R$ 182.805,00.
Santa Cruz: Tiago Cardoso, Léo Moura, Neris, Danny Morais e Tiago Costa; Alex Bolãno (Leandrinho no intervalo), João Paulo, Lelê, Fernando Gabriel (Daniel Costa aos 25′ 2º tempo) e Arthur; Bruno Moraes (Wallyson no intervalo). Técnico: Milton Mendes.
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Thiago Maia, Renato, Vitor Bueno e Léo Cittadini (Serginho aos 37′ 2º tempo); Paulinho (Ronaldo Mendes 28′ 2º tempo) e Joel (Elano 46′ 2º tempo). Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Zeca, aos 44 minutos do primeiro tempo, e Joel, aos 19 do segundo.
Arbitragem: Elmo Alves Resende Cunha, auxiliado por Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha, todos de Goiás.
Cartões amarelos: Wallyson, Paulinho e Zeca.

Meu tio Verinho
Quem já leu o livro “Time dos Sonhos” sabe que o primeiro capítulo eu dedico ao meu tio Everaldo Duarte de Souza, o Verinho, que me convenceu a ser santista antes de um clássico alvinegro que, imagino, tenha sido realizado em 1958. Pois meu querido tio Verinho faleceu na noite de sábado para domingo, dormindo, em casa, aos 71 anos. Uma morte justa para um homem de bom coração e ótimo gosto. Sempre fui, sou e serei eternamente grato a ele por me fazer santista e iniciar um processo que se estendeu a muitos de nossa família. Deixou uma filha, Shirley, e dois netos.

E você, o que acha disso?


3 a 0, com ressalvas

Vencer o Botafogo, no emblemático Pacaembu, é sempre bom, ainda mais por 3 a 0, o que dá uma melhoradinha no saldo de gols. Mas o santista não pode se empolgar muito com esse resultado, pois o alvinegro carioca nunca esteve tão fraco em sua história.

O destaque do Santos foi o garoto Vitor Bueno, que mesmo sem ter pé esquerdo e titubear em algumas jogadas, provavelmente por falta de experiência, mostrou-se combativo, criativo e fez um belo gol, abrindo o marcador.

Outros que merecem menção honrosa são Thiago Maia, Renato, o goleiro Vanderlei e os laterais Victor Ferraz e Zeca. Léo Cittadini melhorou um pouco, mas ainda parece um juvenil entre adultos. Um meia precisa ter mais presença e personalidade.

O camaronês Joel, mesmo querido pelo público, nada fez além do passe de calcanhar no segundo gol do Santos, marcado por Paulinho. No entanto, um defeito dividido igualmente por todos os santistas é a falta de reflexos, a falta de uma resposta rápida à iniciativa adversária. Isso se percebe tanto nas jogadas de ataque, como de defesa.

A lentidão dos zagueiros Gustavo Henrique e de David Braz – que cometeu um pênalti por chegar atrasado no lance – é a mesma do atacante Joel e do meia Cittadini. Parece que o Santos todo precisa ser ligado em uma tomada de 220 volts, pois o time continua perdendo quase todas as divididas, dá espaço para o adversário dominar a bola e, no ataque, se confunde na hora de escolher a melhor jogada.

De qualquer forma, a vitória deve ser comemorada. Não só porque deixa o Santos dois pontos acima da zona de rebaixamento, mas também porque mesmo com chuva, com o time desfalcado e em má fase e diante de um adversário mediano, atraiu 17.033 pessoas ao Pacaembu, das quais 16.536 pagantes, mais do que a capacidade total da Vila Belmiro, que é de 16.068 pessoas.

Outro grande motivo de comemoração foi o pênalti perdido por Neilton. A torcida resolveu pegar no pé do rapaz bem antes da cobrança e parece que isso o abalou, pois mandou a bola para fora, para delírio dos torcedores.

Agora o Santos volta a jogar pelo Brasileiro no próximo domingo, contra o Santa Cruz, em Recife. Lá, sim, poderemos checar se esses 3 a 0 no Botafogo indicaram alguma melhoria na equipe, ou foram resultado da ruindade do adversário.

Com ajuda da arbitragem, Brasil empata com Equador

Em sua estreia na Copa América, com os santistas Lucas Lima e Gabriel começando a partida no banco de reservas, o Brasil empatou em 0 a 0 com o Equador e foi favorecido por um erro da arbitragem, que apontou saída de bola em um cruzamento que o goleiro Alisson jogou para dentro de seu gol, em um frangaço. Veja os melhores lances da partida.

E você, o que acha disso?


Empate com as calças na mão

O título deste post define como terminou o jogo contra o Figueirense, com os santistas rezando para os cinco minutos de acréscimo acabarem logo. Sem os seus três principais jogadores – Lucas Lima, Ricardo Oliveira e Gabriel – e ainda com um jogador a menos, já que Gustavo Henrique foi expulso após uma falta grotesca, o time só se defendia e, pelas circunstâncias, o empate de 2 a 2 com o Figueirense, de quem geralmente perde em Florianópolis, foi até bom. Mas o título do post não diz tudo.

Antes de o Santos chegar ao extertor da partida, momento em que sua torcida sempre tem sofrido, qualquer que seja o resultado parcial, o time ainda teve alguns bons repentes e deu a impressão de que poderia, finalmente, ganhar um jogo fora de casa. Vencia por 2 a 1, com dois gols de pênalti, e tinha a possibilidade de, em um contra-ataque, definir a partida.

A substituição de Rafael Longuine por Matheus Nolasco foi boa e garoto passou a ajudar na marcação à direita da defesa, onde a avenida Braz-Ferraz já tinha permitido um gol a Rafael Moura no primeiro tempo. Mas aí deu tilt no sempre calmo Gustavo Henrique, que resolveu operar as amígdalas de Dudu sem anestesia, e foi expulso, o que transformou a última meia hora de jogo em martírio para os santistas.

Para recompor a defesa, Dorival Junior tirou Joel e colocou o zagueiro Luiz Felipe. Sem jogadores para atrapalhar a saída de bola do Figueirense, o time da casa atacou, atacou, e o Santos recuou, recuou, até que passou a ocupar apenas metade de seu campo. Os outros ¾ do gramado pertenceram ao time de Santa Catarina, que pressionava sem parar.

Nessas horas é que se percebe como os jogadores do Santos, com raras exceções – o jovem Matheus Nolasco foi uma elas – não sabem marcar. Os adversários sempre conseguem matar a bola e ter tempo para o passe, ou mesmo para o drible, ou o chute. O Santos só se aglomera lá atrás, mas não tem atitude para roubar a bola dos pés do adversário.

Esse hábito de só cercar fez com que Marquinhos Pedroso pudesse dominar a bola da ponta esquerda e, com calma, cruzasse entre Renato e Victor Ferraz. O lateral ainda deu um pulinho para a bola não pegar nele. Ora, à queima-roupa, sem espaço para pegar velocidade, o que uma bolada pode machucar? Profissional não pode ter medo de levar bolada. Esses pulinhos pegam mal. Na área, livre, Ermel acertou um belo voleio que empatou a partida e quase permitiu a virada do Figueira.

A torcida e os jogadores locais reclamaram de um pênalti de Thiago Maia em Ferrugem. Deviam pensar: “se o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães deu dois pênaltis para o Santos, por que não deu ao menos um para o Figueirense?”. E poderia dar, pois Thiago realmente cometeu a falta.

Bem, mas gostei ao menos do espírito de luta do Santos. Se jogasse andando, com as mãos nas cadeiras, como já fez em muitos jogos fora de casa, mesmo com Lucas Lima, Ricardo Oliveira e Gabriel, teria perdido mais uma. Acho que o caminho é esse. O da humildade e da abnegação. Mas é preciso gostar de marcar, aprender a dar o bote no tempo certo, e não meia hora atrasado, como fez o garotão Gustavo Henrique.

Mesmo com domínio do Santos durante a maior parte do primeiro tempo, o empate foi justíssimo. Na verdade, o time de Santa Catarina mostrou mais coragem e vontade de vencer. Ainda não foi dessa vez que o Santos se libertou de seu complexo de inferioridade quando joga fora de casa.

Uma coisa precisa ficar bem clara para Dorival Junior e seus jogadores: o campeão deste Brasileiro será o menos medíocre e o mais determinado. Craque, craque, nenhum time tem. Mas se tiver 11 homens com vergonha na cara, um pinguinho de habilidade e ao menos dois neurônios conectantes, já será meio caminho andado.


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Figueirense 2 x 2 Santos
Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis, 25/05/2016, 19h30
Público pagante: 5.927 torcedores.
Figueirense: Gatito Fernandéz, Ayrton, Jaime, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso; Elicarlos (Ermel), Jocinei, Ferrugem e Bady (Ortega); Guilherme Queiroz (Dudu) e Rafael Moura. Técnico: Vinícius Eutrópio.
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno (Serginho) e Rafael Longuine (Matheus Nolasco); Paulinho e Joel (Luiz Felipe). Técnico: Dorival júnior.
Gols: Rafael Moura aos 37 e Vitor Bueno, cobrando pênalti, aos 41 minutos do primeiro tempo; Joel, cobrando pênalti, aos 11 e Ermel aos 47 minutos do segundo.
Arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ-ASP-FIFA), auxiliado por Rodrigo F. Henrique Correa (RJ-FIFA) e Luiz Claudio Regazone (RJ-ASP-FIFA).
Cartões amarelos: Elicarlos e Jaime, do Figueirense; Rafael Longuine, Matheus Nolasco e Paulinho, do Santos.
Cartão vermelho: Gustavo Henrique.

E você, o que achou do Santos contra o Figueirense?


Se não correr, passa vergonha

Importante
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O Santos não tem time capaz de ganhar passeando em campo. Se não correr, não se empenhar, pode perder de qualquer um, como ficou provado contra o humilde Santos do Amapá, e ficará ainda mais evidente domingo, na arapuca de Osasco, contra o Audax.

Foi preciso até que o monge Dorival Junior desse uns gritos para que os reservas começassem a correr e vencessem o Santos amapaense por 3 a 0, na Vila Belmiro. A apatia da equipe durante a maior parte do primeiro tempo tornou o jogo mal parado e permitiu até algumas chances ao bravo Peixe da Amazônia.

Quem queria descobrir, entre os reservas santistas, jogadores com técnica e personalidade para ter mais oportunidades no time titular, ficou frustrado. Mesmo paradão, o experiente Elano mostrou-se o jogador de mais categoria e visão de jogo. Dos demais, destaque para Ronaldo Mendes, que está longe de ser um craque, mas corre o tempo todo, está em todo lugar do campo e fez o gol mais bonito da partida.

Em uma análise rápida dos jogadores do Alvinegro Praiano, levando-se em conta que P equivale a “Péssimo”, M a “mau”; R a “regular” e B a “bom” (E seria “excelente”, mas ninguém mereceu tal qualificação), avalio-os da seguinte forma: Vanderlei (B), Igor (R), Lucas Veríssimo (B), Luiz Felipe (R) e Caju (R); Alison (P – conseguiu ser expulso ao agredir o adversário em um lance bobo), Rafael Longuine (M), Fernando Medeiros (sem tempo), Elano (B), Lucas Crispim (R) e Ronaldo Mendes (B+); Paulinho (R), (Maxi Rolón (R) e Joel (R). Técnico: Dorival Júnior (B).

Aos fãs de Joel, explico que me preocupei com o fato de o camaronês não conseguir dar um drible no seu marcador e nem ao menos proteger a bola. Sempre saía do lado errado e perdia a jogada. Essa deficiência é fatal para um bom atacante. Mas teve calma para fazer o terceiro gol.

Por mais dificuldade financeira que o clube passe no momento, creio que não seja mais possível manter alguns jogadores no elenco só porque ganham pouco. Se os reservas do Santos já não são grande coisa, segurar os reservas dos reservas não tem sentido. A filosofia adotada pelo saudoso técnico Luis Alonso Peres, o Lula, para montar aquele Santos que fez história, era trabalhar só com jogadores bons.

Como muitos já sugeriram neste blog, é mais eficiente ter apenas um jogador bom, ou promissor, do que meia dúzia de cabeças de bagre. E entre um cabeça de bagre contratado, é melhor e bem mais barato promover um Menino da Vila.

Na reunião do Conselho Deliberativo ficamos sabendo que Alison, que o Santos vendeu por quatro milhões e comprou por sete milhões de reais, recebeu uma proposta de três milhões de euros, que foi recusada pelo presidente Modesto Roma. Pois eu acho que o clube deveria aceitar.

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Domingo é dia de ser leão

Se os reservas tiveram de correr para vencer o Santinho do Amapá, os titulares terão de lutar muito mais domingo, no primeiro jogo pela final do Campeonato Paulista, fora de casa, contra o Audax. O time de Osasco vive um momento de confiança e euforia. Descobriu que a melhor defesa é o ataque e pegou gosto por enfrentar os times grandes de peito aberto.

Nesse Campeonato Paulista venceu, em casa, a Palmeiras (2 a 1) e São Paulo (4 a 1). Depois, foi ao Itaquerão e passou a maior parte do tempo na frente do decantado adversário. Não se iluda quem pensa que o duelo de domingo será tranqüilo. Se não correr, e muito, e desde o começo, o Santos sairá de lá derrotado e sofrerá muito para ser campeão na Vila Belmiro. Veja agora como o São Paulo caiu de quatro no alçapão de Osasco:

E você, o que acha disso?


Virada e liderança!

Segue o boicote odioso da Globo ao Santos

Mesmo com cinco jogadores das Seleções Brasileiras Principal e Olímpica, o Santos está sumido da tevê Globo e de seus filhotes Sportv e Premiere. É claro que isso já era esperado e é uma retaliação ao fato de o Glorioso Alvinegro Praiano ter assinado com o Esporte Interativo a partir de 2019. O que a Globo faz, como empresa jornalística, é inominável. Mas algumas coisas estão mudando em nosso País e esse poder que ela tem sobre o futebol e sobre os clubes está no fim.

Clique aqui para ler sobre o boicote da Globo ao Santos

A entrada de Lucas Lima no lugar de Alison mudou o Santos da água para o vinho, e o time, que terminou o primeiro tempo perdendo para a Ferroviária por 1 a 0, virou para 4 a 1 na segunda etapa, com gols de Zeca, Paulinho (2) e Gabriel, de pênalti. Além de Lucas Lima, os destaques santistas foram Joel, Paulinho e Zeca.

Com o resultado, o Santos volta à liderança do Grupo A, com 26 pontos, sete vitórias, 11 gols de saldo e 21 gols marcados, contra 24 pontos, seis vitórias, 10 gols de saldo e 19 gols marcados pelo São Bento, o segundo colocado.

Ao Santos restam ainda o Capivariano fora e o Audax em casa, enquanto o São Bento enfrentará o Audax fora e o São Paulo em casa. Uma vitória domingo, às 18h30, contra o Capivariano, pode garantir o primeiro lugar do grupo ao Santos, desde que o São Bento não vença o Audax fora de casa.

É importante terminar em primeiro porque isso dará ao Alvinegro Praiano a vantagem de fazer o jogo único das quartas de final em casa. Se vencer, fará também a semifinal diante de sua torcida.

Sem os titulares David Braz, Renato e Ricardo Oliveira, Dorival Junior escalou o Santos com Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Alison (Lucas Lima) e Rafael Longuine; Gabriel, Paulinho (Elano) e Joel (Ronaldo Mendes).

A Ferroviária, dirigida por Sérgio Vieira, jogou com Rodolfo, Igor Julião, Marcão, Luan e Thallyson; Juninho, Matheus Rossetto (Luiz Gustavo) e Fernando Gabriel; Tiago Marques (Caíque), Samuel e João Paulo (Rafinha).

Depois de alguma instabilidade no primeiro tempo, o Santos dominou a partida e conseguiu uma ótima vitória na segunda etapa. O único fato a lamentar foi o pequeno público do Urbano Caldeira: apesar dos apelos dos jogadores e da imprensa local, apenas 4.208 pessoas pagaram para ver a boa vitória santista.

Flashes de uma democracia que funciona:

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