Blog do Odir Cunha

O ombudsman do Santos FC

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Este jogo sujo acaba com o futebol brasileiro

Minha coluna no jornal Metro: “Moralidade ferida”

Antes que me acusem de alguma coisa, antes que alguma jihad de uma tal torcida me inclua na lista dos antis, deixe-me adiantar que não sou anti nenhum time e não tenho problemas com nenhum torcedor adversário. Como jornalista, fiz matérias de vários times grandes e em todas me dediquei com o mesmo profissionalismo. Procurem por aí e as encontrarão. Agora, o que não suporto é o jogo sujo, o privilégio, a burla das regras. Isso realmente mexe comigo, como, acredito, mexa com todo desportista que tem uma gota de sangue nas veias.

Tudo bem que o mérito esportivo não é valorizado neste País. Já me conformei com isso. Seria mesmo um sonho se tudo o que o Santos fez pelo Brasil fosse reconhecido e valorizado. O fato de ter colocado o Brasil no mapa – já que foi o primeiro time a jogar em todos os continentes e provar que a capital brasileira não era Buenos Aires – eu sei que hoje não vale nada. O que vale é o “marquiti”.

O que vale é o Ibope, que dá grana, dizem. Reconheço que quantidade de torcedores e audiência na tevê, aparentemente, são dados incontestáveis. Mas em tudo é preciso haver limite, ou se perde a sagrada competitividade, como está ocorrendo no futebol brasileiro. Sim, estamos galopando velozmente a caminho da Espanholização e nesta semana tivemos dois episódios que deixaram isso muito claro:

1 – Mesmo com a economia brasileira em crise devido aos incompetentes que estão no governo, a Caixa Econômica Federal, um banco do Estado, renovou, sem licitação, o seu contrato de R$ 30 milhões anuais com o Corinthians. Detalhe: é o maior contrato de patrocínio de um clube brasileiro.

2 – O ex-presidente corintiano Andrés Sanchez sugeriu que o governo comprasse os R$ 420 milhões em Cids (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento) que o alvinegro paulistano precisa arrecadar pelo acordo que permitiu a construção de seu estádio. Isso é de um cinismo e de uma imoralidade sem tamanho, pois é o mesmo que pedir para o credor pagar a dívida a que tem o direito de receber.

Ao menos neste caso há um promotor público lutando contra a bandalheira. Trata-se de Marcelo Camargo Milani, que entrou com ação contra a emissão dos Cids a favor do Corinthians. Na ação, Milani afirma que o ex-prefeito Gilberto Kassab feriu o princípio da moralidade ao sancionar a lei pela qual a Prefeitura se comprometeu a emitir R$ 420 milhões em Cids para serem negociados pelo clube da zona leste paulistana.

Acho o embate de Marcelo Camargo Milano heróico, pois é sabido que o Governo e a Rede Globo estão emparceirados na missão de catapultar o time de São Paulo, escolhido para dividir com o time do Rio a supremacia do nosso futebol. O movimento é antinatural, antiético, mas é poderoso e resiliente.

Não procure explicação para tamanho privilégio dentro da lógica. É uma decisão, acima de tudo, política. E política, meu caro, só se combate com política. Por isso insisto que os clubes devam se unir em uma Liga Nacional. Ou fazem isso imediatamente, ou viverão só para fazer número e bater palmas.

Há 70 anos começava a era Athié como presidente do Santos

Por Guilherme Guarche, do departamento de Memória do Santos

No dia 27/02/1945, Athié Jorge Coury tomava posse como presidente do Santos FC, tendo como vices Acácio de Paula Leite Sampaio, Ulisses Guimarães, Sílvio Fortunato, Armando Erbisti e Rubens Ferreira Martins.

Athié permaneceu no cargo maior do clube até o dia 23/01/1971 sem interrupção. Anteriormente o presidente do Peixe era Antônio Feliciano e depois quem sucedeu Athié foi Vasco José Faé. Durante os anos em que exerceu o mandato de presidente o Santos conquistou suas maiores glórias esportivas e também patrimoniais.

No ano de 1932, durante a Revolução Constitucionalista, ele foi um dos defensores do Estado de São Paulo, combatendo as tropas federais que invadiram o Estado paulista. Além de ter sido um dos melhores corretores de café de Santos, foi também vereador, deputado estadual e deputado federal em diversas oportunidades.

De 1945 a 1971 o time do Alvinegro mais famoso do mundo jogou 1.696 partidas oficiais e amistosas, tendo vencido 1.042 empatado 291 e perdido 363, marcando 4.665 e sofrendo 2567. O primeiro título conquistado por ele como presidente foi a Taça Cidade de Santos, no dia 18/04/1948 e o último foi a Taça Cidade de São Paulo, em 24/04/1970.

Um pequeno exemplo da personalidade de Athié:

E você, não acha que esse privilégio é jogo sujo?


Jogo bonito e limpo, e jogo feio e sujo, no futebol e no Brasil

É bonito ver um time ter maior posse de bola e acuar o adversário que joga em casa, como o Santos fez ontem com o Internacional.

É bonito ver um time tocando a bola com calma, esperando a oportunidade para chegar ao gol, contra um adversário retrancado.

É bonito ver um time que, mesmo podendo jogar pelo empate, busca mais o gol do que o adversário e merece a vitória, como o Santos ontem.

É bonito ver Neymar indo pra cima dos zagueirões do Inter o tempo todo, criando inúmeras jogadas de gol e não se intimidando com as entradas violentas.

É bonito – e limpo – ver um time marcando muito bem sem dar pontapés, cometendo apenas um terço das faltas do adversário.

É bonito ver o veterano Edu Dracena anulando o decantado centroavante Leandro Damião jogando apenas na bola, sem cometer faltas.

É bonito ver um time visitante jogar com soberania e calar uma multidão vermelha cujo cântico de guerra, sintomaticamente, é uma paródia da música “Pelados em Santos”.

É bonito constatar que, ao menos no futebol, a arte e o talento ainda vencem o jogo feio e sujo.

Mas é feio – e sujo – ver um time querer ganhar na intimidação, dando tapas pelas costas, como Tinga, Dagoberto e Cléber Chicletinho fizeram, aproveitando cada dividida para machucar os santistas.

É feio – e sujo – promover a caça ao melhor jogador do Brasil, revezando-se nas faltas ao garoto Neymar.

É feio – e sujo – incluir os gandulas no plano de jogo, orientando-lhes para repor rapidamente a bola que é favorável ao Inter, mas retardando a reposição quando o lance favorece o Santos.

É feio – e sujo – um técnico como Dorival Junior, responsável pelo surgimento dessa nova geração de Meninos da Vila, pedir ou permitir a seus jogadores que parem Neymar na base da violência.

É bonito – e limpo – finalmente ver uma transmissão profissional e isenta da TV Globo, com repórteres, comentarista e narrador preocupados em retratar apenas o espetáculo, sem segundas intenções, sem o interesse de bajular um ou outro time. Parabéns Luiz Roberto e Caio Ribeiro!

É bonito – e limpo – ver que este jogo foi para a tevê aberta por méritos próprios, pela grandeza dos adversários, e não para satisfazer nebulosos interesses de marketing.

É bonito ver que o futebol sul-americano pode proporcionar grandes espetáculos, que só são possíveis porque clubes como o Santos e o Internacional se recusam a se desfazer de seus craques.

É feio – e sujo – lembrar que o Norte e o Nordeste do Brasil foram obrigados a ver um outro jogo, de nível técnico bem inferior, no qual um time brasileiro deu novo vexame.

É feio – e sujo – descobrir, conforme noticiado pelo Blog do Perrone, que a construtora Odebrecht doou dois milhões de reais para o desfile da escola de samba Gaviões da Fiel que homenageava o presidente Lula. E que ainda houve um desvio de 300 mil reais nessa doação.

É feio – e sujo – constatar que tantas instituições brasileiras que deveriam ser confiáveis e respeitosas, fazem parte de uma mesma rede de interesses que coloca o jogo bonito e limpo em segundo plano.

Mas é bonito – e limpo – manter a esperança de que tudo isso mude um dia e que o futebol e o Brasil possam novamente valorizar o mérito, a ética, a beleza e o jogo limpo, como o do Santos de Neymar.


É bonito ver que apesar das rígidas imposições paternas, as crianças que entraram em campo vestidas de vermelho, adoram mesmo o craque do Alvinegro Praiano. Parabéns aos neymarzetes colorados.

Reveja os melhores momentos de Santos e Internacional:

http://youtu.be/mNCV3kaDHqA

E pra você, o que foi limpo e o que foi sujo no jogo de ontem?


Ganso e Léo vão pro jogo do futebol contra o vale-tudo


Ganso e Léo estarão de volta ao Santos amanhã, na decisão da Libertadores. Neymar é a maior preocupação do Peñarol. Zé Eduardo, ao lado dos pais, chorou ao lembrar que amanhã fará sua última partida no Alvinegro Praiano (que se despeça com gols). Fotos: Comunicação Santos FC.

Os titulares Paulo Henrique Ganso e Léo, além do capitão Edu Dracena, voltam ao time do Santos amanhã, em que o Alvinegro Praiano terá todas as vantagens – melhores jogadores, mais futebol, campo e torcida – para vencer o Peñarol e conquistar seu terceiro título na Libertadores. Ao time uruguaio resta a eterna “garra” baseada em uma cultura belicista que joga a ética às favas e permite qualquer tipo de atitude, desde que resulte na vitória final.

As agressões da torcida do Peñarol aos santistas que foram ao Centenário são fichinha perto do que já se fez no Uruguai por um título no futebol. Na primeira Copa do Mundo, em 1930, os argentinos, que venciam no primeiro tempo por 2 a 1, foram ameaçados de morte no intervalo e voltaram para o segundo tempo conformados de que deveriam entregar o jogo para saírem de Montevidéu com vida.

O título mundial do Peñarol, em 1961, foi obtido em um jogo contra o Benfica em que o time português foi prejudicado de todas as maneiras. Fernando Cruz, lateral-esquerdo do Benfica, relembra: “Vencíamos por 1 a 0 e perdemos no final, com um gol de falta e um de pênalti que não existiram. E na falta o jogador Sacía encheu a mão de areia e jogou nos olhos dos nossos jogadores que estavam na barreira. Devíamos ter jogado o terceiro jogo no Brasil ou na Argentina, mas nossos dirigentes foram covardes. Lá, certamente perderíamos. Pois, se ganhássemos, não sairíamos vivos dali”.

Na final da Libertadores de 1962, Pepe, o canhão da Vila, soube que chegaram a fazer buracos no gramado do Centenário para prejudicar o toque de bola do Santos. E no segundo jogo, na Vila Belmiro, Sacía jogou terra nos olhos de Gylmar no escanteio que gerou o gol de empate do Peñarol e provocou a confusão que acabou dando os pontos da partida ao time uruguaio e obrigou à realização de uma terceira partida, em Buenos Aires, que o Santos venceu por 3 a 0.

Este Peñarol segue a tradição do jogo sujo e violento

Apesar dos novos tempos, em que a tevê, com sua núltipla visão e câmera lenta, inibe as agressões, não se iludam, pois este Peñarol segue a cultura de seus ancestrais. Assim como os jogadores brasileiros treinam novas formas de dribles e jogadas de efeito, muitos dos jogadores uruguaios experimentam formas originais de agredir o adversário sem serem vistos.

Bater em cima, quando as câmeras focalizam a bola, no chão, é uma das maneiras que encontraram para parar Neymar no jogo em Montevidéu. Por três vezes o atacante santista levou socos, tapas e empurrões enquanto seus pés tentavam controlar a bola.

A tática não poderia dar mais certo, pois os agressores não foram punidos e Neymar, além de receber cartão amarelo “por simulação”, ainda passou todo o segundo tempo inibido, com receio de ser expulso e desfalcar o Santos na grande decisão de amanhã.

Ontem à noite, quando desembarcou tranqüilamente em São Paulo e, obviamente, também pode dormir tranqüilamente no hotel Tivoli, nos Jardins, os sorridentes uruguaios admitiam que um dos pedidos que mais ouviram de sua torcida é que parassem Neymar, de qualquer maneira. O lateral-direito Alejandro González chegou a dizer que se fosse atender ao pedido dos torcedores, não faria outra coisa a não ser dar pontapés no atacante santista.

Na verdade, os novos tempos desenvolveram outras técnicas para se ferir o adversário. Chegar atrasado é uma delas. A bola já passou, a câmera já está no próximo lance, e é aí que o tornozelo é pego. Há ainda o carrinho, uma especialidade de Alejandro González, que pega a bola e as pernas do jogador ao mesmo tempo.

Há, ainda, o “encontrão casual” nas cabeçadas, os empurrões e até golpes inusitados, como o praticado pelo veterano lateral-esquerdo Darío Rodrigues, que na partida contra a LDU, em Montevidéu, se aproveitou de um lance em que caiu embolado com o atacante Hernan Barcos para espremer-lhe o pênis. Sim, isso mesmo, patolou o equatoriano com vontade. Que Neymar fique bem esperto com essa novidade uruguaia…

Hoje, às 19 horas, o time do Peñarol fará o reconhecimento do campo do Pacaembu. Que fiquem em paz. Mas é importante que os funcionários do estádio prestem atenção para ver se não farão buracos no gramado de propósito. Eu não duvido nada…

Árbitro argentino já teria sido subornado pela federação uruguaia

O árbitro argentino Sergio Pezzota, que atuará na partida, auxiliado por seus compatriotas Ricardo Casas e Hernán Maidana, também merece mnuita atenção, pois já foi acusado de aceitar suborno da Federação Uruguaia, com quem mantém ótimas relações.

Segundo o diário uruguaio La República, Sergio Pezzota serviu-se de uma “dama de companhia” contratada pela Federação Uruguaia para satisfaze-lo antes do jogo entre Uruguai e Chile, em 18 de novembro de 2007, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

Pezzota, que havia chegado com três dias de antecedência a Montevidéu, recebeu a visita da formosa dama que, para despistar os funcionários do hotel onde o árbitro estava hospedado, estava devidamente trajada com uniforme da Federação Uruguaia.

Segundo a jornalista argentina Yosselem Rocamora, que é amiga íntima de Pezzota, a garota de programa foi muito bem paga pelos dirigentes uruguaios. O jogo terminou empatado em 2 a 2, mas o resultado foi considerado bom pela Seleção Uruguaia, que perdia por 2 a 1 até 36 minutos do segundo tempo.

Santos não pode baixar a guarda

Se esta final fosse em Montevidéu, o Santos teria incríveis dificuldades para ser campeão, pois seria cercado de agressões e ameaças dentro e fora do campo. Esta é a cultura de se ganhar a qualquer custo que prevalece na maioria dos países da América do Sul – Uruguai e Argentina, principalmente.

Estimulados por governantes que usam o esporte para desviar o foco de seguidas administrações corruptas, os uruguaios levam muito a sério esta coisa de serem um pequeno país contra o mundo e têm a ilusão de vencer o planeta a cada título inesperado no futebol.

Como se vê nas relações complicadas entre a direção do Santos e a do clube uruguaio, o anti-fair play começa no presidente e vai até o último aficionado do Peñarol – cuja torcida representa o que a América do Sul quer deixar de ser: um continente dominado pela barbárie. Vencer a qualquer custo é a sua norma, como se um título pudesse fazer com que um time medíocre e violento passasse a ser um exemplo de como se praticar o futebol. Não mesmo…

Por isso, por ter sempre uma carta na manga que pode provocar uma confusão e desnortear os adversários, esse Peñarol merece extremos cuidados. Não se imagine que aceitará pacificamente a derrota amanhã. Haverá provocação e bagunça. Isso é quase certo. Que o Santos esteja preparado.

Uma palavra à torcida santista

A forma animalesca como os santistas foram recebidos no Estádio Centenário – agredidos diante da atitude cínica dos policiais locais – é de revoltar mesmo os mais tranqüilos, como eu. Porém, que nada se faça contra os uruguaios que vierem torcer para o seu time no Pacaembu. Um erro não justifica o outro.

Sei que é duro apanhar e virar a outra face. E mais duro ainda pedir isso aos santistas recebidos como inimigos mortais no estádio Centenário. Mas peço que não hajam com a mesma selvageria, ou perderão a razão e tirarão a razão do Santos.

Que haja reação, sim, mas no grito, no incentivo e na comemoração final. Nada dói mais ao torcedor do que ver seu time derrotado e assistir ao rival erguendo a taça. Que os uruguaios que venham ao Pacaembu possam sentir isso, na pele.

Tomara que aprendam que futebol não é guerra, que um título, mesmo em condições heróicas, não transformará o Uruguai em maior do que é, ou fará do futebol do Peñarol mais bonito. Após a Libertadores, as coisas continuarão do jeito que estão. O Santos seguirá sendo o melhor time de todos os tempos e Neymar e Ganso continuarão sendo os melhores jogadores da América.

E você, o que acha dessa “garra uruguaia”? É garra mesmo, ou é desculpa jogar sujo e agredir os adversários? E o árbitro argentino Sergio Pezzota?


Jogadoras do River uruguaio tomam de 9 a 0 e depois destroem vestiário da Vila Belmiro

Houve um tempo em que se falava muito da garra uruguaia – na verdade, essa “garra” era um eufemismo para um misto de má educação, selvageria, violência e jogo sujo. Pois as garotas do River Plate, time uruguaio que está participando da II Copa Libertadores de futebol feminino, só aprenderam a parte ruim do futebol dos homens de seu país.

Na terça-feira sofreram uma goleada histórica das Sereias da Vila, atuais campeãs sul-americanas, por 9 a 0. Só não foi mais porque as santistas tiveram humildade em gol.

Porém, mesmo dominadas durante todo o jogo, as uruguaias cismaram que a culpa de sua humilhante derrota foi da arbitragem e ao final resolveram destruir o vestiário da Vila Belmiro e pichar as paredes.

Um dos motivos da reclamação sem sentido das uruguaias foi a expulsão de Rodriguez, que deu um soco na bola para impedir o gol de Grazi. Obviamente, como manda a regra, a uruguaia teve de ser expulsa e, na cobrança do pênalti, Cristiane inaugurou o marcador.

E, como em porteira em que passa um boi, passa uma boiada, o Santos passou a fazer um gol a trás do outro e já terminou o primeiro tempo vencendo por 4 a 0. As uruguaias chegavam atrasadas em todas as divididas e batiam à vontade nas brasileiras. Assim, foi até lucro só terem mais uma jogadora expulsa: Quinteros, que fez falta dura em Tais e recebeu o segundo cartão amarelo.

Prefeitura de Barueri vai pagar

Como o jogo teria de ser realizado na Arena Barueri e foi transferido para a Vila Belmiro por um pedido da prefeitura daquela cidade, o Santos já entrou em contato com a prefeitura de Barueri para o ressarcimento dos prejuízos. Além disso, seria essencial punir esse time de selvagens e mal-educadas uruguaias, que são jogadoras de futebol horríveis e péssimas perdedoras.

O Santos,que caminha para o bicampeonato da Copa, é o líder do Grupo 1, com seis pontos em dois jogos. O próximo jogo das Sereias da Vila será amanhã ao meio-dia, contra o Formas Íntimas, da Colômbia, na Arena Barueri.

Reveja a goleada das Sereias da Vila sobre o River Plate uruguaio

Você acha que as Sereias da Vila serão bicampeãs da Libertadores?


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